Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves:

Após o martírio da trasladação da Corte portuguesa de Lisboa para o Rio de Janeiro, D. João VI precisava arregaçar as mangas da casaca e inventar um novo país. Os planos do monarca e de seus ministros eram grandiosos, mas tudo ainda estava por se fazer. Apesar da cidade de Salvador até hoje insistir na ideia de que foi “a primeira capital do Brasil”, a verdade é que o Brasil não teve outra capital além de Lisboa até 1808.

O governo-geral do qual Salvador foi nomeado sede em 1549 jamais teve uma influência significativa fora das capitanias do centro, que incluíam os territórios dos atuais Estados da Bahia e Sergipe. Por exemplo, em Salvador nunca houve ministérios, parlamento, sistema judiciário, arquivo público, absolutamente nada que representasse as colônias como um todo. O único signo de capitalidade de Salvador entre 1549 e 1763 havia sido servir de residência oficial de governadores-gerais e vice-reis do Brasil, sediar o primeiro bispado brasileiro e possuir uma Casa de Suplicação, o equivalente hoje a um tribunal de segunda instância.

Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves

… Por essa época, a noção de “capital do Brasil” era tão efêmera que a “mudança da capital” de 1763 foi feita ao custo de uma simples canetada do Marquês de Pombal. Como na prática não havia nada a ser transferido de Salvador para o Rio, a única coisa que Pombal precisou fazer foi renomear o prédio que servia de sede do Vice-reinado do Brasil em Salvador para “sede do Governo da Capitania da Bahia”, e renomear o prédio da sede do Governo da Capitania do Rio de Janeiro para “sede do Vice-reinado do Brasil”…

Saiba mais sobre isso ouvindo Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.


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FONTES
  • D. João VI: um príncipe entre dois continentes, Pedreira e Costa
  • 1808, Laurentino Gomes
  • A Viagem Marítima da Família Real, Kenneth Light
  • BBC News
  • Outras fontes

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  • Música Tradicional Portuguesa Instrumental (YouTube)

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Abertura dos portos e do comércio:

… D. João passou um mês na Bahia. Enquanto ele, a mãe, D. Maria I, e os filhos homens ficaram hospedados no Palácio dos Governadores, a princesa Carlota Joaquina e as filhas que a acompanhavam foram hospedadas no Palácio da Justiça. Uma semana depois de chegar a Salvador, D. João foi à Câmara do Senado de Salvador assinar um dos documentos mais famosos do período joanino: a carta régia de abertura dos portos e do comércio com todas as nações amigas de Portugal. Há dois mitos a respeito da abertura dos portos que precisam ser esclarecidos. O primeiro é um mito local de Salvador que diz que a ideia da abertura partiu de um funcionário público baiano, José da Silva Lisboa, o futuro visconde de Cairu.

Discípulo do escocês Adam Smith, Silva Lisboa teria apresentado um estudo a D. João sobre as vantagens da liberação do comércio para o desenvolvimento econômico das colônias. O segundo mito é que essa decisão teria sido tomada por D. João como um gesto de amizade com os brasileiros, libertando-os finalmente do monopólio português e do isolamento comercial. A abertura dos portos foi benéfica ao Brasil e estava de acordo com as opiniões liberais de Silva Lisboa.

Abertura dos portos e do comércio

Contudo, esta foi uma medida inevitável imposta pela Inglaterra. Com Portugal e o porto de Lisboa ocupados pelos franceses, o comércio português estava completamente paralisado. Abrir os portos do Brasil era a única coisa que D. João podia fazer. Além disso, é importante frisar que a abertura dos portos a “todas as nações” ocorreu somente no papel. Na prática, os portos brasileiros foram abertos apenas ao Reino Unido…

Saiba mais sobre isso ouvindo Abertura dos portos e do comércio.


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  • D. João VI: um príncipe entre dois continentes, Pedreira e Costa
  • 1808, Laurentino Gomes
  • A Viagem Marítima da Família Real, Kenneth Light
  • BBC News
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  • Música Tradicional Portuguesa Instrumental (YouTube)
  • TE DEUM LAUDAMUS (YouTube)

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Transferência da Família Real:

Foi o único que me enganou.” Essas foram as únicas e amargas palavras que o imperador da França, Napoleão Bonaparte, dispensou a D. João VI pouco antes de morrer enquanto redigia suas memórias na Ilha de Santa Helena. E era verdade! A confusão criada pelo atrapalhado monarca português foi tanta que ele acabou levando o império francês a sua ruína prematura.

Pois o que D. João VI tinha de desastrado, ele também tinha de sortudo. Mesmo tendo iniciado o seu reinado como um príncipe regente medroso, do qual todos tentavam tirar proveito, ele acabou se tornando um dos mais bem sucedidos monarcas da sua geração…

Transferência da Família Real

…Embora o plano de fuga para o Brasil fosse antigo, a viagem foi decidida às pressas e executada de forma improvisada. Até uma semana antes da partida, ainda havia na Corte esperança de que um tratado entre D. João e Napoleão Bonaparte evitasse a invasão de Portugal. No dia de 24 de novembro, entretanto, quando chegou a Lisboa a última edição do jornal parisiense Le Moniteur, órgão oficial de imprensa de Napoleão, na qual o imperador francês anunciava pomposamente que “a Casa de Bragança havia cessado de reinar sobre a Europa”. A notícia causou alvoroço na Corte e venceu a indecisão crônica do príncipe regente. Agora era fugir ou ser destronado.

À meia-noite, o oficial da Corte Joaquim José de Azevedo, o futuro visconde do Rio Seco, foi acordado por um mensageiro de D. João, instruído-o a se dirigir imediatamente ao Palácio Real. Lá, encontrou o Conselho de Estado reunido e recebeu ordens pessoais de D. João para organizar o embarque dos nobres. Essa é uma característica que marcaria o reinado de D. João VI: ele demorava muito para tomar uma decisão, mas quando se decidia, fazia tudo muito rápido, tornando pública sua opinião apenas no último momento…

Saiba mais sobre isso ouvindo Transferência da Família Real.


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  • João VI: um príncipe entre dois continentes, Pedreira e Costa
  • 1808, Laurentino Gomes
  • A Viagem Marítima da Família Real, Kenneth Light
  • Outras fontes

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  • Música Tradicional Portuguesa Instrumental (YouTube)

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Novo Coronavírus e o Temacast:

Devido ao isolamento social imposto por autoridades por causa da pandemia do novo coronavírus e pelas características que cercam a produção dos episódios do Temacast, estamos publicando este aviso aos nossos ouvintes.

Saiba mais sobre isso ouvindo Novo Coronavírus e o Temacast.


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Guerra do Rio de Janeiro:

Em 1559, o Rio de Janeiro era a principal preocupação do padre Manuel da Nóbrega. O principal dos jesuítas tinha então 42 anos e vivia no Brasil há dez. E na sua opinião, a instalação de uma colônia francesa na Guanabara vinha sendo tratada com absoluta negligência pelas autoridades portuguesas. Principalmente, visto que entre os franceses do Rio havia também protestantes.

Mesmo com problemas de circulação nas pernas, Nóbrega havia percorrido inúmeras trilhas irregulares do Brasil com o objetivo de fixar o catolicismo nesse novo país. Agora todo o seu trabalho poderia vir por terra se a “peçonha de Lutero,” que havia chegado à América através do Rio de Janeiro, prosperasse com aquela colônia. Para além do domínio português do litoral brasílico, a destruição da França Antártica era a garantia de uma América católica.

Guerra do Rio de Janeiro

E como para derrotar a heresia protestante valia tudo, Nóbrega não teve pudores de usar de artimanhas na luta contra a colônia de Villegagnon. E a estratégia de Nóbrega foi usar o bom e velho recurso do traidor. E no caso da França Antártica, o traidor foi um tal de Jean Cointe, ou João Cointa, como é conhecido no Brasil.

Saiba mais sobre isso ouvindo Guerra do Rio de Janeiro.


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FONTES
  • Livro: “Singularidades da França Antártica”, André Thevet
  • Livro: “Cosmografia Universal, Tomo II”, André Thevet
  • Livro: “O Rio antes do Rio”, Rafael Freitas da Silva
  • Livro: “1565 – Enquanto o Brasil Nascia”, Pedro Doria
  • Livro: “Ubatuba Espaço Memória Cultura”, Juan Droguett
  • Livro: “Synopsis ou deducção chronologica dos factos mais notaveis da historia do Brazil”, Jose Ignacio de Abreu e Lima
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Música Épica Instrumental de Batalha (YouTube)

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A confederação dos Tamoios:

Apesar de terem se tornado posteriormente os mais aguerridos rivais da colonização portuguesa no Brasil, a relação entre tamoios e portugueses começou de forma bastante pacífica. O primeiro contato dos tamoios com os portugueses se deu durante a construção da Feitoria do Cabo Frio, o primeiro núcleo de colonização portuguesa na América. Tendo encontrado os portugueses no Cabo Frio, os tamoios os convidaram a vir até a Baía de Guanabara, onde um de seus principais líderes, Iapiró-Ijúb, o Calvo, gostaria de conhecê-los.

Localizada na margem ocidental da Baía de Guanabara, logo após o Pão de Açúcar, aldeia do morubixaba Iapiró-Ijúb era conhecida como Carijó-oca, de acordo com José de Anchieta, e Kariók, de acordo com Jean de Léry. A Aldeia Carioca ficava localizada ao redor do rio que acabou recebendo o seu nome. Serpenteando por morros de mata densa, e cercada por gigantescas paliçadas de madeira, a Carioca se estendia desde o morro de Rery-pé, Morro das Ostras, atual Outeiro da Glória, até os pés do Corcovado, em Laranjeiras, abrangendo toda a extensão da praia, que viria a ser batizada Praia da Carioca (e hoje Praia do Flamengo), até o Morro de Santa Teresa.

A confederação dos Tamoios

…No seu livro “Viagem à Terra do Brasil”, Jean de Léry lista a Carioca e seu morubixaba como a primeira aldeia da Guanabara. E isso se dava porque a Carioca ficava bem na entrada da baía, e era portanto a mais suscetível a ataques. Quando Gonçalves Coelho e Américo Vespúcio vieram conhecer os índios do Rio de Janeiro eles desembarcaram nessa aldeia.

Saiba mais sobre isso ouvindo A confederação dos Tamoios.


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FONTES
  • Livro: “Singularidades da França Antártica”, André Thevet
  • Livro: “Cosmografia Universal, Tomo II”, André Thevet
  • Livro: “O Rio antes do Rio”, Rafael Freitas da Silva
  • Livro: “1565 – Enquanto o Brasil Nascia”, Pedro Doria
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Ñande Reko Arandu   (2000) Memória Viva Guarani (YouTube)

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Retrô 2019:

Este será, como de costume, o último episódio do ano. O Temacast entrará de férias e deverá retornar em março de 2019. Dessa maneira, aproveitamos para desejar a todos um excelente final de ano e um início de ano novo super legal. Ah! Não se esqueçam de botar juízo na cabeça nas festas que estão por vir. Não dirijam depois de beber e se beberem peguem um carro de aplicativo. Nós queremos encontrar todos com muita saúde no ano que vem.

Retrô 2019:

Como sempre fazemos, também neste episódio, Retrô 2019, iremos falar sobre vários acontecimentos deste ano que está chegando ao fim. Sempre optamos por falar das coisas que não foram muito divulgadas nas mídias de massa. Entretanto, desta vez também falamos de assuntos que foram muito divulgados devido ao calibre dos mesmos e do impacto que tiveram em nossas vidas.

Entre outros assuntos falamos de vários prêmios conquistados por brasileiros em diversas áreas. Se você não viu nada disso pelos jornais esta será a oportunidade de conhecer.

Também falamos sobre uma jovem brasileira selecionada para missão espacial e que poderá ser a 1ª astronauta do país.

Não deixe de conhecer os jovens brasileiros que ganharam 6 medalhas em Olimpíada Internacional de Matemática..

Saiba mais sobre outros assuntos ouvindo o episódio Retrô 2019 – férias.

 


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FONTES
  • fontes diversas

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Best Of Vocal Deep House Music Summer Mix 2019 (YouTube)
  • New Year Mix 2020 (YouTube)

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França Antártica (Origens do Brasil):

A nora do rei Francisco I e futura rainha dos franceses, Catarina de Médici, era filha do governante de Florença, Lourenço II de Médici, o maior banqueiro da Europa nesse período. Lourenço além de grande empresário foi também um importante mecenas das artes e da ciência.

Como já sabemos, Lourenço financiou as principais expedições portuguesas e espanholas para o Novo Mundo. E um de seus funcionários e homens de confiança era ninguém menos que Américo Vespúcio (o contador da família Médici). Como vimos no início da série Origens do Brasil, Vespúcio passou a integrar a tripulação dos navios patrocinados pelos Médici. Por isso, Vespúcio esteve entre os primeiros europeus a chegar ao Rio de Janeiro, tendo fundado a primeira feitoria portuguesa em terras brasileiras, a Feitoria do Cabo Frio.

França Antártica (Origens do Brasil)

Uma coisa curiosa é que Vespúcio passou um tempo relativamente grande no Rio de Janeiro mas divulgou a Baía de Guanabara nas suas cartas e diários como sendo um rio (que posteriormente ficou conhecido como “de Janeiro”). Visto que ele era um cartógrafo experiente, é de se supor que ele não queria que a baía de Guanabara fosse conhecida pelos europeus em geral. No século XVIII, o vice-rei do Brasil Gomes Freire de Andrada, o Conde de Bobadela, diria ao Conselho Ultramarino que a Baía de Guanabara era uma espécie de “chave do Brasil.” Quem controlasse o território do Rio de Janeiro controlaria toda a costa brasileira. Aparentemente, Américo Vespúcio se deu conta disso já em 1502 e por isso evitou descrever o Rio de Janeiro nas cartas que enviou a Europa…

Saiba mais sobre isso ouvindo França Antártica (Origens do Brasil).


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FONTES
  • “Singularidades da França Antártica,” André Thévet
  • “Cosmografia Universal,” André Thévet
  • “Viagem à Terra do Brasil,” Jean de Léry
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • France Music Traditional Acordion (YouTube)

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Grandes Questões Nacionais: Grafeno:

O carbono, 6º elemento da tabela periódica, é o 15° elemento químico mais abundante da superfície terrestre e o 4º elemento mais abundante no universo depois do hidrogênio, do hélio e do oxigênio. Sua incomum e extraordinária capacidade de formar polímeros, ou seja, grandes moléculas a partir de unidades estruturais menores, sob as diversas condições de temperatura na Terra, fizeram deste elemento a base de todas as formas de vidas conhecidas.

