História do Cristianismo – Do Movimento Nazareno ao Concílio de Jerusalém:

O principal documento acerca dos primórdios da Igreja Cristã encontra-se no Novo Testamento da Bíblia: o livro Atos dos Apóstolos. De modo geral, atribui-se a autoria deste texto a Lucas, um médico sírio helenizado que se tornou discípulo do apóstolo Paulo. Embora hoje em dia a Bíblia divida os textos em dois volumes, originalmente o Evangelho segundo Lucas e Atos dos Apóstolos eram o mesmo livro. De fato, o nome “Atos dos Apóstolos” só foi atribuído à segunda metade do Evangelho de Lucas quase um século depois de a obra ter sido escrita, pelo bispo e teólogo cristão, Ireneu de Lyon.

Para escrever Atos dos Apóstolos, Lucas invocou várias fontes, incluindo a tradição oral dos primeiros cristãos, as cartas de Paulo, de quem havia sido discípulo, e possivelmente os textos do historiador judeu Flávio Josefo…

História do Cristianismo

Do Movimento Nazareno ao Concílio de Jerusalém

Desde o julgamento de Jesus de Nazaré, o sinédrio (supremo conselho) em Jerusalém não teve descanso. Ao contrário do que esperavam as autoridades do Templo, o movimento nazareno – aqueles que proclamavam Jesus Filho de José o Messias – não se desfez com a sua morte. Pelo contrário, parecia mesmo ter se fortalecido. No início, a crucificação de Jesus parecia ter surtido o efeito desejado: seus seguidores imediatos, os apóstolos, haviam se escondido, e já não pregavam em público. Judas, o apóstolo que havia traído Jesus, havia se enforcado.

Saiba mais sobre isso ouvindo História do Cristianismo – Do Movimento Nazareno ao Concílio de Jerusalém.


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FONTES
  • Livro: “Justo L. González – Uma história ilustrada do cristianismo”, Justo González
  • Livro: “História do cristianismo: Uma obra completa e atual sobre a trajetória da igreja cristã desde as origens até o século XXI”, Bruce Shelley & Giuliana Niedhardt
  • Livro: “100 Acontecimentos Mais Importantes da História do Cristianismo”, A. Kenneth-Curtis
  • Livro: Bíblia Sagrada
  • Sociedade Bíblica do Brasil (SSB)
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Carl orff – Carmina Burana /Koninklijke Chorale Cæcilia (YouTube)
  • Enigma – Principles Of Lust

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Breve História da Ciência – Antiguidade:

Ao pensar em ciência a maioria das pessoas imagina uma busca sistemática que nos últimos 2 séculos revelou mais informação sobre o universo do que tudo que se sabia sobre ele nos primeiros 10 mil anos da história humana. Também imaginam os cientistas como uma irmandade unida pelo método científico, um conjunto imutável de preceitos, a partir do qual experimentos são concebidos para produzir fatos, despidos de qualquer parcialidade ou subjetividade, que se juntam como tijolos para alicerçar o sólido edifício da ciência com C maiúsculo… Outros ainda imaginam a ciência como um grande quebra-cabeça, onde cada novo fato vai se juntando para formar uma imagem cada vez mais compreensível e coerente do universo…

Tudo isso é muito bonito, mas muito longe de ser verdade. Essa visão romântica é como a ciência foi vendida pela mídia em geral. O dia-a-dia da vida acadêmica, no entanto, é bem diferente disso. A ciência não se trata de uma sociedade organizada de pessoas atreladas a regras que vão progressivamente escalando a pirâmide dos fatos rumo a um conhecimento cada vez mais perfeito do cosmos. Nada disso! A ciência é caótica em meio a uma constante guerra de egos. Fazer ciência é caçar gatos pretos em quartos escuros e de vez em quando acertar um murro na cara de alguém.

Breve História da Ciência – Antiguidade

Nas palavras do matemático estadunidense, Andrew Wiles, da Universidade de Princeton, “fazer ciência é tatear, e apalpar e cutucar, e tropeçar, e então descobrir um interruptor, em geral acidentalmente, e acender a luz, e ouvir todos dizerem: ‘Oh, então isso é assim!’. Depois se segue outro quarto escuro, no qual se busca outro misterioso gato preto.” E na Ciência, não é incomum que um gato preto possa contradizer por completo outro gato preto que se julgava conhecer em absoluto…

Saiba mais sobre isso ouvindo Breve História da Ciência – Antiguidade.


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FONTES
  • Livro: “Breve História da Ciência Moderna – Vol. 1,” Marco Braga e outros
  • Livro: “A Ilha do Conhecimento,” Marcelo Gleiser
  • Livro: “A Ignorância,” Stuart Firestein
  • Livro: “Uma Breve História da Ciência,” William Bynum
  • Livro: “O Valor da Ciência,” Poincaré
  • Livro: Bíblia
  • Outras fontes

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França Antártica (Origens do Brasil):

A nora do rei Francisco I e futura rainha dos franceses, Catarina de Médici, era filha do governante de Florença, Lourenço II de Médici, o maior banqueiro da Europa nesse período. Lourenço além de grande empresário foi também um importante mecenas das artes e da ciência.

Como já sabemos, Lourenço financiou as principais expedições portuguesas e espanholas para o Novo Mundo. E um de seus funcionários e homens de confiança era ninguém menos que Américo Vespúcio (o contador da família Médici). Como vimos no início da série Origens do Brasil, Vespúcio passou a integrar a tripulação dos navios patrocinados pelos Médici. Por isso, Vespúcio esteve entre os primeiros europeus a chegar ao Rio de Janeiro, tendo fundado a primeira feitoria portuguesa em terras brasileiras, a Feitoria do Cabo Frio.

França Antártica (Origens do Brasil)

Uma coisa curiosa é que Vespúcio passou um tempo relativamente grande no Rio de Janeiro mas divulgou a Baía de Guanabara nas suas cartas e diários como sendo um rio (que posteriormente ficou conhecido como “de Janeiro”). Visto que ele era um cartógrafo experiente, é de se supor que ele não queria que a baía de Guanabara fosse conhecida pelos europeus em geral. No século XVIII, o vice-rei do Brasil Gomes Freire de Andrada, o Conde de Bobadela, diria ao Conselho Ultramarino que a Baía de Guanabara era uma espécie de “chave do Brasil.” Quem controlasse o território do Rio de Janeiro controlaria toda a costa brasileira. Aparentemente, Américo Vespúcio se deu conta disso já em 1502 e por isso evitou descrever o Rio de Janeiro nas cartas que enviou a Europa…

Saiba mais sobre isso ouvindo França Antártica (Origens do Brasil).


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FONTES
  • “Singularidades da França Antártica,” André Thévet
  • “Cosmografia Universal,” André Thévet
  • “Viagem à Terra do Brasil,” Jean de Léry
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • France Music Traditional Acordion (YouTube)

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O Mundo em guerra – A partilha da Terra:

Para entender por que o atentado perpetrado por um nacionalista sérvio ao herdeiro austro-húngaro e a sua esposa desencadeou uma guerra com as proporções da Grande Guerra, afetando em maior ou menor escala todos os continentes, é preciso entender o contexto da época. A passagem do século XIX para o XX foi um momento de transição de poder, onde a ordem mundial, até então mantida pelo Império britânico, começou a mudar de mãos devido ao surgimento de novas potências mundiais e ao desenvolvimento de novas tecnologias e fontes de energia. Nesse episódio a gente vai tentar esclarecer todas as circunstâncias no início do século XX que fizeram da geopolítica mundial um barril de pólvora pronto para explodir…

O Mundo em guerra – A partilha da Terra

Nos anos que antecederam a Grande Guerra, também conhecida como 1ª Guerra Mundial, as grandes potências da Europa viviam um clima de rivalidade que envolvia não apenas as fronteiras dessas potências dentro do continente europeu, mas igualmente suas colônias na África, na Ásia, e em menor grau, na Oceania. Essas disputas se tornaram ainda mais acirradas com o surgimento de novas potências continentais na Europa: 1) com a unificação italiana em 1861, 2) com a união pessoal dos Reinos da Áustria e da Hungria após a Áustria ter sido derrotada pela Prússia na guerra austro-prussiana em 1867, 3) com o surgimento em 1871 do Império alemão de Bismarck, também chamado de 2º Reich, a partir da unificação de todos os demais Estados germânicos (com exceção da Áustria) e de dois departamentos (Estados) franceses: a Lorena e a Alsácia.

Saiba mais sobre isso ouvindo O Mundo em guerra – A partilha da Terra.


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FONTES
  • John Hirst- A mais breve história da Europa
  • Jacques Le Goff – Uma breve história da Europa
  • Lawrence Sondhaus – A Primeira Guerra Mundial – História Completa
  • Margaret MacMillan – A Primeira Guerra Mundial – Globo Livros
  • Martin Gilbert – A primeira guerra mundial
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Epic Music Soundtracks (YouTube)
  • War Epic Music Collection (YouTube)

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Temachat 18:

Este é um episódio especial do Temacast e nele você vai encontrar a leitura de emails e comentários enviados pelos nossos ouvintes.

Temachat 18

Os comentários, emails, mensagens de voz e avaliações na iTunes Store deste episódio foram realizados pelos nossos ouvintes no período de 17 de julho de 2019 a 14 de setembro de 2019. Se você também quiser participar com a sua opinião, crítica, sugestão e elogios entre em contato conosco através da nossa página de contato ou faça seus comentários nos posts dos episódios.

Saiba mais sobre isso ouvindo Temachat 18

 


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Carpenters – Please Mr. Postman
  • The Glenn Miller Orchestra – In the Mood
  • The Glenn Miller Orchestra – A String of Pearls
  • The Glenn Miller Orchestra – Little Brown Jug
  • The Glenn Miller Orchestra – Tuxedo Junction
  • The Glenn Miller Orchestra – Chattanooga Choo Choo
  • The Glenn Miller Orchestra – Pennsylvania 6-5000
  • The Glenn Miller Orchestra – Anvil Chorus
  • The Glenn Miller Orchestra – Rhapsody in Blue
  • The Glenn Miller Orchestra – Swing Low Sweet Chariot
  • The Glenn Miller Orchestra – Danny Boy

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O Mundo em Guerra – O Império germânico:

Tudo começou nos Balcãs… A guerra, a Grande Guerra, a guerra que acabaria com todas as guerras começou nos Balcãs…

Os Balcãs são uma península no leste europeu, que compreende a grosso modo a Albânia, a Bósnia e a Herzegovina, a Bulgária, a Grécia, a Macedônia do Norte, o Montenegro, a Sérvia, o autoproclamado Estado independente do Kosovo, partes da Croácia, da Romênia e da Eslovênia, e a porção europeia da Turquia. O termo “balcãs” vem da língua turca e significa “montanha, lugar elevado.” No início do século passado, os Balcãs eram a região mais instável do planeta do ponto de vista geopolítico, pois era a fronteira natural de três dos maiores impérios do mundo: o Império Austro-Húngaro; o Império russo e o Império turco-otomano, então o maior e mais importante Estado islâmico do mundo.

O Mundo em Guerra – O Império germânico

Para começar a entender toda a situação que culminou na Grande Guerra, hoje em dia mais comumente conhecida como Primeira Guerra Mundial, nós temos no entanto, que entender o papel de um quarto império nessa disputa: o Império alemão, surgido na divisa das Europas Ocidental e Oriental a partir do escombros de outro império…

Saiba mais sobre isso ouvindo EPISÓDIO.


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FONTES
  • John Hirst- A mais breve história da Europa
  • Jacques Le Goff – Uma breve história da Europa
  • Lawrence Sondhaus – A Primeira Guerra Mundial – História Completa
  • Margaret MacMillan – A Primeira Guerra Mundial-Globo Livros
  • Martin Gilbert – A primeira guerra mundial
  • Outras fontes

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Grandes Questões Nacionais: Grafeno:

O carbono, 6º elemento da tabela periódica, é o 15° elemento químico mais abundante da superfície terrestre e o 4º elemento mais abundante no universo depois do hidrogênio, do hélio e do oxigênio. Sua incomum e extraordinária capacidade de formar polímeros, ou seja, grandes moléculas a partir de unidades estruturais menores, sob as diversas condições de temperatura na Terra, fizeram deste elemento a base de todas as formas de vidas conhecidas.

No corpo humano, o carbono é o segundo elemento mais abundante em massa (cerca de 18,5% da nossa massa), perdendo apenas para o oxigênio. Na natureza, há vários alótropos de carbono. Em termos simples, os alótropos de um elemento químico são as diversas substâncias que ele pode formar sozinho apenas mudando o modo como seus átomos são ligados uns aos outros e arranjados espacialmente. Entre os alótropos mais conhecidos do carbono estão o carbono amorfo (onde os átomos de carbono estão ligados de forma aleatória), o diamante (ou cristal de carbono, no qual os átomos de carbono estão ligados entre si de forma periódica formado estruturas sólidas regulares de 8 ou 48 faces), o grafite e o grafeno (onde os átomos de carbono estão agrupados periodicamente na forma de hexágono, um sólido de seis faces).

