Luis XIV:

É provavelmente o monarca mais famoso da história da França e um dos mais conhecidos do mundo. O seu reinado se iniciou no ano de 1643 e durou até o ano de 1715, totalizando nada menos que 72 anos ao todo. Esse recorde fez dele o rei que mais tempo permaneceu no trono na história da Europa! Visto que por essa época em que a maioria das pessoas mal chegava aos 60 anos de idade, sua influência não apenas sobre o Reino da França mas sobre toda a Europa marcou todo o fim do século XVII e a primeira metade do século XVIII.

Luis XIV nasceu em 5 de setembro de 1638. Ele era filho do rei francês Luís XIII e da rainha francesa, de origem espanhola, Ana da Áustria. Quando o menino Luis nasceu, seus pais já estavam casados a nada menos que 23 anos. O motivo pelo qual o casal real francês levou tanto tempo para conceber um herdeiro foram vários. O primeiro era que nos primeiros anos de casamento Luís XIII ignorou a noiva, levando muito tempo para consumar o casamento. A França e a Espanha haviam estado em guerra desde o final do século XVI e ele não ficou muito satisfeito de ter sido obrigado pelo pai, o rei Henrique IV, a casar-se como uma hispânica (ou seja, uma inimiga).

Luis XIV

…O primeiro alvo do novo Conselho de Estado de Luis XIV foi justamente o superintendente de finanças, que vinha sistematicamente roubando o país. Além de corrupção, Fouquet foi acusado de conspiração contra o Rei (embora não houvesse provas desse crime). Ao fim de um processo que durou três anos, Fouquet foi condenado a passar 15 anos preso na fortaleza de Pinerolo, na Itália, onde morreu em 1680. O recado de Luis XIV a alta aristocracia e aos pares da França (membros do Parlamento) estava dado: no seu reinado, qualquer um podia terminar seus dias no xilindró. Essa era, digamos assim, a motivação oficial. Mas, segundo as informações recebidas pelo TC através dos fofoqueiros da Corte francesa do séc. XVII, a motivação de Luis XIV para ordenar a prisão do seu superintendente foi muito mais mundana que uns desvio do tesouro público…

Saiba mais sobre isso ouvindo Luis XIV.


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FONTES
  • Ferreira, Caio Moraes-Uma história do espírito: considerações sobre o século de Luís XIV e o pensamento histórico de Voltaire. Dissertação (mestrado) –Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Departamento de História, 2013
  • ELIAS, Norbert.  A Sociedade de Corte. Lisboa: Editorial Estampa, 1987
  • María Pilar Queralt del Hierro- Rainhas na sombra: Amantes e cortesãs que mudaram a história. Versal Editores LTDA, 1 de set de 2016.
  • A esposa secreta de Luís XIV por Veronica Buckley e Cristina Paixão Lopes
  • Luís XIV por Peter Robert Campbell
  • Outras fontes

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Temachat 20:

Este é um episódio especial do Temacast e nele você vai encontrar a leitura de emails e comentários enviados pelos nossos ouvintes.

Temachat 20

Os comentários, emails, mensagens de voz e avaliações na iTunes Store deste episódio foram realizados pelos nossos ouvintes no período de 24 de janeiro de 2020 a 28 de abril de 2020. Se você também quiser participar com a sua opinião, crítica, sugestão e elogios entre em contato conosco através da nossa página de contato ou faça seus comentários nos posts dos episódios.

Saiba mais sobre isso ouvindo Temachat 20

 


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  • Carpenters – Please Mr. Postman

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Novo Coronavírus e o Temacast:

Devido ao isolamento social imposto por autoridades por causa da pandemia do novo coronavírus e pelas características que cercam a produção dos episódios do Temacast, estamos publicando este aviso aos nossos ouvintes.

Saiba mais sobre isso ouvindo Novo Coronavírus e o Temacast.


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Guerra do Rio de Janeiro:

Em 1559, o Rio de Janeiro era a principal preocupação do padre Manuel da Nóbrega. O principal dos jesuítas tinha então 42 anos e vivia no Brasil há dez. E na sua opinião, a instalação de uma colônia francesa na Guanabara vinha sendo tratada com absoluta negligência pelas autoridades portuguesas. Principalmente, visto que entre os franceses do Rio havia também protestantes.

Mesmo com problemas de circulação nas pernas, Nóbrega havia percorrido inúmeras trilhas irregulares do Brasil com o objetivo de fixar o catolicismo nesse novo país. Agora todo o seu trabalho poderia vir por terra se a “peçonha de Lutero,” que havia chegado à América através do Rio de Janeiro, prosperasse com aquela colônia. Para além do domínio português do litoral brasílico, a destruição da França Antártica era a garantia de uma América católica.

Guerra do Rio de Janeiro

E como para derrotar a heresia protestante valia tudo, Nóbrega não teve pudores de usar de artimanhas na luta contra a colônia de Villegagnon. E a estratégia de Nóbrega foi usar o bom e velho recurso do traidor. E no caso da França Antártica, o traidor foi um tal de Jean Cointe, ou João Cointa, como é conhecido no Brasil.

Saiba mais sobre isso ouvindo Guerra do Rio de Janeiro.


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FONTES
  • Livro: “Singularidades da França Antártica”, André Thevet
  • Livro: “Cosmografia Universal, Tomo II”, André Thevet
  • Livro: “O Rio antes do Rio”, Rafael Freitas da Silva
  • Livro: “1565 – Enquanto o Brasil Nascia”, Pedro Doria
  • Livro: “Ubatuba Espaço Memória Cultura”, Juan Droguett
  • Livro: “Synopsis ou deducção chronologica dos factos mais notaveis da historia do Brazil”, Jose Ignacio de Abreu e Lima
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Música Épica Instrumental de Batalha (YouTube)

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A confederação dos Tamoios:

Apesar de terem se tornado posteriormente os mais aguerridos rivais da colonização portuguesa no Brasil, a relação entre tamoios e portugueses começou de forma bastante pacífica. O primeiro contato dos tamoios com os portugueses se deu durante a construção da Feitoria do Cabo Frio, o primeiro núcleo de colonização portuguesa na América. Tendo encontrado os portugueses no Cabo Frio, os tamoios os convidaram a vir até a Baía de Guanabara, onde um de seus principais líderes, Iapiró-Ijúb, o Calvo, gostaria de conhecê-los.

Localizada na margem ocidental da Baía de Guanabara, logo após o Pão de Açúcar, aldeia do morubixaba Iapiró-Ijúb era conhecida como Carijó-oca, de acordo com José de Anchieta, e Kariók, de acordo com Jean de Léry. A Aldeia Carioca ficava localizada ao redor do rio que acabou recebendo o seu nome. Serpenteando por morros de mata densa, e cercada por gigantescas paliçadas de madeira, a Carioca se estendia desde o morro de Rery-pé, Morro das Ostras, atual Outeiro da Glória, até os pés do Corcovado, em Laranjeiras, abrangendo toda a extensão da praia, que viria a ser batizada Praia da Carioca (e hoje Praia do Flamengo), até o Morro de Santa Teresa.

A confederação dos Tamoios

…No seu livro “Viagem à Terra do Brasil”, Jean de Léry lista a Carioca e seu morubixaba como a primeira aldeia da Guanabara. E isso se dava porque a Carioca ficava bem na entrada da baía, e era portanto a mais suscetível a ataques. Quando Gonçalves Coelho e Américo Vespúcio vieram conhecer os índios do Rio de Janeiro eles desembarcaram nessa aldeia.

Saiba mais sobre isso ouvindo A confederação dos Tamoios.


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FONTES
  • Livro: “Singularidades da França Antártica”, André Thevet
  • Livro: “Cosmografia Universal, Tomo II”, André Thevet
  • Livro: “O Rio antes do Rio”, Rafael Freitas da Silva
  • Livro: “1565 – Enquanto o Brasil Nascia”, Pedro Doria
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Ñande Reko Arandu   (2000) Memória Viva Guarani (YouTube)

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O massacre de Tulsa:

Em 30 de maio de 1921, um engraxate negro chamado Dick Rowland, de 19 anos, pegou o elevador no Drexel Building, prédio onde ficava o único banheiro que os negros tinham permissão para usar no centro da cidade. A ascensorista, uma jovem branca chamada Sarah Page, deu um grito. Não se sabe o que causou a reação da moça, mas a hipótese mais aceita é que Rowland pisou no pé da menina ao entrar no elevador, fazendo com que ela gritasse. Outra hipótese é que os dois fossem namorados em segredo e tivessem tido uma briga no elevador.

Um funcionário da Renberg, uma loja de roupas localizada no primeiro andar do edifício, ouviu o que soou como grito de uma mulher e viu Rowland correndo do prédio. O funcionário foi até o elevador e encontrou Page descontrolada e ansiosa. Pensando que ela tinha sido assaltada, o funcionário chamou as autoridades…

O massacre de Tulsa

…Convocados pelo principal jornal da cidade, muitos apareceram nas portas do tribunal para participar desse ritual cristão de linchar um criminoso. Há apenas um ano um jovem branco chamado Roy Belton havia sido linchado ali mesmo. O xerife local, Willard M. McCullough, no entanto, havia sido recém-eleito, e um dos motivos que levou a sua eleição, foi justamente o compromisso de combater os linchamentos. Inclusive, o seu vice-xerife, Barney Cleaver, era negro…

Saiba mais sobre isso ouvindo O massacre de Tulsa.


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FONTES
  • Documentário: Before They Die!
  • BBC
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Traveller – Lyvo
  • Watchmen (2019 HBO series) soundtrack (YouTube)

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Temachat 19:

Este é um episódio especial do Temacast e nele você vai encontrar a leitura de emails e comentários enviados pelos nossos ouvintes.

Temachat 19

Os comentários, emails, mensagens de voz e avaliações na iTunes Store deste episódio foram realizados pelos nossos ouvintes no período de 15 de setembro de 2019 a 23 de janeiro de 2020. Se você também quiser participar com a sua opinião, crítica, sugestão e elogios entre em contato conosco através da nossa página de contato ou faça seus comentários nos posts dos episódios.

Saiba mais sobre isso ouvindo Temachat 19


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Carpenters – Please Mr. Postman
  • Phil Collins – Do You Remember
  • Phil Collins – One More Night
  • Phil Collins – Something Happened On The Way To Heaven
  • Phil Collins – Another Day In Paradise
  • Steely M – Summer Breeze
  • Moby & Mark Lanegan – The Lonely Night
  • James Bright – Be

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Retrô 2019:

Este será, como de costume, o último episódio do ano. O Temacast entrará de férias e deverá retornar em março de 2019. Dessa maneira, aproveitamos para desejar a todos um excelente final de ano e um início de ano novo super legal. Ah! Não se esqueçam de botar juízo na cabeça nas festas que estão por vir. Não dirijam depois de beber e se beberem peguem um carro de aplicativo. Nós queremos encontrar todos com muita saúde no ano que vem.

Retrô 2019:

Como sempre fazemos, também neste episódio, Retrô 2019, iremos falar sobre vários acontecimentos deste ano que está chegando ao fim. Sempre optamos por falar das coisas que não foram muito divulgadas nas mídias de massa. Entretanto, desta vez também falamos de assuntos que foram muito divulgados devido ao calibre dos mesmos e do impacto que tiveram em nossas vidas.

Entre outros assuntos falamos de vários prêmios conquistados por brasileiros em diversas áreas. Se você não viu nada disso pelos jornais esta será a oportunidade de conhecer.

Também falamos sobre uma jovem brasileira selecionada para missão espacial e que poderá ser a 1ª astronauta do país.

Não deixe de conhecer os jovens brasileiros que ganharam 6 medalhas em Olimpíada Internacional de Matemática..

Saiba mais sobre outros assuntos ouvindo o episódio Retrô 2019 – férias.

 


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FONTES
  • fontes diversas

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Best Of Vocal Deep House Music Summer Mix 2019 (YouTube)
  • New Year Mix 2020 (YouTube)

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História do Cristianismo – Do Movimento Nazareno ao Concílio de Jerusalém:

O principal documento acerca dos primórdios da Igreja Cristã encontra-se no Novo Testamento da Bíblia: o livro Atos dos Apóstolos. De modo geral, atribui-se a autoria deste texto a Lucas, um médico sírio helenizado que se tornou discípulo do apóstolo Paulo. Embora hoje em dia a Bíblia divida os textos em dois volumes, originalmente o Evangelho segundo Lucas e Atos dos Apóstolos eram o mesmo livro. De fato, o nome “Atos dos Apóstolos” só foi atribuído à segunda metade do Evangelho de Lucas quase um século depois de a obra ter sido escrita, pelo bispo e teólogo cristão, Ireneu de Lyon.