No corpo humano, o carbono é o segundo elemento mais abundante em massa (cerca de 18,5% da nossa massa), perdendo apenas para o oxigênio. Na natureza, há vários alótropos de carbono. Em termos simples, os alótropos de um elemento químico são as diversas substâncias que ele pode formar sozinho apenas mudando o modo como seus átomos são ligados uns aos outros e arranjados espacialmente. Entre os alótropos mais conhecidos do carbono estão o carbono amorfo (onde os átomos de carbono estão ligados de forma aleatória), o diamante (ou cristal de carbono, no qual os átomos de carbono estão ligados entre si de forma periódica formado estruturas sólidas regulares de 8 ou 48 faces), o grafite e o grafeno (onde os átomos de carbono estão agrupados periodicamente na forma de hexágono, um sólido de seis faces).

Grandes Questões Nacionais: Grafeno

Os dois físicos que se propuseram a resolver esse desafio técnico foram o russo-holandês Andre Geim e o russo-britânico Konstantin Novoselov. Ambos foram encarados inicialmente com ceticismo pelos colegas da Universidade de Manchester, na Inglaterra, onde trabalhavam. Geim era particularmente famoso por fazer pesquisas consideradas “pouco acadêmicas”, como, por exemplo, investigar o magnetismo dentro d’água, com uso de lagartixas. Esta experiência, inclusive, lhe rendeu no ano 2000 o Prêmio Ig Nobel, uma sátira do Prêmio Nobel criada pela revista de humor Anais da Pesquisa Improvável (Annals of Improbable Research) e entregue na Universidade de Harvard, que normalmente premia pesquisas raras e absurdas para honrar a imaginação dos seus realizadores e atrair o interesse do público para a ciência, a medicina e a tecnologia de modo geral.

Saiba mais sobre isso ouvindo Grandes Questões Nacionais: Grafeno.


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FONTES

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Bullets_Borders – It’s Up to You
  • Loveshadow – Let It Go
  • The Alex Beroza – Lifted Up
  • Peace – There’s A Better Way
  • pieCES – The Wrong Reason
  • 1972 – The LS Solar
  • Pillow Philosophy 69 – The Sticky Pages Mix
  • Loveshadow – Summer Love
  • Loveshadow – A Book of Empty Lines
  • Loveshadow – Almost Given Up

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Antônio José (o Judeu) e a Inquisição Portuguesa:

… Em 1640, o Duque D. João de Bragança consegue fazer de Portugal uma nação independente de novo, proclamando-se D. João IV de Portugal. A “Restauração”, entretanto, não impediu Portugal de seguir subsidiário da cultura castelhana. De modo geral, apesar da guerra de independência entre Portugal e Espanha ter se arrastado por quase 30 anos, ainda se considerava a união da Península um destino das nobrezas ibéricas. Foi só no reinado de D. João V, no início do século XVIII, que a cultura portuguesa voltou a se afirmar…

Antônio José (o Judeu) e a Inquisição Portuguesa

Os textos de Antônio José da Silva não passariam desapercebidos dos inquisidores, ainda que as críticas ácidas de seus textos jamais tenham sido declaradas a real razão de sua perseguição. Antônio José sabia fazer a multidão rir e por esse fato se tornou um criminoso: a gargalhada acordava o povo do pesadelo da punição divina dos Autos de Fé e também abria-lhes os olhos para os muitos erros da elite portuguesa. Nas palavras dos próprios inquisidores, “rindo se dizem as verdades.” Mas não só nobres e padres se incomodaram com o teatrólogo brasileiro. As companhias espanholas que por décadas haviam tido o monopólio do gosto popular, agora haviam encontrado um rival imbatível. As peças de Antônio José haviam se tornado um fenômeno de massa e isso causou vários prejuízos a sua concorrência, principalmente porque trabalhando com atores de carne e osso, os custos de sua produção eram mais elevados…

Saiba mais sobre isso ouvindo Antônio José (o Judeu) e a Inquisição Portuguesa.


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FONTES
  • Dissertação: “O teatro de bonifrates em António José da Silva, o Judeu”, José Luís de Oliveira
  • Livro: História dos Judeus Portugueses, Wilke Carsten
  • Livro: Vítimas da Inquisição no Rio de Janeiro, Ronaldo Morais
  • Livro: Vínculos do Fogo, Alberto Dines
  • Livro: O Judeu (Romance), Camilo Castelo Branco
  • Outras fontes

FILME “O JUDEU”, 1995 –  YOUTUBE

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • O amor brazileiro: Modinhas & lundus do Brasil (YouTube)
  •  Mc Bob Rum – Rap do Silva
  • Caetano Veloso – Oração Ao Tempo

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Grandes Questões Nacionais: Nióbio:

Carros, pontes, turbinas de avião, aparelhos de ressonância magnética, mísseis, marcapassos, usinas nucleares, sensores de sondas espaciais… Quase tudo o que é eletrônico ou a base de aço fica magicamente melhor com um pouco de nióbio. Por exemplo, misturando apenas 100 gramas de nióbio em uma tonelada de aço é possível deixar a liga muito mais forte e maleável.

Por essa razão, o nióbio está presente tanto nos foguetes da empresa americana SpaceX, quanto no maior acelerador de partículas do planeta, o LHC, e no primeiro computador quântico do mundo, o D-Wave. Todas as grandes indústrias do mundo hoje precisam de um pouco de nióbio – e quase todas as reservas mundiais desse metal, 98,2%, estão no Brasil. Nós temos o equivalente a 842 milhões de toneladas de nióbio, que valem inacreditáveis US$ 22 trilhões: o dobro do PIB da China, ou duas vezes todo o petróleo do pré-sal. Por isso, há quem diga que o nióbio pode ser a salvação do Brasil, a chave para o País se desenvolver e virar uma potência mundial…

Grandes Questões Nacionais: Nióbio

No início dos anos 1950, o geólogo mineiro Djalma Guimarães, conhecido como “o príncipe dos geólogos”, descobriu uma mina de pirocloro ou pentóxido de nióbio (Nb2O5) na região do Barreiro, em Araxá-MG. Essa descoberta chamou imediatamente a atenção do banqueiro mineiro, Walther Moreira Salles…

Saiba mais sobre isso ouvindo Grandes Questões Nacionais: Nióbio.


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FONTES
  • Super-Abril
  • Fapesp
  • TCC: “Mercado de nióbio,” João Marcelo Cruz de Lucena. UFRJ 2010.
  • Livro: “Nióbio, uma conquista nacional,” Rogério Cerqueira Leite e outros.
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Audiophile Music Collection (YouTube)

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Fundação de São Paulo (Origens do Brasil):

Nesse episódio que trataremos da Fundação de São Paulo, nossa história começa não no Brasil, mas do outro lado do Atlântico, no arquipélago das Canárias, na costa ocidental da África, no litoral do Marrocos. Sabe-se que as Ilhas Canárias foram visitadas desde a Antiguidade por fenícios e cartagineses. No entanto, o primeiro relato escrito acerca dessas ilhas foi feito séculos depois, no período do Império Romano, a pedido de Juba II, o rei da Numídia, que era umas das províncias romanas, localizada no território que compõem as atuais Tunísia e Argélia.

Fundação de São Paulo (Origens do Brasil)

…Em 19 de março de 1534, lá em Tenerife, cenário da última aliança ganche pela sua liberdade, nasceu um menino chamado José de Antxèta, que viria a ser conhecido no Brasil como José de Anchieta. Ele era filho de Juan López de Antxèta (um imigrante espanhol vindo do País Basco) e de Mência Diaz de Clavijo y Llarena. A mãe, Mência, era uma nobre local, descendente da aristocracia rural das Canárias originada dessa mistura dos invasores espanhóis – a maior parte judeus – com mulheres ganches. Já o pai, Juan López, era um revolucionário basco, que havia tomado parte na Revolta dos Comuneiros contra o Imperador Carlos V, ocorrida na Espanha entre 1520 e 1522…

Saiba mais sobre isso ouvindo Fundação de São Paulo (Origens do Brasil).


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FONTES
  • Artes e ofícios dos jesuítas no Brasil – 1549-1760 – Serafim Leite
  • História da capitania de São Vicente – Pedro Taques de Almeida Pais Leme
  • História da cidade de São Paulo – Afonso Taunay
  • Nem céu nem inferno – Jorge Caldeira
  • Memórias para a História da Capitania de São Vicente – Frei Gaspar
  • Na Capitania de São Vicente – Washington Luís
  • História Geral do Brasil – Francisco Adolfo de Varnhagen
  • Visões do Paraíso – Sérgio Buarque de Holanda
  • Manifesto Antropofágico – Oswald de Andrade
  • A Coroa, a Cruz e a Espada. Lei, Ordem e Corrupção no Brasil – Eduardo Bueno
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Caetano Veloso – Sampa
  • Epic Music Soundtracks (YouTube)
  • Game of Thrones Season 8 OST – Ending Music

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TC 100 e o mundo no século XXI:

Neste episódio especial abordamos diversos assuntos que estão provocando polêmicas ao redor do mundo, mesmo que estejamos vivendo em pleno século XXI.

  • Quase 50 anos depois do lançamento da Apollo 11, e 500 após a circunavegação de Fernão de Magalhães, cada vez mais gente acredita que a Terra não é um globo. Em vez disso, ela seria uma pizza gigante – um disco coberto por uma redoma invisível e cercado por um paredão de gelo. Também estaria parada, deitada eternamente em berço esplêndido no centro do Universo.
  • Desde 2001, quando a China entrou para a OMC (Organização Mundial do Comércio) podemos observar os embates entre o país asiático e os EUA. Em 2019 estamos em plena guerra comercial entre os dois países cujas tensões se agravam. Agora a briga se estende também para o campo da tecnologia com a chegada do 5G. Há até analistas que não descartam um desfecho bélico entre as nações.

TC 100 e o mundo no século XXI

  • Número de migrantes no mundo cresceu 41% entre 2000 e 2015, segundo ONU. Quais as razões desde aumento de migração no planeta e qual o comportamento dos países que recebem estes imigrantes?
  • A definição formal diz que Inteligência Artificial é a teoria e o desenvolvimento de um sistema computacional capaz de executar tarefas normalmente requeridas pela inteligência humana como percepção visual, reconhecimento de fala, tomada de decisão, tradução de um idioma para outro, etc. O interesse na área é bem antigo e começou com o inglês Alan Turing, retratado no filme “O Jogo da Imitação”, que na década de 1950 especulava ao que ele chamava de “máquinas pensantes” que poderiam “pensar” em níveis semelhantes aos humanos. Baseado nisso ele desenvolveu o que hoje conhecemos como “Teste de Turing”, que basicamente verifica se uma máquina consegue se fazer passar por um humano e enganar uma pessoa. Alguns anos após Turing, o termo “Inteligência Artificial” foi cunhado pelo cientista estaunidense John McCarthy. Desde então, cientistas e filósofos debatem o significado de “pensar” e “inteligência” e o que significaria uma máquina ser “autônoma”.

Saiba mais sobre isso ouvindo TC 100 e o mundo no século XXI.


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FONTES

LINKS CITADOS NO EPISÓDIO

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Alok – Hear Me Now
  • 1 HOUR NO COPYRIGHT MUSIC (YouTube)
  • Trap Nation Lowly Palace Mix (Royalty Free) (YouTube)
  • The Love Language – Calm Down
  • The Essex Green – Don

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O Governo Geral e a Fundação de Santo André:

Após ter oferecido apoio bélico aos maracajás, os tupiniquins do Rio de Janeiro, contra seus rivais tamoios, Tomé de Sousa partiu da Guanabara rumo a sua última parada: São Vicente. Em decorrência da Guerra de Iguape e de um maremoto, a vila fundada pelo seu primo, Martim Afonso, estava se despovoando ao passo que o povoado de Enguaguaçu, fundado pelo capitão-mor de São Vicente, Brás Cubas, vivia um relativo progresso. Assim, o governador-geral decidiu promover o povoado de Enguaguaçu a condição de vila, sob o nome de Vila de Santos, sem no entanto desfazer o foral da vila erguida pelo seu primo, evitando assim algum tipo de contenda com o mesmo. Esse fato dividiu a ilha em duas municipalidades, o que se mantém até hoje, embora na prática as duas cidades sempre tenham sido a mesma comunidade, digamos assim.

Em 1553, São Vicente e a sua irmã, Santos, ficavam em um local tão ermo do mundo que ninguém de “maior qualidade” havia aparecido por lá desde que Martim Afonso havia fundado a capitania vicentina. Passaram-se exatos 21 anos até que outra autoridade real de grande envergadura aportasse ali. Nesse ínterim, em que os vicentinos ficaram abandonados à própria sorte lutando ora contra os índios ao norte (tamoios) e a oeste (guarulhos, guaianases, etc) e os espanhóis e o bacharel da Cananéia ao sul, os poderes na Ilha de São Vicente foram exercidos por eleições regulares, o “embrião” da democracia nas Américas, possibilitado pela inexistência de nobres da terra naquela região (como havia em Pernambuco, por exemplo, na figura de Duarte Coelho). Visando promover e fortalecer o sul do Brasil ameaçado pela presença francesa, Tomé de Souza decidiu seguir os passos do primo e fundar uma nova vila na região.

O Governo Geral e a Fundação de Santo André

Saiba mais sobre isso ouvindo O Governo Geral e a Fundação de Santo André.


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FONTES
  • Artes e ofícios dos jesuítas no Brasil – 1549-1760 – Serafim Leite
  • História da capitania de São Vicente – Pedro Taques de Almeida Pais Leme
  • História da cidade de São Paulo – Afonso Taunay
  • Nem céu nem inferno – Jorge Caldeira
  • Memórias para a História da Capitania de São Vicente – Frei Gaspar
  • Na Capitania de São Vicente – Washington Luís
  • História Geral do Brasil – Francisco Adolfo de Varnhagen
  • Visões do Paraíso – Sérgio Buarque de Holanda
  • Manifesto Antropofágico – Oswald de Andrade
  • A Coroa, a Cruz e a Espada. Lei, Ordem e Corrupção no Brasil – Eduardo Bueno
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • The BEST Epic Music Mix of 2018 (YouTube)

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Retrô 2018:

Este será, como de costume, o último episódio do ano. O Temacast entrará de férias e deverá retornar em março de 2019. Dessa maneira, aproveitamos para desejar a todos um excelente final de ano e um início de ano novo super legal. Ah! Não se esqueçam de botar juízo na cabeça nas festas que estão por vir. Não dirijam depois de beber e se beberem peguem um carro de aplicativo. Nós queremos encontrar todos com muita saúde no ano que vem.

Retrô 2018:

Como sempre fazemos, também neste episódio, Retrô 2018, iremos falar sobre vários acontecimentos deste ano que está chegando ao fim. Sempre optamos por falar das coisas que não foram muito divulgadas nas mídias de massa. Entretanto, desta vez também falamos de assuntos que foram muito divulgados devido ao calibre dos mesmos e do impacto que tiveram em nossas vidas.

Entre outros assuntos falamos de vários prêmios conquistados por brasileiros em diversas áreas. Se você não viu nada disso pelos jornais esta será a oportunidade de conhecer.

Também falamos sobre o crânio de Luzia, a mulher mais antiga do Brasil e das Américas, que resistiu ao incêndio ao Museu Nacional no Rio de janeiro, no último dia 2 de setembro.

