Temachat 5

Este é um episódio especial do Temacast e nele você vai encontrar a leitura de emails e comentários enviados pelos nossos ouvintes.

Temachat 5

Os comentários, emails, mensagens de voz e avaliações na iTunes Store deste episódio foram realizados pelos nossos ouvintes no período de 22 de outubro a 16 de novembro de 2017. Se você também quiser participar com a sua opinião, crítica, sugestão e elogios entre em contato conosco através da nossa página de contato ou faça seus comentários nos posts dos episódios.

Saiba mais sobre isso ouvindo Temachat 5.


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • ACDC – Back In Black
  • Avicii – Wake Me Up
  • Avicii – You Make Me
  • Avicii – Hey Brother
  • Avicii – Addicted To You
  • Avicii – Dear Boy
  • Avicii – Liar Liar
  • Avicii – Shame On Me
  • Avicii – Lay Me Down
  • Avicii – Hope There’s Someone
  • Avicii – Heart Upon My Sleeve

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Luiz Gama:

Luiz Gonzaga Pinto da Gama nasceu em 21 de julho de 1830. Era filho de um fidalgo português e de Luiza Mahin, uma negra livre acusada de se envolver com a Revolta dos Malês, na Bahia – a primeira grande rebelião urbana de escravos da história do Brasil.

Luiz Gama

morou com a mãe em Salvador até os oito anos. Quando a sua mãe, líder rebelde teve que fugir para o Rio de Janeiro, buscando escapar da forte perseguição policial, Luiz foi entregue ao seu pai, jogador compulsivo e afogado em dívidas. Em 1840, aos 10 anos, foi vendido como escravo doméstico pelo próprio pai para pagar uma dívida de jogo. Ele foi transportado da Bahia para o Rio de Janeiro, onde foi vendido ao alferes Antônio Pereira Cardoso e depois passou por diversas cidades de São Paulo até ser levado ao município de Lorena.

Em 1847, quando tinha dezessete anos, Luiz Gama foi alfabetizado pelo estudante Antônio Rodrigues de Araújo, que havia se hospedado na fazenda de Antônio Pereira Cardoso. Aos 18 anos, sabendo ler e escrever, conseguiu provas irrefutáveis da ilegalidade de sua condição, pois era filho de uma mulher livre…

Saiba mais sobre isso ouvindo Luiz Gama.


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Carlos Barbosa – Linkedin
Fernanda Marini – Twitter: @femarini
Karla Michelle Braga –  Facebook
Rafael Rezende – Twitter: @KoreiaPS

Link: Em andamento

 


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • João Gilberto – Saudade da Bahia
  • Dorival Caymmi – Acontece que eu sou baiano
  • João Gilberto – Eu vim da Bahia

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As revoluções russas [2/2]:

Em As revoluções russas [2/2] é onde falaremos sobre a ascensão dos bolcheviques de Vladmir Lenin.

Com a morte prematura do pai e a execução do irmão, Lenin ficou extremamente abalado emocionalmente, passando a ter um comportamento agressivo e confrontador com a família, agora liderada pela mãe, Maria Ulyanov. Neste ano, por exemplo, Lenin abandonou a religião católica ortodoxa passando a se declarar ateu.

Apesar da rebeldia, Lenin continuou estudando, tendo se formado no equivalente ao Ensino Médio russo como o melhor aluno, recebendo a medalha de ouro. Em agosto do mesmo ano, entrou para ao curso de direito da Universidade Imperial de Kazan. Na Universidade de Kazan, Lenin entrou para a zemlyachestvo de Simbirsk, do qual se tornou presidente do conselho universitário. Essas zemlyachestvos eram comunidades regionais russas formadas por aqueles que viviam fora da sua região de origem, fossem eles estudantes, negociantes ou trabalhadores emigrados (seria o equivalente, no Brasil, dos centros de tradições nordestinas ou de tradições gaúchas que existem, por exemplo, no Rio de Janeiro).

Saiba mais sobre isso ouvindo As revoluções russas [2/2].