Para escrever Atos dos Apóstolos, Lucas invocou várias fontes, incluindo a tradição oral dos primeiros cristãos, as cartas de Paulo, de quem havia sido discípulo, e possivelmente os textos do historiador judeu Flávio Josefo…

História do Cristianismo

Do Movimento Nazareno ao Concílio de Jerusalém

Desde o julgamento de Jesus de Nazaré, o sinédrio (supremo conselho) em Jerusalém não teve descanso. Ao contrário do que esperavam as autoridades do Templo, o movimento nazareno – aqueles que proclamavam Jesus Filho de José o Messias – não se desfez com a sua morte. Pelo contrário, parecia mesmo ter se fortalecido. No início, a crucificação de Jesus parecia ter surtido o efeito desejado: seus seguidores imediatos, os apóstolos, haviam se escondido, e já não pregavam em público. Judas, o apóstolo que havia traído Jesus, havia se enforcado.

Saiba mais sobre isso ouvindo História do Cristianismo – Do Movimento Nazareno ao Concílio de Jerusalém.


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FONTES
  • Livro: “Justo L. González – Uma história ilustrada do cristianismo”, Justo González
  • Livro: “História do cristianismo: Uma obra completa e atual sobre a trajetória da igreja cristã desde as origens até o século XXI”, Bruce Shelley & Giuliana Niedhardt
  • Livro: “100 Acontecimentos Mais Importantes da História do Cristianismo”, A. Kenneth-Curtis
  • Livro: Bíblia Sagrada
  • Sociedade Bíblica do Brasil (SSB)
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Carl orff – Carmina Burana /Koninklijke Chorale Cæcilia (YouTube)
  • Enigma – Principles Of Lust

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Breve História da Ciência – Antiguidade:

Ao pensar em ciência a maioria das pessoas imagina uma busca sistemática que nos últimos 2 séculos revelou mais informação sobre o universo do que tudo que se sabia sobre ele nos primeiros 10 mil anos da história humana. Também imaginam os cientistas como uma irmandade unida pelo método científico, um conjunto imutável de preceitos, a partir do qual experimentos são concebidos para produzir fatos, despidos de qualquer parcialidade ou subjetividade, que se juntam como tijolos para alicerçar o sólido edifício da ciência com C maiúsculo… Outros ainda imaginam a ciência como um grande quebra-cabeça, onde cada novo fato vai se juntando para formar uma imagem cada vez mais compreensível e coerente do universo…

Tudo isso é muito bonito, mas muito longe de ser verdade. Essa visão romântica é como a ciência foi vendida pela mídia em geral. O dia-a-dia da vida acadêmica, no entanto, é bem diferente disso. A ciência não se trata de uma sociedade organizada de pessoas atreladas a regras que vão progressivamente escalando a pirâmide dos fatos rumo a um conhecimento cada vez mais perfeito do cosmos. Nada disso! A ciência é caótica em meio a uma constante guerra de egos. Fazer ciência é caçar gatos pretos em quartos escuros e de vez em quando acertar um murro na cara de alguém.

Breve História da Ciência – Antiguidade

Nas palavras do matemático estadunidense, Andrew Wiles, da Universidade de Princeton, “fazer ciência é tatear, e apalpar e cutucar, e tropeçar, e então descobrir um interruptor, em geral acidentalmente, e acender a luz, e ouvir todos dizerem: ‘Oh, então isso é assim!’. Depois se segue outro quarto escuro, no qual se busca outro misterioso gato preto.” E na Ciência, não é incomum que um gato preto possa contradizer por completo outro gato preto que se julgava conhecer em absoluto…

Saiba mais sobre isso ouvindo Breve História da Ciência – Antiguidade.


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FONTES
  • Livro: “Breve História da Ciência Moderna – Vol. 1,” Marco Braga e outros
  • Livro: “A Ilha do Conhecimento,” Marcelo Gleiser
  • Livro: “A Ignorância,” Stuart Firestein
  • Livro: “Uma Breve História da Ciência,” William Bynum
  • Livro: “O Valor da Ciência,” Poincaré
  • Livro: Bíblia
  • Outras fontes

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Desenvolvimento Econômico da Coreia do Sul:

Entre os anos 1960 e 1980, tanto a Coreia do Sul quanto o Brasil foram solapados por ditaduras militares patrocinadas pelos EUA de forma a deter o avanço do bloco socialista, liderado pela URSS. No entanto, enquanto a Coreia do Sul conseguiu superar seus problemas estruturais e se tornar um país desenvolvido sob a orientação dos militares sul-coreanos, o Brasil continuou avançando aos trancos e barrancos, sofrendo uma forte desindustrialização nos últimos anos. Hoje o Brasil é a 9ª economia do mundo, com um PIB aproximado de 2 trilhões de dólares, enquanto a Coreia do Sul é a 11ª economia do mundo, com um PIB de 1.7 trilhões de dólares.

Esses números, contudo, são humilhantes para o Brasil dado que: o Brasil possui um território de 8,5 milhões de km² enquanto a Coreia do Sul tem apenas 100 mil km² (tamanho equivalente ao Estado de Pernambuco). O Brasil possui 210 milhões de habitantes e a população sul-coreana possui um quarto disso, cerca de 51 milhões de habitantes. Isso significa que o PIB per capita sul-coreano é mais de 3 vezes maior que o do Brasil. Já em termos de produtividade, nós tivemos uma inversão. No início dos anos 1960, eram precisos 2 sul-coreanos para produzir o mesmo que um brasileiro. Hoje em dia, são precisos três brasileiros para produzir o mesmo que um sul-coreano.

Desenvolvimento Econômico da Coreia do Sul

As perguntas que queremos responder nesse episódio são duas: como a Coreia do Sul conseguiu atingir esse elevado grau de desenvolvimento ? E por que o mesmo não se verificou no Brasil?

Saiba mais sobre isso ouvindo Desenvolvimento Econômico da Coreia do Sul.


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FONTES
  • Curso: “The Korean Economic Development”, Coursera
  • Livro: “South Korea in the Fast Lane – Economic Development and Capital Formation”, Young-Iob Chung
  • Livro: “The Politics of Developmentalism The Midas States of Mexico, South Korea and Taiwan,” John Minns
  • Livro: “Emergent Economies, Divergent Paths”, Feenstra e Hamilton
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Scenery of Korea–Korean Traditional Music (YouTube)
  • Korean Traditional Instrumental Music (YouTube)

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França Antártica (Origens do Brasil):

A nora do rei Francisco I e futura rainha dos franceses, Catarina de Médici, era filha do governante de Florença, Lourenço II de Médici, o maior banqueiro da Europa nesse período. Lourenço além de grande empresário foi também um importante mecenas das artes e da ciência.

Como já sabemos, Lourenço financiou as principais expedições portuguesas e espanholas para o Novo Mundo. E um de seus funcionários e homens de confiança era ninguém menos que Américo Vespúcio (o contador da família Médici). Como vimos no início da série Origens do Brasil, Vespúcio passou a integrar a tripulação dos navios patrocinados pelos Médici. Por isso, Vespúcio esteve entre os primeiros europeus a chegar ao Rio de Janeiro, tendo fundado a primeira feitoria portuguesa em terras brasileiras, a Feitoria do Cabo Frio.

França Antártica (Origens do Brasil)

Uma coisa curiosa é que Vespúcio passou um tempo relativamente grande no Rio de Janeiro mas divulgou a Baía de Guanabara nas suas cartas e diários como sendo um rio (que posteriormente ficou conhecido como “de Janeiro”). Visto que ele era um cartógrafo experiente, é de se supor que ele não queria que a baía de Guanabara fosse conhecida pelos europeus em geral. No século XVIII, o vice-rei do Brasil Gomes Freire de Andrada, o Conde de Bobadela, diria ao Conselho Ultramarino que a Baía de Guanabara era uma espécie de “chave do Brasil.” Quem controlasse o território do Rio de Janeiro controlaria toda a costa brasileira. Aparentemente, Américo Vespúcio se deu conta disso já em 1502 e por isso evitou descrever o Rio de Janeiro nas cartas que enviou a Europa…

Saiba mais sobre isso ouvindo França Antártica (Origens do Brasil).


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FONTES
  • “Singularidades da França Antártica,” André Thévet
  • “Cosmografia Universal,” André Thévet
  • “Viagem à Terra do Brasil,” Jean de Léry
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • France Music Traditional Acordion (YouTube)

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O Mundo em guerra – A partilha da Terra:

Para entender por que o atentado perpetrado por um nacionalista sérvio ao herdeiro austro-húngaro e a sua esposa desencadeou uma guerra com as proporções da Grande Guerra, afetando em maior ou menor escala todos os continentes, é preciso entender o contexto da época. A passagem do século XIX para o XX foi um momento de transição de poder, onde a ordem mundial, até então mantida pelo Império britânico, começou a mudar de mãos devido ao surgimento de novas potências mundiais e ao desenvolvimento de novas tecnologias e fontes de energia. Nesse episódio a gente vai tentar esclarecer todas as circunstâncias no início do século XX que fizeram da geopolítica mundial um barril de pólvora pronto para explodir…

O Mundo em guerra – A partilha da Terra

Nos anos que antecederam a Grande Guerra, também conhecida como 1ª Guerra Mundial, as grandes potências da Europa viviam um clima de rivalidade que envolvia não apenas as fronteiras dessas potências dentro do continente europeu, mas igualmente suas colônias na África, na Ásia, e em menor grau, na Oceania. Essas disputas se tornaram ainda mais acirradas com o surgimento de novas potências continentais na Europa: 1) com a unificação italiana em 1861, 2) com a união pessoal dos Reinos da Áustria e da Hungria após a Áustria ter sido derrotada pela Prússia na guerra austro-prussiana em 1867, 3) com o surgimento em 1871 do Império alemão de Bismarck, também chamado de 2º Reich, a partir da unificação de todos os demais Estados germânicos (com exceção da Áustria) e de dois departamentos (Estados) franceses: a Lorena e a Alsácia.

Saiba mais sobre isso ouvindo O Mundo em guerra – A partilha da Terra.


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FONTES
  • John Hirst- A mais breve história da Europa
  • Jacques Le Goff – Uma breve história da Europa
  • Lawrence Sondhaus – A Primeira Guerra Mundial – História Completa
  • Margaret MacMillan – A Primeira Guerra Mundial – Globo Livros
  • Martin Gilbert – A primeira guerra mundial
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Epic Music Soundtracks (YouTube)
  • War Epic Music Collection (YouTube)

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Temachat 18:

Este é um episódio especial do Temacast e nele você vai encontrar a leitura de emails e comentários enviados pelos nossos ouvintes.

Temachat 18

Os comentários, emails, mensagens de voz e avaliações na iTunes Store deste episódio foram realizados pelos nossos ouvintes no período de 17 de julho de 2019 a 14 de setembro de 2019. Se você também quiser participar com a sua opinião, crítica, sugestão e elogios entre em contato conosco através da nossa página de contato ou faça seus comentários nos posts dos episódios.

Saiba mais sobre isso ouvindo Temachat 18

 


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Carpenters – Please Mr. Postman
  • The Glenn Miller Orchestra – In the Mood
  • The Glenn Miller Orchestra – A String of Pearls
  • The Glenn Miller Orchestra – Little Brown Jug
  • The Glenn Miller Orchestra – Tuxedo Junction
  • The Glenn Miller Orchestra – Chattanooga Choo Choo
  • The Glenn Miller Orchestra – Pennsylvania 6-5000
  • The Glenn Miller Orchestra – Anvil Chorus
  • The Glenn Miller Orchestra – Rhapsody in Blue
  • The Glenn Miller Orchestra – Swing Low Sweet Chariot
  • The Glenn Miller Orchestra – Danny Boy

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O Mundo em Guerra – O Império germânico:

Tudo começou nos Balcãs… A guerra, a Grande Guerra, a guerra que acabaria com todas as guerras começou nos Balcãs…

Os Balcãs são uma península no leste europeu, que compreende a grosso modo a Albânia, a Bósnia e a Herzegovina, a Bulgária, a Grécia, a Macedônia do Norte, o Montenegro, a Sérvia, o autoproclamado Estado independente do Kosovo, partes da Croácia, da Romênia e da Eslovênia, e a porção europeia da Turquia. O termo “balcãs” vem da língua turca e significa “montanha, lugar elevado.” No início do século passado, os Balcãs eram a região mais instável do planeta do ponto de vista geopolítico, pois era a fronteira natural de três dos maiores impérios do mundo: o Império Austro-Húngaro; o Império russo e o Império turco-otomano, então o maior e mais importante Estado islâmico do mundo.

O Mundo em Guerra – O Império germânico

Para começar a entender toda a situação que culminou na Grande Guerra, hoje em dia mais comumente conhecida como Primeira Guerra Mundial, nós temos no entanto, que entender o papel de um quarto império nessa disputa: o Império alemão, surgido na divisa das Europas Ocidental e Oriental a partir do escombros de outro império…

Saiba mais sobre isso ouvindo EPISÓDIO.