Grandes Questões Nacionais: Grafeno

Os dois físicos que se propuseram a resolver esse desafio técnico foram o russo-holandês Andre Geim e o russo-britânico Konstantin Novoselov. Ambos foram encarados inicialmente com ceticismo pelos colegas da Universidade de Manchester, na Inglaterra, onde trabalhavam. Geim era particularmente famoso por fazer pesquisas consideradas “pouco acadêmicas”, como, por exemplo, investigar o magnetismo dentro d’água, com uso de lagartixas. Esta experiência, inclusive, lhe rendeu no ano 2000 o Prêmio Ig Nobel, uma sátira do Prêmio Nobel criada pela revista de humor Anais da Pesquisa Improvável (Annals of Improbable Research) e entregue na Universidade de Harvard, que normalmente premia pesquisas raras e absurdas para honrar a imaginação dos seus realizadores e atrair o interesse do público para a ciência, a medicina e a tecnologia de modo geral.

Saiba mais sobre isso ouvindo Grandes Questões Nacionais: Grafeno.


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FONTES

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Bullets_Borders – It’s Up to You
  • Loveshadow – Let It Go
  • The Alex Beroza – Lifted Up
  • Peace – There’s A Better Way
  • pieCES – The Wrong Reason
  • 1972 – The LS Solar
  • Pillow Philosophy 69 – The Sticky Pages Mix
  • Loveshadow – Summer Love
  • Loveshadow – A Book of Empty Lines
  • Loveshadow – Almost Given Up

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Antônio José (o Judeu) e a Inquisição Portuguesa:

… Em 1640, o Duque D. João de Bragança consegue fazer de Portugal uma nação independente de novo, proclamando-se D. João IV de Portugal. A “Restauração”, entretanto, não impediu Portugal de seguir subsidiário da cultura castelhana. De modo geral, apesar da guerra de independência entre Portugal e Espanha ter se arrastado por quase 30 anos, ainda se considerava a união da Península um destino das nobrezas ibéricas. Foi só no reinado de D. João V, no início do século XVIII, que a cultura portuguesa voltou a se afirmar…

Antônio José (o Judeu) e a Inquisição Portuguesa

Os textos de Antônio José da Silva não passariam desapercebidos dos inquisidores, ainda que as críticas ácidas de seus textos jamais tenham sido declaradas a real razão de sua perseguição. Antônio José sabia fazer a multidão rir e por esse fato se tornou um criminoso: a gargalhada acordava o povo do pesadelo da punição divina dos Autos de Fé e também abria-lhes os olhos para os muitos erros da elite portuguesa. Nas palavras dos próprios inquisidores, “rindo se dizem as verdades.” Mas não só nobres e padres se incomodaram com o teatrólogo brasileiro. As companhias espanholas que por décadas haviam tido o monopólio do gosto popular, agora haviam encontrado um rival imbatível. As peças de Antônio José haviam se tornado um fenômeno de massa e isso causou vários prejuízos a sua concorrência, principalmente porque trabalhando com atores de carne e osso, os custos de sua produção eram mais elevados…

Saiba mais sobre isso ouvindo Antônio José (o Judeu) e a Inquisição Portuguesa.


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FONTES
  • Dissertação: “O teatro de bonifrates em António José da Silva, o Judeu”, José Luís de Oliveira
  • Livro: História dos Judeus Portugueses, Wilke Carsten
  • Livro: Vítimas da Inquisição no Rio de Janeiro, Ronaldo Morais
  • Livro: Vínculos do Fogo, Alberto Dines
  • Livro: O Judeu (Romance), Camilo Castelo Branco
  • Outras fontes

FILME “O JUDEU”, 1995 –  YOUTUBE

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • O amor brazileiro: Modinhas & lundus do Brasil (YouTube)
  •  Mc Bob Rum – Rap do Silva
  • Caetano Veloso – Oração Ao Tempo

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O Expurgo dos Judeus e o Pogrom de Lisboa:

… Em 1495, entretanto, o rei D. João II morreu. E como as seis pessoas seguintes na linha de sucessão ao trono de bacalhau, digo, trono de Portugal, haviam morrido também, D. Manuel, um sobrinho do rei, acabou coroado. D. Manuel era matemático, e como tinha grande interesse em astronomia acabou se tornando muito amigo do astrônomo judeu, Abraão Zacuto.

Zacuto era natural de Salamanca, e havia sido um dos judeus sefarditas que havia se refugiado em Portugal, vindo de Castela, no reinado de D. João II. Foi um dos maiores astrônomos da sua geração e por isso foi nomeado por D. João II, Astrônomo e Historiador Real de Portugal.

O Expurgo dos Judeus e o Pogrom de Lisboa

… A turba enfurecida arrastou o homem para a rua e, em poucos minutos, mataram-no e queimaram-no no Rossio. Sabendo do que aconteceu, o seu irmão correu para o local e quando gritou pelos assassinos, foi igualmente morto e queimado numa fogueira. No meio da agitação, um frade dominicano bradou um discurso contra os judeus. Em seu redor, a turba vociferava contra a comunidade judaica. Dois frades, Frei João Mocho e Frei Bernardo, juntaram-se ao que estava a discursar, exibindo o crucifixo do “milagre” e gritando: “Heresia! Heresia! Destruam o povo abominável!.” Os gritos deram início ao massacre…

Saiba mais sobre isso ouvindo O Expurgo dos Judeus e o Pogrom de Lisboa.


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FONTES
  • Livro: História   dos Judeus Portugueses, CARSTEN, L Wilke
  • Livro: Vítimas da Inquisição no Rio de Janeiro, Ronaldo Morais
  • Website: observador
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Andalusian Classical Music
  • A la villa voy – Cancioneiro de Elvas
  • Canção do século XVI (La Rosa Enflorece)
  • Spanish Arabic Music of Al Andalus
  • Ben Snof – Eshkachech Yerushalayim

LINK PARA O DOCUMENTÁRIO

A estrela oculta do sertão (YouTube)


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Temachat 17:

Este é um episódio especial do Temacast e nele você vai encontrar a leitura de emails e comentários enviados pelos nossos ouvintes.

Temachat 17

Os comentários, emails, mensagens de voz e avaliações na iTunes Store deste episódio foram realizados pelos nossos ouvintes no período de 17 de maio de 2019 a 16 de julho de 2019. Se você também quiser participar com a sua opinião, crítica, sugestão e elogios entre em contato conosco através da nossa página de contato ou faça seus comentários nos posts dos episódios.

Saiba mais sobre isso ouvindo Temachat 17

 


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Carpenters – Please Mr. Postman
  • Deep Purple – When A Blind Man Cries
  • Deep Purple – Bloodsucke
  • Deep Purple – The Bird Has Flown
  • Deep Purple – Strange Kind Of Woman
  • Deep Purple – Never Before
  • Europe – The Final Countdown

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Grandes Questões Nacionais: Nióbio:

Carros, pontes, turbinas de avião, aparelhos de ressonância magnética, mísseis, marcapassos, usinas nucleares, sensores de sondas espaciais… Quase tudo o que é eletrônico ou a base de aço fica magicamente melhor com um pouco de nióbio. Por exemplo, misturando apenas 100 gramas de nióbio em uma tonelada de aço é possível deixar a liga muito mais forte e maleável.

Por essa razão, o nióbio está presente tanto nos foguetes da empresa americana SpaceX, quanto no maior acelerador de partículas do planeta, o LHC, e no primeiro computador quântico do mundo, o D-Wave. Todas as grandes indústrias do mundo hoje precisam de um pouco de nióbio – e quase todas as reservas mundiais desse metal, 98,2%, estão no Brasil. Nós temos o equivalente a 842 milhões de toneladas de nióbio, que valem inacreditáveis US$ 22 trilhões: o dobro do PIB da China, ou duas vezes todo o petróleo do pré-sal. Por isso, há quem diga que o nióbio pode ser a salvação do Brasil, a chave para o País se desenvolver e virar uma potência mundial…

Grandes Questões Nacionais: Nióbio

No início dos anos 1950, o geólogo mineiro Djalma Guimarães, conhecido como “o príncipe dos geólogos”, descobriu uma mina de pirocloro ou pentóxido de nióbio (Nb2O5) na região do Barreiro, em Araxá-MG. Essa descoberta chamou imediatamente a atenção do banqueiro mineiro, Walther Moreira Salles…

Saiba mais sobre isso ouvindo Grandes Questões Nacionais: Nióbio.


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FONTES
  • Super-Abril
  • Fapesp
  • TCC: “Mercado de nióbio,” João Marcelo Cruz de Lucena. UFRJ 2010.
  • Livro: “Nióbio, uma conquista nacional,” Rogério Cerqueira Leite e outros.
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Audiophile Music Collection (YouTube)

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História do Cristianismo – Do judaísmo reformado a Jesus de Nazaré:

Desde sua origem no século I, os cristãos buscaram inserir os Evangelhos que pretendiam anunciar ao mundo dentro da história humana. De fato, os Evangelhos (ou as boas-novas, em português) podem ser resumidos na constatação de que Deus, criador do Céu e da Terra, princípio e fim de todas as coisas, se introduziu em nossa história através da figura histórica de Yeshua Bar Yosef ou Jesus, filho de José, o indivíduo apontado pelos cristãos como a encarnação ou materialização de Deus. Se antes de Jesus, Deus já havia influenciado na história da humanidade através de pessoas divinamente inspiradas, a partir de Jesus, Deus se tornava sujeito dessa mesma história.

O Verbo, ou seja, a Palavra e o Pensamento de Deus, saia de uma realidade mística, acessível apenas aos Profetas, e adentrava na concretude histórica, no tempo e no espaço onde se dá o desenrolar da vida humana. Portanto, a historicidade de Jesus sempre foi uma preocupação para a cristandade. No Evangelho de Lucas, por exemplo, o nascimento de Jesus é datado na época de César Augusto, afirmando que ele nasceu “sendo Quirino o governador da Síria.” O mesmo evangelista ainda insere sua narração dentro do marco da história da Palestina, dizendo que os fatos por ele narrado se sucederam “nos dias de Herodes, rei da Judeia.”

História do Cristianismo – Do judaísmo reformado a Jesus de Nazaré

…O primeiro grupo, do Jesus Histórico, parte do pressuposto que o Novo Testamento não dá uma imagem precisa da vida de Jesus, e portanto examina evidências a partir de fontes diversas, principalmente fontes não cristãs, buscando reconstituir a sua vida no século I…

Saiba mais sobre isso ouvindo História do Cristianismo – Do judaísmo reformado a Jesus de Nazaré.


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FONTES
  • Livro: “A História dos Judeus – À procura das palavras 1000 a. C. – 1492 d.C.”, Simon Schama
  • Livro: “Justo L. González – Uma história ilustrada do cristianismo”, Justo González
  • Livro: “História do cristianismo: Uma obra completa e atual sobre a trajetória da igreja cristã desde as origens até o século XXI”, Bruce Shelley & Giuliana Niedhardt
  • Livro: “100 Acontecimentos Mais Importantes da História do Cristianismo”, A. Kenneth-Curtis
  • Livro: Bíblia Sagrada
  • Livro: Talmude
  • Outras fontes

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Fundação de São Paulo (Origens do Brasil):

Nesse episódio que trataremos da Fundação de São Paulo, nossa história começa não no Brasil, mas do outro lado do Atlântico, no arquipélago das Canárias, na costa ocidental da África, no litoral do Marrocos. Sabe-se que as Ilhas Canárias foram visitadas desde a Antiguidade por fenícios e cartagineses. No entanto, o primeiro relato escrito acerca dessas ilhas foi feito séculos depois, no período do Império Romano, a pedido de Juba II, o rei da Numídia, que era umas das províncias romanas, localizada no território que compõem as atuais Tunísia e Argélia.

Fundação de São Paulo (Origens do Brasil)

…Em 19 de março de 1534, lá em Tenerife, cenário da última aliança ganche pela sua liberdade, nasceu um menino chamado José de Antxèta, que viria a ser conhecido no Brasil como José de Anchieta. Ele era filho de Juan López de Antxèta (um imigrante espanhol vindo do País Basco) e de Mência Diaz de Clavijo y Llarena. A mãe, Mência, era uma nobre local, descendente da aristocracia rural das Canárias originada dessa mistura dos invasores espanhóis – a maior parte judeus – com mulheres ganches. Já o pai, Juan López, era um revolucionário basco, que havia tomado parte na Revolta dos Comuneiros contra o Imperador Carlos V, ocorrida na Espanha entre 1520 e 1522…

Saiba mais sobre isso ouvindo Fundação de São Paulo (Origens do Brasil).