Não deixe de conhecer uma jovem da periferia que se formou em Harvard foi eleita Deputada Federal por SP. Ela foi a sexta candidata mais votada com mais de 264 mil votos…

Saiba mais sobre outros assuntos ouvindo o episódio Retrô 2018 – férias.

 


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FONTES
  • Fontes diversas

CANELADA

O Alceu Maynard citado pelo Jorge Vírgilio é sociólogo e não médico como dito.


TRANSCRIÇÃO DO ÁUDIO

Equipe de Transcrição:
Karla Michelle Braga –  Facebook
Link: Em andamento


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Gerry Rafferty – Baker Street
  • Bent – Comin’ back
  • Bent – Silent life
  • Bent – Sunday boy
  • Bob Marley – Is This Love
  • Bette Midler – Love T. K. O.
  • Bic Runga – Sway
  • Billy Ocean – Caribbean Queen
  • Billy Paul – Your Song
  • Candi Staton – You Got The Love
  • Cliff Richard – We Don’t Talk Anymore
  • David Guetta Feat. Usher – Without You
  • Elan Atias – Slave To Love
  • Georg Levin – Leisure Suit
  • Georg Levin – Runaway
  • Gwenith Paltrow – Cruisin’
  • Jazzanova feat Georg Levin – Keep On Making Me High
  • Mc Solar – La Belle and Le Bad Boy
  • Nouvelle Vague – I Melt With You
  • Nu Soul – (I Got) Somebody New
  • Pet Shop Boys – Being Boring
  • Playing of Change – Higher Ground
  • Ryan Star – Brand new day
  • Soulful House Stephanie Cooke – What Makes The World Go Round
  • Daft Punk – Get Lucky

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Breve história da cerveja no Brasil:

Em 1808, com a chegada da família real portuguesa no Brasil e a abertura dos portos, o monopólio dos comerciantes da cidade do Porto terminou finalmente. Também terminou as proibições que impediam os colonos brasileiros de possuir manufaturas de bebidas alcoólicas diferentes da cachaça (como vimos no TC#64 da Revolta da Cachaça, os produtores de cachaça acabaram recebendo uma espécie de licença para continuar fabricando cachaça pois esta era a principal moeda de compra de escravos vindos da África). Assim, finalmente a cerveja foi legalizada em solo brasileiro. Conta-se que D. João VI, então príncipe regente, era um ávido apreciador de cerveja.

Por esse motivo, logo que desembarcou no Rio de Janeiro tratou de estabelecer acordos que lhe permitissem continuar a consumir sua bebida predileta na sua nova Corte. Os tratados de “Amizade e Aliança” e o de “Comércio e Navegação”, assinados em 1810 com o Reino Unido, fez com que a cerveja consumida do Brasil fosse um monopólio inglês. Antes da chegada da aristocracia portuguesa, as bebidas mais procuradas e consumidas do Brasil eram a Cachaça; a Gengibirra, um tipo de bebida alcoólica feita de farinha de milho, gengibre, casca de limão e água; a Caramuru, feita de milho, gengibre, açúcar mascavo e água; e o Aluá ou Aroá, uma infusão de abacaxi ou cereais, com açúcar moreno ou rapadura aos pedacinhos.

Breve história da cerveja no Brasil

Dessas quatro, a mais popular foi certamente o aluá, aquela feita de arroz, que era a variedade mais consumida pelos escravos, em particular, na cidade do Rio de Janeiro. Embora a nobreza portuguesa instalada no Rio de Janeiro importasse licores e vinhos europeus (principalmente, da França), como bebida gelada, o aluá permaneceu como a bebida mais popular do Brasil durante todo o período do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves e do Primeiro Reinado (governo de D. Pedro I). Era, em geral, vendido no meio da rua em grandes jarras de barro carregadas por mulheres negras (escravas de ganho ou libertas). Só a partir de 1830, com a chegada de novos produtos ao mercado brasileiro, que o consumo do aluá começaria a se reduzir aos poucos, sobrevivendo essencialmente através cultura afro-brasileira após o advento da República em 1889.

Atualmente, o aluá é produzido de modo geral nos Estados da região Nordeste e nos Estados do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, sendo servido principalmente em rituais de cultos de matriz africana. A nível de curiosidade, existe uma polêmica em relação a origem etimológica do nome “aluá”: alguns creem que seja de origem tupi, outros de origem asiática (possivelmente árabe) e um terceiro grupo, mais numeroso, que seja de origem africana, mais precisamente da língua dos negros hauçás, naturais da Costa da Mina (o litoral do golfo da Guiné, correspondendo hoje aos litorais de Gana, Togo, Benin e Nigéria).

Saiba mais sobre isso ouvindo Breve história da cerveja no Brasil.


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FONTES
  • Livro: “Os Primórdios da Cerveja no Brasil.”, Sérgio de Paula Santos.
  • Artigo: “A trajetória da cultura cervejeira e sua introdução no Brasil”,  Vitória Nascimento Dantas
  • Artigo: “Como a cerveja se tornou bebida brasileira: a história da indústria de cerveja no Brasil desde o início até 1930.”, Edgar Kob. Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.
  • Livro: “Almanaques administrativo, mercantil, e industrial do Rio de Janeiro”
  • Outras fontes

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Karla Michelle Braga –  Facebook
Link: Em andamento


LINKS DO ALMANAK LAEMMERT

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Loveshadow – Peace ( There s A better Way )
  • Loveshadow – It s Up to You(Bullets Borders)
  • Loveshadow – Summer Love
  • The Easton Ellises – Falcon 69
  • 10 Code – Today
  • Elektrophon – Psychobelle
  • AlexBeroza – Improvisation On Friday…
  • AlexBeroza – Start Again
  • Ani – Teryaiu Tebya
  • Loveshadow – 1972. The LS Solar Reprise
  • DJlang59 – Drops of H2O ( The Filtered Water Treatment )
  • Loveshadow – Fools Paradise. HelanaJ and Per Alpert
  • Loveshadow – Let Your Love Shine
  • Loveshadow – Melting Into One
  • Loveshadow – Moving With The Season
  • Jingle   Chopp em Garrafa  Chopp da Brahma (1935)
  • Loveshadow – My Everything ( Deep Parisian Prelude )
  • Loveshadow – My Heart On the Floor
  • Loveshadow – Never Be The Same
  • Loveshadow – Officer Down
  • Loveshadow – Twelve ( In the End )

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Fundação de Olinda e Salvador:

Curiosamente, a história de Pernambuco começa quase 2 mil quilômetros de distância mais ao sul, no Rio de Janeiro, mais precisamente na Baía de Guanabara. Como comentamos no episódio #86 sobre a Fundação de São Vicente, a primeira feitoria estabelecida no atual território brasileiro foi a Feitoria do Cabo Frio, em 1504, erguida pelo italiano Américo Vespúcio e os náufragos que ele e o líder da sua esquadra, o capitão português Gonçalo Coelho, haviam resgatado na Ilha de Fernando de Noronha. Essa feitoria não teve uma vida muito longa, tendo sido destruída pelos Tamoios que consideravam o Cabo Frio um de seus mais sagrados sítios litúrgicos.

No entanto, nessa mesma expedição, Gonçalo Coelho e Vespúcio, estabeleceram uma segunda feitoria na região, a Feitoria da Baía do Rio de Janeiro ou Feitoria da Guanabara. Esta feitoria, localizada na foz do rio Carioca, no atual bairro do Flamengo, foi erguida em 1504, e se tornou o primeiro entreposto permanente de extração de pau-Brasil na América. Naquela época, o pau-Brasil era abundante em todo o entorno da Baía de Guanabara. Contudo, os comerciantes da Feitoria do Rio de Janeiro jamais poderiam imaginar que, ao inaugurar à indústria de extração intensiva de pau-Brasil, eles estariam dando nome a todo um país e a toda uma nova civilização. Já na primeira década do século XVI, os feitores da Guanabara passaram a ser referidos como “brésiliens” pelos navegadores franceses que vinham ao Rio.

Fundação de Olinda e Salvador

O termo “brésilien” em francês daria origem aos termos “brasileño”, em espanhol, e “brasileiro”, em português. Assim, em 1510, o termo “Terre du Brésil”, ou seja “Terra do Brasil”, já havia substituído para sempre o nome “Terra de Vera Cruz” criado pelos portugueses…

Saiba mais sobre isso ouvindo Fundação de Olinda e Salvador.


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FONTES
  • Livro: “Cartas Jesuíticas do Brasil”, vários autores.
  • “Anais de D. João III”, Frei Luís de Sousa.
  • Livro: “História Geral do Brasil”, Francisco Varnhagen.
  • Livro: “História administrativa e econômica do Brasil”, Hélio de Alcântara Avellar.
  • Livro: “Náufragos, traficantes e degredados: as primeiras expedições ao Brasil, 1500-1531”, Eduardo Bueno.
  • Livro: “Capitães do Brasil: a saga dos primeiros colonizadores”, Eduardo Bueno.
  • Livro: “Cartas de Duarte Coelho a El Rei”, José Antonio Gonçalves Mello
  • bndigital.bn.gov.br
  • Outras fontes

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Karla Michelle Braga –  Facebook
Fernanda Marini – Twitter: @femarini
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Propostas dos candidatos a presidente em 2018:

Com a finalidade de facilitar nossos ouvintes no que diz respeito a pesquisar sobre os candidatos ao cargo de presidente nas eleições de 2018, nós gravamos este episódio especial do Temacast.

Nós basicamente iremos citar as principais propostas dos candidatos ao cargo e quem sabe faremos alguns comentários sem qualquer tendência partidária ou preferência por qualquer candidato. Também deixaremos no post do episódio o link para o Plano de Governo dos candidatos.

Primeiramente vamos apresentar os candidatos em ordem alfabética, seus partidos e um breve resumo sobre eles. Em seguida apresentaremos as propostas que os candidatos têm para as seguintes áreas: Segurança, Educação e Saúde, Políticas Sociais, Economia e Emprego, Política Interna, Política Externa

Propostas dos candidatos a presidente em 2018

O texto com as propostas foram retirados do site da BBC Brasil (link abaixo na seção FONTES) onde cada candidato possui suas declarações em cada área que citamos acima.

Candidatos ao cargo citados no episódio:

  • Alvaro Dias
  • Ciro Gomes
  • Daciolo
  • Geraldo Alckmin
  • Guilherme Boulos
  • Henrique Meirelles
  • Jair Bolsonaro
  • João Amoêdo
  • João Goulart Filho
  • José Maria Eymael
  • Lula/Haddad
  • Marina Silva
  • Vera Lúcia

Saiba mais sobre isso ouvindo Propostas dos candidatos a presidente em 2018.


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FONTES
  • BBC
  • Outras fontes

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O Museu Nacional:

…Foi graças a arqui-duquesa austríaca, que no Brasil foi batizada de Maria Leopoldina da Áustria, que as instituições científicas no país começaram a funcionar. Já na sua chegada, em 1817 Maria Leopoldina trouxe em sua comitiva nupcial uma legião de naturalistas de Viena: Rochus Schüch, Johann Natterer, Johann Emanuel Pohl, Giuseppe Raddi e Johann Christian Mikan. A futura Imperatriz do Brasil era aficionada por ciências naturais como botânica, geologia e astronomia, além de ser uma exímia caçadora. Apesar da educação refinada que recebeu na sua vida pregressa no castelo de Schönbrunn, na Áustria, desde a infância Maria Leopoldina tinha por hobby vestir calças e camisas masculinas e ia a cavalo e armada coletar borboletas, insetos e plantas para estudar.

O Museu Nacional

…Em 1818, no ano seguinte a chegada de Leopoldina no Rio, seu sogro é aclamado rei de Portugal, Brasil e Algarves, na atual Praça da República ou Campo de Santana, no centro histórico da cidade do Rio, após o falecimento de sua mãe, a rainha Maria I de Portugal. Por influência da nora, com quem D. João tinha uma boa relação, o novo rei decide criar no Rio de Janeiro um Museu Real, a partir do acervo trazido de Portugal e do que encontrou no Brasil. Assim, em 6 de junho de 1818, por decreto de D. João VI e execução do Ministro do Reino, Thomas Antonio de Villanova Portugal, foi criado o Museu Real. Como primeira providência, foi adquirido a casa de Pereira de Almeida, o futuro barão de Ubá, nas proximidades do Campo de Santana para servir de sede ao museu. Esse endereço hoje é o local onde está sediado outra das maravilhas do patrimônio brasileiro: o Arquivo Nacional

Saiba mais sobre isso ouvindo O Museu Nacional.


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FONTES
  • Dissertação: “A Casa do Imperador – Do Paço de São Cristóvão ao Museu Nacional”, Regina Maria Macedo Costa Dantas
  • Artigo: “A ‘Flora Fluminensis’ de frei Vellozo: uma abordagem interdisciplinar”, Begonha BediagaI e Haroldo Cavalcante de Lima.
  • Outras fontes

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Breve história da língua portuguesa:

Poucas pessoas estão conscientes da extensão da história e da cultura portuguesa, desde o seu desmembramento do latim até à sua primeira aparição escrita. Da Idade Média até a Modernidade, com o aparecimento de novos dialetos nas antigas colônias portuguesas.

Atualmente, a língua portuguesa é instituída como oficial em Portugal, Guiné-Bissau, Angola, Cabo Verde, Brasil, Moçambique, Timor Leste, São Tomé e Príncipe e Guiné Equatorial. Além disso, desde 1986, quando Portugal passou a integrar o bloco, o português é uma das línguas oficiais da União Europeia. Apesar de os países citados terem o português como língua oficial, excetuando-se Portugal e Brasil, há diferentes graus em que o português é de fato sua língua vernácula: muitas vezes, ele está lado a lado com línguas locais e outras tantas vezes é aprendido apenas na escola, tendo como centro áreas urbanas.

Devido essencialmente ao Brasil e aos seus mais de 200 milhões de habitantes, o português é hoje a segunda língua latina mais falada do mundo, perdendo apenas para o espanhol. Pela mesma razão, é a segunda língua mais falada da América Latina e a terceira de todo o continente americano, perdendo além do espanhol para o inglês.

Breve história da língua portuguesa

No mundo todo, pode ser considerada a quinta língua mais falada do planeta, perdendo além do inglês e do espanhol para o putonghua, o principal dialeto chinês, vulgarmente conhecido como mandarim no Ocidente, e para o hindi (indi), o principal dialeto indiano. Atualmente, mais de 250 milhões de pessoas no mundo falam português, sendo 80% desse total brasileiros.

Em Portugal, país de origem da língua, existem cerca de 10 milhões de falantes. Estima-se que também haja cerca de 8 milhões de falantes de português na África (Angola, Cabo Verde, Guiné Equatorial, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe)…

Saiba mais sobre isso ouvindo Breve história da língua portuguesa.