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FONTES
  • John Hirst- A mais breve história da Europa
  • Jacques Le Goff – Uma breve história da Europa
  • Lawrence Sondhaus – A Primeira Guerra Mundial – História Completa
  • Margaret MacMillan – A Primeira Guerra Mundial-Globo Livros
  • Martin Gilbert – A primeira guerra mundial
  • Outras fontes

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Grandes Questões Nacionais: Grafeno:

O carbono, 6º elemento da tabela periódica, é o 15° elemento químico mais abundante da superfície terrestre e o 4º elemento mais abundante no universo depois do hidrogênio, do hélio e do oxigênio. Sua incomum e extraordinária capacidade de formar polímeros, ou seja, grandes moléculas a partir de unidades estruturais menores, sob as diversas condições de temperatura na Terra, fizeram deste elemento a base de todas as formas de vidas conhecidas.

No corpo humano, o carbono é o segundo elemento mais abundante em massa (cerca de 18,5% da nossa massa), perdendo apenas para o oxigênio. Na natureza, há vários alótropos de carbono. Em termos simples, os alótropos de um elemento químico são as diversas substâncias que ele pode formar sozinho apenas mudando o modo como seus átomos são ligados uns aos outros e arranjados espacialmente. Entre os alótropos mais conhecidos do carbono estão o carbono amorfo (onde os átomos de carbono estão ligados de forma aleatória), o diamante (ou cristal de carbono, no qual os átomos de carbono estão ligados entre si de forma periódica formado estruturas sólidas regulares de 8 ou 48 faces), o grafite e o grafeno (onde os átomos de carbono estão agrupados periodicamente na forma de hexágono, um sólido de seis faces).

Grandes Questões Nacionais: Grafeno

Os dois físicos que se propuseram a resolver esse desafio técnico foram o russo-holandês Andre Geim e o russo-britânico Konstantin Novoselov. Ambos foram encarados inicialmente com ceticismo pelos colegas da Universidade de Manchester, na Inglaterra, onde trabalhavam. Geim era particularmente famoso por fazer pesquisas consideradas “pouco acadêmicas”, como, por exemplo, investigar o magnetismo dentro d’água, com uso de lagartixas. Esta experiência, inclusive, lhe rendeu no ano 2000 o Prêmio Ig Nobel, uma sátira do Prêmio Nobel criada pela revista de humor Anais da Pesquisa Improvável (Annals of Improbable Research) e entregue na Universidade de Harvard, que normalmente premia pesquisas raras e absurdas para honrar a imaginação dos seus realizadores e atrair o interesse do público para a ciência, a medicina e a tecnologia de modo geral.

Saiba mais sobre isso ouvindo Grandes Questões Nacionais: Grafeno.


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FONTES

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Bullets_Borders – It’s Up to You
  • Loveshadow – Let It Go
  • The Alex Beroza – Lifted Up
  • Peace – There’s A Better Way
  • pieCES – The Wrong Reason
  • 1972 – The LS Solar
  • Pillow Philosophy 69 – The Sticky Pages Mix
  • Loveshadow – Summer Love
  • Loveshadow – A Book of Empty Lines
  • Loveshadow – Almost Given Up

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Antônio José (o Judeu) e a Inquisição Portuguesa:

… Em 1640, o Duque D. João de Bragança consegue fazer de Portugal uma nação independente de novo, proclamando-se D. João IV de Portugal. A “Restauração”, entretanto, não impediu Portugal de seguir subsidiário da cultura castelhana. De modo geral, apesar da guerra de independência entre Portugal e Espanha ter se arrastado por quase 30 anos, ainda se considerava a união da Península um destino das nobrezas ibéricas. Foi só no reinado de D. João V, no início do século XVIII, que a cultura portuguesa voltou a se afirmar…

Antônio José (o Judeu) e a Inquisição Portuguesa

Os textos de Antônio José da Silva não passariam desapercebidos dos inquisidores, ainda que as críticas ácidas de seus textos jamais tenham sido declaradas a real razão de sua perseguição. Antônio José sabia fazer a multidão rir e por esse fato se tornou um criminoso: a gargalhada acordava o povo do pesadelo da punição divina dos Autos de Fé e também abria-lhes os olhos para os muitos erros da elite portuguesa. Nas palavras dos próprios inquisidores, “rindo se dizem as verdades.” Mas não só nobres e padres se incomodaram com o teatrólogo brasileiro. As companhias espanholas que por décadas haviam tido o monopólio do gosto popular, agora haviam encontrado um rival imbatível. As peças de Antônio José haviam se tornado um fenômeno de massa e isso causou vários prejuízos a sua concorrência, principalmente porque trabalhando com atores de carne e osso, os custos de sua produção eram mais elevados…

Saiba mais sobre isso ouvindo Antônio José (o Judeu) e a Inquisição Portuguesa.


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FONTES
  • Dissertação: “O teatro de bonifrates em António José da Silva, o Judeu”, José Luís de Oliveira
  • Livro: História dos Judeus Portugueses, Wilke Carsten
  • Livro: Vítimas da Inquisição no Rio de Janeiro, Ronaldo Morais
  • Livro: Vínculos do Fogo, Alberto Dines
  • Livro: O Judeu (Romance), Camilo Castelo Branco
  • Outras fontes

FILME “O JUDEU”, 1995 –  YOUTUBE

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • O amor brazileiro: Modinhas & lundus do Brasil (YouTube)
  •  Mc Bob Rum – Rap do Silva
  • Caetano Veloso – Oração Ao Tempo

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O Expurgo dos Judeus e o Pogrom de Lisboa:

… Em 1495, entretanto, o rei D. João II morreu. E como as seis pessoas seguintes na linha de sucessão ao trono de bacalhau, digo, trono de Portugal, haviam morrido também, D. Manuel, um sobrinho do rei, acabou coroado. D. Manuel era matemático, e como tinha grande interesse em astronomia acabou se tornando muito amigo do astrônomo judeu, Abraão Zacuto.

Zacuto era natural de Salamanca, e havia sido um dos judeus sefarditas que havia se refugiado em Portugal, vindo de Castela, no reinado de D. João II. Foi um dos maiores astrônomos da sua geração e por isso foi nomeado por D. João II, Astrônomo e Historiador Real de Portugal.

O Expurgo dos Judeus e o Pogrom de Lisboa

… A turba enfurecida arrastou o homem para a rua e, em poucos minutos, mataram-no e queimaram-no no Rossio. Sabendo do que aconteceu, o seu irmão correu para o local e quando gritou pelos assassinos, foi igualmente morto e queimado numa fogueira. No meio da agitação, um frade dominicano bradou um discurso contra os judeus. Em seu redor, a turba vociferava contra a comunidade judaica. Dois frades, Frei João Mocho e Frei Bernardo, juntaram-se ao que estava a discursar, exibindo o crucifixo do “milagre” e gritando: “Heresia! Heresia! Destruam o povo abominável!.” Os gritos deram início ao massacre…

Saiba mais sobre isso ouvindo O Expurgo dos Judeus e o Pogrom de Lisboa.


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FONTES
  • Livro: História   dos Judeus Portugueses, CARSTEN, L Wilke
  • Livro: Vítimas da Inquisição no Rio de Janeiro, Ronaldo Morais
  • Website: observador
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Andalusian Classical Music
  • A la villa voy – Cancioneiro de Elvas
  • Canção do século XVI (La Rosa Enflorece)
  • Spanish Arabic Music of Al Andalus
  • Ben Snof – Eshkachech Yerushalayim

LINK PARA O DOCUMENTÁRIO

A estrela oculta do sertão (YouTube)


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Temachat 17:

Este é um episódio especial do Temacast e nele você vai encontrar a leitura de emails e comentários enviados pelos nossos ouvintes.

Temachat 17

Os comentários, emails, mensagens de voz e avaliações na iTunes Store deste episódio foram realizados pelos nossos ouvintes no período de 17 de maio de 2019 a 16 de julho de 2019. Se você também quiser participar com a sua opinião, crítica, sugestão e elogios entre em contato conosco através da nossa página de contato ou faça seus comentários nos posts dos episódios.

Saiba mais sobre isso ouvindo Temachat 17

 


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Carpenters – Please Mr. Postman
  • Deep Purple – When A Blind Man Cries
  • Deep Purple – Bloodsucke
  • Deep Purple – The Bird Has Flown
  • Deep Purple – Strange Kind Of Woman
  • Deep Purple – Never Before
  • Europe – The Final Countdown

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Grandes Questões Nacionais: Nióbio:

Carros, pontes, turbinas de avião, aparelhos de ressonância magnética, mísseis, marcapassos, usinas nucleares, sensores de sondas espaciais… Quase tudo o que é eletrônico ou a base de aço fica magicamente melhor com um pouco de nióbio. Por exemplo, misturando apenas 100 gramas de nióbio em uma tonelada de aço é possível deixar a liga muito mais forte e maleável.

Por essa razão, o nióbio está presente tanto nos foguetes da empresa americana SpaceX, quanto no maior acelerador de partículas do planeta, o LHC, e no primeiro computador quântico do mundo, o D-Wave. Todas as grandes indústrias do mundo hoje precisam de um pouco de nióbio – e quase todas as reservas mundiais desse metal, 98,2%, estão no Brasil. Nós temos o equivalente a 842 milhões de toneladas de nióbio, que valem inacreditáveis US$ 22 trilhões: o dobro do PIB da China, ou duas vezes todo o petróleo do pré-sal. Por isso, há quem diga que o nióbio pode ser a salvação do Brasil, a chave para o País se desenvolver e virar uma potência mundial…

Grandes Questões Nacionais: Nióbio

No início dos anos 1950, o geólogo mineiro Djalma Guimarães, conhecido como “o príncipe dos geólogos”, descobriu uma mina de pirocloro ou pentóxido de nióbio (Nb2O5) na região do Barreiro, em Araxá-MG. Essa descoberta chamou imediatamente a atenção do banqueiro mineiro, Walther Moreira Salles…

Saiba mais sobre isso ouvindo Grandes Questões Nacionais: Nióbio.


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FONTES
  • Super-Abril
  • Fapesp
  • TCC: “Mercado de nióbio,” João Marcelo Cruz de Lucena. UFRJ 2010.
  • Livro: “Nióbio, uma conquista nacional,” Rogério Cerqueira Leite e outros.
  • Outras fontes

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  • Audiophile Music Collection (YouTube)

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História do Cristianismo – Do judaísmo reformado a Jesus de Nazaré:

Desde sua origem no século I, os cristãos buscaram inserir os Evangelhos que pretendiam anunciar ao mundo dentro da história humana. De fato, os Evangelhos (ou as boas-novas, em português) podem ser resumidos na constatação de que Deus, criador do Céu e da Terra, princípio e fim de todas as coisas, se introduziu em nossa história através da figura histórica de Yeshua Bar Yosef ou Jesus, filho de José, o indivíduo apontado pelos cristãos como a encarnação ou materialização de Deus. Se antes de Jesus, Deus já havia influenciado na história da humanidade através de pessoas divinamente inspiradas, a partir de Jesus, Deus se tornava sujeito dessa mesma história.

O Verbo, ou seja, a Palavra e o Pensamento de Deus, saia de uma realidade mística, acessível apenas aos Profetas, e adentrava na concretude histórica, no tempo e no espaço onde se dá o desenrolar da vida humana. Portanto, a historicidade de Jesus sempre foi uma preocupação para a cristandade. No Evangelho de Lucas, por exemplo, o nascimento de Jesus é datado na época de César Augusto, afirmando que ele nasceu “sendo Quirino o governador da Síria.” O mesmo evangelista ainda insere sua narração dentro do marco da história da Palestina, dizendo que os fatos por ele narrado se sucederam “nos dias de Herodes, rei da Judeia.”

História do Cristianismo – Do judaísmo reformado a Jesus de Nazaré

…O primeiro grupo, do Jesus Histórico, parte do pressuposto que o Novo Testamento não dá uma imagem precisa da vida de Jesus, e portanto examina evidências a partir de fontes diversas, principalmente fontes não cristãs, buscando reconstituir a sua vida no século I…

Saiba mais sobre isso ouvindo História do Cristianismo – Do judaísmo reformado a Jesus de Nazaré.


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FONTES
  • Livro: “A História dos Judeus – À procura das palavras 1000 a. C. – 1492 d.C.”, Simon Schama
  • Livro: “Justo L. González – Uma história ilustrada do cristianismo”, Justo González
  • Livro: “História do cristianismo: Uma obra completa e atual sobre a trajetória da igreja cristã desde as origens até o século XXI”, Bruce Shelley & Giuliana Niedhardt
  • Livro: “100 Acontecimentos Mais Importantes da História do Cristianismo”, A. Kenneth-Curtis
  • Livro: Bíblia Sagrada
  • Livro: Talmude
  • Outras fontes

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Fundação de São Paulo (Origens do Brasil):

Nesse episódio que trataremos da Fundação de São Paulo, nossa história começa não no Brasil, mas do outro lado do Atlântico, no arquipélago das Canárias, na costa ocidental da África, no litoral do Marrocos. Sabe-se que as Ilhas Canárias foram visitadas desde a Antiguidade por fenícios e cartagineses. No entanto, o primeiro relato escrito acerca dessas ilhas foi feito séculos depois, no período do Império Romano, a pedido de Juba II, o rei da Numídia, que era umas das províncias romanas, localizada no território que compõem as atuais Tunísia e Argélia.