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FONTES
  • Artes e ofícios dos jesuítas no Brasil – 1549-1760 – Serafim Leite
  • História da capitania de São Vicente – Pedro Taques de Almeida Pais Leme
  • História da cidade de São Paulo – Afonso Taunay
  • Nem céu nem inferno – Jorge Caldeira
  • Memórias para a História da Capitania de São Vicente – Frei Gaspar
  • Na Capitania de São Vicente – Washington Luís
  • História Geral do Brasil – Francisco Adolfo de Varnhagen
  • Visões do Paraíso – Sérgio Buarque de Holanda
  • Manifesto Antropofágico – Oswald de Andrade
  • A Coroa, a Cruz e a Espada. Lei, Ordem e Corrupção no Brasil – Eduardo Bueno
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Caetano Veloso – Sampa
  • Epic Music Soundtracks (YouTube)
  • Game of Thrones Season 8 OST – Ending Music

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História do cinema (Alice Guy Blaché):

Em meados do século XIX, um jovem francês chamado Émile Guy se estabeleceu na América do Sul, no Chile, onde fundou uma rede de livrarias nas cidades de Santiago e Valparaiso. Em 1863, Émile retornou à França para se casar com a jovem Marie Clotilde, ou Mariette, que havia conhecido por cartas por intermédio de seus parentes. Logo, após se casarem, Émile retornou com a esposa para o Chile. Eles tiveram quatro filhos no Chile entre 1863 e 1872.

Após dez anos vivendo no Chile, o casal decidiu ir visitar os parentes na França e Mariette acabou chegando grávida por lá. Assim, em 1º de julho de 1873, na cidade de Saint-Mandé, uma cidade vizinha à Paris, nascia o quinto bebê do casal Guy, Alice Guy.  Alguns meses após o nascimento da menina Alice, o casal Guy retornou ao Chile. No entanto, eles preferiram não arriscar trazer a recém-nascida na fatigante e perigosa viagem de navio. Por isso , a bebê Alice acabou sendo enviada para a casa dos avós em Carouge, na Suíça.

História do cinema (Alice Guy Blaché)

…De 1896 a 1920, ela dirigiu mais de mil filmes, mas apenas uns trezentos e cinquenta sobreviveram até os dias dias atuais, sendo vinte e dois deles longa-metragens. Alice também foi uma das primeiras mulheres, junto da estadunidense Lois Weber, a ter seu próprio estúdio. Em vida, ela foi homenageada algumas vezes: a primeira na Exposição Universal de 1900 como colaboradora dos Estúdios Gaumont…

Saiba mais sobre isso ouvindo História do cinema (Alice Guy Blaché).


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FONTES
  • Livro: The Memoirs of Alice Guy Blaché, por ela mesma.
  • Livro: Alice Guy Blaché: Lost Visionary of the Cinema, Alice Guy Blaché: Lost Visionary of the Cinema
  • Documentário: “O Jardim Perdido: A Vida e o Cinema de Alice Guy-Blaché“, 1995
  • Outras fontes

DOCUMENTÁRIOS CITADOS NO EPISÓDIO

The Lost Garden
E a Mulher Criou Hollywood


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Temachat 16:

Este é um episódio especial do Temacast e nele você vai encontrar a leitura de emails e comentários enviados pelos nossos ouvintes.

Temachat 16

Os comentários, emails, mensagens de voz e avaliações na iTunes Store deste episódio foram realizados pelos nossos ouvintes no período de 20 de março de 2019 a 16 de maio de 2019. Se você também quiser participar com a sua opinião, crítica, sugestão e elogios entre em contato conosco através da nossa página de contato ou faça seus comentários nos posts dos episódios.

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  • Emails e comentários dos ouvintes do Temacast

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  • Carpenters – Please Mr. Postman
  • Kool & the Gang – Celebration
  • Kool & the Gang – Cherish
  • George Benson –  Love x Love
  • George Benson –  Off Broadway
  • Gladys Knight & The Pips – Every Beat Of My Heart
  • Gladys Knight & The Pips – For Once In My Life
  • Joss Stone – Baby Baby Baby
  • Joss Stone – Right To Be Wrong
  • Joss Stone – Super Duper Love
  • Bruno Mars – Locked Out of Heaven

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Leonardo da Vinci:

Em meados do século XV, a península itálica estava dividida em vários países diferentes. Um dos maiores países da Itália nesse período, tanto em tamanho quanto em riqueza, era a República de Florença, o equivalente a atual região da Toscana, cuja capital era a cidade de Florença. No verão do ano de 1451, um jovem advogado florentino de 25 anos chamado Messer Piero Fruosino di Antonio da Vinci ou simplesmente Ser Piero, filho de uma próspera família de notários de Florença, decidiu tirar uma folga do trabalho na capital indo para a fazenda da família na comuna de Da Vinci, no vale do rio Arno.

Nessa viagem, ele acabaria conhecendo uma jovem de 15 anos chamada Caterina di Meo Lippi. Caterina e seu irmão, Papo, haviam ficado órfão há alguns anos após o desaparecimento do pai e a morte da mãe e da avó, e viviam agora com os tios no vilarejo de Anchiano. Em 15 de abril de 1452, nove meses após o casal se encontrar lá nos campos da Toscana, nascia o pequeno bastardo Leonardo.

Leonardo da Vinci

Leonardo da Vinci morreu em Clos Lucé, em 2 de maio de 1519, aos 67 anos de idade e há exatos 500 anos. Segundo ainda Giorgio Vasari, o rei Francisco seria tão amigo de Da Vinci que teria segurado sua cabeça no seu leito de morte. Essa história, que é muito popular na França, inclusive tendo sido retratada em pinturas francesas do século XIX, é provavelmente mais uma das lendas criadas por Vasari. Ainda segundo Vasari, que era mais ficcionistas que biógrafo, mas serviu para popularizar a figura de Da Vinci como o grande gênio do renascimento, Leonardo teria pedido que um padre lhe fosse trazido para que se confessasse e recebesse a extrema unção, e que nesse encontro ele teria pedido ao padre para que seu cortejo fúnebre fosse acompanhado por 60 mendigos seguindo o seu cortejo. Da Vinci foi enterrado na Capela de Saint-Hubert, no Castelo de Amboise.

Saiba mais sobre isso ouvindo Leonardo da Vinci.


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FONTES
  • Livro: Leonardo da Vinci, vida e obra de um dos maiores gênios da história. Coleção grandes mestres da pintura, Ed. On Line, São Paulo, SP.
  • Livro: Bramly, Serge. Leonardo: the artist and the man, tradução: Reynolds,Sian. Ed.Penguin Books, 1994
  • Livro: Leonardo da Vinci, Coleção gênios da arte / [tradução Mathias de Abreu Lima Filho]. — Barueri, SP : ed. Girassol; Madri: Susaeta Ediciones, 2007.
  • Site: Renaissance Mom:  Leonardo Da Vinci’s Mother Identified por Megan Gannon (2017)
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Renaissance Music Classical Guitar Collection (YouTube)
  • Loveshadow – It´s Up to You(Bullets_Borders)

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Arquitetura Gótica e a Construção de Notre Dame:

A Idade Média foi um período de ascensão para a arquitetura europeia. Nessa época, todo o poder na Europa Ocidental estava centralizado nas mãos da Igreja Católica Romana, que era detentora de quase dois terços das terras cultiváveis do continente. Como a Igreja era a maior e mais rica instituição do período, a arte medieval foi fortemente influenciada pela religiosidade cristã e pelo teocentrismo, onde o homem europeu via em Deus o centro do Universo. Essa centralidade de Deus no mundo era expressa de diversas formas, a mais importante delas era a posição dos templos, que ocupavam sempre a região mais central das vilas e cidades.

No período da Alta Idade Média, que vai desde o início da cristianização do Império Romano (século V) até o início do declínio do feudalismo (século XI), a arquitetura cristã não teve grande relevância no ocidente. Só na Europa Oriental, no chamado Império Bizantino, a arte cristã teve algum desenvolvimento, sob o comando da Igreja Católica Ortodoxa. Do lado romano, a maioria das igrejas cristãs eram simples prédios rústicos, feitos de madeira de carvalho e pedra, ou mesmo ruínas de casas, templos e edifícios públicos herdados do império romano e readaptados pelos cristãos.

Arquitetura Gótica e a Construção de Notre Dame

No entanto, por volta do início do século XI (ano 1000), a Igreja Romana começou a mudar sua concepção em relação a importância da arte. Nos primórdios da cristandade, a igreja se pautava pela simplicidade e pela humildade de seus templos face aos templos luxuosos dos antigos romanos. Era um lembrete de que a glória de Deus era superior a glória dos homens, e que não havia Império na terra que ficaria de pé face a ira de Deus: o Deus dos pequenos havia esmagado e humilhado os antigos deuses da nobreza romana.

No século XII, entretanto, a Igreja Católica enfrentava a ameaça de uma nova religião concorrente: o islamismo, que já havia conseguido se infiltrar em parte da Europa, anexando quase que completamente a Península Ibérica e a Sicília, no extremo sul da Itália.

Saiba mais sobre isso ouvindo Arquitetura Gótica e a Construção de Notre Dame.


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FONTES
  • Livro: The Gothic Enterprise, Robert Scott.
  • imc.ep.USP
  • Outras fontes

LINK CITADO NO EPISÓDIO

Vídeo onde o professor João Braga fala sobre a Notre Dame de Paris


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Era – Avemano
  • Era – Ameno
  • Era – Cathar rhythm
  • Era – Devore Amante
  • Era – Divano
  • Era – Madona
  • Era – Enae volare mezzo
  • Era – Hymne
  • Era – Infanati
  • Era – Misere Mani
  • Era – The mass
  • Era – Omen Sore
  • Era – Voxifera
  • Era – The champions
  • Enigma – Principles Of Lust
  • Enigma – Callas Went Away
  • Enigma – Mea Culpa
  • Enigma – Back To The Rivers Of Belief

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Breve história do cinema (surgimento de Hollywood):

… Nessa época, a única atividade dessa região era a indústria madeireira, que atendia a construção civil em Los Angeles. Segundo Whitley, o nome Hollywood surgiu na manhã seguinte a sua lua de mel quando ele contemplava o vale do alto de um outeiro e foi abordado por um lenhador chinês.

O lenhador teria descido da sua carroça para cumprimentá-lo ao mesmo tempo que dizia “I holly wood” querendo dizer “I’m hauling wood” (“eu estou carregando madeira”). Whitley gostou do nome (por soar como “bosque sagrado” em inglês), e quando adquiriu uma propriedade ali no ano seguinte, batizou-a de “Hollywood”, posteriormente tornando-se o nome do município em 1903. Para promover sua ocupação, a empresa imobiliária de Whitley desenvolveu a região bancando do próprio bolso a instalação do serviço público de eletricidade, de um banco e a construção da primeira autoestrada atravessando o vale.

Além disso, vários terrenos da propriedade de Whitley que ocupava todo o centro de Hollywood foram doados por ele ao governo da Califórnia para construção. Apesar de seu nome se dever a um imigrante chinês, o objetivo da Hollywood de Whitley era ser um mundo à parte daquela Los Angeles mestiça e caótica (por essa época Los Angeles era uma das cidades mais violentas e sujas do mundo). De modo geral, os primeiros moradores de Hollywood eram brancos de classe média que queria viver uma vida pacata. Curiosamente, até 1910 os cinemas eram proibidos de se instalarem na cidade pela municipalidade de Hollywood.

Breve história do cinema (surgimento de Hollywood)

Como o município sofria com falta d’água e não possuía fundos para fazer um serviço de esgoto, ele acabou voltando a favor pela anexação por Los Angeles, que se responsabilizou pela instalação do sistema de água encanada e esgoto. E foi bem aí que Griffith e sua turma de Nova Jersey chegou a pacata Hollywood para filmar Old California…

Saiba mais sobre isso ouvindo Breve história do cinema (surgimento de Hollywood).


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FONTES
  • Bastos, Baptista – O cinema na polémica do tempo. Lisboa: Gomes & Rodrigues, Lda, 1959.
  • BAZIN, André. Cinema: ensaios. São Paulo: Brasiliense, 1991.
  • COLL, César, TEBEROSKY, Ana. Aprendendo Arte. São Paulo: Ática, 2000.
  • FERRO, Marc. Cinema e História. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995
  • MORIN, Edgar. O cinema, ou O Homem Imaginário – Ensaio de Antropologia Sociológica. (trad. Luciano Loprete). São Paulo: É Realizações, 2014. p. 69-70.
  • OLIVEIRA. T. A. Maicon: Hollywood e a propaganda governamental na resistência europeia (1942 a 1945).
  • História em Revista, Pelotas, 479-498, v. 21/22, dez./2015, dez./2016
  • PEREIRA, W. P. Cinema e propaganda política no fascismo, nazismo… 104 História: Questões & Debates, Curitiba, n. 38, p. 101-131, 2003. Editora UFPR
  • SCHWARTZ. Vanessa e CHARNEY, Leo. O cinema e a invenção da vida moderna. São Paulo: Cosac & Naify,2001.
  • Tim Wu, Impérios da comunicação
  • Outras fontes

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Temachat 15:

Este é um episódio especial do Temacast e nele você vai encontrar a leitura de emails e comentários enviados pelos nossos ouvintes.