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FONTES
  • USP
  • LIVRO: COUTINHO, Ismael de Lima. Gramática Histórica. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1976.
  • LIVRO: SARAIVA e LOPES, António José e Oscar. História da Literatura Portuguesa. Editora Porto: 8ª ed. 1975.
  • LIVRO: TEYSSIER, P.História da língua portuguesa. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
  • LIVRO: SILVA NETO, S. Capítulos de história da língua portuguesa no Brasil. Rio de Janeiro: Dois Mundos, 1946
  • LIVRO: MATTOSO-CÂMARA JR., J. História e Estrutura da língua portuguesa.2. ed. Rio de Janeiro: Padrão, 1976
  • LIVRO: ILARI, R.; BASSO, R. O português da gente: a língua que estudamos, a língua que falamos. São Paulo: Contexto, 2006.
  • LIVRO: Gonçalves, Rodrigo Tadeu História da língua / Rodrigo Tadeu Gonçalves, Renato Miguel Basso. – Florianópolis : LLV/CCE/UFSC, 2010.
  • Outras fontes

DOCUMENTÁRIO SOBRE A LÍNGUA PORTUGUESA

Língua: Vidas em português (YouTube)


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A longa marcha dos tupis:

Os povos do tronco linguístico tupi-guarani foram o grupo indígena mais importante na formação histórica do Brasil. Entretanto, de concreto e comprovado, pouco sabemos sobre a sua movimentação no território brasileiro antes da chegada dos europeus e o aparecimento dos primeiros registros documentais de viajantes e missionários que descreveram e nomearam alguns desses povos: notadamente os tupinambás e os guaranis. E aqui uma explicação: ainda que seja um anacronismo falar de “Brasil” antes mesmo do início da colonização portuguesa, dado que esse território só veio a ser chamado “brasileiro” após a Declaração de Independência, em 1822, para fins práticos, usaremos esse termo – brasileiro – para diferenciar a ocupação humana em nosso país de outras áreas da América do Sul.

A longa marcha dos tupis

Bem, nesse terreno ainda há muito de hipotético, além de muitas controvérsias, apoiadas por algumas evidências resultantes de estudos paleontológicos, arqueológicos e linguísticos. A própria origem e a época da chegada dos primeiros seres humanos ao Brasil e mesmo na América ainda é motivo de extensos debates. Em geral, acredita-se que os primeiros homo sapiens a entrarem na América chegaram aqui num período entre 40 mil e 11 mil anos antes da era comum (AEC). No Brasil propriamente dito, as evidências arqueológicas obtidas até hoje apontam que as ocupações humanas mais antigas teriam surgido por volta de 12 mil anos AEC. Muitos povos já extintos quando da chegada dos portugueses habitaram o país nesse período remoto. Entretanto, enfatizamos os povos de origem tupi-guarani como os precursores do Brasil por uma razão historicamente comprovada: a sua presença na maior parte do atual território brasileiro.

Saiba mais sobre isso ouvindo A longa marcha dos tupis.


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FONTES
  • Livro: “Singularidades da França Antártica”, André Thévet
  • Livro: “Cosmografia Universal, Tomo II”, André Thévet
  • Livro: “”Ayvú Rapyta: textos míticos dos mbyá-guarani””, Léon Cadogan
  • Artigo: “A new age to an old site: the earliest Tupiguarani settlement in Rio de Janeiro State?”, Rita Scheel-Ybert e outros.
  • Artigo: “Tupinambá, Kayapó e Kuikuro e as Revoluções na Tecnologia de Alimentos”, Luiz C. Borges, Marcio D’Olne Campos e Maria Madalena Mattos Pontes
  • Outras fontes

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SAIBA MAIS SOBRE OS ÍNDIOS ATUAIS

Link: FUNAI


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A fundação de Santos:

Para uma terra que, na visão europeia, era desprovida de tudo, imensa, sem esperanças de reluzentes minas de ouro, prata e cristais, que era habitada por indígenas ferozes e canibais, para um lugar visto assim só viriam homens que o rei mandasse em serviço, homens degradados da metrópole condenados pelas suas leis criminais, náufragos sobreviventes de expedições malfadadas, trabalhadores escravizados ou semi escravizados que fugiam de navios, ou homens de fé, catequistas, movidos pelo juramento de espalhar a sua religião. Foram poucos, muito poucos, os que vieram habitar o Brasil em princípios do séc. XVI. Alguns nomes desses primeiros colonizadores aparecem nas Atas das câmaras municipais e nos livros de inventários e testamentos brasileiros, e são essas em grande parte as fontes primárias que nos contam o início da história do país.

A fundação de Santos

Ao retirar-se para Portugal, nos meados de 1533, Martim Afonso de Sousa deixou na vila que havia fundado pouca gente do pessoal que veio com a sua frota. As terras de São Vicente nenhum atrativo tinham para reter aventureiros, ansiosos por enriquecer rapidamente. No litoral, nas baixadas, nos pântanos e brejos em que se formavam mais mangues que canaviais, eram poucos os locais propícios à instalação de engenhos de açúcar. Na serra de Paranapiacaba, que contorna asperamente o mar, as terras eram as piores possíveis, do atual Estado de S. Paulo, para a agricultura.

Saiba mais sobre isso ouvindo sobre a fundação de Santos.


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FONTES
  • Livro: “Cartas Jesuíticas do Brasil”, vários autores.
  • Livro: “Na Capitania de São Vicente”, Washington Luís.
  • “Anais de D. João III”, Frei Luís de Sousa.
  • Livro: “História Geral do Brasil”, Francisco Varnhagen.
  • Outras fontes

GRÁFICO DE SÃO VICENTE (ANTES E DEPOIS DO TSUNAMI)

a fundação de santos


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Fundação de São Vicente:

A notícia do descobrimento da Ilha ou Terra de Vera Cruz por Pedro Álvares Cabral, em abril de 1500, pouco interessou ao monarca D. Manuel I, então rei de Portugal. A carta, em que D. Manuel I comunicou aos demais reis católicos o descobrimento feito por Pedro Álvares Cabral tem ao todo 8 páginas e cerca de 311 linhas, e destas apenas 3 linhas se referem à terra de Vera Cruz.

Tão insignificante foi este fato para os portugueses no início do séc. XVI, que ele sequer foi mencionado na lápide de Pedro Álvares Cabral, quando este foi sepultado por volta de 1520 numa igrejinha da cidade de Santarém, em Portugal. A única inscrição na lápide de Pedro Álvares Cabral mencionava apenas que ele havia sido casado com uma das camareiras de uma princesa portuguesa, que foi aparentemente a única distinção do navegador para os portugueses daquela época. Nesse período, conhecido como era Manuelina, Portugal, seu povo e o rei (D. Manuel) estavam completamente absorvidos pelo opulento e relativamente fácil comércio com as Índias, cujo caminho marítimo os seus perseverantes e audazes marinheiros haviam descoberto, destacando-se entre eles, o maior de todos, Vasco da Gama, o maior herói português da era das grandes navegações.

Fundação de São Vicente

…em São Vicente, Martim Afonso conheceu um misterioso náufrago português chamado João Ramalho, que veio ao seu encontro ao saber da sua presença na ilha. Pouco se sabe do passado de João Ramalho e como afinal ele veio parar no Brasil. Seja como for, ele acabou indo parar na região onde hoje está a cidade de São Paulo e ali se tornou íntimo de um dos principais líderes dos tupiniquins do vale do Tietê, Tibiriçá, morubixaba da aldeia de Piratininga, tendo inclusive casado com algumas de suas filhas, a mais conhecida entre elas, a índia Bartira.

João Ramalho era muito influente entre os indígenas dessa região podendo arregimentar cerca de 5 mil guerreiros em um único dia, todos ligados a ele por relações de parentesco (só um comentário: na cultura tupi, os guerreiros só vão à guerra para defender e vingar seus parentes, portanto, o apoio bélico de uma tribo dependia de você ser casado com uma mulher daquele grupo). João Ramalho teve uma numerosa descendência na região e por essa razão recebeu a alcunha de “pai dos paulistas”…

Saiba mais sobre isso ouvindo sobre a Fundação de São Vicente.


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FONTES
  • Livro: “Na Capitania de São Vicente”, Washington Luís
  • Livro: “Anais de D. João III”, Frei Luís de Sousa
  • Outras fontes

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O Movimento Municipalista Brasileiro:

O municipalismo consiste em uma ideologia política que objetiva oferecer maior autonomia aos municípios, atendendo especialmente à organização e prerrogativas das cidades, por meio de uma descentralização da administração pública. Os defensores dessa linha de pensamento costumam salientar a importância da cidade, uma vez que é nesse espaço onde se vive e se trabalha. Enxergam a cidade como sendo o mundo real, enquanto que o Estado e a Nação seriam instituições abstratas, que geram governos distantes, alienados e insensíveis às necessidades do cidadão.

O Movimento Municipalista Brasileiro

O movimento municipalista no Brasil é antigo. Ele se iniciou ainda durante o Império, no reinado de Dom Pedro II, e desde então tem permeado os debates sobre finança e a gestão pública ao longo de todo o período republicano até os dias de hoje. Segundo o cientista político pernambucano Marcus André de Melo, “A ideologia municipalista constitui uma das construções discursivo-programáticas mais antigas e resilientes da cultura política brasileira.” Inicialmente, o municipalismo surge no Brasil Império como uma reação dos políticos liberais (como os luzias, os farroupilhas, etc) a centralização governamental na capital imperial defendida pelos conservadores (como os saquaremas, os caramurus, etc), movimento este batizado de “autoritarismo burocrático”, e que teve entre seus defensores figuras como os estadistas paulistas José Bonifácio e Francisco Varnhagen…

 Saiba mais sobre isso ouvindo O movimento municipalista no Brasil.


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As HQs no Brasil:

As histórias em quadrinhos começaram no Brasil no século XIX, adotando inicialmente um estilo satírico conhecido como cartuns, que depois se estabeleceria com as populares tiras dos jornais. Publicada a partir de 30 de janeiro 1869, “As aventuras de Nhô Quim” ou “Impressões de uma viagem à Corte”, de Angelo Agostini, é considerada a primeira história em quadrinhos brasileira. Agostini, ítalo-brasileiro radicado no Brasil desde os 16 anos, foi o quinto artista do mundo a publicar uma HQ.  Uma das grandes novidades de “As Aventuras de Nhô Quim” é que ela possuía um personagem fixo, o que não era comum na época. Elas narram as aventuras de Nhô Quim, um jovem rico do interior de Minas Gerais que se muda para a cidade do Rio de Janeiro a mando de seu pai, que não queria que ele se casasse com uma moça pobre da sua cidade natal.

As HQs no Brasil:

A história é uma caricatura dos costumes daquela época e foca principalmente no choque de civilização entre o ingênuo caipira Nhô Quim e os “incompreensíveis” habitantes da capital do Império do Brasil. Era uma sátira das diferenças de costumes de uma cidade do Rio totalmente urbana, cosmopolita e já em vias de industrialização com a realidade totalmente rural do Brasil e dos brasileiros em geral. “As Aventuras de Nhô Quim” foram publicadas originalmente na revista “Vida Fluminense”, um periódico ilustrado semanal que comentava o dia a dia da Corte, do qual Angelo Agostini chegou a ser diretor artístico antes de criar a sua hoje lendária “Revista Ilustrada”, que chegou a ser a revista de maior sucesso da Corte (com tiragem de 4 mil exemplares a cada edição).

Saiba mais sobre isso ouvindo As HQs no Brasil.


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Livro do pesquisador gaúcho Athos Cardoso disponível gratuitamente

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  • Count Basie – Jumpin’ At the Woodside
  • Woody Herman – Four Brothers
  • Duke Ellington – Ko-Ko
  • Chick Webb – Liza
  • Glenn Miller – Moonlight Serenade
  • Paul Whiteman – Changes
  • Benny Goodman – Stompin’ At the Savoy
  • Artie Shaw – Dancin’ In the Dark
  • Woody Herman – Laura
  • Tommy Dorsey – I’m Getting Sentimental Over You
  • Dizzy Gillespie – Things to Come
  • Gene Krupa – King Porter Stomp
  • Cab Calloway – Jumpin’ Jive
  • Stan Kenton – Tampico
  • Fletcher Henderson – St Louis Shuffle
  • Lionel Hampton – Flying Home
  • Tommy Dorsey – On the Sunny Side of the Street
  • Andy Kirk – Little Joe from Chicago

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Retrô 2017:

Este será, como de costume, o último episódio do ano. O Temacast entrará de férias e deverá retornar em março de 2018. Dessa maneira, aproveitamos para desejar a todos um excelente final de ano e um início de ano novo super legal. Ah! Não se esqueçam de botar juízo na cabeça nas festas que estão por vir. Não dirijam depois de beber e se beberem peguem um carro de aplicativo. Nós queremos encontrar todos com muita saúde no ano que vem.

Retrô 2017:

Como sempre fazemos, também neste episódio, Retrô 2017, iremos falar sobre vários acontecimentos deste ano que está chegando ao fim. Sempre optamos por falar das coisas que não foram muito divulgadas nas mídias de massa. Entretanto, desta vez também falamos de assuntos que foram muito divulgados devido ao calibre dos mesmos e do impacto que tiveram em nossas vidas.

Entre outros assuntos falamos de vários prêmios conquistados por brasileiros em diversas áreas. Se você não viu nada disso pelos jornais esta será a oportunidade de conhecer.

Também falamos sobre a Rússia e seu eterno enrosco com o doping esportivo e dessa vez a coisa ficou muito mais complicada para eles…

Não deixe de conhecer o resultado do instituto britânico Ipsos Mori, que fez um levantamento onde confrontou dados oficiais com a percepção que as pessoas têm deles. O Brasil tem ou não tem noção da sua realidade?

Saiba mais sobre outros assuntos ouvindo o episódio Retrô 2017 – férias.

 


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  • Ray Conniff – This Guys In Love With You
  • George Benson –  Off Broadway
  • George Benson –  Give Me The Night
  • George Benson –  Midnight Love Affair
  • Grateful Dead – Easy To Love You
  • Joss Stone – Super Duper Love
  • Kool & the Gang – Too hot
  • Rude – Magic!
  • Robin Thicke – Get Her Back
  • Tears for Fears – Pale Shelter
  • Tim Maia – Aquarela Do Brasil
  • Tim Maia & Os Cariocas – Não Quero Dinheiro Só Quero Amar
  • Afroman   Because I Got High
  • Vincent Bell – Airport Love Theme
  • Vincent Bell – Marylin’s Theme
  • Pink Floyd – Marooned

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Revolução Pernambucana de 1817:

A Revolução Pernambucana de 1817, também conhecida como Revolução dos Padres, foi um movimento emancipacionista que eclodiu na então Capitania de Pernambuco (no atual Estado de Pernambuco). A revolução foi um marco na história brasileira pois pela primeira vez uma conspiração contra o domínio português conseguiu ir além da preparação e romper efetivamente com a Metrópole, mantendo-se no poder por 74 dias. Não era o Brasil, tal como o conhecemos hoje, mas já era uma forte sinalização de que a independência da província brasileira não tardaria.