Fundação de São Paulo (Origens do Brasil)

…Em 19 de março de 1534, lá em Tenerife, cenário da última aliança ganche pela sua liberdade, nasceu um menino chamado José de Antxèta, que viria a ser conhecido no Brasil como José de Anchieta. Ele era filho de Juan López de Antxèta (um imigrante espanhol vindo do País Basco) e de Mência Diaz de Clavijo y Llarena. A mãe, Mência, era uma nobre local, descendente da aristocracia rural das Canárias originada dessa mistura dos invasores espanhóis – a maior parte judeus – com mulheres ganches. Já o pai, Juan López, era um revolucionário basco, que havia tomado parte na Revolta dos Comuneiros contra o Imperador Carlos V, ocorrida na Espanha entre 1520 e 1522…

Saiba mais sobre isso ouvindo Fundação de São Paulo (Origens do Brasil).


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FONTES
  • Artes e ofícios dos jesuítas no Brasil – 1549-1760 – Serafim Leite
  • História da capitania de São Vicente – Pedro Taques de Almeida Pais Leme
  • História da cidade de São Paulo – Afonso Taunay
  • Nem céu nem inferno – Jorge Caldeira
  • Memórias para a História da Capitania de São Vicente – Frei Gaspar
  • Na Capitania de São Vicente – Washington Luís
  • História Geral do Brasil – Francisco Adolfo de Varnhagen
  • Visões do Paraíso – Sérgio Buarque de Holanda
  • Manifesto Antropofágico – Oswald de Andrade
  • A Coroa, a Cruz e a Espada. Lei, Ordem e Corrupção no Brasil – Eduardo Bueno
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Caetano Veloso – Sampa
  • Epic Music Soundtracks (YouTube)
  • Game of Thrones Season 8 OST – Ending Music

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História do cinema (Alice Guy Blaché):

Em meados do século XIX, um jovem francês chamado Émile Guy se estabeleceu na América do Sul, no Chile, onde fundou uma rede de livrarias nas cidades de Santiago e Valparaiso. Em 1863, Émile retornou à França para se casar com a jovem Marie Clotilde, ou Mariette, que havia conhecido por cartas por intermédio de seus parentes. Logo, após se casarem, Émile retornou com a esposa para o Chile. Eles tiveram quatro filhos no Chile entre 1863 e 1872.

Após dez anos vivendo no Chile, o casal decidiu ir visitar os parentes na França e Mariette acabou chegando grávida por lá. Assim, em 1º de julho de 1873, na cidade de Saint-Mandé, uma cidade vizinha à Paris, nascia o quinto bebê do casal Guy, Alice Guy.  Alguns meses após o nascimento da menina Alice, o casal Guy retornou ao Chile. No entanto, eles preferiram não arriscar trazer a recém-nascida na fatigante e perigosa viagem de navio. Por isso , a bebê Alice acabou sendo enviada para a casa dos avós em Carouge, na Suíça.

História do cinema (Alice Guy Blaché)

…De 1896 a 1920, ela dirigiu mais de mil filmes, mas apenas uns trezentos e cinquenta sobreviveram até os dias dias atuais, sendo vinte e dois deles longa-metragens. Alice também foi uma das primeiras mulheres, junto da estadunidense Lois Weber, a ter seu próprio estúdio. Em vida, ela foi homenageada algumas vezes: a primeira na Exposição Universal de 1900 como colaboradora dos Estúdios Gaumont…

Saiba mais sobre isso ouvindo História do cinema (Alice Guy Blaché).


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FONTES
  • Livro: The Memoirs of Alice Guy Blaché, por ela mesma.
  • Livro: Alice Guy Blaché: Lost Visionary of the Cinema, Alice Guy Blaché: Lost Visionary of the Cinema
  • Documentário: “O Jardim Perdido: A Vida e o Cinema de Alice Guy-Blaché“, 1995
  • Outras fontes

DOCUMENTÁRIOS CITADOS NO EPISÓDIO

The Lost Garden
E a Mulher Criou Hollywood


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Temachat 16:

Este é um episódio especial do Temacast e nele você vai encontrar a leitura de emails e comentários enviados pelos nossos ouvintes.

Temachat 16

Os comentários, emails, mensagens de voz e avaliações na iTunes Store deste episódio foram realizados pelos nossos ouvintes no período de 20 de março de 2019 a 16 de maio de 2019. Se você também quiser participar com a sua opinião, crítica, sugestão e elogios entre em contato conosco através da nossa página de contato ou faça seus comentários nos posts dos episódios.

Saiba mais sobre isso ouvindo Temachat 16


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FONTES
  • Emails e comentários dos ouvintes do Temacast

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Carpenters – Please Mr. Postman
  • Kool & the Gang – Celebration
  • Kool & the Gang – Cherish
  • George Benson –  Love x Love
  • George Benson –  Off Broadway
  • Gladys Knight & The Pips – Every Beat Of My Heart
  • Gladys Knight & The Pips – For Once In My Life
  • Joss Stone – Baby Baby Baby
  • Joss Stone – Right To Be Wrong
  • Joss Stone – Super Duper Love
  • Bruno Mars – Locked Out of Heaven

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Leonardo da Vinci:

Em meados do século XV, a península itálica estava dividida em vários países diferentes. Um dos maiores países da Itália nesse período, tanto em tamanho quanto em riqueza, era a República de Florença, o equivalente a atual região da Toscana, cuja capital era a cidade de Florença. No verão do ano de 1451, um jovem advogado florentino de 25 anos chamado Messer Piero Fruosino di Antonio da Vinci ou simplesmente Ser Piero, filho de uma próspera família de notários de Florença, decidiu tirar uma folga do trabalho na capital indo para a fazenda da família na comuna de Da Vinci, no vale do rio Arno.

Nessa viagem, ele acabaria conhecendo uma jovem de 15 anos chamada Caterina di Meo Lippi. Caterina e seu irmão, Papo, haviam ficado órfão há alguns anos após o desaparecimento do pai e a morte da mãe e da avó, e viviam agora com os tios no vilarejo de Anchiano. Em 15 de abril de 1452, nove meses após o casal se encontrar lá nos campos da Toscana, nascia o pequeno bastardo Leonardo.

Leonardo da Vinci

Leonardo da Vinci morreu em Clos Lucé, em 2 de maio de 1519, aos 67 anos de idade e há exatos 500 anos. Segundo ainda Giorgio Vasari, o rei Francisco seria tão amigo de Da Vinci que teria segurado sua cabeça no seu leito de morte. Essa história, que é muito popular na França, inclusive tendo sido retratada em pinturas francesas do século XIX, é provavelmente mais uma das lendas criadas por Vasari. Ainda segundo Vasari, que era mais ficcionistas que biógrafo, mas serviu para popularizar a figura de Da Vinci como o grande gênio do renascimento, Leonardo teria pedido que um padre lhe fosse trazido para que se confessasse e recebesse a extrema unção, e que nesse encontro ele teria pedido ao padre para que seu cortejo fúnebre fosse acompanhado por 60 mendigos seguindo o seu cortejo. Da Vinci foi enterrado na Capela de Saint-Hubert, no Castelo de Amboise.

Saiba mais sobre isso ouvindo Leonardo da Vinci.


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FONTES
  • Livro: Leonardo da Vinci, vida e obra de um dos maiores gênios da história. Coleção grandes mestres da pintura, Ed. On Line, São Paulo, SP.
  • Livro: Bramly, Serge. Leonardo: the artist and the man, tradução: Reynolds,Sian. Ed.Penguin Books, 1994
  • Livro: Leonardo da Vinci, Coleção gênios da arte / [tradução Mathias de Abreu Lima Filho]. — Barueri, SP : ed. Girassol; Madri: Susaeta Ediciones, 2007.
  • Site: Renaissance Mom:  Leonardo Da Vinci’s Mother Identified por Megan Gannon (2017)
  • Outras fontes

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  • Renaissance Music Classical Guitar Collection (YouTube)
  • Loveshadow – It´s Up to You(Bullets_Borders)

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Arquitetura Gótica e a Construção de Notre Dame:

A Idade Média foi um período de ascensão para a arquitetura europeia. Nessa época, todo o poder na Europa Ocidental estava centralizado nas mãos da Igreja Católica Romana, que era detentora de quase dois terços das terras cultiváveis do continente. Como a Igreja era a maior e mais rica instituição do período, a arte medieval foi fortemente influenciada pela religiosidade cristã e pelo teocentrismo, onde o homem europeu via em Deus o centro do Universo. Essa centralidade de Deus no mundo era expressa de diversas formas, a mais importante delas era a posição dos templos, que ocupavam sempre a região mais central das vilas e cidades.

No período da Alta Idade Média, que vai desde o início da cristianização do Império Romano (século V) até o início do declínio do feudalismo (século XI), a arquitetura cristã não teve grande relevância no ocidente. Só na Europa Oriental, no chamado Império Bizantino, a arte cristã teve algum desenvolvimento, sob o comando da Igreja Católica Ortodoxa. Do lado romano, a maioria das igrejas cristãs eram simples prédios rústicos, feitos de madeira de carvalho e pedra, ou mesmo ruínas de casas, templos e edifícios públicos herdados do império romano e readaptados pelos cristãos.

Arquitetura Gótica e a Construção de Notre Dame

No entanto, por volta do início do século XI (ano 1000), a Igreja Romana começou a mudar sua concepção em relação a importância da arte. Nos primórdios da cristandade, a igreja se pautava pela simplicidade e pela humildade de seus templos face aos templos luxuosos dos antigos romanos. Era um lembrete de que a glória de Deus era superior a glória dos homens, e que não havia Império na terra que ficaria de pé face a ira de Deus: o Deus dos pequenos havia esmagado e humilhado os antigos deuses da nobreza romana.

No século XII, entretanto, a Igreja Católica enfrentava a ameaça de uma nova religião concorrente: o islamismo, que já havia conseguido se infiltrar em parte da Europa, anexando quase que completamente a Península Ibérica e a Sicília, no extremo sul da Itália.

Saiba mais sobre isso ouvindo Arquitetura Gótica e a Construção de Notre Dame.


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FONTES
  • Livro: The Gothic Enterprise, Robert Scott.
  • imc.ep.USP
  • Outras fontes

LINK CITADO NO EPISÓDIO

Vídeo onde o professor João Braga fala sobre a Notre Dame de Paris


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Era – Avemano
  • Era – Ameno
  • Era – Cathar rhythm
  • Era – Devore Amante
  • Era – Divano
  • Era – Madona
  • Era – Enae volare mezzo
  • Era – Hymne
  • Era – Infanati
  • Era – Misere Mani
  • Era – The mass
  • Era – Omen Sore
  • Era – Voxifera
  • Era – The champions
  • Enigma – Principles Of Lust
  • Enigma – Callas Went Away
  • Enigma – Mea Culpa
  • Enigma – Back To The Rivers Of Belief

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Breve história do cinema (surgimento de Hollywood):

… Nessa época, a única atividade dessa região era a indústria madeireira, que atendia a construção civil em Los Angeles. Segundo Whitley, o nome Hollywood surgiu na manhã seguinte a sua lua de mel quando ele contemplava o vale do alto de um outeiro e foi abordado por um lenhador chinês.

O lenhador teria descido da sua carroça para cumprimentá-lo ao mesmo tempo que dizia “I holly wood” querendo dizer “I’m hauling wood” (“eu estou carregando madeira”). Whitley gostou do nome (por soar como “bosque sagrado” em inglês), e quando adquiriu uma propriedade ali no ano seguinte, batizou-a de “Hollywood”, posteriormente tornando-se o nome do município em 1903. Para promover sua ocupação, a empresa imobiliária de Whitley desenvolveu a região bancando do próprio bolso a instalação do serviço público de eletricidade, de um banco e a construção da primeira autoestrada atravessando o vale.

Além disso, vários terrenos da propriedade de Whitley que ocupava todo o centro de Hollywood foram doados por ele ao governo da Califórnia para construção. Apesar de seu nome se dever a um imigrante chinês, o objetivo da Hollywood de Whitley era ser um mundo à parte daquela Los Angeles mestiça e caótica (por essa época Los Angeles era uma das cidades mais violentas e sujas do mundo). De modo geral, os primeiros moradores de Hollywood eram brancos de classe média que queria viver uma vida pacata. Curiosamente, até 1910 os cinemas eram proibidos de se instalarem na cidade pela municipalidade de Hollywood.