Temachat 15

Os comentários, emails, mensagens de voz e avaliações na iTunes Store deste episódio foram realizados pelos nossos ouvintes no período de 21 de dezembro de 2018 a 19 de março de 2019. Se você também quiser participar com a sua opinião, crítica, sugestão e elogios entre em contato conosco através da nossa página de contato ou faça seus comentários nos posts dos episódios.

Saiba mais sobre isso ouvindo Temachat 15


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Temachat 15


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Carpenters – Please Mr. Postman
  • Glenn Miller Orchestra – In the Mood
  • Glenn Miller Orchestra – A String of Pearls
  • Glenn Miller Orchestra – Little Brown Jug
  • Glenn Miller Orchestra – Tuxedo Junction
  • Glenn Miller Orchestra – Chattanooga Choo Choo
  • Glenn Miller Orchestra – Pennsylvania 6-5000
  • Glenn Miller Orchestra – Anvil Chorus
  • Glenn Miller Orchestra – Rhapsody in Blue
  • Glenn Miller Orchestra – Swing Low Sweet Chariot

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TC 100 e o mundo no século XXI:

Neste episódio especial abordamos diversos assuntos que estão provocando polêmicas ao redor do mundo, mesmo que estejamos vivendo em pleno século XXI.

  • Quase 50 anos depois do lançamento da Apollo 11, e 500 após a circunavegação de Fernão de Magalhães, cada vez mais gente acredita que a Terra não é um globo. Em vez disso, ela seria uma pizza gigante – um disco coberto por uma redoma invisível e cercado por um paredão de gelo. Também estaria parada, deitada eternamente em berço esplêndido no centro do Universo.
  • Desde 2001, quando a China entrou para a OMC (Organização Mundial do Comércio) podemos observar os embates entre o país asiático e os EUA. Em 2019 estamos em plena guerra comercial entre os dois países cujas tensões se agravam. Agora a briga se estende também para o campo da tecnologia com a chegada do 5G. Há até analistas que não descartam um desfecho bélico entre as nações.

TC 100 e o mundo no século XXI

  • Número de migrantes no mundo cresceu 41% entre 2000 e 2015, segundo ONU. Quais as razões desde aumento de migração no planeta e qual o comportamento dos países que recebem estes imigrantes?
  • A definição formal diz que Inteligência Artificial é a teoria e o desenvolvimento de um sistema computacional capaz de executar tarefas normalmente requeridas pela inteligência humana como percepção visual, reconhecimento de fala, tomada de decisão, tradução de um idioma para outro, etc. O interesse na área é bem antigo e começou com o inglês Alan Turing, retratado no filme “O Jogo da Imitação”, que na década de 1950 especulava ao que ele chamava de “máquinas pensantes” que poderiam “pensar” em níveis semelhantes aos humanos. Baseado nisso ele desenvolveu o que hoje conhecemos como “Teste de Turing”, que basicamente verifica se uma máquina consegue se fazer passar por um humano e enganar uma pessoa. Alguns anos após Turing, o termo “Inteligência Artificial” foi cunhado pelo cientista estaunidense John McCarthy. Desde então, cientistas e filósofos debatem o significado de “pensar” e “inteligência” e o que significaria uma máquina ser “autônoma”.

Saiba mais sobre isso ouvindo TC 100 e o mundo no século XXI.


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FONTES

LINKS CITADOS NO EPISÓDIO

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Alok – Hear Me Now
  • 1 HOUR NO COPYRIGHT MUSIC (YouTube)
  • Trap Nation Lowly Palace Mix (Royalty Free) (YouTube)
  • The Love Language – Calm Down
  • The Essex Green – Don

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Breve história do cinema (mundo):

Para trilhar a história do cinema, é preciso investigar uma série de filmes. Em mais de um século de cinema, muita coisa mudou em nossa relação com as produções cinematográfica: de meras curiosidades em feiras e festivais, o cinema se tornou um grande espetáculo, chegando a ocupar salas gigantescas com a capacidade para milhares de pessoas, e hoje qualquer filme pode ser visto no seu computador ou mesmo na tela do seu celular, baixando ou fazendo streaming de um simples arquivo digital.

A história do cinema é de uma expansão e crescimento sem precedentes, mas também é uma história de ciência e tecnologia. A história do cinema é a história de uma revolução cultural! Nesses primeiros anos, a revolução cultural da cinematografia foi liderada por alemães, americanos, britânicos e, principalmente, franceses. No início do cinema, seria a França o principal país a exportar seus filmes a todas as partes do mundo, e seriam francesas, as primeiras produções de cinema a chegarem na China, no Japão, na Rússia e em países da América Latina, como o Brasil.

Breve história do cinema (mundo)

Entretanto, diferentemente do que se imagina, a história do cinema não começou num súbito “big bang” tecnológico e cultural no final do século XIX. Embora seja difícil determinar onde de fato começou o Cinema, podemos dizer que o desejo de captar e registrar o movimento vem de muito antes dos movimentos modernizadores de “fin de siècle” que carcaterizaram a “Belle Époque.” Se entendermos o cinema como a arte de projetar imagens em movimento para ilustrar uma narrativa, podemos dizer que lá na pré-história, quando ainda viviam nas grandes savanas africanas, já se reuniam entorno de suas fogueiras noturnas para contar histórias usando como suporte visual as sombras de nossas mãos.

Saiba mais sobre isso ouvindo Breve história do cinema (mundo).


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FONTES
  • Bastos, Baptista – O cinema na polémica do tempo. Lisboa: Gomes & Rodrigues, Lda, 1959.
  • BAZIN, André. Cinema: ensaios. São Paulo: Brasiliense, 1991.
  • COLL, César, TEBEROSKY, Ana. Aprendendo Arte. São Paulo: Ática, 2000.
  • FERRO, Marc. Cinema e História. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995
  • MORIN, Edgar. O cinema, ou O Homem Imaginário – Ensaio de Antropologia Sociológica. (trad. Luciano Loprete). São Paulo: É Realizações, 2014. p. 69-70.
  • OLIVEIRA. T. A. Maicon: Hollywood e a propaganda governamental na resistência europeia (1942 a 1945).
  • História em Revista, Pelotas, 479-498, v. 21/22, dez./2015, dez./2016
  • PEREIRA, W. P. Cinema e propaganda política no fascismo, nazismo… 104 História: Questões & Debates, Curitiba, n. 38, p. 101-131, 2003. Editora UFPR
  • SCHWARTZ. Vanessa e CHARNEY, Leo. O cinema e a invenção da vida moderna. São Paulo: Cosac & Naify, 2001.
  • Tim Wu, Impérios da comunicação
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Wonderful movie soundtracks (YouTube)
  • The Very Best of Classical Music (YouTube)

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O Governo Geral e a Fundação de Santo André:

Após ter oferecido apoio bélico aos maracajás, os tupiniquins do Rio de Janeiro, contra seus rivais tamoios, Tomé de Sousa partiu da Guanabara rumo a sua última parada: São Vicente. Em decorrência da Guerra de Iguape e de um maremoto, a vila fundada pelo seu primo, Martim Afonso, estava se despovoando ao passo que o povoado de Enguaguaçu, fundado pelo capitão-mor de São Vicente, Brás Cubas, vivia um relativo progresso. Assim, o governador-geral decidiu promover o povoado de Enguaguaçu a condição de vila, sob o nome de Vila de Santos, sem no entanto desfazer o foral da vila erguida pelo seu primo, evitando assim algum tipo de contenda com o mesmo. Esse fato dividiu a ilha em duas municipalidades, o que se mantém até hoje, embora na prática as duas cidades sempre tenham sido a mesma comunidade, digamos assim.

Em 1553, São Vicente e a sua irmã, Santos, ficavam em um local tão ermo do mundo que ninguém de “maior qualidade” havia aparecido por lá desde que Martim Afonso havia fundado a capitania vicentina. Passaram-se exatos 21 anos até que outra autoridade real de grande envergadura aportasse ali. Nesse ínterim, em que os vicentinos ficaram abandonados à própria sorte lutando ora contra os índios ao norte (tamoios) e a oeste (guarulhos, guaianases, etc) e os espanhóis e o bacharel da Cananéia ao sul, os poderes na Ilha de São Vicente foram exercidos por eleições regulares, o “embrião” da democracia nas Américas, possibilitado pela inexistência de nobres da terra naquela região (como havia em Pernambuco, por exemplo, na figura de Duarte Coelho). Visando promover e fortalecer o sul do Brasil ameaçado pela presença francesa, Tomé de Souza decidiu seguir os passos do primo e fundar uma nova vila na região.

O Governo Geral e a Fundação de Santo André

Saiba mais sobre isso ouvindo O Governo Geral e a Fundação de Santo André.


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FONTES
  • Artes e ofícios dos jesuítas no Brasil – 1549-1760 – Serafim Leite
  • História da capitania de São Vicente – Pedro Taques de Almeida Pais Leme
  • História da cidade de São Paulo – Afonso Taunay
  • Nem céu nem inferno – Jorge Caldeira
  • Memórias para a História da Capitania de São Vicente – Frei Gaspar
  • Na Capitania de São Vicente – Washington Luís
  • História Geral do Brasil – Francisco Adolfo de Varnhagen
  • Visões do Paraíso – Sérgio Buarque de Holanda
  • Manifesto Antropofágico – Oswald de Andrade
  • A Coroa, a Cruz e a Espada. Lei, Ordem e Corrupção no Brasil – Eduardo Bueno
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • The BEST Epic Music Mix of 2018 (YouTube)

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Temachat 14

Este é um episódio especial do Temacast e nele você vai encontrar a leitura de emails e comentários enviados pelos nossos ouvintes.

Temachat 14

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Carpenters – Please Mr. Postman
  • Robert Miles ft Maria Nayler – One And One
  • Dr. John – Such A Night
  • David Bowie – Lady Grinning Soul
  • Haddaway – What Is Love
  • Françoise Hardy – Message personnel
  • Gallagher & Lyle – In Your Eyes
  • Lisa Stansfield – Never, never gonna give you up
  • Kimblee – Fade
  • The Police – Message in a Bottle
  • No Doubt – Don´t Speak
  • Phil Collins – Something Happened On The Way To Heaven
  • Phil Collins – Do You Remember
  • Phil Collins – One More Night
  • Phil Collins – Another Day In Paradise

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Retrô 2018:

Este será, como de costume, o último episódio do ano. O Temacast entrará de férias e deverá retornar em março de 2019. Dessa maneira, aproveitamos para desejar a todos um excelente final de ano e um início de ano novo super legal. Ah! Não se esqueçam de botar juízo na cabeça nas festas que estão por vir. Não dirijam depois de beber e se beberem peguem um carro de aplicativo. Nós queremos encontrar todos com muita saúde no ano que vem.

Retrô 2018:

Como sempre fazemos, também neste episódio, Retrô 2018, iremos falar sobre vários acontecimentos deste ano que está chegando ao fim. Sempre optamos por falar das coisas que não foram muito divulgadas nas mídias de massa. Entretanto, desta vez também falamos de assuntos que foram muito divulgados devido ao calibre dos mesmos e do impacto que tiveram em nossas vidas.

Entre outros assuntos falamos de vários prêmios conquistados por brasileiros em diversas áreas. Se você não viu nada disso pelos jornais esta será a oportunidade de conhecer.

Também falamos sobre o crânio de Luzia, a mulher mais antiga do Brasil e das Américas, que resistiu ao incêndio ao Museu Nacional no Rio de janeiro, no último dia 2 de setembro.

Não deixe de conhecer uma jovem da periferia que se formou em Harvard foi eleita Deputada Federal por SP. Ela foi a sexta candidata mais votada com mais de 264 mil votos…

Saiba mais sobre outros assuntos ouvindo o episódio Retrô 2018 – férias.

 


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FONTES
  • Fontes diversas

CANELADA

O Alceu Maynard citado pelo Jorge Vírgilio é sociólogo e não médico como dito.