Revolução Pernambucana de 1817

As razões que levaram à revolução tinham forte apelo entre diversos setores da população uma vez que, na época, Pernambuco era uma das porções coloniais mais ricas do Brasil, com grande produção de açúcar e algodão, além de escoar, através do Porto do Recife, a produção de outro grande produtor, a Província da Paraíba. Pernambuco tinha o maior número de exportações per capita da América Portuguesa, embora o PIB per capita da Capitania do Rio de Janeiro, onde havia ido se instalar a Corte, já fosse o maior do Brasil desde o final do século XVIII…

Saiba mais sobre isso ouvindo Revolução Pernambucana de 1817.


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A aclamação de Amador Bueno de Ribeira

Amador Bueno de Ribeira foi um proprietário de terras e administrador colonial da Capitania de São Vicente, nascido em São Paulo no ano de 1584.

No período compreendido entre 1580 e 1640 Portugal perdeu a sua independência após o desaparecimento do rei português D. Sebastião na batalha de Alcácer-Quibir, no Marrocos, quando então o reino passou para as mãos do monarca de Castela, Felipe II, que era herdeiro de D. Sebastião.

Nesse período conhecido como “União Ibérica” (quando a península ibérica foi unificada sob os auspícios da Dinastia Filipina), o Tratado de Tordesilhas – que era a divisão do mundo entre portugueses e hispânicos – foi rompido, visto que agora todos eram súditos dos autoproclamados “imperadores de toda a Hispânia”, título que os monarcas de Leão e Castela ostentavam desde o reinado de Afonso VII lá no século XII. Com a União Ibérica não havia mais reino português e tudo acabou ficando junto, misturado, já que havia um único reino.

A aclamação de Amador Bueno de Ribeira

E assim, muitos portugueses se estabeleceram em regiões antes pertencentes aos hispânicos (como o Paraguai e o Uruguai, por exemplo) e muitos hispânicos se estabeleceram em possessões portuguesas, como a Capitania de São Vicente. Em particular, na vila de São Paulo de Piratininga, que havia sido ela própria fundada por um espanhol das Ilhas Canárias, o padre jesuíta José de Anchieta.

Saiba mais sobre isso ouvindo sobre A aclamação de Amador Bueno de Ribeira.


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Adoniran Barbosa – O Samba Do Arnesto
  • Adoniran Barbosa – Tiro Ao Álvaro (Part. Especial Elis Regina)
  • Adoniran Barbosa –  Aguenta A Mão João (Part. Especial Djavan)
  • Adoniran Barbosa – Conselho De Mulher
  • Adoniran Barbosa – Samba Italiano
  • Adoniran Barbosa – No Morro Da Casa Verde
  • Adoniran Barbosa – Apaga O Fogo Mané

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Luiz Gama:

Luiz Gonzaga Pinto da Gama nasceu em 21 de julho de 1830. Era filho de um fidalgo português e de Luiza Mahin, uma negra livre acusada de se envolver com a Revolta dos Malês, na Bahia – a primeira grande rebelião urbana de escravos da história do Brasil.

Luiz Gama

morou com a mãe em Salvador até os oito anos. Quando a sua mãe, líder rebelde teve que fugir para o Rio de Janeiro, buscando escapar da forte perseguição policial, Luiz foi entregue ao seu pai, jogador compulsivo e afogado em dívidas. Em 1840, aos 10 anos, foi vendido como escravo doméstico pelo próprio pai para pagar uma dívida de jogo. Ele foi transportado da Bahia para o Rio de Janeiro, onde foi vendido ao alferes Antônio Pereira Cardoso e depois passou por diversas cidades de São Paulo até ser levado ao município de Lorena.

Em 1847, quando tinha dezessete anos, Luiz Gama foi alfabetizado pelo estudante Antônio Rodrigues de Araújo, que havia se hospedado na fazenda de Antônio Pereira Cardoso. Aos 18 anos, sabendo ler e escrever, conseguiu provas irrefutáveis da ilegalidade de sua condição, pois era filho de uma mulher livre…

Saiba mais sobre isso ouvindo Luiz Gama.


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • João Gilberto – Saudade da Bahia
  • Dorival Caymmi – Acontece que eu sou baiano
  • João Gilberto – Eu vim da Bahia

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Dragões do Mar:

Antes de falarmos sobre os Dragões do Mar uma contextualização da época: O fortalecimento da “causa abolicionista” no Brasil, na segunda metade do século XIX,  foi fruto das mudanças que ocorreram no Império nessa época. A partir de 1850, as províncias brasileiras passaram por transformações sociais, políticas e econômicas decorrentes da urbanização de suas capitais. Essa urbanização exigia um complexo quadro administrativo e burocrático de onde emergiram novas forças sociais, para além do esquema senhor e escravo, casa grande e senzala.

Surgia uma elite intelectual composta de letrados e profissionais liberais, dentre eles funcionários públicos, advogados, professores, médicos, farmacêuticos e engenheiros. No caso da Província do Ceará, de quem trataremos mais especificamente nesta parte do  episódio, foram criadas na capital, Fortaleza, nessa época a Santa Casa de Misericórdia (em 1861), a primeira Biblioteca Pública cearense (em 1867), filiais do Instituto Histórico e Geográfico e da Academia Francesa, e algumas agremiações literárias, que culminariam por sua vez, em 1894, na criação da Academia Cearense de Letras, a mais antiga academia de letras do Brasil, criada três anos antes da Academia Brasileira de Letras.

Também em fins do séc. XIX foi instalada na província a estrada de ferro Fortaleza-Baturité (em 1873) e implementado o primeiro plano urbanístico de Fortaleza, realizado pelo engenheiro e arquiteto pernambucano, João Adolpho Herbster (em 1875).

Saiba mais sobre isso ouvindo o episódio Dragões do Mar.


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FONTES
  • Artigo: “Abolição na Província do Ceará: a sociedade cearense libertadora e seus ideais”, Carlos Rafael Vieira Caxilé. São Paulo.
  • Livro: História do Ceará, Airton de Farias.
  • Livro: O Dragão do Mar, Edmar Morel.
  • Dissertação: “Uma tragédia em três partes : o motim dos pretos da Laura em 1839”, Jofre Teófilo Vieira. Fortaleza.
  • Livro: A Revolta da Chibata, Edmar Morel.
  • Áudio da entrevista de João Cândido para o Museu da Imagem e do Som do Rio em 1968: YouTube
  • Entrevista com o Marco Morel: Link
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Dorival Caymmi – Vida de negro é difícil
  • Coletânea de músicas brasileira (YouTube)
  • João Bosco – O Mestre sala dos Mares

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Tenentismo :

Quando a gente fala em Movimento Tenentista ou simplesmente Tenentismo, estamos falando sobre uma série de revoltas que foram organizadas e iniciadas por oficiais de baixa e média patente do Exército Brasileiro que queriam mudar algumas questões centrais da política brasileira. Vale lembrar aqui que tudo isso começou pouco mais de 30 anos depois do golpe da Proclamação da República, então o país ainda estava, e talvez ainda esteja até hoje, engatinhando na democracia. Desde a Proclamação da República em 1889 até a Revolução de 1930 nós vivemos no Brasil o período conhecido como Primeira República ou República Velha. Claro que esse é o nome que a gente dá hoje, mas na época eles chamavam apenas de República.

Mas, antes da revolução de 1930 o que nós temos é uma república das oligarquias. Era do interesse dos grandes latifundiários que a política nacional se mantivesse de certa forma estável, mas em um país do tamanho do nosso era muito difícil manter a população dos diferentes cantos sob controle. Por causa disso havia o que ficou conhecido como Política dos Governadores. Explicando em poucas palavras, o que acontecia aqui era que o presidente da república apoiava os governadores dos estados, dando a eles muita autonomia e os governadores apoiavam o governo presidencial garantindo, inclusive, a eleição para o congresso de candidatos já predeterminados.

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio sobre o Tenentismo.


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Corcovado
  • Falsa Bahiana
  • Garota de Ipanema
  • Insensatez
  • Wave
  • Barquinho
  • Samba de Uma Nota So
  • Turbilhao
  • O Pato
  • Eu Sei Que Vou Te Amar
  • Desafinado
  • Mais Que Nada
  • Tarde Em Itapuan
  • Hino São Paulo  (São Paulo de pau e pedra)

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Santos Dumont e os Pioneiros da Aviação:

Alberto Santos Dumont nasceu há 144 anos, durante o reinado de D. Pedro II, em 20 de julho de 1873, em uma das mais remotas localidades da então Província de Minas Gerais. Santos Dumont era filho de Henrique Dumont e Francisca de Paula Santos. O seu pai Henrique era natural de Diamantina e filho de um imigrante francês, François Dumont, um negociante de pedras preciosas.

Na juventude, Henrique havia sido enviado pelo pai para estudar engenharia na Escola Central de Paris, tendo trabalhado mais tarde junto ao governo de Minas, em Ouro Preto. Durante a década de 1860, recebeu no Rio de Janeiro a incumbência do próprio Imperador de construir até essa longínqua região de Minas uma extensão da Estrada de Ferro D. Pedro II (posteriormente rebatizada para Estrada de Ferro Central do Brasil). A estrada de ferro fazia parte de um vasto projeto de obras públicas de D. Pedro II que visava interligar as regiões centrais do Brasil com o litoral por trem e foi uma honra para Henrique receber essa incumbência. A desvantagem foi uma vida extremamente isolada. Henrique e a sua esposa Francisca foram a primeira geração de brasileiros a viver no distrito de João Aires, no minúsculo vilarejo de Cabangu.

Fica aqui a homenagem do Temacast ao 144° aniversário de nascimento de Santos Dumont

Saiba mais sobre isso ouvindo Santos Dumont e os Pioneiros da Aviação.


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VEJA MAIS

Documentário: Santos Dumont, O homem pode voar (YouTube)


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Coronelismo:

Antes de começar a falar das origens e evolução deste fenômeno tipicamente brasileiro, é preciso definir o que vem a ser o coronelismo. Em primeiro lugar, esse título de Coronel não tem nada a ver com o posto de Coronel das Forças Armadas ou de Polícias Militares, mas durante o episódio vocês vão entender de onde vem esse termo. Resumindo bastante, o coronelismo foi uma estrutura de poder local, a gente pode dizer que na maior parte dos casos era municipal, de característica miliciana e  agrária. Era uma estrutura que em alguns aspectos lembra a estrutura de poder feudal.

Em episódio que faremos em breve sobre o Tenentismo veremos que o poder central do Brasil precisava da colaboração dos poderes estaduais para manter a unidade do país. Já os poderes estaduais precisavam dos poderes locais para se manterem no comando. E é nesses poderes locais que entra o coronelismo.

Então se em outros episódios como o #6 sobre Lampião, o 23 sobre a Revolução de 30, o 24 sobre a Revolução de 32 nós falamos sobre essa estrutura de poder, mas com enfoque nos planos federal e estadual, agora nós vamos colocar uma lupa para entender como tudo isso funcionava lá na base, ou seja, no município do interior do país.

Saiba mais sobre isso ouvindo o episódio…


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  • Tim Maia – Coroné Antônio Bento
  • Legião Urbana – Metal Contra As Nuvens
  • Paulinho Pedra Azul – Cortinas de Ferro
  • Martinho da Vila – Balaio de Gato e de Rato
  • Titãs – Aluga-se
  • Cazuza – Brasil
  • Cazuza – Burguesia
  • Caetano Veloso – Podres Poderes
  • Gonzaguinha – O Homem Falou
  • Gonzaguinha – Comportamento Geral
  • João Bosco – Nação
  • Legião Urbana – Que País é Este

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Conde de Bobadela (Brasil Colônia no séc. XVIII):

Antes de falarmos do Conde de Bobadela e apenas para contextualizar a situação geopolítica do mundo e do Império português no início do século XVIII, vamos mencionar brevemente um evento que marcou o início desse século e que repercutiu em toda a Europa: a Guerra de Sucessão Espanhola, ocorrida entre 1701 e 1714.

Essa guerra foi iniciada após a morte do último monarca espanhol da casa dos Habsburgo, Carlos II de Espanha, que faleceu em 1700 sem deixar herdeiros. Como nas suas primeiras núpcias, Carlos II havia se casado com uma nobre francesa, D. Maria Luísa d’Orléans, sobrinha-neta de ninguém menos que o Rei-Sol, Luís XIV, o monarca francês aproveitou a oportunidade oferecida pelo falecimento de um rei sem herdeiros para entronar um de seus muitos netos, Felipe d’Anjou, como o rei Felipe V de Espanha, dando início a dinastia Bourbons na Espanha. Luís XIV baseava as suas pretensões num suposto testamento deixado por Carlos II.

Entretanto, como essa união dinástica entre as duas maiores potências militares da Europa tornaria o rei da França o senhor inconteste do continente, a coroação de Felipe d’Anjou foi contestada pelos Habsburgo da Áustria, que formaram então uma aliança com as cortes de Portugal e do Reino Unido para destronar Felipe e re-equilibrar a força bélica das Cortes europeias.

Saiba mais sobre isso ouvindo Conde de Bobadela (Brasil Colônia no séc. XVIII).


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FONTES
  • O Rio de Janeiro setecentista: A vida e a construção da cidade da invasão francesa até a chegada da corte, livro de Nireu Cavalcanti
  • “Se faz preciso misturar o agro com o doce”: a administração de Gomes Freire de Andrada, Rio de Janeiro e Centro-Sul da América Portuguesa (1748-1763), Tese de doutorado de Mônica da Silva Ribeiro
  • O Rio de Janeiro no século XVIII: A transferência da capital e a construção do território centro-sul da América portuguesa, artigo de Maria Fernanda Bicalho
  • Os modos de governar de Gomes Freire de Andrada no Rio de Janeiro: entre o poder central e os poderes locais no século XVIII (1733-1743), artigo de Victor Hugo Abril
  • A cidade do Rio de Janeiro e o sonho de uma capital americana: da visão de D. Luís da Cunha à sede do vice-reinado (1736-1763), artigo de Maria Fernanda Bicalho
  • Visões do Rio de Janeiro Colonial, livro de Jean Marcel Carvalho França
  • Outras fontes

FILME CITADO NO EPISÓDIO

A Missão (IMDB)


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Salvador de Sá e a Revolta da Cachaça:

Vamos contextualizar a situação política da Capitania Real do Rio de Janeiro no contexto do Império Português, em particular no Sul do Brasil, no período que antecedeu a revolta. A começar pelo seu nome, que diferentemente das demais capitanias da América Portuguesa do mesmo período, carregava o epíteto “real”. Esse título, “capitania real” ou “capitania régia”, era dado aos territórios ultramarinos portugueses que eram tutelados diretamente pela Coroa. As demais capitanias, chamadas de “capitanias donatárias”, eram territórios doados pela Coroa a particulares, que os incorporavam como patrimônio privado.