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FONTES
  • Livro: “Os dez dias que abalaram o mundo”, John Reed
  • Livro: “História da Revolução Russa”, Trotsky
  • Livro: “Russia and the Russians: A History”, Geoffrey A. Hosking
  • Livro: “Russia in the Age of Reaction and Reform 1801-1881”, David Saunders
  • Livro: “O que fazer?”, Nikolai Tchernichevski
  • Artigo: “N.G. Chernyshevsky: A Russian Utopia”, Joseph Fran
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Red Army Choir – The Hunt For Red October
  • The Best of Prokofiev
  • Alexandrov Red Army Choir – The Sacred War

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As revoluções russas [1/2]:

Antes de entrarmos no assunto As revoluções russas [1/2], precisamos entender como a Rússia estava quando os líderes socialistas russos emergiram e as revoluções pipocaram, precisamos voltar muitos anos no tempo e ir até o século XVII, em 1649, quando a Rússia instituiu no seu código de leis um sistema chamado de Krepostnoie Pravo, que em tradução livre significa “sujeição ao solo”. Essa sujeição ao solo era um regime de servidão que obrigava os camponeses ou servos a permanecerem nas terras de seus senhores por toda a vida.

Um sistema que diferia bem pouco de um outro sistema que a gente, aqui no Brasil, conhece bem que é a escravidão propriamente dita, e que também existia na Rússia. Na Rússia, os escravos eram conhecidos como Kholops e eram inferiores aos servos por serem em geral estrangeiros capturados em guerra ou camponeses russos reduzidos à escravidão por dívidas, por se casarem com pessoas de outra etnia ou por terem cometido crimes graves.

Essa tal sujeição ao solo foi instituída em todo o czarado russo pelo czar Aleixo I. E ele fez isso devido a crescente fuga de camponeses motivada principalmente pela fome e pelas péssimas condições de trabalho no interior da Rússia. Além disso, nesse ano de 1649, a Guerra Civil Inglesa ou Revolução Puritana, que vinha assombrando os reis da Europa e igualmente o czar russo desde 1642, havia chegado a um clímax sombrio: o exército liderado pelo líder do Parlamento britânico, Lord Oliver Cromwell, havia destronado o rei da Inglaterra, Carlos I, e feito o quê? O decapitado! Atemorizado de que essa moda pudesse pegar lá na Rússia também, o czar Aleixo I determinou, por decreto, que os camponeses russos passariam a ser obrigados a manter-se na terra onde nasceram, sem no entanto possuir essas terras.

Saiba mais sobre isso ouvindo As revoluções russas [1/2].


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FONTES
  • Livro: “Os dez dias que abalaram o mundo”, John Reed
  • Livro: “História da Revolução Russa”, Trotsky
  • Livro: “Russia and the Russians: A History”, Geoffrey A. Hosking
  • Livro: “Russia in the Age of Reaction and Reform 1801-1881”, David Saunders
  • Outras fontes

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Temachat 3

Este é um episódio especial do Temacast e nele você vai encontrar a leitura de emails e comentários enviados pelos nossos ouvintes.

Mas, por que Temachat 3?

Este foi o nome dado pelos ouvintes que participaram dos dois hangouts ao vivo que fizemos como experiência de interação entre a equipe do Temacast e nossa audiência. Infelizmente como esses eventos requerem disponibilidade de dia e hora por parte dos interessados não alcançamos muitas pessoas que estivessem disponíveis para participar do evento. Além disso, muitos salientaram a facilidade existente na publicação através do feed onde se tem acesso ao conteúdo publicado sem precisar se preocupar em correr atrás. Como a maioria da pessoas tem o seu tempo muito reduzido hoje em dia faz todo sentido que poucas pessoas pudessem estar presentes num evento ao vivo.

Como realizamos dois eventos de hangout e o pessoal entrou em contato pedindo para voltarmos ao modelo anterior, ou seja, leitura de emails e comentários no final do episódio, decidimos atender as solicitações para que todos possam ter acesso a essas leituras de emails e comentários dos ouvintes do Temacast.

Então, quando a leitura de emails e comentários não estiverem anexadas ao episódio ela será publicada na forma de um episódio através do nosso feed e se chamará Temachat!

Saiba mais sobre isso ouvindo o Temachat 3.