TRANSCRIÇÃO DO ÁUDIO

Equipe de Transcrição:
Karla Michelle Braga –  Facebook
Link: Em andamento


VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Gerry Rafferty – Baker Street
  • Bent – Comin’ back
  • Bent – Silent life
  • Bent – Sunday boy
  • Bob Marley – Is This Love
  • Bette Midler – Love T. K. O.
  • Bic Runga – Sway
  • Billy Ocean – Caribbean Queen
  • Billy Paul – Your Song
  • Candi Staton – You Got The Love
  • Cliff Richard – We Don’t Talk Anymore
  • David Guetta Feat. Usher – Without You
  • Elan Atias – Slave To Love
  • Georg Levin – Leisure Suit
  • Georg Levin – Runaway
  • Gwenith Paltrow – Cruisin’
  • Jazzanova feat Georg Levin – Keep On Making Me High
  • Mc Solar – La Belle and Le Bad Boy
  • Nouvelle Vague – I Melt With You
  • Nu Soul – (I Got) Somebody New
  • Pet Shop Boys – Being Boring
  • Playing of Change – Higher Ground
  • Ryan Star – Brand new day
  • Soulful House Stephanie Cooke – What Makes The World Go Round
  • Daft Punk – Get Lucky

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Fascismo, comunismo e outros ismos:

No início do século XVIII, a Europa vivia o chamado “Século das Luzes” ou Iluminismo. O grande projeto do Iluminismo era “racionalizar” toda forma de conhecimento a exemplo do que havia sido feito por Descartes, Galileu, Newton e Leibniz, nos séculos XVI e XVII, com a chamada Filosofia da Natureza ou Física. Da mesma forma que Newton havia apreendido as “leis naturais” que descreviam o movimento dos objetos e dos astros através da matemática, seria possível, na crença dos iluministas, estabelecer outras “leis naturais” derivadas exclusivamente da razão, para a arquitetura, para a política, para a economia e todos os demais saberes humanos.

Até então, a maioria dos estudos sobre esses assuntos fundamentava-se ou na Metafísica, que apenas enumerava uma série de hipóteses e reflexões acerca da essência dos objetos estudados pelas ciências particulares, ou aos Costumes e Crenças Religiosas de cada povo ou de cada época.

Fascismo, comunismo e outros ismos

Dessa forma, se havia um rei na França, por exemplo, não era por que havia qualquer fundamento teórico prático que justificasse a sua existência, mas antes porque a Igreja dizia que aquele indivíduo era um escolhido de Deus para proteger os franceses. E sendo o rei uma autoridade divina, não caberia aos seus súditos questioná-lo. Caso o rei fosse injusto ou inapto, caberia a Deus e apenas a Deus, que foi quem o colocou no cargo, avaliá-lo e julgá-lo, segundo os seus próprios critérios divinos.

Para os iluministas, no entanto, nenhum assunto, em especial assuntos dessa gravidade, deveriam depender da ação ou da vontade arbitrárias de forças ocultas e misteriosas. Qualquer tipo de afirmação, em qualquer área, deveria se submeter a “luz da razão” antes de ser expressa como uma Verdade. Assim, os iluministas acreditavam que deveriam haver critérios claros e objetivos (derivados de leis naturais próprias a cada ciência) os quais nos permitisse, entre outras coisas, avaliar a conduta de um monarca, tanto do ponto de vista moral quanto prático, sem que para isso precisássemos recorrer a boa vontade divina.

Saiba mais sobre isso ouvindo Fascismo, comunismo e outros ismos.


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Fascismo, comunismo e outros ismos


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FONTES
  • Livro: O que é socialismo?, Arnaldo Spindel
  • Livro: How fascism works?, Jason Stanley
  • Livro: Esquerda e Direita. Perspectivas Para a Liberdade, Murray Rothbard
  • Tratado: O Manifesto Comunista, Marx e Engels
  • Artigo: Mises Brasil
  • Artigo: Instituto de Longevidade
  • Link:Jornal Hoje em dia
  • Outras fontes

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Temachat 13

Este é um episódio especial do Temacast e nele você vai encontrar a leitura de emails e comentários enviados pelos nossos ouvintes.

Temachat 13

Os comentários, emails, mensagens de voz e avaliações na iTunes Store deste episódio foram realizados pelos nossos ouvintes no período de 24 de setembro de 2018 a 04 de novembro de 2018. Se você também quiser participar com a sua opinião, crítica, sugestão e elogios entre em contato conosco através da nossa página de contato ou faça seus comentários nos posts dos episódios.

Saiba mais sobre isso ouvindo Temachat 13

 


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  • Carpenters – Please Mr. Postman
  • Deep Purple – When A Blind Man Cries
  • Deep Purple – Bloodsucker
  • Deep Purple – The Bird Has Flown
  • Deep Purple – Strange Kind Of Woman
  • Deep Purple – Never Before
  • Deep Purple – Highway Star
  • Deep Purple – Woman From Tokyo
  • Deep Purple – Hallelujah
  • Deep Purple – Might Just Take Your Life
  • Deep Purple – Black Night
  • Cagedbaby – Hello There
  • Bruno Mars – Locked Out of Heaven

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Breve história da cerveja no Brasil:

Em 1808, com a chegada da família real portuguesa no Brasil e a abertura dos portos, o monopólio dos comerciantes da cidade do Porto terminou finalmente. Também terminou as proibições que impediam os colonos brasileiros de possuir manufaturas de bebidas alcoólicas diferentes da cachaça (como vimos no TC#64 da Revolta da Cachaça, os produtores de cachaça acabaram recebendo uma espécie de licença para continuar fabricando cachaça pois esta era a principal moeda de compra de escravos vindos da África). Assim, finalmente a cerveja foi legalizada em solo brasileiro. Conta-se que D. João VI, então príncipe regente, era um ávido apreciador de cerveja.

Por esse motivo, logo que desembarcou no Rio de Janeiro tratou de estabelecer acordos que lhe permitissem continuar a consumir sua bebida predileta na sua nova Corte. Os tratados de “Amizade e Aliança” e o de “Comércio e Navegação”, assinados em 1810 com o Reino Unido, fez com que a cerveja consumida do Brasil fosse um monopólio inglês. Antes da chegada da aristocracia portuguesa, as bebidas mais procuradas e consumidas do Brasil eram a Cachaça; a Gengibirra, um tipo de bebida alcoólica feita de farinha de milho, gengibre, casca de limão e água; a Caramuru, feita de milho, gengibre, açúcar mascavo e água; e o Aluá ou Aroá, uma infusão de abacaxi ou cereais, com açúcar moreno ou rapadura aos pedacinhos.

Breve história da cerveja no Brasil

Dessas quatro, a mais popular foi certamente o aluá, aquela feita de arroz, que era a variedade mais consumida pelos escravos, em particular, na cidade do Rio de Janeiro. Embora a nobreza portuguesa instalada no Rio de Janeiro importasse licores e vinhos europeus (principalmente, da França), como bebida gelada, o aluá permaneceu como a bebida mais popular do Brasil durante todo o período do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves e do Primeiro Reinado (governo de D. Pedro I). Era, em geral, vendido no meio da rua em grandes jarras de barro carregadas por mulheres negras (escravas de ganho ou libertas). Só a partir de 1830, com a chegada de novos produtos ao mercado brasileiro, que o consumo do aluá começaria a se reduzir aos poucos, sobrevivendo essencialmente através cultura afro-brasileira após o advento da República em 1889.

Atualmente, o aluá é produzido de modo geral nos Estados da região Nordeste e nos Estados do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, sendo servido principalmente em rituais de cultos de matriz africana. A nível de curiosidade, existe uma polêmica em relação a origem etimológica do nome “aluá”: alguns creem que seja de origem tupi, outros de origem asiática (possivelmente árabe) e um terceiro grupo, mais numeroso, que seja de origem africana, mais precisamente da língua dos negros hauçás, naturais da Costa da Mina (o litoral do golfo da Guiné, correspondendo hoje aos litorais de Gana, Togo, Benin e Nigéria).

Saiba mais sobre isso ouvindo Breve história da cerveja no Brasil.


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FONTES
  • Livro: “Os Primórdios da Cerveja no Brasil.”, Sérgio de Paula Santos.
  • Artigo: “A trajetória da cultura cervejeira e sua introdução no Brasil”,  Vitória Nascimento Dantas
  • Artigo: “Como a cerveja se tornou bebida brasileira: a história da indústria de cerveja no Brasil desde o início até 1930.”, Edgar Kob. Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.
  • Livro: “Almanaques administrativo, mercantil, e industrial do Rio de Janeiro”
  • Outras fontes

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  • Loveshadow – Peace ( There s A better Way )
  • Loveshadow – It s Up to You(Bullets Borders)
  • Loveshadow – Summer Love
  • The Easton Ellises – Falcon 69
  • 10 Code – Today
  • Elektrophon – Psychobelle
  • AlexBeroza – Improvisation On Friday…
  • AlexBeroza – Start Again
  • Ani – Teryaiu Tebya
  • Loveshadow – 1972. The LS Solar Reprise
  • DJlang59 – Drops of H2O ( The Filtered Water Treatment )
  • Loveshadow – Fools Paradise. HelanaJ and Per Alpert
  • Loveshadow – Let Your Love Shine
  • Loveshadow – Melting Into One
  • Loveshadow – Moving With The Season
  • Jingle   Chopp em Garrafa  Chopp da Brahma (1935)
  • Loveshadow – My Everything ( Deep Parisian Prelude )
  • Loveshadow – My Heart On the Floor
  • Loveshadow – Never Be The Same
  • Loveshadow – Officer Down
  • Loveshadow – Twelve ( In the End )

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Os Samurai:

Os samurai exercem uma forte influência sobre a imaginação popular, tanto dentro quanto fora do Japão. Não é à toa que são temas constantes em filmes, séries, desenhos, jogos eletrônicos e muito mais. Com bravura e lealdade exemplar, os samurai dominaram o Japão por 700 anos e moldaram a identidade nacional japonesa. Fato é que seu intrincado código de honra, tradições, lealdade e polidez, juntamente com suas proezas em questões militares, fez dos samurai guerreiros únicos. De forma bem simples, os samurai eram a versão japonesa dos cavaleiros na Idade Média europeia. Eles  serviam aos seus lordes (os daimiô) com devoção e lealdade, prontos para desistir de suas próprias vidas, a fim de proteger seu senhor e sua honra. Apesar de ferozes no campo de batalha, também eram em geral eruditos e eram estimulados a desenvolver suas habilidades artísticas.

Os Samurai

Os primeiros samurai foram os arqueiros japoneses. Eles lutavam a pé ou a cavalo, com arcos extremamente longos chamados yumi, e usavam espadas principalmente para acabar com inimigos feridos. Com o tempo, contudo, desenvolveram técnicas de combate corporal e com espada. Ao contrário do que em geral é retratado pela ficção, não havia nada de romântico na vida dos samurai. Eles surgiram como um produto das circunstâncias históricas do Japão, durante o seu longo e difícil processo de unificação…

Saiba mais sobre isso ouvindo Os samurai.


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os samurai


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FONTES
  • Livro: “História dos samurai”, de José Yamashiro.
  • Livro: “História da Cultura Japonesa”, de José Yamashiro.
  • Livro “O Livro dos Cinco Anéis”, de Miyamoto Musashi.
  • Livro: “O Samurai, a história de Miyamoto Musashi”, de William Scott Wilson.
  • Outras fontes

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Temachat 12

Este é um episódio especial do Temacast e nele você vai encontrar a leitura de emails e comentários enviados pelos nossos ouvintes.

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Os comentários, emails, mensagens de voz e avaliações na iTunes Store deste episódio foram realizados pelos nossos ouvintes no período de 20 de agosto de 2018 a 23 de setembro de 2018. Se você também quiser participar com a sua opinião, crítica, sugestão e elogios entre em contato conosco através da nossa página de contato ou faça seus comentários nos posts dos episódios.

Saiba mais sobre isso ouvindo Temachat 12

 


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  • Carpenters – Please Mr. Postman
  • Deep Purple – When A Blind Man Cries [’97 Remix]
  • Antônio Nóbrega – Chegança
  • Deep Purple – Bloodsucker
  • Deep Purple – The Bird Has Flown
  • Deep Purple – Strange Kind Of Woman
  • Deep Purple – Never Before
  • Deep Purple – Highway Star
  • Deep Purple – Woman From Tokyo
  • Deep Purple – Hallelujah
  • Deep Purple – Might Just Take Your Life
  • Deep Purple – Black Night

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Fundação de Olinda e Salvador:

Curiosamente, a história de Pernambuco começa quase 2 mil quilômetros de distância mais ao sul, no Rio de Janeiro, mais precisamente na Baía de Guanabara. Como comentamos no episódio #86 sobre a Fundação de São Vicente, a primeira feitoria estabelecida no atual território brasileiro foi a Feitoria do Cabo Frio, em 1504, erguida pelo italiano Américo Vespúcio e os náufragos que ele e o líder da sua esquadra, o capitão português Gonçalo Coelho, haviam resgatado na Ilha de Fernando de Noronha. Essa feitoria não teve uma vida muito longa, tendo sido destruída pelos Tamoios que consideravam o Cabo Frio um de seus mais sagrados sítios litúrgicos.

No entanto, nessa mesma expedição, Gonçalo Coelho e Vespúcio, estabeleceram uma segunda feitoria na região, a Feitoria da Baía do Rio de Janeiro ou Feitoria da Guanabara. Esta feitoria, localizada na foz do rio Carioca, no atual bairro do Flamengo, foi erguida em 1504, e se tornou o primeiro entreposto permanente de extração de pau-Brasil na América. Naquela época, o pau-Brasil era abundante em todo o entorno da Baía de Guanabara. Contudo, os comerciantes da Feitoria do Rio de Janeiro jamais poderiam imaginar que, ao inaugurar à indústria de extração intensiva de pau-Brasil, eles estariam dando nome a todo um país e a toda uma nova civilização. Já na primeira década do século XVI, os feitores da Guanabara passaram a ser referidos como “brésiliens” pelos navegadores franceses que vinham ao Rio.