Breve história do cinema (surgimento de Hollywood)

Como o município sofria com falta d’água e não possuía fundos para fazer um serviço de esgoto, ele acabou voltando a favor pela anexação por Los Angeles, que se responsabilizou pela instalação do sistema de água encanada e esgoto. E foi bem aí que Griffith e sua turma de Nova Jersey chegou a pacata Hollywood para filmar Old California…

Saiba mais sobre isso ouvindo Breve história do cinema (surgimento de Hollywood).


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FONTES
  • Bastos, Baptista – O cinema na polémica do tempo. Lisboa: Gomes & Rodrigues, Lda, 1959.
  • BAZIN, André. Cinema: ensaios. São Paulo: Brasiliense, 1991.
  • COLL, César, TEBEROSKY, Ana. Aprendendo Arte. São Paulo: Ática, 2000.
  • FERRO, Marc. Cinema e História. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995
  • MORIN, Edgar. O cinema, ou O Homem Imaginário – Ensaio de Antropologia Sociológica. (trad. Luciano Loprete). São Paulo: É Realizações, 2014. p. 69-70.
  • OLIVEIRA. T. A. Maicon: Hollywood e a propaganda governamental na resistência europeia (1942 a 1945).
  • História em Revista, Pelotas, 479-498, v. 21/22, dez./2015, dez./2016
  • PEREIRA, W. P. Cinema e propaganda política no fascismo, nazismo… 104 História: Questões & Debates, Curitiba, n. 38, p. 101-131, 2003. Editora UFPR
  • SCHWARTZ. Vanessa e CHARNEY, Leo. O cinema e a invenção da vida moderna. São Paulo: Cosac & Naify,2001.
  • Tim Wu, Impérios da comunicação
  • Outras fontes

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Temachat 15:

Este é um episódio especial do Temacast e nele você vai encontrar a leitura de emails e comentários enviados pelos nossos ouvintes.

Temachat 15

Os comentários, emails, mensagens de voz e avaliações na iTunes Store deste episódio foram realizados pelos nossos ouvintes no período de 21 de dezembro de 2018 a 19 de março de 2019. Se você também quiser participar com a sua opinião, crítica, sugestão e elogios entre em contato conosco através da nossa página de contato ou faça seus comentários nos posts dos episódios.

Saiba mais sobre isso ouvindo Temachat 15


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Carpenters – Please Mr. Postman
  • Glenn Miller Orchestra – In the Mood
  • Glenn Miller Orchestra – A String of Pearls
  • Glenn Miller Orchestra – Little Brown Jug
  • Glenn Miller Orchestra – Tuxedo Junction
  • Glenn Miller Orchestra – Chattanooga Choo Choo
  • Glenn Miller Orchestra – Pennsylvania 6-5000
  • Glenn Miller Orchestra – Anvil Chorus
  • Glenn Miller Orchestra – Rhapsody in Blue
  • Glenn Miller Orchestra – Swing Low Sweet Chariot

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TC 100 e o mundo no século XXI:

Neste episódio especial abordamos diversos assuntos que estão provocando polêmicas ao redor do mundo, mesmo que estejamos vivendo em pleno século XXI.

  • Quase 50 anos depois do lançamento da Apollo 11, e 500 após a circunavegação de Fernão de Magalhães, cada vez mais gente acredita que a Terra não é um globo. Em vez disso, ela seria uma pizza gigante – um disco coberto por uma redoma invisível e cercado por um paredão de gelo. Também estaria parada, deitada eternamente em berço esplêndido no centro do Universo.
  • Desde 2001, quando a China entrou para a OMC (Organização Mundial do Comércio) podemos observar os embates entre o país asiático e os EUA. Em 2019 estamos em plena guerra comercial entre os dois países cujas tensões se agravam. Agora a briga se estende também para o campo da tecnologia com a chegada do 5G. Há até analistas que não descartam um desfecho bélico entre as nações.

TC 100 e o mundo no século XXI

  • Número de migrantes no mundo cresceu 41% entre 2000 e 2015, segundo ONU. Quais as razões desde aumento de migração no planeta e qual o comportamento dos países que recebem estes imigrantes?
  • A definição formal diz que Inteligência Artificial é a teoria e o desenvolvimento de um sistema computacional capaz de executar tarefas normalmente requeridas pela inteligência humana como percepção visual, reconhecimento de fala, tomada de decisão, tradução de um idioma para outro, etc. O interesse na área é bem antigo e começou com o inglês Alan Turing, retratado no filme “O Jogo da Imitação”, que na década de 1950 especulava ao que ele chamava de “máquinas pensantes” que poderiam “pensar” em níveis semelhantes aos humanos. Baseado nisso ele desenvolveu o que hoje conhecemos como “Teste de Turing”, que basicamente verifica se uma máquina consegue se fazer passar por um humano e enganar uma pessoa. Alguns anos após Turing, o termo “Inteligência Artificial” foi cunhado pelo cientista estaunidense John McCarthy. Desde então, cientistas e filósofos debatem o significado de “pensar” e “inteligência” e o que significaria uma máquina ser “autônoma”.

Saiba mais sobre isso ouvindo TC 100 e o mundo no século XXI.


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FONTES

LINKS CITADOS NO EPISÓDIO

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Alok – Hear Me Now
  • 1 HOUR NO COPYRIGHT MUSIC (YouTube)
  • Trap Nation Lowly Palace Mix (Royalty Free) (YouTube)
  • The Love Language – Calm Down
  • The Essex Green – Don

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Breve história do cinema (mundo):

Para trilhar a história do cinema, é preciso investigar uma série de filmes. Em mais de um século de cinema, muita coisa mudou em nossa relação com as produções cinematográfica: de meras curiosidades em feiras e festivais, o cinema se tornou um grande espetáculo, chegando a ocupar salas gigantescas com a capacidade para milhares de pessoas, e hoje qualquer filme pode ser visto no seu computador ou mesmo na tela do seu celular, baixando ou fazendo streaming de um simples arquivo digital.

A história do cinema é de uma expansão e crescimento sem precedentes, mas também é uma história de ciência e tecnologia. A história do cinema é a história de uma revolução cultural! Nesses primeiros anos, a revolução cultural da cinematografia foi liderada por alemães, americanos, britânicos e, principalmente, franceses. No início do cinema, seria a França o principal país a exportar seus filmes a todas as partes do mundo, e seriam francesas, as primeiras produções de cinema a chegarem na China, no Japão, na Rússia e em países da América Latina, como o Brasil.

Breve história do cinema (mundo)

Entretanto, diferentemente do que se imagina, a história do cinema não começou num súbito “big bang” tecnológico e cultural no final do século XIX. Embora seja difícil determinar onde de fato começou o Cinema, podemos dizer que o desejo de captar e registrar o movimento vem de muito antes dos movimentos modernizadores de “fin de siècle” que carcaterizaram a “Belle Époque.” Se entendermos o cinema como a arte de projetar imagens em movimento para ilustrar uma narrativa, podemos dizer que lá na pré-história, quando ainda viviam nas grandes savanas africanas, já se reuniam entorno de suas fogueiras noturnas para contar histórias usando como suporte visual as sombras de nossas mãos.

Saiba mais sobre isso ouvindo Breve história do cinema (mundo).


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FONTES
  • Bastos, Baptista – O cinema na polémica do tempo. Lisboa: Gomes & Rodrigues, Lda, 1959.
  • BAZIN, André. Cinema: ensaios. São Paulo: Brasiliense, 1991.
  • COLL, César, TEBEROSKY, Ana. Aprendendo Arte. São Paulo: Ática, 2000.
  • FERRO, Marc. Cinema e História. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995
  • MORIN, Edgar. O cinema, ou O Homem Imaginário – Ensaio de Antropologia Sociológica. (trad. Luciano Loprete). São Paulo: É Realizações, 2014. p. 69-70.
  • OLIVEIRA. T. A. Maicon: Hollywood e a propaganda governamental na resistência europeia (1942 a 1945).
  • História em Revista, Pelotas, 479-498, v. 21/22, dez./2015, dez./2016
  • PEREIRA, W. P. Cinema e propaganda política no fascismo, nazismo… 104 História: Questões & Debates, Curitiba, n. 38, p. 101-131, 2003. Editora UFPR
  • SCHWARTZ. Vanessa e CHARNEY, Leo. O cinema e a invenção da vida moderna. São Paulo: Cosac & Naify, 2001.
  • Tim Wu, Impérios da comunicação
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Wonderful movie soundtracks (YouTube)
  • The Very Best of Classical Music (YouTube)

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O Governo Geral e a Fundação de Santo André:

Após ter oferecido apoio bélico aos maracajás, os tupiniquins do Rio de Janeiro, contra seus rivais tamoios, Tomé de Sousa partiu da Guanabara rumo a sua última parada: São Vicente. Em decorrência da Guerra de Iguape e de um maremoto, a vila fundada pelo seu primo, Martim Afonso, estava se despovoando ao passo que o povoado de Enguaguaçu, fundado pelo capitão-mor de São Vicente, Brás Cubas, vivia um relativo progresso. Assim, o governador-geral decidiu promover o povoado de Enguaguaçu a condição de vila, sob o nome de Vila de Santos, sem no entanto desfazer o foral da vila erguida pelo seu primo, evitando assim algum tipo de contenda com o mesmo. Esse fato dividiu a ilha em duas municipalidades, o que se mantém até hoje, embora na prática as duas cidades sempre tenham sido a mesma comunidade, digamos assim.

Em 1553, São Vicente e a sua irmã, Santos, ficavam em um local tão ermo do mundo que ninguém de “maior qualidade” havia aparecido por lá desde que Martim Afonso havia fundado a capitania vicentina. Passaram-se exatos 21 anos até que outra autoridade real de grande envergadura aportasse ali. Nesse ínterim, em que os vicentinos ficaram abandonados à própria sorte lutando ora contra os índios ao norte (tamoios) e a oeste (guarulhos, guaianases, etc) e os espanhóis e o bacharel da Cananéia ao sul, os poderes na Ilha de São Vicente foram exercidos por eleições regulares, o “embrião” da democracia nas Américas, possibilitado pela inexistência de nobres da terra naquela região (como havia em Pernambuco, por exemplo, na figura de Duarte Coelho). Visando promover e fortalecer o sul do Brasil ameaçado pela presença francesa, Tomé de Souza decidiu seguir os passos do primo e fundar uma nova vila na região.

O Governo Geral e a Fundação de Santo André

Saiba mais sobre isso ouvindo O Governo Geral e a Fundação de Santo André.


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FONTES
  • Artes e ofícios dos jesuítas no Brasil – 1549-1760 – Serafim Leite
  • História da capitania de São Vicente – Pedro Taques de Almeida Pais Leme
  • História da cidade de São Paulo – Afonso Taunay
  • Nem céu nem inferno – Jorge Caldeira
  • Memórias para a História da Capitania de São Vicente – Frei Gaspar
  • Na Capitania de São Vicente – Washington Luís
  • História Geral do Brasil – Francisco Adolfo de Varnhagen
  • Visões do Paraíso – Sérgio Buarque de Holanda
  • Manifesto Antropofágico – Oswald de Andrade
  • A Coroa, a Cruz e a Espada. Lei, Ordem e Corrupção no Brasil – Eduardo Bueno
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • The BEST Epic Music Mix of 2018 (YouTube)

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Temachat 14

Este é um episódio especial do Temacast e nele você vai encontrar a leitura de emails e comentários enviados pelos nossos ouvintes.

Temachat 14

Os comentários, emails, mensagens de voz e avaliações na iTunes Store deste episódio foram realizados pelos nossos ouvintes no período de 05 de novembro de 2018 a 20 de dezembro de 2018. Se você também quiser participar com a sua opinião, crítica, sugestão e elogios entre em contato conosco através da nossa página de contato ou faça seus comentários nos posts dos episódios.

Saiba mais sobre isso ouvindo Temachat 14


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Carpenters – Please Mr. Postman
  • Robert Miles ft Maria Nayler – One And One
  • Dr. John – Such A Night
  • David Bowie – Lady Grinning Soul
  • Haddaway – What Is Love
  • Françoise Hardy – Message personnel
  • Gallagher & Lyle – In Your Eyes
  • Lisa Stansfield – Never, never gonna give you up
  • Kimblee – Fade
  • The Police – Message in a Bottle
  • No Doubt – Don´t Speak
  • Phil Collins – Something Happened On The Way To Heaven
  • Phil Collins – Do You Remember
  • Phil Collins – One More Night
  • Phil Collins – Another Day In Paradise

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Retrô 2018:

Este será, como de costume, o último episódio do ano. O Temacast entrará de férias e deverá retornar em março de 2019. Dessa maneira, aproveitamos para desejar a todos um excelente final de ano e um início de ano novo super legal. Ah! Não se esqueçam de botar juízo na cabeça nas festas que estão por vir. Não dirijam depois de beber e se beberem peguem um carro de aplicativo. Nós queremos encontrar todos com muita saúde no ano que vem.

Retrô 2018:

Como sempre fazemos, também neste episódio, Retrô 2018, iremos falar sobre vários acontecimentos deste ano que está chegando ao fim. Sempre optamos por falar das coisas que não foram muito divulgadas nas mídias de massa. Entretanto, desta vez também falamos de assuntos que foram muito divulgados devido ao calibre dos mesmos e do impacto que tiveram em nossas vidas.