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Luis Fonsi   Despacito ft Daddy Yankee
  • Amy Winehouse – Wake Up Alone
  • Amy Winehouse – Back to Black
  • Amy Winehouse – Just Friends
  • Amy Winehouse – Love Is a Losing Game
  • Amy Winehouse – Me & Mr. Jones
  • Amy Winehouse – Rehab
  • Amy Winehouse – Some Unholy War
  • Amy Winehouse – Tears Dry on Their Own
  • Amy Winehouse – You Know I’m No Good
  • Ann Peebles – 99 Pounds
  • Ann Peebles – How Strong Is A Woman
  • Ann Peebles – I Feel Like Breaking Up Sombody’s Home
  • Ann Peebles – I Pity The Fool
  • Ann Peebles – I Take What I Want
  • Ann Peebles – I’ve Been There Before
  • Ann Peebles – Slipped Tripped And Fell In Love
  • Ann Peebles – Trouble, Heartaches And Sadness

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As Teorias Marxistas:

Neste episódio, abordamos as teorias marxistas não com a costumeira abordagem político-ideológica a que estamos acostumados a encontrar por ai. Falamos das teorias marxistas com foco na economia da época em que Marx viveu e comparamos ao dias atuais.

Diferentemente de outros pensadores econômicos de seu tempo, Marx não estava comprometido com ideias abstratas. De fato, ele tinha uma opinião bastante ruim sobre as pessoas que defendiam “utopias” baseadas em conceitos etéreos como “justiça”, “igualdade social”, etc. Pessoas, inclusive, a quem ele chamava “socialistas utópicos”. Estando comprometido com o pensamento científico, Marx desejava embasar sua teoria social em algum conceito mais concreto que o “bem-estar” ou a “paz mundial”.

Ele queria algo que fosse mensurável e comparável. E por isso concluiu que, dentre as coisas que podiam ser medidas e comparadas, a coisa mais importante, mais característica acerca de nós seres humanos e as diferentes sociedades que nós construímos através do tempo, é a nossa capacidade de produzir o nosso próprio meio de subsistência. Em outras palavras, para Marx, é a capacidade de criar novas coisas através do trabalho que essencialmente nos diferencia, nós seres humanos, dos outros animais…

Saiba mais sobre isso ouvindo as teorias marxistas.


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FONTES
  • Curso “Moral Foundations of Politics” da Yale University, pelo prof. Ian Shapiro
  • “O Manifesto Comunista”, Karl Marx
  • “O Capital vol. 1”, Karl Marx
  • “O Capital vol. 2”, Karl Marx
  • Outras fontes

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Link: Em produção

 


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • The Best of Beethoven (YouTube)
  • Serenada ao Luar de Schubert (YouTube)

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Dragões do Mar:

Antes de falarmos sobre os Dragões do Mar uma contextualização da época: O fortalecimento da “causa abolicionista” no Brasil, na segunda metade do século XIX,  foi fruto das mudanças que ocorreram no Império nessa época. A partir de 1850, as províncias brasileiras passaram por transformações sociais, políticas e econômicas decorrentes da urbanização de suas capitais. Essa urbanização exigia um complexo quadro administrativo e burocrático de onde emergiram novas forças sociais, para além do esquema senhor e escravo, casa grande e senzala.

Surgia uma elite intelectual composta de letrados e profissionais liberais, dentre eles funcionários públicos, advogados, professores, médicos, farmacêuticos e engenheiros. No caso da Província do Ceará, de quem trataremos mais especificamente nesta parte do  episódio, foram criadas na capital, Fortaleza, nessa época a Santa Casa de Misericórdia (em 1861), a primeira Biblioteca Pública cearense (em 1867), filiais do Instituto Histórico e Geográfico e da Academia Francesa, e algumas agremiações literárias, que culminariam por sua vez, em 1894, na criação da Academia Cearense de Letras, a mais antiga academia de letras do Brasil, criada três anos antes da Academia Brasileira de Letras.

Também em fins do séc. XIX foi instalada na província a estrada de ferro Fortaleza-Baturité (em 1873) e implementado o primeiro plano urbanístico de Fortaleza, realizado pelo engenheiro e arquiteto pernambucano, João Adolpho Herbster (em 1875).