Inicialmente, o território da Baía do Rio de Janeiro (como era chamada a Baía de Guanabara no Brasil Colônia) havia sido doado a Martim Afonso de Souza, e era a “porção norte” ou “porção setentrional” – ou o “1º lote” da Capitania de São Vicente – e se estendia de Macaé (atual Estado do Rio) até Caraguatatuba (no atual Estado de SP). A parte setentrional (ao norte) e a meridional (ao sul) da Capitania de São Vicente eram separadas uma da outra pela Capitania de Santo Amaro (de Caraguatatuba até Bertioga), cujo donatário era Pero Lopes de Souza, irmão de Martim Afonso de Souza. Como os irmãos Souza foram expulsos nos anos 1530 dessa região pelos tamoios (grupo tupinambá que ocupava a costa brasileira do Cabo Frio até Bertioga), tanto a porção setentrional de São Vicente como Santo Amaro não foram inicialmente ocupadas pelos portugueses…

Saiba mais sobre isso ouvindo Salvador de Sá e a Revolta da Cachaça.


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FONTES
  • “Cachaça – Conflito e impasse no Brasil Colonial”, Raphael Ricardo – Artigo
  • “Entre a sombra e o sol”, Antonio Felipe Caetano – Dissertação de Mestrado
  • “Salvador de Sá and the struggle for Brazil and Angola, 1602-1686”, C. R. Boxer
  • “O Rio de Janeiro no século 17”, Vivaldo Coaracy
  • Outras fontes

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Serviço Secreto Brasileiro (terceira e última parte):

Aos 74 anos de idade, o ex-governador de MG e agora Presidente eleito do Brasil, Tancredo Neves, já estava gravemente doente quando havia lançado a sua candidatura. Ele padecia de uma infecção renal que lhe acompanhou durante a maior parte da campanha mas evitou procurar ajuda médica – escondendo até da família suas crises agudas de cólica abdominal – temendo que o seu atual estado de saúde o obrigasse a se submeter a um tratamento médico demorado ou mesmo a uma cirurgia, o que poderia impedir que ele assumisse a Presidência na data prevista: 15 de março de 1985. Tancredo acreditava que caso não assumisse os militares poderiam se ver tentados a mais uma aventura golpista e preferiu arriscar a vida do que o sonho de reempossar um civil no Palácio do Planalto após 21 anos de Ditadura.

Contrariando amigos e o bom-senso Tancredo fez uma turnê internacional pela Europa, EUA, Argentina e Uruguai, voltando para o Brasil em 7 de março de 1985, uma semana antes da posse, portanto. No dia 13, já em Brasília para a cerimônia de posse, Tancredo começou a sentir fortes dores abdominais e dessa vez não conseguiu evitar uma consulta médica de emergência. Examinado pelos médicos, os exames sobre a saúde de Tancredo não foram conclusivos. Os médicos sugeriram uma cirurgia para saber o que ele tinha, mas ele preferiu esperar para depois da posse. No dia seguinte, na véspera da passagem do cargo, Tancredo acabou passando mal durante uma missa no Santuário Dom Bosco e teve que ser levado às pressas para casa. Com calafrios, febre e as pontas dos dedos arroxeadas, Tancredo já não conseguia andar e teve de ser internado…

Saiba mais sobre isso ouvindo Serviço Secreto Brasileiro (terceira e última parte).


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FONTES
  • Livro “O Ministério do Silêncio”, de Lucas Figueiredo
  • Artigo “De FHC a Lula: a militarização da Agência Brasileira de Inteligência”, de Jorge Zaverucha
  • Outras fontes

VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Milton Nascimento – Carta à república
  • Milton Nascimento – Certas canções
  • Milton Nascimento – Coração de estudante
  • Capital Inicial – Primeiros Erros
  • Milton Nascimento – Sonho de Moço
  • Milton Nascimento – Nos bailes da vida
  • Tim Maia – Vale Tudo
  • Milton Nascimento – Travessia
  • Araketu – Mal acostumado
  • Erasmo Carlos- Sentado à beira do caminho
  • Mamonas Assassinas – Vira Vira
  • Tim Maia – Acenda O Farol
  • Cazuza – Ideologia
  • Cazuza – Brasil
  • Maria Bethania – Carcará
  • Lobão – Pra Sempre Essa Noite
  • Milton Nascimento – Caçador de Mim
  • Titãs – Polícia
  • Natalie Imbruglia – Torn
  • TLC – No Scrubs
  • The Brand New Heavies – Midnight At The Oasis
  • Shola Ama – You Might Need Somebody
  • Big Mountain – Baby I Love Your Way
  • Aswad – Shine
  • Radiohead – No Surprises

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Plano Real:

Quando Itamar Franco assumiu interinamente a Presidência da República no dia 29 de dezembro de 1992, imediatamente após a renúncia de Fernando Collor, a inflação acumulada nos 12 meses anteriores estava em 1119%.  Em 1991, ela havia sido de 472%. Em 1990, de 1621%. Também em decorrência da recessão, a arrecadação tributária não era suficiente para cobrir as despesas do governo. Como consequência, o governo apenas ordenava ao Banco Central –  que, na época, podia comprar títulos do Tesouro Nacional – que imprimisse o dinheiro necessário para fazer frente às despesas. O resultado era um moto-perpétuo inflacionário. Uma herança maldita advinda do governo Juscelino Kubitschek, que havia construído Brasília a partir de dinheiro impresso para essa finalidade e do repasse do Tesouro Nacional às empreiteiras.

Entretanto, a origem mais profunda da crise dos anos 1990, antes do Plano Real, remonta ao início dos anos 1980. O componente desencadeador fundamental dessa crise foi a ruptura do padrão de financiamento do Estado nacional-desenvolvimentista, inaugurado por Getúlio Vargas, aperfeiçoado por JK e seguido a risca pelos militares, somado ao desequilíbrio das contas externas provocado pelo choque externo ocorrido entre 1978-1982, com a crise do petróleo e a consequente alta do preço do barril de petróleo, que repercutiram profundamente nas condições internas e internacionais de financiamento do setor público brasileiro e no déficit comercial brasileiro. A crise do petróleo obrigou os EUA a elevar enormemente as suas taxas de juros a empréstimos e a reduzir enormemente a compra de produtos da América Latina, o que elevou significativamente o já preocupante endividamento externo dos países desse bloco, atingindo principalmente o Brasil, o mais endividado de todos (até hoje)…

Saiba mais sobre isso ouvindo Plano Real.


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FONTES
  • “Brasil: plano real e a estabilização econômica inacabada”, Dirceu Grasel
  • “Políticas Públicas e Estado: o Plano Real”, Marcus Ianoni
  • “A teoria da inflação inercial: concepções da PUC-RJ e da FGV-SP”, Osmani Pontes Moreno
  • Outras fontes

TRANSCRIÇÃO DO ÁUDIO

Créditos: Karla Michelle Braga (facebook)

Link:  Transcrição


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Paulinho da Viola – Dinheiro na mão é vendaval
  • Art Popular – Fricote
  • Cássia Eller – O segundo sol
  • Art Popular – Valeu Demais
  • Cássia Eller – Palavras ao vento
  • Titãs – Sonífera Ilha
  • Titãs – Eu Não Aguento
  • Legião Urbana – Tempo Perdido
  • Pixote – A lua e eu
  • Skank – Vamos Fugir
  • Só Pra Contrariar – Mineirinho
  • Rappa – A Feira
  • Rappa – Vapor Barato
  • Claudinho e Buchecha – Quero te encontrar
  • Pink Floyd – Money
  • Pink Floyd – Learning To Fly
  • Pink Floyd – One Slip
  • Pink Floyd – On The Turning Away
  • Pink Floyd – Comfortably Numb

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Serviço Secreto Brasileiro 2/3:

A Princípio os militares tomaram o poder com uma ideia em mente: moralizar o país. Neste episódio Serviço Secreto Brasileiro 2/3 vamos ver que na orientação positivista da caserna, o país estava doente e deveria ser curado de seus males, que eram a corrupção e a subversão. Na cabeça dos militares, uma vez tomado o poder no país a cura seria simples de se implantar. Bastaria identificar os corruptos e os subversivos, cassar-lhes os direitos políticos e colocá-los na prisão. Alguns mais afoitos defendiam até mesmo que esses “maus cidadãos” deveriam ser também torturados ou mesmo mortos para servir de exemplo.

E os corruptos – o maior e mais organizado sindicato do Brasil – não pretendia virar alvo dos “milicos” e tratou de agir rapidamente logo que a Presidência da República foi declarada vaga, tendo sido os primeiros a compor o novo governo (como diria o capitão Nascimento, “o sistema é foda”). Os militares perceberam logo nos primeiros dias de governo que uma confrontação direta dos corruptos em tantas áreas e instâncias do governo e da sociedade civil colocaria em risco a “revolução” recém-iniciada – não haveria sequer dinheiro pra tocar o governo se prendessem todos os empresários corruptos e preferiu fazer vista grossa desde que eles colaborassem com o novo regime. Assim, sobrou para os militares contentar-se em perseguir o segundo mal que assolava o país que eram os “subversivos”. Mas, quem eram os “subversivos”? Bom, na visão singela dos militares todo e qualquer um que se opusesse “a revolução de 64”.

Quem era contra o novo regime era contra a pátria, e vice-versa. Dessa maneira, de modo a identificar esses tais subversivos era preciso fortalecer o serviço secreto e a Doutrina de Segurança Nacional…

Saiba mais sobre isso ouvindo Serviço Secreto Brasileiro 2/3.


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FONTES
  • Livro “O Ministério do Silêncio”, de Lucas Figueiredo
  • Artigo “De FHC a Lula: a militarização da Agência Brasileira de Inteligência”, de Jorge Zaverucha
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Jair Rodrigues – Disparada
  • Edu Lobo e Marília Medalha – Ponteio
  • Chico Buarque – A Banda
  • Chico Buarque – A Rita
  • Chico Buarque – Quem Te Viu, Quem Te Vê
  • Chico Buarque – Roda viva
  • Chico Buarque – Nicanor
  • Chico Buarque – Pois é
  • Secos e Molhados – Sangue Latino
  • Secos e Molhados – O Patrão Nosso De Cada Dia
  • Gonzaguinha – Comportamento Geral
  • Gonzaguinha – Vamos à Luta
  • Gonzaguinha – Recado
  • Gonzaguinha – É Preciso
  • Gonzaguinha – Pequena Memória Para Um Tempo Sem Memória
  • Gonzaguinha – Sangrando
  • Gilberto Gil – Geleia Geral
  • Chico Buarque – Bom Conselho
  • Elis Regina – Como nossos pais
  • Elis Regina – O Bêbado e a Equilibrista
  • Chico Buarque – Meu Caro Amigo
  • Chico Buarque e Milton Nascimento – Cálice
  • Chico Buarque – Pelas Tabelas
  • Chico Buarque – Vai Passar
  • Chico Buarque – Hino Da Repressão
  • Djavan – Sabe Você
  • Alceu Valença – Coração Bobo
  • Simone – Tô Voltando

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Serviço Secreto Brasileiro 1/3:

Serviço Secreto Brasileiro 1/3. Nesta primeira parte falaremos sobre o período de Washington Luís (criação do serviço) até o governo de João Goulart.

Desde o fim do Império e a Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889 até o final da 1ª República Brasileira ou República Velha, em outubro de 1930, o mundo havia passado por enormes transformações. As novas tecnologias como o telefone, o rádio, o motor a explosão e o avião encurtavam distâncias e faziam avançar o processo de industrialização iniciado na Inglaterra no séc. XVIII para os quatro cantos do mundo. O PIB mundial crescia exponencialmente, e com ele, a desigualdade. A humanidade que até então tinha sido absolutamente rural migrava em revoadas para as cidades em busca de melhores condições de vida já que a maquinização e a globalização haviam tornado ociosa grande parte da mão de obra disponível no campo.

O crescimento desordenado das cidades, que inchavam e se tornavam imensas metrópoles, fazia surgir também enormes subúrbios onde os trabalhadores viviam em péssimas condições de higiene e saúde. Os antigos camponeses e artesãos agora eram submetidos a uma estafante carga horária que podia chegar a 15 horas diárias, sem férias, sem folga e sem qualquer tipo de compensação em caso de acidente. Em suma, não possuíam nenhum direito. As péssimas condições de trabalho fazia eclodir por toda parte motins e greves de operários exauridos e insatisfeitos. Além disso, com a crescente produtividade proporcionada pela indústria, mais e mais produtos, e em maior quantidade, apareciam e os governos se viam cada vez mais pressionados pelas burguesias nacionais para criar mais e mais mercados consumidores mundo afora, fazendo colidir as fronteiras dos antigos impérios coloniais que se haviam formado nos séculos anteriores, levando tanto a crises externas quanto internas…

Saiba mais ouvindo: Serviço Secreto Brasileiro 1/3.


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FONTES
  • Livro “O Ministério do Silêncio”, de Lucas Figueiredo
  • Artigo “De FHC a Lula: a militarização da Agência Brasileira de Inteligência”, de Jorge Zaverucha
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Waldir Azevedo – Pedacinhos do Céu
  • Estevão Teixeira – Magoado
  • Nilze Carvalho – Simplicidade
  • Toco Preto – Vê se gostas
  • Evandro do Bandolim – Chorando Baixinho
  • Toco Preto – Moliendo Café
  • Estevão Teixeira – Proezas de Saloon
  • Nilze Carvalho – Dengoso
  • Evandro do Bandolim – Sons de Carrilhões
  • Canhotinho – Sentido
  • Toco Preto – Sobe e Desce
  • Trio Nazareth – Na Glória
  • Nilze Carvalho – Não Posso Mais
  • Canhotinho  – Chorando Calado
  • Nilze Carvalho – Diabinho Maluco
  • Nilze Carvalho – Bola Preta
  • Ernesto Nazareth – Apanhei-te Cavaquinho
  • Jacob do Bandolim – Noites Cariocas
  • Pixinguinha – Lamentos
  • Abel Ferreira – Chorando Baixinho
  • Jacob do Bandolim – Murmurando
  • Waldir Azevedo – Brasileirinho
  • Jacob do Bandolim – Odeon
  • Jacob do Bandolim – Assanhado
  • Waldir Azevedo – Delicado & Atrevido
  • Waldir Azevedo – Naquela mesa
  • Runaway
  • Oh’ Carol
  • Diana
  • Will You Love Me Tomorrov
  • Only You
  • One Way Ticket
  • Bob Seger & The Silver Bullet Band – Shame On The Moon
  • The Rolling Stones – Let It Loose
  • Shocking Blue – Venus

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Retrô 2016 – férias:

Este será, como de costume, o último episódio do ano. O Temacast entrará de férias e deverá retornar em março de 2017. Dessa maneira, aproveitamos para desejar a todos um excelente final de ano e um início de ano novo super legal. Ah! Não se esqueçam de botar juízo na cabeça nas festas que estão por vir. Não dirijam depois de beber e se beberem peguem um Uber. Nós queremos encontrar todos com muita saúde no ano que vem.