Entre outros assuntos falamos de vários prêmios conquistados por brasileiros em diversas áreas. Se você não viu nada disso pelos jornais esta será a oportunidade de conhecer.

Também falamos sobre o crânio de Luzia, a mulher mais antiga do Brasil e das Américas, que resistiu ao incêndio ao Museu Nacional no Rio de janeiro, no último dia 2 de setembro.

Não deixe de conhecer uma jovem da periferia que se formou em Harvard foi eleita Deputada Federal por SP. Ela foi a sexta candidata mais votada com mais de 264 mil votos…

Saiba mais sobre outros assuntos ouvindo o episódio Retrô 2018 – férias.

 


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FONTES
  • Fontes diversas

CANELADA

O Alceu Maynard citado pelo Jorge Vírgilio é sociólogo e não médico como dito.


TRANSCRIÇÃO DO ÁUDIO

Equipe de Transcrição:
Karla Michelle Braga –  Facebook
Link: Em andamento


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Gerry Rafferty – Baker Street
  • Bent – Comin’ back
  • Bent – Silent life
  • Bent – Sunday boy
  • Bob Marley – Is This Love
  • Bette Midler – Love T. K. O.
  • Bic Runga – Sway
  • Billy Ocean – Caribbean Queen
  • Billy Paul – Your Song
  • Candi Staton – You Got The Love
  • Cliff Richard – We Don’t Talk Anymore
  • David Guetta Feat. Usher – Without You
  • Elan Atias – Slave To Love
  • Georg Levin – Leisure Suit
  • Georg Levin – Runaway
  • Gwenith Paltrow – Cruisin’
  • Jazzanova feat Georg Levin – Keep On Making Me High
  • Mc Solar – La Belle and Le Bad Boy
  • Nouvelle Vague – I Melt With You
  • Nu Soul – (I Got) Somebody New
  • Pet Shop Boys – Being Boring
  • Playing of Change – Higher Ground
  • Ryan Star – Brand new day
  • Soulful House Stephanie Cooke – What Makes The World Go Round
  • Daft Punk – Get Lucky

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Fascismo, comunismo e outros ismos:

No início do século XVIII, a Europa vivia o chamado “Século das Luzes” ou Iluminismo. O grande projeto do Iluminismo era “racionalizar” toda forma de conhecimento a exemplo do que havia sido feito por Descartes, Galileu, Newton e Leibniz, nos séculos XVI e XVII, com a chamada Filosofia da Natureza ou Física. Da mesma forma que Newton havia apreendido as “leis naturais” que descreviam o movimento dos objetos e dos astros através da matemática, seria possível, na crença dos iluministas, estabelecer outras “leis naturais” derivadas exclusivamente da razão, para a arquitetura, para a política, para a economia e todos os demais saberes humanos.

Até então, a maioria dos estudos sobre esses assuntos fundamentava-se ou na Metafísica, que apenas enumerava uma série de hipóteses e reflexões acerca da essência dos objetos estudados pelas ciências particulares, ou aos Costumes e Crenças Religiosas de cada povo ou de cada época.

Fascismo, comunismo e outros ismos

Dessa forma, se havia um rei na França, por exemplo, não era por que havia qualquer fundamento teórico prático que justificasse a sua existência, mas antes porque a Igreja dizia que aquele indivíduo era um escolhido de Deus para proteger os franceses. E sendo o rei uma autoridade divina, não caberia aos seus súditos questioná-lo. Caso o rei fosse injusto ou inapto, caberia a Deus e apenas a Deus, que foi quem o colocou no cargo, avaliá-lo e julgá-lo, segundo os seus próprios critérios divinos.

Para os iluministas, no entanto, nenhum assunto, em especial assuntos dessa gravidade, deveriam depender da ação ou da vontade arbitrárias de forças ocultas e misteriosas. Qualquer tipo de afirmação, em qualquer área, deveria se submeter a “luz da razão” antes de ser expressa como uma Verdade. Assim, os iluministas acreditavam que deveriam haver critérios claros e objetivos (derivados de leis naturais próprias a cada ciência) os quais nos permitisse, entre outras coisas, avaliar a conduta de um monarca, tanto do ponto de vista moral quanto prático, sem que para isso precisássemos recorrer a boa vontade divina.

Saiba mais sobre isso ouvindo Fascismo, comunismo e outros ismos.


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Fascismo, comunismo e outros ismos


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FONTES
  • Livro: O que é socialismo?, Arnaldo Spindel
  • Livro: How fascism works?, Jason Stanley
  • Livro: Esquerda e Direita. Perspectivas Para a Liberdade, Murray Rothbard
  • Tratado: O Manifesto Comunista, Marx e Engels
  • Artigo: Mises Brasil
  • Artigo: Instituto de Longevidade
  • Link:Jornal Hoje em dia
  • Outras fontes

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Equipe de Transcrição:
Karla Michelle Braga –  Facebook
Link: Em andamento


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Temachat 13

Este é um episódio especial do Temacast e nele você vai encontrar a leitura de emails e comentários enviados pelos nossos ouvintes.

Temachat 13

Os comentários, emails, mensagens de voz e avaliações na iTunes Store deste episódio foram realizados pelos nossos ouvintes no período de 24 de setembro de 2018 a 04 de novembro de 2018. Se você também quiser participar com a sua opinião, crítica, sugestão e elogios entre em contato conosco através da nossa página de contato ou faça seus comentários nos posts dos episódios.

Saiba mais sobre isso ouvindo Temachat 13

 


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Carpenters – Please Mr. Postman
  • Deep Purple – When A Blind Man Cries
  • Deep Purple – Bloodsucker
  • Deep Purple – The Bird Has Flown
  • Deep Purple – Strange Kind Of Woman
  • Deep Purple – Never Before
  • Deep Purple – Highway Star
  • Deep Purple – Woman From Tokyo
  • Deep Purple – Hallelujah
  • Deep Purple – Might Just Take Your Life
  • Deep Purple – Black Night
  • Cagedbaby – Hello There
  • Bruno Mars – Locked Out of Heaven

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Breve história da cerveja no Brasil:

Em 1808, com a chegada da família real portuguesa no Brasil e a abertura dos portos, o monopólio dos comerciantes da cidade do Porto terminou finalmente. Também terminou as proibições que impediam os colonos brasileiros de possuir manufaturas de bebidas alcoólicas diferentes da cachaça (como vimos no TC#64 da Revolta da Cachaça, os produtores de cachaça acabaram recebendo uma espécie de licença para continuar fabricando cachaça pois esta era a principal moeda de compra de escravos vindos da África). Assim, finalmente a cerveja foi legalizada em solo brasileiro. Conta-se que D. João VI, então príncipe regente, era um ávido apreciador de cerveja.

Por esse motivo, logo que desembarcou no Rio de Janeiro tratou de estabelecer acordos que lhe permitissem continuar a consumir sua bebida predileta na sua nova Corte. Os tratados de “Amizade e Aliança” e o de “Comércio e Navegação”, assinados em 1810 com o Reino Unido, fez com que a cerveja consumida do Brasil fosse um monopólio inglês. Antes da chegada da aristocracia portuguesa, as bebidas mais procuradas e consumidas do Brasil eram a Cachaça; a Gengibirra, um tipo de bebida alcoólica feita de farinha de milho, gengibre, casca de limão e água; a Caramuru, feita de milho, gengibre, açúcar mascavo e água; e o Aluá ou Aroá, uma infusão de abacaxi ou cereais, com açúcar moreno ou rapadura aos pedacinhos.

Breve história da cerveja no Brasil

Dessas quatro, a mais popular foi certamente o aluá, aquela feita de arroz, que era a variedade mais consumida pelos escravos, em particular, na cidade do Rio de Janeiro. Embora a nobreza portuguesa instalada no Rio de Janeiro importasse licores e vinhos europeus (principalmente, da França), como bebida gelada, o aluá permaneceu como a bebida mais popular do Brasil durante todo o período do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves e do Primeiro Reinado (governo de D. Pedro I). Era, em geral, vendido no meio da rua em grandes jarras de barro carregadas por mulheres negras (escravas de ganho ou libertas). Só a partir de 1830, com a chegada de novos produtos ao mercado brasileiro, que o consumo do aluá começaria a se reduzir aos poucos, sobrevivendo essencialmente através cultura afro-brasileira após o advento da República em 1889.

Atualmente, o aluá é produzido de modo geral nos Estados da região Nordeste e nos Estados do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, sendo servido principalmente em rituais de cultos de matriz africana. A nível de curiosidade, existe uma polêmica em relação a origem etimológica do nome “aluá”: alguns creem que seja de origem tupi, outros de origem asiática (possivelmente árabe) e um terceiro grupo, mais numeroso, que seja de origem africana, mais precisamente da língua dos negros hauçás, naturais da Costa da Mina (o litoral do golfo da Guiné, correspondendo hoje aos litorais de Gana, Togo, Benin e Nigéria).

Saiba mais sobre isso ouvindo Breve história da cerveja no Brasil.


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FONTES
  • Livro: “Os Primórdios da Cerveja no Brasil.”, Sérgio de Paula Santos.
  • Artigo: “A trajetória da cultura cervejeira e sua introdução no Brasil”,  Vitória Nascimento Dantas
  • Artigo: “Como a cerveja se tornou bebida brasileira: a história da indústria de cerveja no Brasil desde o início até 1930.”, Edgar Kob. Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.
  • Livro: “Almanaques administrativo, mercantil, e industrial do Rio de Janeiro”
  • Outras fontes

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LINKS DO ALMANAK LAEMMERT

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Loveshadow – Peace ( There s A better Way )
  • Loveshadow – It s Up to You(Bullets Borders)
  • Loveshadow – Summer Love
  • The Easton Ellises – Falcon 69
  • 10 Code – Today
  • Elektrophon – Psychobelle
  • AlexBeroza – Improvisation On Friday…
  • AlexBeroza – Start Again
  • Ani – Teryaiu Tebya
  • Loveshadow – 1972. The LS Solar Reprise
  • DJlang59 – Drops of H2O ( The Filtered Water Treatment )
  • Loveshadow – Fools Paradise. HelanaJ and Per Alpert
  • Loveshadow – Let Your Love Shine
  • Loveshadow – Melting Into One
  • Loveshadow – Moving With The Season
  • Jingle   Chopp em Garrafa  Chopp da Brahma (1935)
  • Loveshadow – My Everything ( Deep Parisian Prelude )
  • Loveshadow – My Heart On the Floor
  • Loveshadow – Never Be The Same
  • Loveshadow – Officer Down
  • Loveshadow – Twelve ( In the End )

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Breve história da cerveja no mundo:

…Os sumérios deixaram muitos vestígios materiais da sua sociedade que nos oferecem hoje valiosas informações acerca dos primórdios da civilização humana. Não se sabe em detalhes como eles chegaram a inventar a cerveja, mas imagina-se que como seu sistema de estocagem era muito primitivo, certamente havia infiltração de água nos silos sumérios e portanto os grãos acabavam sendo umedecidos pela chuva.

As infiltrações somadas a ação do sol, que aquecia os silos, e das bactérias ali presentes, devido às precárias condições de higiene local, acabavam desencadeando naturalmente o processo de fermentação.

Eventualmente, percebendo que o líquido que escorria dos seus silos tinha um sabor agradável, os sumérios teriam passado a reproduzir esse processo de fermentação dos grãos de forma intencional e controlada. Entretanto, embora conhecessem a escrita, os povos mesopotâmicos como os sumérios não tinham qualquer preocupação em descrever a história da sua civilização tal como ela ocorreu. Por isso, a origem histórica dessas formas primitivas de cerveja se perderam nas brumas dos mitos e lendas criadas a posterior por esses povos para explicar a sua existência.

Breve história da cerveja no mundo

Na Epopeia de Gilgamesh, o texto mais antigo do mundo e que foi escrito pelos sumérios, o rei de Ur, o selvagem Enkidu, é civilizado por uma mulher que o ensina a comer pão e a beber cerveja. Essa passagem de Gilgamesh revela portanto que para os antigos sumérios o hábito de beber cerveja e comer pão eram os principais signos do humano civilizado daquela época.

Em relação ao processo de fabricação de cerveja das culturas mesopotâmicas primitivas, a maior parte do conhecimento que se tem hoje se originou de textos administrativos e literários, dos quais o mais conhecido é o “Hino a Ninkasi’. Ninkasi é uma deusa suméria cujo nome significa “senhora que enche a boca”.

Nas lendas sumérias, ela fez surgir a cerveja suméria a partir de seu sopro mágico, que transformou uma simples mistura de água e cevada num maravilhoso líquido dourado para o deleite da humanidade. Por essa razão, a cerveja entre os sumérios era apelidada de “dádiva de Ninkasi.”