Fundação de Olinda e Salvador

O termo “brésilien” em francês daria origem aos termos “brasileño”, em espanhol, e “brasileiro”, em português. Assim, em 1510, o termo “Terre du Brésil”, ou seja “Terra do Brasil”, já havia substituído para sempre o nome “Terra de Vera Cruz” criado pelos portugueses…

Saiba mais sobre isso ouvindo Fundação de Olinda e Salvador.


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FONTES
  • Livro: “Cartas Jesuíticas do Brasil”, vários autores.
  • “Anais de D. João III”, Frei Luís de Sousa.
  • Livro: “História Geral do Brasil”, Francisco Varnhagen.
  • Livro: “História administrativa e econômica do Brasil”, Hélio de Alcântara Avellar.
  • Livro: “Náufragos, traficantes e degredados: as primeiras expedições ao Brasil, 1500-1531”, Eduardo Bueno.
  • Livro: “Capitães do Brasil: a saga dos primeiros colonizadores”, Eduardo Bueno.
  • Livro: “Cartas de Duarte Coelho a El Rei”, José Antonio Gonçalves Mello
  • bndigital.bn.gov.br
  • Outras fontes

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Propostas dos candidatos a presidente em 2018:

Com a finalidade de facilitar nossos ouvintes no que diz respeito a pesquisar sobre os candidatos ao cargo de presidente nas eleições de 2018, nós gravamos este episódio especial do Temacast.

Nós basicamente iremos citar as principais propostas dos candidatos ao cargo e quem sabe faremos alguns comentários sem qualquer tendência partidária ou preferência por qualquer candidato. Também deixaremos no post do episódio o link para o Plano de Governo dos candidatos.

Primeiramente vamos apresentar os candidatos em ordem alfabética, seus partidos e um breve resumo sobre eles. Em seguida apresentaremos as propostas que os candidatos têm para as seguintes áreas: Segurança, Educação e Saúde, Políticas Sociais, Economia e Emprego, Política Interna, Política Externa

Propostas dos candidatos a presidente em 2018

O texto com as propostas foram retirados do site da BBC Brasil (link abaixo na seção FONTES) onde cada candidato possui suas declarações em cada área que citamos acima.

Candidatos ao cargo citados no episódio:

  • Alvaro Dias
  • Ciro Gomes
  • Daciolo
  • Geraldo Alckmin
  • Guilherme Boulos
  • Henrique Meirelles
  • Jair Bolsonaro
  • João Amoêdo
  • João Goulart Filho
  • José Maria Eymael
  • Lula/Haddad
  • Marina Silva
  • Vera Lúcia

Saiba mais sobre isso ouvindo Propostas dos candidatos a presidente em 2018.


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FONTES
  • BBC
  • Outras fontes

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O Museu Nacional:

…Foi graças a arqui-duquesa austríaca, que no Brasil foi batizada de Maria Leopoldina da Áustria, que as instituições científicas no país começaram a funcionar. Já na sua chegada, em 1817 Maria Leopoldina trouxe em sua comitiva nupcial uma legião de naturalistas de Viena: Rochus Schüch, Johann Natterer, Johann Emanuel Pohl, Giuseppe Raddi e Johann Christian Mikan. A futura Imperatriz do Brasil era aficionada por ciências naturais como botânica, geologia e astronomia, além de ser uma exímia caçadora. Apesar da educação refinada que recebeu na sua vida pregressa no castelo de Schönbrunn, na Áustria, desde a infância Maria Leopoldina tinha por hobby vestir calças e camisas masculinas e ia a cavalo e armada coletar borboletas, insetos e plantas para estudar.

O Museu Nacional

…Em 1818, no ano seguinte a chegada de Leopoldina no Rio, seu sogro é aclamado rei de Portugal, Brasil e Algarves, na atual Praça da República ou Campo de Santana, no centro histórico da cidade do Rio, após o falecimento de sua mãe, a rainha Maria I de Portugal. Por influência da nora, com quem D. João tinha uma boa relação, o novo rei decide criar no Rio de Janeiro um Museu Real, a partir do acervo trazido de Portugal e do que encontrou no Brasil. Assim, em 6 de junho de 1818, por decreto de D. João VI e execução do Ministro do Reino, Thomas Antonio de Villanova Portugal, foi criado o Museu Real. Como primeira providência, foi adquirido a casa de Pereira de Almeida, o futuro barão de Ubá, nas proximidades do Campo de Santana para servir de sede ao museu. Esse endereço hoje é o local onde está sediado outra das maravilhas do patrimônio brasileiro: o Arquivo Nacional

Saiba mais sobre isso ouvindo O Museu Nacional.


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FONTES
  • Dissertação: “A Casa do Imperador – Do Paço de São Cristóvão ao Museu Nacional”, Regina Maria Macedo Costa Dantas
  • Artigo: “A ‘Flora Fluminensis’ de frei Vellozo: uma abordagem interdisciplinar”, Begonha BediagaI e Haroldo Cavalcante de Lima.
  • Outras fontes

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Temachat 11

Este é um episódio especial do Temacast e nele você vai encontrar a leitura de emails e comentários enviados pelos nossos ouvintes.

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Os comentários, emails, mensagens de voz e avaliações na iTunes Store deste episódio foram realizados pelos nossos ouvintes no período de 09 de julho de 2018 a 19 de agosto de 2018. Se você também quiser participar com a sua opinião, crítica, sugestão e elogios entre em contato conosco através da nossa página de contato ou faça seus comentários nos posts dos episódios.

Saiba mais sobre isso ouvindo Temachat 11.

 


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Carpenters – Please Mr. Postman
  • The Glenn Miller Orchestra – In the Mood
  • The Glenn Miller Orchestra – A String of Pearls
  • The Glenn Miller Orchestra – Little Brown Jug
  • The Glenn Miller Orchestra – Tuxedo Junction
  • The Glenn Miller Orchestra – Hattanooga Choo Choo
  • The Glenn Miller Orchestra – Pennsylvania 6-5000
  • The Glenn Miller Orchestra – Anvil Chorus
  • The Glenn Miller Orchestra – Rhapsody in Blue
  • The Glenn Miller Orchestra – Swing Low Sweet Chariot
  • The Glenn Miller Orchestra – Danny Boy
  • The Glenn Miller Orchestra – Bugle Call Rag
  • The Glenn Miller Orchestra – At Last
  • The Glenn Miller Orchestra – I’ve Got a Gal in Kalamazoo
  • The Glenn Miller Orchestra – Don’t Sit Under the Apple Tree
  • The Glenn Miller Orchestra – Moonlight Cocktail

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A longa marcha dos tupis:

Os povos do tronco linguístico tupi-guarani foram o grupo indígena mais importante na formação histórica do Brasil. Entretanto, de concreto e comprovado, pouco sabemos sobre a sua movimentação no território brasileiro antes da chegada dos europeus e o aparecimento dos primeiros registros documentais de viajantes e missionários que descreveram e nomearam alguns desses povos: notadamente os tupinambás e os guaranis. E aqui uma explicação: ainda que seja um anacronismo falar de “Brasil” antes mesmo do início da colonização portuguesa, dado que esse território só veio a ser chamado “brasileiro” após a Declaração de Independência, em 1822, para fins práticos, usaremos esse termo – brasileiro – para diferenciar a ocupação humana em nosso país de outras áreas da América do Sul.

A longa marcha dos tupis

Bem, nesse terreno ainda há muito de hipotético, além de muitas controvérsias, apoiadas por algumas evidências resultantes de estudos paleontológicos, arqueológicos e linguísticos. A própria origem e a época da chegada dos primeiros seres humanos ao Brasil e mesmo na América ainda é motivo de extensos debates. Em geral, acredita-se que os primeiros homo sapiens a entrarem na América chegaram aqui num período entre 40 mil e 11 mil anos antes da era comum (AEC). No Brasil propriamente dito, as evidências arqueológicas obtidas até hoje apontam que as ocupações humanas mais antigas teriam surgido por volta de 12 mil anos AEC. Muitos povos já extintos quando da chegada dos portugueses habitaram o país nesse período remoto. Entretanto, enfatizamos os povos de origem tupi-guarani como os precursores do Brasil por uma razão historicamente comprovada: a sua presença na maior parte do atual território brasileiro.

Saiba mais sobre isso ouvindo A longa marcha dos tupis.


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FONTES
  • Livro: “Singularidades da França Antártica”, André Thévet
  • Livro: “Cosmografia Universal, Tomo II”, André Thévet
  • Livro: “”Ayvú Rapyta: textos míticos dos mbyá-guarani””, Léon Cadogan
  • Artigo: “A new age to an old site: the earliest Tupiguarani settlement in Rio de Janeiro State?”, Rita Scheel-Ybert e outros.
  • Artigo: “Tupinambá, Kayapó e Kuikuro e as Revoluções na Tecnologia de Alimentos”, Luiz C. Borges, Marcio D’Olne Campos e Maria Madalena Mattos Pontes
  • Outras fontes

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SAIBA MAIS SOBRE OS ÍNDIOS ATUAIS

Link: FUNAI


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A fundação de Santos:

Para uma terra que, na visão europeia, era desprovida de tudo, imensa, sem esperanças de reluzentes minas de ouro, prata e cristais, que era habitada por indígenas ferozes e canibais, para um lugar visto assim só viriam homens que o rei mandasse em serviço, homens degradados da metrópole condenados pelas suas leis criminais, náufragos sobreviventes de expedições malfadadas, trabalhadores escravizados ou semi escravizados que fugiam de navios, ou homens de fé, catequistas, movidos pelo juramento de espalhar a sua religião. Foram poucos, muito poucos, os que vieram habitar o Brasil em princípios do séc. XVI. Alguns nomes desses primeiros colonizadores aparecem nas Atas das câmaras municipais e nos livros de inventários e testamentos brasileiros, e são essas em grande parte as fontes primárias que nos contam o início da história do país.

A fundação de Santos

Ao retirar-se para Portugal, nos meados de 1533, Martim Afonso de Sousa deixou na vila que havia fundado pouca gente do pessoal que veio com a sua frota. As terras de São Vicente nenhum atrativo tinham para reter aventureiros, ansiosos por enriquecer rapidamente. No litoral, nas baixadas, nos pântanos e brejos em que se formavam mais mangues que canaviais, eram poucos os locais propícios à instalação de engenhos de açúcar. Na serra de Paranapiacaba, que contorna asperamente o mar, as terras eram as piores possíveis, do atual Estado de S. Paulo, para a agricultura.

Saiba mais sobre isso ouvindo sobre a fundação de Santos.


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FONTES
  • Livro: “Cartas Jesuíticas do Brasil”, vários autores.
  • Livro: “Na Capitania de São Vicente”, Washington Luís.
  • “Anais de D. João III”, Frei Luís de Sousa.
  • Livro: “História Geral do Brasil”, Francisco Varnhagen.
  • Outras fontes

GRÁFICO DE SÃO VICENTE (ANTES E DEPOIS DO TSUNAMI)

a fundação de santos


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Os comentários, emails, mensagens de voz e avaliações na iTunes Store deste episódio foram realizados pelos nossos ouvintes no período de 02 de junho de 2018 a 08 de julho de 2018 . Se você também quiser participar com a sua opinião, crítica, sugestão e elogios entre em contato conosco através da nossa página de contato ou faça seus comentários nos posts dos episódios.

Saiba mais sobre isso ouvindo Temachat 10.


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  • Bruno Mars – Locked Out of Heaven
  • Gladys Knight & The Pips – Every Beat Of My Heart
  • Gladys Knight & The Pips – For Once In My Life
  • George Benson –  Love x Love
  • George Benson –  Off Broadway
  • Joss Stone – Super Duper Love
  • Joss Stone – Baby Baby Baby
  • Joss Stone – Right To Be Wrong
  • KC And The Sunshine Band – Please Don’t Go
  • Kool & the Gang – Celebration
  • Kool & the Gang – Cherish

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Os movimentos de tradução:

A linguagem é o mais proeminente aspecto da raça humana e de sua civilização. Foi através da comunicação oral e posteriormente escrita que nossos ancestrais conseguiram passar de uma quase extinta espécie de hominídeo nas savanas africanas, reduzidas então a algumas dezenas de hominídeos, à espécie dominante do planeta.

A comunicação permitiu aos nossos antepassados transmitir saberes e atributos culturais aos seus descendentes de modo que, uma geração após a outra, uma nação após a outra, a humanidade acumulasse conhecimento através dos séculos. Por essa razão, em várias mitologias a fala e a música são considerados atributos divinos e um dos pilares da criação do mundo. Na mitologia guarani, por exemplo, Nhamandú ou Yamandú (“O Espírito Antigo”, em tradução livre) criou o universo entoando um canto, e cada palavra desse canto, era a alma de um ser humano.