Como sempre fazemos, também neste episódio, Retrô 2016 – férias, iremos falar sobre vários acontecimentos deste ano que está chegando ao fim. Sempre optamos por falar das coisas que não foram muito divulgadas nas mídias de massa. Entretanto, desta vez também falamos de assuntos que foram muito divulgados devido ao calibre dos mesmos e do impacto que tiveram em nossas vidas.

Entre outros assuntos abordamos um fenômeno raro ocorrido na Índia chamado “Feto in fetus”. Se você não sabe o que é isso esta será a oportunidade de conhecer.

O que você acha de uma bateria nuclear que pode durar milhares de anos? E sobre máquinas moleculares que irão revolucionar os tratamentos de saúde?

Não deixe de conhecer as últimas evoluções do exoesqueleto desenvolvido pelo neurocientista Miguel Nicolelis e apresentado na abertura da Copa de 2014 de forma muito aquém do que deveria ter sido. No seu projeto aconteceram coisas surpreendentes e muito boas!

Saiba mais sobre outros assuntos ouvindo o episódio Retrô 2016 – férias.


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Stevie Wonder – Sir Duke
  • Vincent Bell –  Airport Love Theme
  • Sade – Smooth Operator
  • Triumvirat – The Walls Of Doom
  • Gonzaguinha – E vamos à luta
  • Elis Regina – Aquele Abraço
  • Elis Regina – Como Nossos Pais
  • Chico Buarque – Apesar de Você
  • João Gilberto   Chega de saudade
  • Guilherme Arantes – Olhos Vermelhos
  • Sérgio Sampaio – Bloco Na Rua
  • Tunai – Frisson
  • Cazuza – Brasil
  • Cazuza – Codinome Beija Flor
  • DJlang59 – Drops of H2O
  • The Beatles – Let It Be
  • Loveshadow – It’s up to You
  • Loveshadow – Peace
  • Loveshadow – Almost Given Up
  • Loveshadow – I am Your Black Swan
  • Loveshadow – Liberty Road
  • Simone – Então é natal
  • Bob Sinclair – World Hold On
  • Sam La More – I Wish It Could Last
  • Sa Trincha – Sa Trincha 2009
  • Gigi D’ Agostino – Toujours Lamour (Forte Forte)

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Ceilândia:

Em 1969, com apenas nove anos de fundação, Brasília já tinha 79 mil favelados distribuídos em 14 mil barracos, aproximadamente um quinto da população do Distrito Federal daquela época, que era algo como 500 mil habitantes. Essa população de favelados estava espalhada nas invasões do IAPI, Morro do Urubu, Placa das Mercedes, Sarah Kubistchek, Vilas Tenório e Esperança, Bernardo Sayão, Colombo e outras situadas nas proximidades do Núcleo Bandeirante. Esses núcleos de ocupação haviam se iniciado com os “candangos”, os operários que construíram Brasília, e que após a inauguração da cidade, descumpriram a ordem de despejo do governo federal e se recusaram a deixar Brasília. Esses núcleos iniciais foram então sendo acrescidos ao longo dos anos 60 de novas e constantes levas de retirantes que vinham para a nova capital do Brasil em busca do progresso prometido por JK. Muitos vinham fugindo da seca no nordeste, outros motivados pela falta de oportunidade de trabalho em suas regiões de origem e outros movidos pela ambição de “fazer a vida” numa cidade recém-inaugurada e que passaria a sediar todos os poderes da República.

Como os governantes continuavam a tratar essas ocupações como “invasões” e como a necessidade de mão de obra ainda era muito grande numa cidade onde tudo estava por se fazer, o governo não tomava qualquer atitude para organizar o povoamento crescente de retirantes, que seguia de forma desordenada e sem a mínima infraestrutura. A marginalidade, a prostituição, a criminalidade, as doenças contagiosas conviviam entre os moradores que compunham as favelas brasilienses, aos moldes da antiga capital federal, o Rio de Janeiro, a qual Brasília deveria supostamente superar…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio sobre a Ceilândia.


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FONTES
  • Ceilândia é reduto da nova classe média – Link
  • Feira Central da Ceilândia – Link
  • SEVERO, Denise de Sousa. Planejamento urbano no Distrito Federal: o caso de Ceilândia. Monografia. UnB – 2014 – Link
  • Comunidade Sol Nascente na Ceilândia-DF é a maior favela do Brasil – Link
  • SAMPAIO, Wesley. T.P. JK Shopping e Tower: A produção do espaço urbano nas adjacências de Ceilândia -DF. Monografia. UnB – 2013 – Link
  • Outras fontes

VEJA MAIS

 


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Zé Ramalho – Cidadão
  • Raul Seixas  Metamorfose ambulante
  • Legião Urbana – Tempo Perdido
  • A cidade é uma só (tema)
  • MC Dodô – Bomba Explode na Cabeça
  • MC Vavá – Rap da Ceilândia
  • Alceu Valença – Te Amo Brasília
  • Viela 17 – Ah Tah
  • Ellen Oléria – Senzala
  • Legião Urbana –  Faroeste Caboclo
  • Liberdade Condicional  – Foi na Ceilândia
  • Gonzaga e Gonzaguinha – Minha Vida é Andar Por Esse País
  • Luiz Gonzaga – Asa Branca
  • Talk Talk – Life’s What You Make It
  • The Cars – Drive
  • Timmy Thomas – Why Cant We Live Together

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A Mulher na Literatura Brasileira:

Com a evolução da história, a mulher passou por transformações em várias instâncias: moral, afetiva, econômica, intelectual, etc. Tais transformações foram importantes para definir a posição da mulher na sociedade.

Como é de conhecimento de muitos, até o século XIX, as mulheres viviam em sua maioria enclausuradas. Sem o direito de  aprender a ler, escrever ou votar. No Brasil, por exemplo, a primeira legislação autorizando as mulheres a frequentar escolas elementares data de 1827. E somente 50 anos mais tarde, em 1879, que as mulheres foram autorizadas a frequentar o ensino superior no país. O direito a voto só viria no século seguinte, em 1932, durante o governo provisório de Vargas (2ª República).

Mas, como ficava a mulher na literatura brasileira? Bem, as mulheres daquela época eram criadas para serem boas mães, boas donas de casa e para obedecerem: primeiramente aos pais, quando solteira, e mais tarde, ao marido, quando já fossem casadas. E para obedecer elas não precisavam – nem deveriam – ser cultas ou intelectuais. Precisavam, sim, saber lavar, cozinhar, costurar, cuidar de crianças, etc

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio sobre A mulher na literatura brasileira…


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PAUTA
  • Maria Freire (blog)

FONTES

VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Joyce – Feminina
  • Ataulfo Alves – Ai! que saudade da Amélia
  • Benito De Paula – Mulher Brasileira
  • Cassia Eller – Palavras ao vento
  • Maria Rita – Pagu
  • Oswaldo Montenegro – Me ensina a escrever
  • Rita Lee – Todas Mulheres do Mundo!
  • Caetano Veloso – Livros
  • Lysia Condé – Corta Jaca
  • Simone – Leão Ferido
  • Carpenters – Please Mr. Postman
  • The Doobie Brothers – Listen to the Music
  • Duran Duran – Come Undone

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 Origem da Favela:

Como vimos no Episódio #18 do Temacast, que narra os eventos da Guerra de Canudos, o Exército brasileiro fracassou nas primeiras três expedições que pretendiam destruir a cidade de Belo Monte – como o arraial de Canudos foi batizado pelos seus habitantes. Como solução final para os “irredutíveis canudenses”, o Presidente Prudente de Moraes, o primeiro Presidente civil da República brasileira, ofereceu aos soldados de baixa patente e a outros sertanejos que viviam por ali nas cercanias de Canudos o recebimento de terras no Distrito Federal (Rio de Janeiro) caso eles o Exército fossem vitoriosos contra os “rebeldes”.

Assim, após a morte de Antônio Conselheiro e a destruição de Canudos, que se deu em 5 de outubro de 1897, esses ex-combatentes de guerra vieram todos com suas famílias para o Rio de Janeiro, mas chegando lá não encontraram lugar para morar e passaram a ocupar o Morro da Providência, no centro da cidade, bem próximo a Estação Central do Brasil. Em princípio, essa ocupação era de caráter provisório – até que o Governo Federal cumprisse a promessa de dar moradia aos veteranos de Canudos – mas, como o Governo Federal nunca cumpriu a promessa feita por Prudente de Moraes, a ocupação provisória acabou se tornando permanente.

Entretanto,

Apesar de a chegada dos soldados ter ampliado o número de habitantes ali no Morro da Providência, ele já vinha sendo ocupado havia quatro anos, desde 1893, quando o então prefeito do Rio, Barata Ribeiro, mandou demolir o maior cortiço do centro da cidade: o “Cabeça de Porco”. Com a chegada dos miseráveis que compunham as tropas de Canudos, o Morro da Providência passou a ser apelidado de Morro da Favella, em alusão a um arbusto abundante no sertão baiano que produzia frutos com sementes semelhantes às da fava e que era popularmente chamado no norte de faveleira, faveleiro ou favela. A faveleira ou favela é o arbusto da mandioca brava, umas das poucas coisas que nasciam no solo pedregoso do Morro da Providência. Assim como os montes que cercavam Canudos, o Morro da Providência era completamente recoberto dessas faveleiras…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio sobre a origem da favela.


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FONTES 
  • Livro: A Invenção da Favela, Licia do Prado Valladares
  • Depoimento pessoal
  • Outras fontes

VEJA MAIS

FOTOS
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VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Arlindo Cruz  – Favela
  • Bezerra da Silva – Eu sou Favela
  • Renato da Rocinha – Moro lá
  • Renato da Rocinha – Qualquer Lugar
  • Realidade da Favela – A voz não cala
  • Seu Jorge – Eu Sou Favela
  • Renato da Rocinha – Misticidade
  • Cidinho e Doca – Rap da Felicidade
  • Mc Bob Rum – Rap do Silva
  • Renato da Rocinha – Roçando
  • Mc Dollores – Guerra de Ambição (Trilha do Filme ‘Fuga da Rocinha’)
  • Renato da Rocinha – Outros Tempos
  • Luiz Melodia e Escola de Música da Rocinha – Cruel
  • Renato da Rocinha – Chega de Fazer Pirraça
  • Ultraje a Rigor – Nós vamos invadir sua praia
  • Renato da Rocinha – Rocinha
  • Abertura (Francis Hime   Sinfonia do Rio de Janeiro de São Sebastião)
  • Agostinho dos Santos   A felicidade (Happiness)
  • Thiago Kobe – Grito Negro
  • Renato da Rocinha – Horizonte Perdido
  • Paralamas do Sucesso – Alagados
  • Grand Funk Railroad – Feelin’ Alright
  • Grateful Dead – Just A Little Light
  • Grateful Dead – Althea
  • Deep Purple – Black Night
  • Black Sabbath – The Warning
  • Black Sabbath – Children of the Grave
  • Black Sabbath – Changes

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Campanhas Eleitorais

Antes de falarmos sobre campanhas eleitorais vamos para o começo. O primeiro modelo de imprensa política surgiu ali entre os séculos 17 e 18. Nessa época, a então chamada “imprensa de opinião” funcionava como um instrumento político da burguesia, que era excluída da política oficial – parlamento, intendências, fóruns etc -, controlada pelo clero (igreja) e pela aristocracia (nobreza). A burguesia se utilizava da sua imprensa para promover discussões públicas e criticar as decisões tomadas pelo Estado.

Esse primeiro modelo sofreu uma alteração quando os burgueses tomaram a frente do Estado e das esferas de decisão política, no final do século 18. Agora aqueles mesmos burgueses que controlavam a imprensa e até então criticavam os políticos (que eram todos nobres) tinham se tornado eles próprios os políticos. Então, a “imprensa de opinião” teve que mudar o seu enfoque e parar de se referir aos políticos genericamente, tornando-se a “imprensa de partido”, que se dividia em jornais governistas e de oposição, conforme a alternância de grupos burgueses no poder.

Saiba mais ouvindo este episódio sobre as campanhas eleitorais…


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FONTES 

VEJA MAIS

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Bezerra da Silva – Candidato Caô Caô
  • Dicro – Homenagem ao eleitor
  • Bezerra da Silva – Pastor Trambiqueiro
  • Bezerra da Silva – Quando o Morcego doar Sangue
  • Bezerra da Silva – Vírus da Corrupção
  • Varre, varre, vassourinha! Jingle de Jânio Quadros
  • Paródia dos ossos
  • Jingles Julio Prestes – Eleição de 1930
  • Jingle Politico (Michael Jackson – Bad)
  • 1952 Eisenhower Political Ad   I Like Ike   Presidential Campaign Ad
  • Frank Sinatra   ‘High Hopes’ with Jack Kennedy (1960)
  • YES WE CAN   New Approaches   Entertainment   EMMY WINNER
  • Jingle Político 1989 – Lula La!!
  • Propaganda Eleitoral Gratuita – Que só fala a verdade (by Marcelo Adnet)
  • Rita Lee – Tudo Vira Bosta
  • Parodia Música do político de 4 en 4 anos
  • Gabriel o pensador – Até quando
  • Paralamas do Sucesso – Que País É Este
  • RPM – Alvorada Voraz
  • Malandramente – Jingle suposta candidata a vereadora de Jacaraú
  • The Carpenters – Please Mr Postman
  • Boy George & Culture Club – The Crying Game
  • Lorrie Morgan and Beach Boys – Don’t worry baby
  • Mario Biondi – Ecstasy
  • Robert Miles ft Maria Nayler – One And One (Club Version)

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Guerra do Paraguai parte 3 (final)

No segundo ano da Guerra do Paraguai, os EUA se ofereceram para mediar o conflito da região da Prata. Segundo o Departamento de Estado dos EUA, a continuação do conflito prejudicava o comércio e as instituições republicanas na América do Sul. Com essa atitude, os EUA pretendiam estender sua influência até o sul do continente desencorajando o protetorado de nações europeias como França e Grã-Bretanha, o que acreditavam ser uma ameaça ao “independencionismo americano”.

Entretanto, britânicos e franceses, que viam buscando limitar a área de influência dos EUA até no máximo a região do Caribe, investiram numa propaganda antiestadunidense tanto no Brasil quanto na Argentina e demais nações sul-americanas, apresentando os EUA como um país pouco confiável, belicoso e expansionista, que não respeitava territórios nem tratados internacionais (além do quê, os EUA acabara de sair de uma sangrenta guerra civil).

Na Guerra do Paraguai parte 3, a iniciativa estadunidense acabou sendo catastrófica devido a atuação medíocre de sua diplomacia. Agindo mais como alcoviteiros do que como diplomatas, os enviados estadunidenses causaram grande ojeriza ao governo brasileiro ao fazerem declarações como “ser grande a vontade de argentinos de terminarem a guerra apesar do empenho belicista brasileiro ou ainda apresentando no The New York Times uma visão do conflito favorável a López, onde o ditador era descrito como “verdadeiro cavalheiro, um acadêmico” republicano e libertário, perseguido pela casa dos Bragança pôr defender a autonomia das repúblicas sul-americanas.