Através desse hino dedicado à deusa Ninkasi é possível saber sobre os passos para a preparação da cerveja, assim como ingredientes básicos da bebida: o bappi, o pão de cevada sumério que era a base da sua produção cervejeira, o munu, um cereal descascado que era maltado durante o processo de fermentação da cerveja suméria), e o mel.

Saiba mais sobre isso ouvindo Breve história da cerveja no mundo.


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FONTES
  • Tese: “Origin and History of Beer and Brewing: From Prehistoric Times to the Beginning of Brewing Science and Technology (em).”, John P. Arnold
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • The Easton Ellises – Falcon 69
  • Loveshadow – It s Up to You(Bullets Borders)
  • Loveshadow – Peace ( There s A better Way )
  • Milton Nascimento – Amor de Índio
  • Loveshadow – Summer Love
  • 10 Code – Today
  • Elektrophon – Psychobelle
  • AlexBeroza – Improvisation On Friday…
  • DJlang59 – Drops of H2O ( The Filtered Water Treatment )
  • Sidney Magal – Me Chama Que Eu Vou
  • Loveshadow – 1972. The LS Solar Reprise
  • Ani – Teryaiu Tebya
  • AlexBeroza – Start Again
  • Loveshadow – Fools Paradise. HelanaJ and Per Alpert
  • Loveshadow – Let Your Love Shine
  • Loveshadow – Melting Into One
  • Loveshadow – Moving With The Season
  • Loveshadow – My Everything ( Deep Parisian Prelude )
  • Loveshadow – Officer Down
  • Loveshadow – Never Be The Same
  • Loveshadow – My Heart On the Floor
  • Loveshadow – Twelve ( In the End )

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Os Samurai:

Os samurai exercem uma forte influência sobre a imaginação popular, tanto dentro quanto fora do Japão. Não é à toa que são temas constantes em filmes, séries, desenhos, jogos eletrônicos e muito mais. Com bravura e lealdade exemplar, os samurai dominaram o Japão por 700 anos e moldaram a identidade nacional japonesa. Fato é que seu intrincado código de honra, tradições, lealdade e polidez, juntamente com suas proezas em questões militares, fez dos samurai guerreiros únicos. De forma bem simples, os samurai eram a versão japonesa dos cavaleiros na Idade Média europeia. Eles  serviam aos seus lordes (os daimiô) com devoção e lealdade, prontos para desistir de suas próprias vidas, a fim de proteger seu senhor e sua honra. Apesar de ferozes no campo de batalha, também eram em geral eruditos e eram estimulados a desenvolver suas habilidades artísticas.

Os Samurai

Os primeiros samurai foram os arqueiros japoneses. Eles lutavam a pé ou a cavalo, com arcos extremamente longos chamados yumi, e usavam espadas principalmente para acabar com inimigos feridos. Com o tempo, contudo, desenvolveram técnicas de combate corporal e com espada. Ao contrário do que em geral é retratado pela ficção, não havia nada de romântico na vida dos samurai. Eles surgiram como um produto das circunstâncias históricas do Japão, durante o seu longo e difícil processo de unificação…

Saiba mais sobre isso ouvindo Os samurai.


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FONTES
  • Livro: “História dos samurai”, de José Yamashiro.
  • Livro: “História da Cultura Japonesa”, de José Yamashiro.
  • Livro “O Livro dos Cinco Anéis”, de Miyamoto Musashi.
  • Livro: “O Samurai, a história de Miyamoto Musashi”, de William Scott Wilson.
  • Outras fontes

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Equipe de Transcrição:
Karla Michelle Braga –  Facebook
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Temachat 12

Este é um episódio especial do Temacast e nele você vai encontrar a leitura de emails e comentários enviados pelos nossos ouvintes.

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Os comentários, emails, mensagens de voz e avaliações na iTunes Store deste episódio foram realizados pelos nossos ouvintes no período de 20 de agosto de 2018 a 23 de setembro de 2018. Se você também quiser participar com a sua opinião, crítica, sugestão e elogios entre em contato conosco através da nossa página de contato ou faça seus comentários nos posts dos episódios.

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  • Carpenters – Please Mr. Postman
  • Deep Purple – When A Blind Man Cries [’97 Remix]
  • Antônio Nóbrega – Chegança
  • Deep Purple – Bloodsucker
  • Deep Purple – The Bird Has Flown
  • Deep Purple – Strange Kind Of Woman
  • Deep Purple – Never Before
  • Deep Purple – Highway Star
  • Deep Purple – Woman From Tokyo
  • Deep Purple – Hallelujah
  • Deep Purple – Might Just Take Your Life
  • Deep Purple – Black Night

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Fundação de Olinda e Salvador:

Curiosamente, a história de Pernambuco começa quase 2 mil quilômetros de distância mais ao sul, no Rio de Janeiro, mais precisamente na Baía de Guanabara. Como comentamos no episódio #86 sobre a Fundação de São Vicente, a primeira feitoria estabelecida no atual território brasileiro foi a Feitoria do Cabo Frio, em 1504, erguida pelo italiano Américo Vespúcio e os náufragos que ele e o líder da sua esquadra, o capitão português Gonçalo Coelho, haviam resgatado na Ilha de Fernando de Noronha. Essa feitoria não teve uma vida muito longa, tendo sido destruída pelos Tamoios que consideravam o Cabo Frio um de seus mais sagrados sítios litúrgicos.

No entanto, nessa mesma expedição, Gonçalo Coelho e Vespúcio, estabeleceram uma segunda feitoria na região, a Feitoria da Baía do Rio de Janeiro ou Feitoria da Guanabara. Esta feitoria, localizada na foz do rio Carioca, no atual bairro do Flamengo, foi erguida em 1504, e se tornou o primeiro entreposto permanente de extração de pau-Brasil na América. Naquela época, o pau-Brasil era abundante em todo o entorno da Baía de Guanabara. Contudo, os comerciantes da Feitoria do Rio de Janeiro jamais poderiam imaginar que, ao inaugurar à indústria de extração intensiva de pau-Brasil, eles estariam dando nome a todo um país e a toda uma nova civilização. Já na primeira década do século XVI, os feitores da Guanabara passaram a ser referidos como “brésiliens” pelos navegadores franceses que vinham ao Rio.

Fundação de Olinda e Salvador

O termo “brésilien” em francês daria origem aos termos “brasileño”, em espanhol, e “brasileiro”, em português. Assim, em 1510, o termo “Terre du Brésil”, ou seja “Terra do Brasil”, já havia substituído para sempre o nome “Terra de Vera Cruz” criado pelos portugueses…

Saiba mais sobre isso ouvindo Fundação de Olinda e Salvador.


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FONTES
  • Livro: “Cartas Jesuíticas do Brasil”, vários autores.
  • “Anais de D. João III”, Frei Luís de Sousa.
  • Livro: “História Geral do Brasil”, Francisco Varnhagen.
  • Livro: “História administrativa e econômica do Brasil”, Hélio de Alcântara Avellar.
  • Livro: “Náufragos, traficantes e degredados: as primeiras expedições ao Brasil, 1500-1531”, Eduardo Bueno.
  • Livro: “Capitães do Brasil: a saga dos primeiros colonizadores”, Eduardo Bueno.
  • Livro: “Cartas de Duarte Coelho a El Rei”, José Antonio Gonçalves Mello
  • bndigital.bn.gov.br
  • Outras fontes

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Propostas dos candidatos a presidente em 2018:

Com a finalidade de facilitar nossos ouvintes no que diz respeito a pesquisar sobre os candidatos ao cargo de presidente nas eleições de 2018, nós gravamos este episódio especial do Temacast.

Nós basicamente iremos citar as principais propostas dos candidatos ao cargo e quem sabe faremos alguns comentários sem qualquer tendência partidária ou preferência por qualquer candidato. Também deixaremos no post do episódio o link para o Plano de Governo dos candidatos.

Primeiramente vamos apresentar os candidatos em ordem alfabética, seus partidos e um breve resumo sobre eles. Em seguida apresentaremos as propostas que os candidatos têm para as seguintes áreas: Segurança, Educação e Saúde, Políticas Sociais, Economia e Emprego, Política Interna, Política Externa

Propostas dos candidatos a presidente em 2018

O texto com as propostas foram retirados do site da BBC Brasil (link abaixo na seção FONTES) onde cada candidato possui suas declarações em cada área que citamos acima.

Candidatos ao cargo citados no episódio:

  • Alvaro Dias
  • Ciro Gomes
  • Daciolo
  • Geraldo Alckmin
  • Guilherme Boulos
  • Henrique Meirelles
  • Jair Bolsonaro
  • João Amoêdo
  • João Goulart Filho
  • José Maria Eymael
  • Lula/Haddad
  • Marina Silva
  • Vera Lúcia

Saiba mais sobre isso ouvindo Propostas dos candidatos a presidente em 2018.


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FONTES
  • BBC
  • Outras fontes

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O Museu Nacional:

…Foi graças a arqui-duquesa austríaca, que no Brasil foi batizada de Maria Leopoldina da Áustria, que as instituições científicas no país começaram a funcionar. Já na sua chegada, em 1817 Maria Leopoldina trouxe em sua comitiva nupcial uma legião de naturalistas de Viena: Rochus Schüch, Johann Natterer, Johann Emanuel Pohl, Giuseppe Raddi e Johann Christian Mikan. A futura Imperatriz do Brasil era aficionada por ciências naturais como botânica, geologia e astronomia, além de ser uma exímia caçadora. Apesar da educação refinada que recebeu na sua vida pregressa no castelo de Schönbrunn, na Áustria, desde a infância Maria Leopoldina tinha por hobby vestir calças e camisas masculinas e ia a cavalo e armada coletar borboletas, insetos e plantas para estudar.

O Museu Nacional

…Em 1818, no ano seguinte a chegada de Leopoldina no Rio, seu sogro é aclamado rei de Portugal, Brasil e Algarves, na atual Praça da República ou Campo de Santana, no centro histórico da cidade do Rio, após o falecimento de sua mãe, a rainha Maria I de Portugal. Por influência da nora, com quem D. João tinha uma boa relação, o novo rei decide criar no Rio de Janeiro um Museu Real, a partir do acervo trazido de Portugal e do que encontrou no Brasil. Assim, em 6 de junho de 1818, por decreto de D. João VI e execução do Ministro do Reino, Thomas Antonio de Villanova Portugal, foi criado o Museu Real. Como primeira providência, foi adquirido a casa de Pereira de Almeida, o futuro barão de Ubá, nas proximidades do Campo de Santana para servir de sede ao museu. Esse endereço hoje é o local onde está sediado outra das maravilhas do patrimônio brasileiro: o Arquivo Nacional

Saiba mais sobre isso ouvindo O Museu Nacional.


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FONTES
  • Dissertação: “A Casa do Imperador – Do Paço de São Cristóvão ao Museu Nacional”, Regina Maria Macedo Costa Dantas
  • Artigo: “A ‘Flora Fluminensis’ de frei Vellozo: uma abordagem interdisciplinar”, Begonha BediagaI e Haroldo Cavalcante de Lima.
  • Outras fontes

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Saiba mais sobre isso ouvindo Temachat 11.

 


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  • Carpenters – Please Mr. Postman
  • The Glenn Miller Orchestra – In the Mood
  • The Glenn Miller Orchestra – A String of Pearls
  • The Glenn Miller Orchestra – Little Brown Jug
  • The Glenn Miller Orchestra – Tuxedo Junction
  • The Glenn Miller Orchestra – Hattanooga Choo Choo
  • The Glenn Miller Orchestra – Pennsylvania 6-5000
  • The Glenn Miller Orchestra – Anvil Chorus
  • The Glenn Miller Orchestra – Rhapsody in Blue
  • The Glenn Miller Orchestra – Swing Low Sweet Chariot
  • The Glenn Miller Orchestra – Danny Boy
  • The Glenn Miller Orchestra – Bugle Call Rag
  • The Glenn Miller Orchestra – At Last
  • The Glenn Miller Orchestra – I’ve Got a Gal in Kalamazoo
  • The Glenn Miller Orchestra – Don’t Sit Under the Apple Tree
  • The Glenn Miller Orchestra – Moonlight Cocktail

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Breve história da língua portuguesa:

Poucas pessoas estão conscientes da extensão da história e da cultura portuguesa, desde o seu desmembramento do latim até à sua primeira aparição escrita. Da Idade Média até a Modernidade, com o aparecimento de novos dialetos nas antigas colônias portuguesas.

Atualmente, a língua portuguesa é instituída como oficial em Portugal, Guiné-Bissau, Angola, Cabo Verde, Brasil, Moçambique, Timor Leste, São Tomé e Príncipe e Guiné Equatorial. Além disso, desde 1986, quando Portugal passou a integrar o bloco, o português é uma das línguas oficiais da União Europeia. Apesar de os países citados terem o português como língua oficial, excetuando-se Portugal e Brasil, há diferentes graus em que o português é de fato sua língua vernácula: muitas vezes, ele está lado a lado com línguas locais e outras tantas vezes é aprendido apenas na escola, tendo como centro áreas urbanas.