Os movimentos de tradução

…Entretanto, as distâncias físicas, culturais e religiosas fizeram com que inúmeras línguas diferentes surgissem pelo planeta. Se por um lado as diferentes línguas possibilitaram uma maior diversidade de costumes, de pensamento, de opiniões e de formas de expressão artísticas, por outro ela restringiu os indivíduos ao seu próprio círculo cultural. Assim, cada cultura humana passou a empreender individualmente na árdua tarefa de desvendar os mistérios do universo e de encontrar um sentido para a vida, cada qual julgando-se mais perto da “Verdade” do que os demais…

Saiba mais sobre isso ouvindo Os movimentos de tradução.


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FONTES

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Fundação de São Vicente:

A notícia do descobrimento da Ilha ou Terra de Vera Cruz por Pedro Álvares Cabral, em abril de 1500, pouco interessou ao monarca D. Manuel I, então rei de Portugal. A carta, em que D. Manuel I comunicou aos demais reis católicos o descobrimento feito por Pedro Álvares Cabral tem ao todo 8 páginas e cerca de 311 linhas, e destas apenas 3 linhas se referem à terra de Vera Cruz.

Tão insignificante foi este fato para os portugueses no início do séc. XVI, que ele sequer foi mencionado na lápide de Pedro Álvares Cabral, quando este foi sepultado por volta de 1520 numa igrejinha da cidade de Santarém, em Portugal. A única inscrição na lápide de Pedro Álvares Cabral mencionava apenas que ele havia sido casado com uma das camareiras de uma princesa portuguesa, que foi aparentemente a única distinção do navegador para os portugueses daquela época. Nesse período, conhecido como era Manuelina, Portugal, seu povo e o rei (D. Manuel) estavam completamente absorvidos pelo opulento e relativamente fácil comércio com as Índias, cujo caminho marítimo os seus perseverantes e audazes marinheiros haviam descoberto, destacando-se entre eles, o maior de todos, Vasco da Gama, o maior herói português da era das grandes navegações.

Fundação de São Vicente

…em São Vicente, Martim Afonso conheceu um misterioso náufrago português chamado João Ramalho, que veio ao seu encontro ao saber da sua presença na ilha. Pouco se sabe do passado de João Ramalho e como afinal ele veio parar no Brasil. Seja como for, ele acabou indo parar na região onde hoje está a cidade de São Paulo e ali se tornou íntimo de um dos principais líderes dos tupiniquins do vale do Tietê, Tibiriçá, morubixaba da aldeia de Piratininga, tendo inclusive casado com algumas de suas filhas, a mais conhecida entre elas, a índia Bartira.

João Ramalho era muito influente entre os indígenas dessa região podendo arregimentar cerca de 5 mil guerreiros em um único dia, todos ligados a ele por relações de parentesco (só um comentário: na cultura tupi, os guerreiros só vão à guerra para defender e vingar seus parentes, portanto, o apoio bélico de uma tribo dependia de você ser casado com uma mulher daquele grupo). João Ramalho teve uma numerosa descendência na região e por essa razão recebeu a alcunha de “pai dos paulistas”…

Saiba mais sobre isso ouvindo sobre a Fundação de São Vicente.


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  • Livro: “Na Capitania de São Vicente”, Washington Luís
  • Livro: “Anais de D. João III”, Frei Luís de Sousa
  • Outras fontes

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O Movimento Municipalista Brasileiro:

O municipalismo consiste em uma ideologia política que objetiva oferecer maior autonomia aos municípios, atendendo especialmente à organização e prerrogativas das cidades, por meio de uma descentralização da administração pública. Os defensores dessa linha de pensamento costumam salientar a importância da cidade, uma vez que é nesse espaço onde se vive e se trabalha. Enxergam a cidade como sendo o mundo real, enquanto que o Estado e a Nação seriam instituições abstratas, que geram governos distantes, alienados e insensíveis às necessidades do cidadão.

O Movimento Municipalista Brasileiro

O movimento municipalista no Brasil é antigo. Ele se iniciou ainda durante o Império, no reinado de Dom Pedro II, e desde então tem permeado os debates sobre finança e a gestão pública ao longo de todo o período republicano até os dias de hoje. Segundo o cientista político pernambucano Marcus André de Melo, “A ideologia municipalista constitui uma das construções discursivo-programáticas mais antigas e resilientes da cultura política brasileira.” Inicialmente, o municipalismo surge no Brasil Império como uma reação dos políticos liberais (como os luzias, os farroupilhas, etc) a centralização governamental na capital imperial defendida pelos conservadores (como os saquaremas, os caramurus, etc), movimento este batizado de “autoritarismo burocrático”, e que teve entre seus defensores figuras como os estadistas paulistas José Bonifácio e Francisco Varnhagen…

 Saiba mais sobre isso ouvindo O movimento municipalista no Brasil.


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Temachat 9

Este é um episódio especial do Temacast e nele você vai encontrar a leitura de emails e comentários enviados pelos nossos ouvintes.

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Os comentários, emails, mensagens de voz e avaliações na iTunes Store deste episódio foram realizados pelos nossos ouvintes no período de 30 de abril de 2018 a 02 de junho de 2018 . Se você também quiser participar com a sua opinião, crítica, sugestão e elogios entre em contato conosco através da nossa página de contato ou faça seus comentários nos posts dos episódios.

Saiba mais sobre isso ouvindo Temachat 9.

 


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  • America – I Need You
  • America – Riverside
  • Creedence Clearwater Revival – Proud Mary
  • Creedence Clearwater Revival – Travelin’ Band
  • Creedence Clearwater Revival – Pagan Baby
  • Eagles – After the Thrill Is Gone
  • Eagles – I Can’t Tell You Why
  • Eagles – New Kid In Town
  • Eagles – Hotel California

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Yakuza – o império do crime japonês:

Poucas organizações mafiosas são tão famosas mundo afora quanto a Yakuza. Também chamada de Bokokudan ou Gokudō, a Yakuza, cuja palavra significa “imprestável” ou “inútil” é a maior facção criminosa não apenas do Japão mas do mundo todo. No entanto, desde meados do anos 1990 tanto a polícia quanto a imprensa japonesas passaram a se referir a Yakuza genericamente como um Bōryokudan ou em português um “grupo de violência”, nome que atribuem às demais organizações criminosas japonesas estruturadas ao estilo da máfia italiana. A razão para essa mudança de nomenclatura é que, embora o termo Yakuza fosse originalmente pejorativo, ao longo do século XX a literatura e o cinema fizeram com que esse grupo de mafiosos em particular fosse visto com conotações positivas, dentro e fora do Japão. Entretanto, informalmente o termo “yakuza” ou “gyangu” (niponização de “gangster”) continua sendo empregado para se referir a bandidos ou criminosos individuais, bem como a grupos organizados e ao crime organizado japonês em geral.

Yakuza – o império do crime japonês

Seja como for, a Yakuza propriamente dita é hoje a gangue mais antiga do mundo ainda em atividade. O seu surgimento remonta ao século XVII, durante a Era Edo e ao shogunato da família Tokugawa, quando o Japão ainda era governado por uma elite de samurais. E aqui uma comparação, a máfia siciliana, de onde se originou a máfia italiana dentro e fora da Itália, surgiu apenas no século XIX, quase 200 anos depois. Devido a sua origem no dito “Japão Feudal”, os membros da Yakuza adotam rituais semelhantes aos dos samurais. Seus membros seguem um código de regras baseados na lealdade e fidelidade e possuem algumas obrigações como não esconder dinheiro do grupo, não tocar na mulher ou filhos de outro membro, não procurar a polícia e nunca desobedecer a ordem de um superior…

Saiba mais sobre isso ouvindo Yakuza – o império do crime japonês.


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  • Dave Grusin – The Yakuza (1974)
  • Joe Hisaishi – Die Out of Memories
  • Joe Hisaishi – Magic Mushroom
  • Joe Hisaishi – Light and Darkness
  • Jerry Goldsmith – The Challenge (1982)
  • Nancy Sinatra – Bang Bang (My Baby Shot Me Down)
  • Luis Bacalov – The Grand Duel – (Parte Prima)
  • Lady Snowblood   Meiko Kaji   Shura no Hana
  • Joe Hisaishi – Be Over
  • Tomoyasu Hotei – Battle Without Honor or Humanity
  • Meiko Kaji – The Flower Of Carnage
  • Zamfir – The Lonely Shepherd

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Mary Shelley e o Monstro de Frankenstein:

Neste ano de 2018, o mundo celebra o bicentenário de uma das obras precursoras do gênero ficção científica: o livro “Frankenstein ou o Prometeu Moderno”, escrito pela autora britânica Mary Shelley. Com 200 anos de incontáveis edições e releituras, a obra é referência indiscutível do gênero de terror e horror, tanto na literatura quanto no cinema. O livro que faz alusão ao mito grego de Prometeu, o titã que na Mitologia Grega deu aos Homens o fogo dos deuses, o espírito criativo, tornando-os superiores a todos os demais animais. Publicado originalmente em primeiro de janeiro de 1818, Frankenstein é também um grande ensaio sobre a prepotência humana e a solidão na sociedade moderna. Inicialmente, a obra foi publicada anonimamente ou seja sem o nome de sua autora. A publicação dividiu a crítica e o público devido à natureza de sua história e de sua estranha criatura. Polêmica que só fez aumentar quando se descobriu que aquela peça de horror havia sido escrita por uma mulher.

Mary Shelley e o Monstro de Frankenstein:

Atualmente, há mais de 16 milhões de resultados do Google para uma busca do nome “Frankenstein”, mais do que para muitas obras de William Shakespeare, como “Macbeth.” São mais de trezentas edições da novela original. Mais de 650 quadrinhos e tiras de desenhos animados inspirados por ele. Mais de 150 spin-offs (séries e filmes derivados da obra original) e paródias de ficção. E cerca de noventa filmes sobre o monstro, que no livro não possui nome, mas foi eternizado com o nome de seu fictício criador, o Dr. Victor Frankenstein. A primeira versão cinematográfica da obra é um curta de 12 minutos de 1910, produzido pela Thomas Edison Film Company, um estúdio cinematográfico nova-iorquino de propriedade do inventor estadunidense Thomas Edison…

Saiba mais sobre isso ouvindo Mary Shelley e o Monstro de Frankenstein.


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  • Mary Shelley’s Frankenstein Soundtrack (YouTube)
  • The Addams Family Soundtrack (YouTube)

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Temachat 8

Este é um episódio especial do Temacast e nele você vai encontrar a leitura de emails e comentários enviados pelos nossos ouvintes.

Temachat 8

Os comentários, emails, mensagens de voz e avaliações na iTunes Store deste episódio foram realizados pelos nossos ouvintes no período de 23 de março de 2018 a 29 de abril de 2018 . Se você também quiser participar com a sua opinião, crítica, sugestão e elogios entre em contato conosco através da nossa página de contato ou faça seus comentários nos posts dos episódios.

Saiba mais sobre isso ouvindo Temachat 8.

 


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Duffy – Stepping Stone
  • Duffy – Rockferry
  • Duffy – Warwick Avenue
  • Duffy – Serious
  • Duffy – Syrup & Honey
  • Duffy – Hanging On Too Long
  • Duffy – Mercy
  • Duffy – Delayed Devotion
  • Duffy – I’m Scared
  • Duffy – Distant Dreamer
  • Earth Wind & Fire – Star
  • Earth Wind & Fire – Fall In Love With Me

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Vlad III Tepes – O Drácula histórico:

Poucos nomes lançaram mais terror no coração humano do que o Drácula. O lendário vampiro, criado pelo autor irlandês Bram Stoker no romance de mesmo nome de 1897 se inseriu profundamente em nossa cultura, inspirando inúmeros filmes de terror, programas de televisão e outras histórias de vampiros.

Embora Drácula seja uma criação puramente fictícia de Bram Stoker, muito da biografia deste clássico personagem da literatura foi baseada numa figura histórica real: o voivoda (ou príncipe, em romeno) Vlad III Tepes.

Vlad III Tepes – O Drácula histórico

Vlad III Tepes governou de forma intermitente uma porção dos Balcãs chamada Valáquia, equivalente ao sul da Romênia, em meados do século XV: em 1448, de 1456 a 1462, e em 1476. Nesta época, essa região vivia em conflito constante com os muçulmanos do Império Otomano, um dos maiores impérios do mundo nesse período, que no seu auge dominou a maior parte do entorno do Mar Mediterrâneo e abarcou três continentes (Norte da África, Leste Europeu e Oriente Médio), passando a ter a primazia das relações comerciais entre o Ocidente e o Oriente por vias terrestres.

Saiba mais sobre isso ouvindo Vlad III Tepes – O Drácula histórico.