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio sobre a Guerra do Paraguai parte 3…


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Francisco Russo – Tujami
  • Alberto de Luque y Quemil Yambay – Pyhare
  • Amambay Cardozo Ocampo – Primavera
  • Che jazmin Paraguay
  • Mi barquito de esquelita
  • Lidia Mariana
  • Che iru che reja
  • Perla del Paraguay – A mi tierra
  • E.R.Fernandez – 7 notas musicales
  • Anibal Lovera – Che mandu’avo
  • Anibal Lovera – Nde juru mbyte
  • Quemil Yambay – De lejos vengo
  • Duo Qujntana Escalante – La ultima letra
  • Duo Perez Peralta – Un tiempo era va’ekue chave
  • Duo Mongelos Torales – Kuña guapa
  • Rafael Vargas – Falso juramento
  • Rafael Vargas – Ndajekehai de mi suerte
  • Rafael Vargas – Despierta joven amada
  • Triunfadores Carapegueños – Iñiru Kañyva
  • Quemil Yambay – Ko’ere che mandu’a
  • Quemil Yambay – Ka’aruete
  • Duo Quintana Escalante – Oda pasional
  • Duo Quintana Escalante – Ko’eti jave
  • Duo Quiñonez Moray – Nde rechaga’u mainumbymi
  • Duo Quiñonez Moray – Kuña Paraguay rembiasa asy
  • Tavarandu – La cautiva
  • Tavarandu – Mi sueño dorado
  • Tavarandu – Siete notas musicales
  • Flaminio Arzamendia – Puerto Irala poty
  • Duo Quiñonez Moray – Ndaha’einte oñoirura
  • Folk tres – Nde mborayhu che cambia
  • Grupo Magistral – Seras dueña de mi vida
  • Duo Quiñonez Moray – Jahechake mba’epa oiko che hegui
  • Los Placenteros – Ejujeyna Blanquita
  • La Misma Mezkla – Ndavyai Nderehey
  • La Misma Mezkla – Vyro Pareima La Ñande Joayhu
  • La Misma Mezkla – Ne Kane`Ontema Che Hegui
  • La Misma Mezkla – Suertegui Rei
  • La Misma Mezkla – Saludomike Cheve Ichupe
  • Hino Nacional Brasileiro (Instrumental) – Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro

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Guerra do Paraguai parte 2:

O governo argentino esperava uma guerra rápida contra o Paraguai. Mitre havia prometido perante uma multidão que estaria “em 24 horas ao quartel, em quinze dias em Corrientes, em três meses em Assunção”. A promessa acabou não se cumprindo visto que o Exército argentino carecia de todo tipo de recurso possuindo apenas 2993 soldados na infantaria e 2858 na cavalaria. A artilharia contava com 540 homens e com obsoletos canhões fabricados em fins do século XVIII.

Não havia corpos de engenharia e entre os oficiais havia também muita rivalidade. Para engrossar o efetivo argentino, tal como ocorreu no Exército brasileiro, foi alistada, contra a vontade, os condenados pela Justiça e homens endividados. Por exemplo, os “Voluntários de Córdoba” foram enviados para o combate atados uns aos outros por correntes para não fugirem.

Em La Rioja, os homens se esconderam nas serras para não se alistarem, enquanto que os “Voluntários de Salta” se rebelaram ao chegar a Rosário, dando vivas ao Paraguai e gritando que não queriam lutar em união com os portenhos.

Tanto em Buenos Aires quanto no interior, os membros da Guarda Nacional realizaram sorteios para definir aqueles que iriam para a guerra contra o Paraguai. Contudo, os mais ricos, tal como no Brasil, podiam contratar um personero, um substituto para representá-lo na guerra. Neste episódio, Guerra do Paraguai parte 2, falamos das suas principais batalhas.

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio sobre a Guerra do Paraguai parte 2…


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Vivandeira
  • Pyhare – Alberto de Luque y Quemil Yambay
  • Primavera – Amambay Cardozo Ocampo
  • Che jazmin Paraguay
  • Mi barquito de esquelita
  • Lidia Mariana
  • Che iru che reja
  • A mi tierra – Perla del Paraguay
  • 7 notas musicales de E.R.Fernandez
  • Che mandu’avo – Anibal Lovera
  • Nde juru mbyte – Anibal Lovera
  • De lejos vengo – Quemil Yambay
  • La ultima letra – Duo Qujntana Escalante
  • Un tiempo era va’ekue chave – Duo Perez Peralta
  • Kuña guapa – Duo Mongelos Torales
  • Falso juramento – Rafael Vargas
  • Ndajekehai de mi suerte – Rafael Vargas
  • Despierta joven amada – Rafael Vargas
  • Iñiru Kañyva – Triunfadores Carapegueños
  • Ko’ere che mandu’a – Quemil Yambay
  • Ka’aruete – Quemil Yambay
  • Oda pasional – Duo Quintana Escalante
  • Ko’eti jave – Duo Quintana Escalante
  • Nde rechaga’u mainumbymi – Duo Quiñonez Moray
  • Kuña Paraguay rembiasa asy – Duo Quiñonez Moray
  • La cautiva – Tavarandu
  • Mi sueño dorado – Tavarandu
  • Siete notas musicales – Tavarandu
  • Puerto Irala poty – Flaminio Arzamendia
  • Ndaha’einte oñoirura – Duo Quiñonez Moray
  • Nde mborayhu che cambia – Folk tres
  • Seras dueña de mi vida – Grupo Magistral
  • Jahechake mba’epa oiko che hegui – Duo Quiñonez Moray
  • Ejujeyna Blanquita – Los Placenteros
  • Punteada Okara
  • Juan Carlos Oviedo y Los Hermanos Acuña – Pájaro Choguy
  • J C Oviedo y Los Hermanos Acuña – Bajo el cielo del Paraguay

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Guerra do Paraguai (parte 1)

A Guerra do Paraguai foi o maior conflito armado internacional ocorrido na América do Sul no século 19. Rivalidades platinas e a formação de Estados nacionais deflagraram o confronto, que destruiu a economia e a população paraguaia.

É também chamada Guerra da Tríplice Aliança. Na Argentina e Uruguai é chamada de Guerra de la Triple Alianza e de Guerra Grande, no Paraguai.

A Guerra do Paraguai durou seis anos. Teve seu início  em dezembro de 1864 e só chegou ao fim no ano de 1870, com a morte de Francisco Solano Lopes em Cerro Cora.
Desde o final do Império até o início do Regime Militar, a versão oficial do conflito defendida pela historiografia brasileira era a que o Brasil havia sido forçado à guerra pelo ditador Solano López que, ambicionando expandir seus domínios até o Atlântico e criar o “Paraguai Maior”, havia invadido partes do território brasileiro, uruguaio e argentino. É importante ressaltar que ao longo de todo esse período – República Velha, Era Vargas e República Nova – o Brasil foi comandado por uma elite política, tanto civil quanto militar, ligada diretamente à Guerra do Paraguai. A República brasileira foi fundada por heróis da guerra do Paraguai, como Deodoro da Fonseca, Floriano Peixoto e Pinheiro Machado, e nas décadas seguintes, foi encabeçada por descendentes de ex-combatentes, tais como Hermes da Fonseca, Getúlio Vargas e Eurico Gaspar Dutra…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


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  • Hino Nacional do Paraguai
  • Audiomachine – Akkadian Empire
  • Ivan Torrent – The Light Crusaders
  • Jasper Blunk – World of Fireflies (feat. Merethe Soltvedt)
  • PostHaste Music – Riven (Mark Petrie)
  • Audiomachine – Land of Shadows (Paul Dinletir)
  • Valentin Boomes – Avalon
  • Future World Music – Journeyto Pandora
  • Future World Music – Victory of Life
  • Audiomachine – Breath and Life
  • Ivan Torrent – Before I Leave This World
  • West One Music – Jewel of África
  • Epic Score – Smash them Ali (No Vocais)
  • Epic Score – Hells Army
  • Two Steps From Hell – Love and Loss
  • Epic Score – Unstoppable Forces
  • Black Phoenix Music – Elven’s Dawn (feat. Julie Elven)
  • Audiomachine – Guardians atthe Gate
  • Audiomachine – Blood and Glory
  • Kyueko – Better Fly
  • West One Music – lllumination
  • Future World Music – Aqua Vitae
  • E.S. Posthumus – Mosane
  • Future World Music – New Beginnings
  • Corner Stone Cues – El Morro
  • Position Music – Kingdom of Avilion
  • KillerTracks – Kingdom of Ashes
  • Immediate Music – Serenata lmmortale
  • Two Steps From Hell – Kronos
  • PP Music – Fulgor Solaris
  • Groove Addicts – Interstellar
  • Groove Addicts – Wings of Glory
  • Two Steps From Hell – Blackheart
  • Audiomachine – Épica
  • Zack Hemsey – Evolution
  • Two Steps From Hell – Heart of Courage
  • Immediate Music – Dark Side of Power
  • Audiomachine – Knights and Lords
  • Two Steps From Hell – Elementum
  • Audiomachine – Reign of Chaos
  • Roland Mair-Gruber – The Reunion
  • Epic North – Falling Giants
  • Alex Must – Birth of Fairies
  • Audiomachine – Back In Da Loop
  • Two Steps From Hell – Breathe
  • Veigar Margeirsson – Rise Above

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Escravidão:

Como definição, a escravidão é um regime jurídico ou econômico onde o princípio de propriedade privada é aplicado também a seres humanos, permitindo que pessoas sejam classificadas como propriedade. Sendo assim, elas podem ser compradas e vendidas e não podem, por sua vontade, se desvencilhar desta relação de exploração. Além disso, o escravo a princípio não recebe nenhum tipo de remuneração pelo trabalho que executa e suas atividades bem como seu tempo são controlados por quem detém sua posse. Essa é a definição clássica de escravidão e, por estes termos, ela é considerada ilegal em todos os países. O último a abolir em definitivo a escravidão foi a Mauritânia em, pasme, 2007! Apenas poucos anos atrás. No entanto, isso não significa que a escravidão tenha deixado de existir.

Há, nos tempos atuais, também a definição de “condição análoga à escravidão” que é onde uma pessoa trabalha para a outra sem na prática ter a opção de sair daquele emprego ou mesmo se mudar para um outro lugar. Dentre as formas que vamos ver que mantém uma pessoa ainda hoje em dia nessas condições estão desde questões financeiras até mesmo o uso da força por parte de seus captores.

Falando em etimologia, a palavra “escravo” em português ou “Slave” em inglês vem do Latim SCLAVUS, “pessoa que é propriedade de outra” e de de SLAVUS, “eslavo”. Mas, Eslavo, da etnia eslava? Sim, já que em guerras antigas muitos desta etnia foram capturados e escravizados…

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Oswaldo Cruz

Oswaldo Gonçalves Cruz nasceu em 5 de agosto de 1872 em São Luís de Paraitinga, São Paulo, filho do médico Bento Gonçalves Cruz e de Amália Bulhões Cruz. Aos 5 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro, estudou no colégio Pedro II e aos 15 anos incompletos, em 1887, ingressou na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Em 1892, formou-se doutor em Medicina com a tese A veiculação microbiana pelas águas. No mesmo dia que se forma seu pai vem a falecer e ele assume a clínica do pai na fábrica de tecidos Corcovado e trabalha na policlínica de Botafogo. Em 1894 Oswaldo Cruz foi trabalhar na Policlínica Geral do Rio de Janeiro onde ele montou e chefiou um laboratório de análises clínicas ligado ao serviço de moléstias internas. No mesmo ano de 1894 consegue diagnosticar como cólera uma epidemia que se alastrava no Vale do Paraíba. Quatro anos depois, realizou seu grande sonho: especializar-se em Bacteriologia no Instituto Pasteur de Paris, que reunia os grandes nomes da ciência na época…

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Marchinha – Cidade Maravilhosa
  • Moro num país tropical
  • Jean Michel Jarre – Souvenir Of China
  • Jean Michel Jarre – The Overture
  • Jean Michel Jarre – Arpegiator
  • Jean Michel Jarre – Equinoxe IV
  • Jean Michel Jarre – Equinoxe VII
  • Jean Michel Jarre – Magnetic Fields IV
  • Jean Michel Jarre – Magnetic Fields II
  • Blank And Jones – Feel Good
  • Jeff Bennet’s Lounge Experience Feat. Alexandra – Sympathy
  • Moby & Mark Lanegan – The Lonely Night (Moby’s January 14th Mix)
  • Hannah ILD – Right Beside You
  • Deep Josh & Jose Rodriguez Feat. Lisa Rose – The Clouds
  • Echobelly – King Of The Kerb
  • Boz Scaggs – Jojo
  • The Cars – Drive

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Invasões Holandesas e a União Ibérica:

Para contextualizarmos o período ao qual nos referimos se faz necessário dizer que o nordeste brasileiro era o maior produtor de açúcar do mundo no século XVII. Sendo o Brasil na época colônia era obrigado, pelo pacto colonial, a vender todo o açúcar produzido para Portugal. Este por sua vez, não vendia o açúcar diretamente para os consumidores e sim, vendia o mesmo para a Holanda que fazia a distribuição do produto por toda a Europa. Muito bem, depois deste breve resumo onde pode-se ver que Portugal ganhava sendo colonizador e atravessador e Holanda também ganhava tendo o monopólio de distribuição do açúcar, por que a Holanda viria a invadir o Brasil? Bom, é isso que vamos aprender neste episódio de hoje.

Países baixos

Neste período histórico possui vários atores importantes. Além de Espanha e Portugal, tem o território conhecido como “Países Baixos”. Antes de falar porque eles são importantes, vamos definir o que são os Países Baixos, que em holandês se pronuncia mais ou menos como “Nei-der-land” (país baixo).
Nos Séculos XV e XVI, a Holanda era parte das chamadas 17 províncias, que corresponde mais ou menos ao que hoje são os territórios da Holanda, Bélgica, Luxemburgo, norte da França (na região de Calais) e uma porção pequena do oeste da Alemanha…

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Hino Nacional da Holanda
  • 1 Hora de música épica   Two Steps from Hell   Volumen 1 (YouTube)
  • Enigma – Mea Culpa
  • Hino Nacional da Espanha
  • Hino Nacional de Portugal
  • 10 Canciones Épicas Para Tus Vídeos 1 (YouTube)
  • Era – Impera
  • Carpenters – Please, Mr. Postman
  • Popa Chubby Black Coffee Blues Band – Messin’ With The Kid
  • Chris Isaak –  Dixie Fried
  • D*Note – D*Votion
  • DAB – Delayed
  • Creedence Clearwater Revival – It’s Just A Thought
  • Creedence Clearwater Revival – Have You Ever Seen The Rain

 


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INDICAÇÃO DE LIVRO NO CAST

A Guerra dos Hereges – O Grande Romance Histórico da Invasão Holandesa a Pernambuco, por Aydano Roriz (Romance Histórico Brasileiro)


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