Devido essencialmente ao Brasil e aos seus mais de 200 milhões de habitantes, o português é hoje a segunda língua latina mais falada do mundo, perdendo apenas para o espanhol. Pela mesma razão, é a segunda língua mais falada da América Latina e a terceira de todo o continente americano, perdendo além do espanhol para o inglês.

Breve história da língua portuguesa

No mundo todo, pode ser considerada a quinta língua mais falada do planeta, perdendo além do inglês e do espanhol para o putonghua, o principal dialeto chinês, vulgarmente conhecido como mandarim no Ocidente, e para o hindi (indi), o principal dialeto indiano. Atualmente, mais de 250 milhões de pessoas no mundo falam português, sendo 80% desse total brasileiros.

Em Portugal, país de origem da língua, existem cerca de 10 milhões de falantes. Estima-se que também haja cerca de 8 milhões de falantes de português na África (Angola, Cabo Verde, Guiné Equatorial, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe)…

Saiba mais sobre isso ouvindo Breve história da língua portuguesa.


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FONTES
  • USP
  • LIVRO: COUTINHO, Ismael de Lima. Gramática Histórica. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1976.
  • LIVRO: SARAIVA e LOPES, António José e Oscar. História da Literatura Portuguesa. Editora Porto: 8ª ed. 1975.
  • LIVRO: TEYSSIER, P.História da língua portuguesa. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
  • LIVRO: SILVA NETO, S. Capítulos de história da língua portuguesa no Brasil. Rio de Janeiro: Dois Mundos, 1946
  • LIVRO: MATTOSO-CÂMARA JR., J. História e Estrutura da língua portuguesa.2. ed. Rio de Janeiro: Padrão, 1976
  • LIVRO: ILARI, R.; BASSO, R. O português da gente: a língua que estudamos, a língua que falamos. São Paulo: Contexto, 2006.
  • LIVRO: Gonçalves, Rodrigo Tadeu História da língua / Rodrigo Tadeu Gonçalves, Renato Miguel Basso. – Florianópolis : LLV/CCE/UFSC, 2010.
  • Outras fontes

DOCUMENTÁRIO SOBRE A LÍNGUA PORTUGUESA

Língua: Vidas em português (YouTube)


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A longa marcha dos tupis:

Os povos do tronco linguístico tupi-guarani foram o grupo indígena mais importante na formação histórica do Brasil. Entretanto, de concreto e comprovado, pouco sabemos sobre a sua movimentação no território brasileiro antes da chegada dos europeus e o aparecimento dos primeiros registros documentais de viajantes e missionários que descreveram e nomearam alguns desses povos: notadamente os tupinambás e os guaranis. E aqui uma explicação: ainda que seja um anacronismo falar de “Brasil” antes mesmo do início da colonização portuguesa, dado que esse território só veio a ser chamado “brasileiro” após a Declaração de Independência, em 1822, para fins práticos, usaremos esse termo – brasileiro – para diferenciar a ocupação humana em nosso país de outras áreas da América do Sul.

A longa marcha dos tupis

Bem, nesse terreno ainda há muito de hipotético, além de muitas controvérsias, apoiadas por algumas evidências resultantes de estudos paleontológicos, arqueológicos e linguísticos. A própria origem e a época da chegada dos primeiros seres humanos ao Brasil e mesmo na América ainda é motivo de extensos debates. Em geral, acredita-se que os primeiros homo sapiens a entrarem na América chegaram aqui num período entre 40 mil e 11 mil anos antes da era comum (AEC). No Brasil propriamente dito, as evidências arqueológicas obtidas até hoje apontam que as ocupações humanas mais antigas teriam surgido por volta de 12 mil anos AEC. Muitos povos já extintos quando da chegada dos portugueses habitaram o país nesse período remoto. Entretanto, enfatizamos os povos de origem tupi-guarani como os precursores do Brasil por uma razão historicamente comprovada: a sua presença na maior parte do atual território brasileiro.

Saiba mais sobre isso ouvindo A longa marcha dos tupis.


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FONTES
  • Livro: “Singularidades da França Antártica”, André Thévet
  • Livro: “Cosmografia Universal, Tomo II”, André Thévet
  • Livro: “”Ayvú Rapyta: textos míticos dos mbyá-guarani””, Léon Cadogan
  • Artigo: “A new age to an old site: the earliest Tupiguarani settlement in Rio de Janeiro State?”, Rita Scheel-Ybert e outros.
  • Artigo: “Tupinambá, Kayapó e Kuikuro e as Revoluções na Tecnologia de Alimentos”, Luiz C. Borges, Marcio D’Olne Campos e Maria Madalena Mattos Pontes
  • Outras fontes

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SAIBA MAIS SOBRE OS ÍNDIOS ATUAIS

Link: FUNAI


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A fundação de Santos:

Para uma terra que, na visão europeia, era desprovida de tudo, imensa, sem esperanças de reluzentes minas de ouro, prata e cristais, que era habitada por indígenas ferozes e canibais, para um lugar visto assim só viriam homens que o rei mandasse em serviço, homens degradados da metrópole condenados pelas suas leis criminais, náufragos sobreviventes de expedições malfadadas, trabalhadores escravizados ou semi escravizados que fugiam de navios, ou homens de fé, catequistas, movidos pelo juramento de espalhar a sua religião. Foram poucos, muito poucos, os que vieram habitar o Brasil em princípios do séc. XVI. Alguns nomes desses primeiros colonizadores aparecem nas Atas das câmaras municipais e nos livros de inventários e testamentos brasileiros, e são essas em grande parte as fontes primárias que nos contam o início da história do país.

A fundação de Santos

Ao retirar-se para Portugal, nos meados de 1533, Martim Afonso de Sousa deixou na vila que havia fundado pouca gente do pessoal que veio com a sua frota. As terras de São Vicente nenhum atrativo tinham para reter aventureiros, ansiosos por enriquecer rapidamente. No litoral, nas baixadas, nos pântanos e brejos em que se formavam mais mangues que canaviais, eram poucos os locais propícios à instalação de engenhos de açúcar. Na serra de Paranapiacaba, que contorna asperamente o mar, as terras eram as piores possíveis, do atual Estado de S. Paulo, para a agricultura.

Saiba mais sobre isso ouvindo sobre a fundação de Santos.


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FONTES
  • Livro: “Cartas Jesuíticas do Brasil”, vários autores.
  • Livro: “Na Capitania de São Vicente”, Washington Luís.
  • “Anais de D. João III”, Frei Luís de Sousa.
  • Livro: “História Geral do Brasil”, Francisco Varnhagen.
  • Outras fontes

GRÁFICO DE SÃO VICENTE (ANTES E DEPOIS DO TSUNAMI)

a fundação de santos


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  • Bruno Mars – Locked Out of Heaven
  • Gladys Knight & The Pips – Every Beat Of My Heart
  • Gladys Knight & The Pips – For Once In My Life
  • George Benson –  Love x Love
  • George Benson –  Off Broadway
  • Joss Stone – Super Duper Love
  • Joss Stone – Baby Baby Baby
  • Joss Stone – Right To Be Wrong
  • KC And The Sunshine Band – Please Don’t Go
  • Kool & the Gang – Celebration
  • Kool & the Gang – Cherish

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Os movimentos de tradução:

A linguagem é o mais proeminente aspecto da raça humana e de sua civilização. Foi através da comunicação oral e posteriormente escrita que nossos ancestrais conseguiram passar de uma quase extinta espécie de hominídeo nas savanas africanas, reduzidas então a algumas dezenas de hominídeos, à espécie dominante do planeta.

A comunicação permitiu aos nossos antepassados transmitir saberes e atributos culturais aos seus descendentes de modo que, uma geração após a outra, uma nação após a outra, a humanidade acumulasse conhecimento através dos séculos. Por essa razão, em várias mitologias a fala e a música são considerados atributos divinos e um dos pilares da criação do mundo. Na mitologia guarani, por exemplo, Nhamandú ou Yamandú (“O Espírito Antigo”, em tradução livre) criou o universo entoando um canto, e cada palavra desse canto, era a alma de um ser humano.

Os movimentos de tradução

…Entretanto, as distâncias físicas, culturais e religiosas fizeram com que inúmeras línguas diferentes surgissem pelo planeta. Se por um lado as diferentes línguas possibilitaram uma maior diversidade de costumes, de pensamento, de opiniões e de formas de expressão artísticas, por outro ela restringiu os indivíduos ao seu próprio círculo cultural. Assim, cada cultura humana passou a empreender individualmente na árdua tarefa de desvendar os mistérios do universo e de encontrar um sentido para a vida, cada qual julgando-se mais perto da “Verdade” do que os demais…

Saiba mais sobre isso ouvindo Os movimentos de tradução.


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Fundação de São Vicente:

A notícia do descobrimento da Ilha ou Terra de Vera Cruz por Pedro Álvares Cabral, em abril de 1500, pouco interessou ao monarca D. Manuel I, então rei de Portugal. A carta, em que D. Manuel I comunicou aos demais reis católicos o descobrimento feito por Pedro Álvares Cabral tem ao todo 8 páginas e cerca de 311 linhas, e destas apenas 3 linhas se referem à terra de Vera Cruz.

Tão insignificante foi este fato para os portugueses no início do séc. XVI, que ele sequer foi mencionado na lápide de Pedro Álvares Cabral, quando este foi sepultado por volta de 1520 numa igrejinha da cidade de Santarém, em Portugal. A única inscrição na lápide de Pedro Álvares Cabral mencionava apenas que ele havia sido casado com uma das camareiras de uma princesa portuguesa, que foi aparentemente a única distinção do navegador para os portugueses daquela época. Nesse período, conhecido como era Manuelina, Portugal, seu povo e o rei (D. Manuel) estavam completamente absorvidos pelo opulento e relativamente fácil comércio com as Índias, cujo caminho marítimo os seus perseverantes e audazes marinheiros haviam descoberto, destacando-se entre eles, o maior de todos, Vasco da Gama, o maior herói português da era das grandes navegações.

Fundação de São Vicente

…em São Vicente, Martim Afonso conheceu um misterioso náufrago português chamado João Ramalho, que veio ao seu encontro ao saber da sua presença na ilha. Pouco se sabe do passado de João Ramalho e como afinal ele veio parar no Brasil. Seja como for, ele acabou indo parar na região onde hoje está a cidade de São Paulo e ali se tornou íntimo de um dos principais líderes dos tupiniquins do vale do Tietê, Tibiriçá, morubixaba da aldeia de Piratininga, tendo inclusive casado com algumas de suas filhas, a mais conhecida entre elas, a índia Bartira.

João Ramalho era muito influente entre os indígenas dessa região podendo arregimentar cerca de 5 mil guerreiros em um único dia, todos ligados a ele por relações de parentesco (só um comentário: na cultura tupi, os guerreiros só vão à guerra para defender e vingar seus parentes, portanto, o apoio bélico de uma tribo dependia de você ser casado com uma mulher daquele grupo). João Ramalho teve uma numerosa descendência na região e por essa razão recebeu a alcunha de “pai dos paulistas”…

Saiba mais sobre isso ouvindo sobre a Fundação de São Vicente.


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  • Livro: “Na Capitania de São Vicente”, Washington Luís
  • Livro: “Anais de D. João III”, Frei Luís de Sousa
  • Outras fontes

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O Movimento Municipalista Brasileiro:

O municipalismo consiste em uma ideologia política que objetiva oferecer maior autonomia aos municípios, atendendo especialmente à organização e prerrogativas das cidades, por meio de uma descentralização da administração pública. Os defensores dessa linha de pensamento costumam salientar a importância da cidade, uma vez que é nesse espaço onde se vive e se trabalha. Enxergam a cidade como sendo o mundo real, enquanto que o Estado e a Nação seriam instituições abstratas, que geram governos distantes, alienados e insensíveis às necessidades do cidadão.

O Movimento Municipalista Brasileiro

O movimento municipalista no Brasil é antigo. Ele se iniciou ainda durante o Império, no reinado de Dom Pedro II, e desde então tem permeado os debates sobre finança e a gestão pública ao longo de todo o período republicano até os dias de hoje. Segundo o cientista político pernambucano Marcus André de Melo, “A ideologia municipalista constitui uma das construções discursivo-programáticas mais antigas e resilientes da cultura política brasileira.” Inicialmente, o municipalismo surge no Brasil Império como uma reação dos políticos liberais (como os luzias, os farroupilhas, etc) a centralização governamental na capital imperial defendida pelos conservadores (como os saquaremas, os caramurus, etc), movimento este batizado de “autoritarismo burocrático”, e que teve entre seus defensores figuras como os estadistas paulistas José Bonifácio e Francisco Varnhagen…

 Saiba mais sobre isso ouvindo O movimento municipalista no Brasil.


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MAPA CITADO NO EPISÓDIO

Mapa movimento municipalista


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