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As HQs no Brasil:

As histórias em quadrinhos começaram no Brasil no século XIX, adotando inicialmente um estilo satírico conhecido como cartuns, que depois se estabeleceria com as populares tiras dos jornais. Publicada a partir de 30 de janeiro 1869, “As aventuras de Nhô Quim” ou “Impressões de uma viagem à Corte”, de Angelo Agostini, é considerada a primeira história em quadrinhos brasileira. Agostini, ítalo-brasileiro radicado no Brasil desde os 16 anos, foi o quinto artista do mundo a publicar uma HQ.  Uma das grandes novidades de “As Aventuras de Nhô Quim” é que ela possuía um personagem fixo, o que não era comum na época. Elas narram as aventuras de Nhô Quim, um jovem rico do interior de Minas Gerais que se muda para a cidade do Rio de Janeiro a mando de seu pai, que não queria que ele se casasse com uma moça pobre da sua cidade natal.

As HQs no Brasil:

A história é uma caricatura dos costumes daquela época e foca principalmente no choque de civilização entre o ingênuo caipira Nhô Quim e os “incompreensíveis” habitantes da capital do Império do Brasil. Era uma sátira das diferenças de costumes de uma cidade do Rio totalmente urbana, cosmopolita e já em vias de industrialização com a realidade totalmente rural do Brasil e dos brasileiros em geral. “As Aventuras de Nhô Quim” foram publicadas originalmente na revista “Vida Fluminense”, um periódico ilustrado semanal que comentava o dia a dia da Corte, do qual Angelo Agostini chegou a ser diretor artístico antes de criar a sua hoje lendária “Revista Ilustrada”, que chegou a ser a revista de maior sucesso da Corte (com tiragem de 4 mil exemplares a cada edição).

Saiba mais sobre isso ouvindo As HQs no Brasil.


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Livro do pesquisador gaúcho Athos Cardoso disponível gratuitamente

Revista Tico-Tico


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Count Basie – Jumpin’ At the Woodside
  • Woody Herman – Four Brothers
  • Duke Ellington – Ko-Ko
  • Chick Webb – Liza
  • Glenn Miller – Moonlight Serenade
  • Paul Whiteman – Changes
  • Benny Goodman – Stompin’ At the Savoy
  • Artie Shaw – Dancin’ In the Dark
  • Woody Herman – Laura
  • Tommy Dorsey – I’m Getting Sentimental Over You
  • Dizzy Gillespie – Things to Come
  • Gene Krupa – King Porter Stomp
  • Cab Calloway – Jumpin’ Jive
  • Stan Kenton – Tampico
  • Fletcher Henderson – St Louis Shuffle
  • Lionel Hampton – Flying Home
  • Tommy Dorsey – On the Sunny Side of the Street
  • Andy Kirk – Little Joe from Chicago

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A história das HQs:

As Histórias em quadrinhos recebem diferentes nomes dependendo do lugar, por exemplo: nos EUA, são chamadas de comic strips (tiras cômica). Na França, são chamadas de bandes dessinées  (bandas ou tiras desenhadas). Na Itália, são chamadas de fumetti (nome que faz referência aos balõezinhos que saem da boca das personagens). Na América hispânica, são chamadas de historietas. No Brasil, também pode ser chamada de Gibi. No Japão, mangá. Em Portugal, histórias aos quadradinhos. Gênero muito popular entre crianças, adolescentes e adultos, as histórias em quadrinhos ou HQs, já foram desprezadas e ficaram, por muito tempo, relegadas ao injusto rótulo de “subgênero”. Mas elas têm uma história e ocupam um lugar entre as manifestações culturais da humanidade como o cinema, o teatro, a literatura e etc.

A história das HQs:

E como que essa forma de arte apareceu? Bom, as HQs começaram como textos humorísticos, mas foi com a ação e a aventura que elas romperam os limites dos jornais e foram publicadas em revistas, livros, cinema, televisão, e outros meios. Alguns estudiosos, no entanto, apontam as inscrições das cavernas como a origem mais remota das HQs. O desenho é uma das linguagens mais antigas de nossos ancestrais para transmitir mensagens às futuras gerações. E eles deixaram gravadas em rochas por todo o mundo, inclusive aqui no Brasil, impressões do dia a dia, fatos que consideravam importantes, seus rituais, etc. As HQs poderiam até ser tema de samba-enredo pois no Egito Antigo, na Grécia, em Roma, no Oriente, na Europa medieval, na América pré-Colombiana, e ainda hoje, o homem continua utilizando o desenho e a pintura como formas criativas para se expressar.

Saiba mais sobre isso ouvindo A história das HQs.


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Darkness
  • The Alan Parsons Project – May Be A Price To Pay
  • Buck Rogers In The 25th Century Main Theme
  • Queen – Flash
  • Superman Theme
  • The Phantom Score
  • The Batman Theme
  • Batman First Confrontation
  • Batman theme anos 60
  • Batman Begins Theme
  • Theme Captain America
  • Wonder Woman Theme
  • Hatus Quemuel – Wakanda
  • Fabio Prandoni – Lost In Fates
  • X Men Theme

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Temachat 7

Este é um episódio especial do Temacast e nele você vai encontrar a leitura de emails e comentários enviados pelos nossos ouvintes.

Temachat 7

Os comentários, emails, mensagens de voz e avaliações na iTunes Store deste episódio foram realizados pelos nossos ouvintes no período de 16 de janeiro de 2018 a 22 de março de 2018. Se você também quiser participar com a sua opinião, crítica, sugestão e elogios entre em contato conosco através da nossa página de contato ou faça seus comentários nos posts dos episódios.

Saiba mais sobre isso ouvindo Temachat 7.

 


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Carpenters – Please Mr. Postman
  • Glenn Miller Orchestra – In the Mood
  • Glenn Miller Orchestra – A String of Pearls
  • Glenn Miller Orchestra – Little Brown Jug
  • Glenn Miller Orchestra – Tuxedo Junction
  • Glenn Miller Orchestra – Chattanooga Choo Choo
  • Glenn Miller Orchestra – Pennsylvania 6-5000
  • Glenn Miller Orchestra – Anvil Chorus
  • Glenn Miller Orchestra – Rhapsody in Blue
  • Glenn Miller Orchestra – Swing Low Sweet Chariot
  • Glenn Miller Orchestra – Danny Boy
  • Glenn Miller Orchestra – Bugle Call Rag
  • Glenn Miller Orchestra – At Last
  • Glenn Miller Orchestra – I’ve Got a Gal in Kalamazoo
  • Glenn Miller Orchestra – Moonlight Cocktail

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A eletricidade 2/2

Antes da Primeira Guerra Mundial, na década de 1910, um “blackout” ou “apagão” não teria muita importância para a maior parte dos seres humanos. Praticamente não havia automóveis nas ruas, e portanto, não havia também necessidade de semáforos. Também ninguém tinha geladeira ou frigorífico. Nas regiões mais frias, a comida era preservada em salas frias mantidas com blocos de gelo natural, enquanto que nas regiões mais quentes, ela era desidratada e salgada.

Por essa razão, sem eletricidade, essa sociedade pré-Grande Guerra não teria uma crise de abastecimento. Apenas umas poucas pessoas ricas ao redor do planeta iriam se dar conta do apagão quando suas maravilhosas lâmpadas elétricas, uma forma cara e luxuosa de vela, subitamente apagassem…

A eletricidade 2/2

Também se dariam conta os governos, é claro, e as bolsas de valores, pois passariam alguma dificuldade quando os telégrafos parassem de funcionar, silenciando seus milhares de quilômetros de cabos terrestres e submarinos… Mas de modo geral a vida das pessoas comuns seguiria quase indiferente a esse fato.

Na década de 1920, no entanto, um “apagão” seria bem diferente, ao menos nas grandes metrópoles do mundo. As pessoas ainda não teriam problema para comprar ou vender, pois ainda não havia nessa época cartões de crédito, mas certamente sentiriam quando as centrais telefônicas ou os bondes parassem de funcionar…

Saiba mais sobre isso ouvindo A eletricidade 2/2.


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • ACDC – High Voltage
  • The Walking Dead Full Theme Song
  • Dead Can Dance – Avatar
  • Dead Can Dance – Enigma Of The Absolute
  • Dead Can Dance – Summoning Of The Muse
  • Dead Can Dance – Anywhere Out Of The World
  • Dead Can Dance – Windfall
  • Dead Can Dance – Cantara
  • Dead Can Dance – The Protagonist
  • Dead Can Dance – Black Sun
  • Dead Can Dance – Spirit
  • Dead Can Dance – The Carnival Is Over
  • Dead Can Dance – The Spider’s Stratagem
  • Dead Can Dance – How Fortunate The Man With None
  • Dead Can Dance – American Dreaming
  • Dead Can Dance – Rakim
  • Grateful Dead – Foolish Heart
  • Grateful Dead – Built To Last
  • Grateful Dead – Just A Little Light

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A Eletricidade 1/2:

No início, minutos após a grande explosão, o Big Bang, poderosas partículas eletricamente carregadas chamadas prótons e elétrons começaram a jorrar da fornalha de onde se originou a nossa realidade. Na vastidão do espaço-tempo recém-criado, prótons e elétrons serviram de base para formar as mais simples estruturas atômicas que existem: os átomos de hidrogênio. Esses átomos de hidrogênio por sua vez, vagando solitários pela sombria noite que cobria o Universo nas primeiras horas da Criação, reuniram-se em grandes massas moleculares para acender as primeiras velas de que se tem notícia: as estrelas.

No coração das estrelas, os núcleos de hidrogênio, formados a partir de um único próton, se combinam por fusão nuclear em núcleos de hélio, de dois prótons, produzindo assim luz e calor. Quando as estrelas envelhecem, o seu estoque de hidrogênio acaba, e para continuar gerando energia ela passa a fundir o próprio hélio em núcleos maiores e mais pesados, originando assim elementos como o lítio (de 3 prótons), o carbono (de 6 prótons), o nitrogênio (de 7 prótons) ou o ferro (de 26 prótons). Nesse processo autofágico de uma estrela, originam-se todos os principais elementos químicos da tabela periódica.

A Eletricidade 1/2

Quando uma estrela finalmente exaure a sua capacidade de produzir energia e morre, todos esses átomos pesados forjados no seu interior são liberados a esmo pelo espaço sideral. Essa “poeira cósmica”, no entanto, pode voltar a se colapsar e formar uma nova estrela, como uma fênix renascida das cinzas. Foi o que aconteceu por aqui, nessa parte desinteressante do Universo, 4 bilhões e meio de anos atrás. Uma nuvem molecular formada pelos restos mortais de diversas estrelas começou a se atrair mutuamente num movimento centrípeto até agrupar 99,85% de sua massa para formar o nosso sol. Os 0,25% de matéria interestelar restante se colapsaram em centenas de corpos celestes menores, sem massa o suficiente para ter luz própria. E estes se tornaram os planetas, as luas, asteroides e outros objetos que formam o nosso sistema solar.

Saiba mais sobre isso ouvindo A eletricidade 1/2.


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • ACDC – High Voltage
  • ACDC – Thunderstruck
  • Kraftwerk – Electric Cafe
  • B0rns –  Electric Love
  • Electric Light Orchestra –  Confusion
  • Electric Light Orchestra –  Livin’ Thing
  • Energy  – The Apples in Stereo
  • Grand Funk Railroad –  Take Me
  • Grand Funk Railroad –  Feelin’ Alright
  • Ramones –  Gimme Gimme Shock Treatment
  • Grand Funk Railroad – All YouVe Got Is Money
  • Grand Funk Railroad – Talk To The People
  • Grand Funk Railroad – Gimme Shelter

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Temachat 6

Os comentários, emails, mensagens de voz e avaliações na iTunes Store deste episódio foram realizados pelos nossos ouvintes no período de 22 de outubro a 16 de novembro de 2017. Se você também quiser participar com a sua opinião, crítica, sugestão e elogios entre em contato conosco através da nossa página de contato ou faça seus comentários nos posts dos episódios.

Saiba mais sobre isso ouvindo Temachat 6.

 


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PARTICIPANTES

TRANSCRIÇÃO DO ÁUDIO

Equipe de Transcrição:
Carlos Barbosa – Linkedin
Fernanda Marini – Twitter: @femarini
Karla Michelle Braga –  Facebook
Rafael Rezende – Twitter: @KoreiaPS

Link: Em andamento

 


VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Cagedbaby – Hello There
  • David Guetta Ft. Sia – Titanium
  • Blank & Jones Feat. Cathy Battistessa – Miracle Man (Beached Mix)
  • Gelka Feat. Phoenix Pearle – Being You
  • Moya – Lost And Found (No Logo Remix)
  • Ashley Height – Painkillers
  • Steve Miller & Rachel Lloyd – Saltwater Waves
  • Space Designer – Nothing Really Matters
  • Ziller – Pearl & Dean
  • James Bright – Be
  • Silent Wave – Pretty Good
  • Bruno Mars – Locked Out of Heaven

NOSSA PLAYLIST NO SPOTIFY:

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