Saiba mais sobre isso ouvindo o episódio Dragões do Mar.


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FONTES
  • Artigo: “Abolição na Província do Ceará: a sociedade cearense libertadora e seus ideais”, Carlos Rafael Vieira Caxilé. São Paulo.
  • Livro: História do Ceará, Airton de Farias.
  • Livro: O Dragão do Mar, Edmar Morel.
  • Dissertação: “Uma tragédia em três partes : o motim dos pretos da Laura em 1839”, Jofre Teófilo Vieira. Fortaleza.
  • Livro: A Revolta da Chibata, Edmar Morel.
  • Áudio da entrevista de João Cândido para o Museu da Imagem e do Som do Rio em 1968: YouTube
  • Entrevista com o Marco Morel: Link
  • Outras fontes

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Dorival Caymmi – Vida de negro é difícil
  • Coletânea de músicas brasileira (YouTube)
  • João Bosco – O Mestre sala dos Mares

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Tenentismo :

Quando a gente fala em Movimento Tenentista ou simplesmente Tenentismo, estamos falando sobre uma série de revoltas que foram organizadas e iniciadas por oficiais de baixa e média patente do Exército Brasileiro que queriam mudar algumas questões centrais da política brasileira. Vale lembrar aqui que tudo isso começou pouco mais de 30 anos depois do golpe da Proclamação da República, então o país ainda estava, e talvez ainda esteja até hoje, engatinhando na democracia. Desde a Proclamação da República em 1889 até a Revolução de 1930 nós vivemos no Brasil o período conhecido como Primeira República ou República Velha. Claro que esse é o nome que a gente dá hoje, mas na época eles chamavam apenas de República.

Mas, antes da revolução de 1930 o que nós temos é uma república das oligarquias. Era do interesse dos grandes latifundiários que a política nacional se mantivesse de certa forma estável, mas em um país do tamanho do nosso era muito difícil manter a população dos diferentes cantos sob controle. Por causa disso havia o que ficou conhecido como Política dos Governadores. Explicando em poucas palavras, o que acontecia aqui era que o presidente da república apoiava os governadores dos estados, dando a eles muita autonomia e os governadores apoiavam o governo presidencial garantindo, inclusive, a eleição para o congresso de candidatos já predeterminados.

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio sobre o Tenentismo.


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Corcovado
  • Falsa Bahiana
  • Garota de Ipanema
  • Insensatez
  • Wave
  • Barquinho
  • Samba de Uma Nota So
  • Turbilhao
  • O Pato
  • Eu Sei Que Vou Te Amar
  • Desafinado
  • Mais Que Nada
  • Tarde Em Itapuan
  • Hino São Paulo  (São Paulo de pau e pedra)

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Santos Dumont e os Pioneiros da Aviação:

Alberto Santos Dumont nasceu há 144 anos, durante o reinado de D. Pedro II, em 20 de julho de 1873, em uma das mais remotas localidades da então Província de Minas Gerais. Santos Dumont era filho de Henrique Dumont e Francisca de Paula Santos. O seu pai Henrique era natural de Diamantina e filho de um imigrante francês, François Dumont, um negociante de pedras preciosas.

Na juventude, Henrique havia sido enviado pelo pai para estudar engenharia na Escola Central de Paris, tendo trabalhado mais tarde junto ao governo de Minas, em Ouro Preto. Durante a década de 1860, recebeu no Rio de Janeiro a incumbência do próprio Imperador de construir até essa longínqua região de Minas uma extensão da Estrada de Ferro D. Pedro II (posteriormente rebatizada para Estrada de Ferro Central do Brasil). A estrada de ferro fazia parte de um vasto projeto de obras públicas de D. Pedro II que visava interligar as regiões centrais do Brasil com o litoral por trem e foi uma honra para Henrique receber essa incumbência. A desvantagem foi uma vida extremamente isolada. Henrique e a sua esposa Francisca foram a primeira geração de brasileiros a viver no distrito de João Aires, no minúsculo vilarejo de Cabangu.

Fica aqui a homenagem do Temacast ao 144° aniversário de nascimento de Santos Dumont

Saiba mais sobre isso ouvindo Santos Dumont e os Pioneiros da Aviação.


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VEJA MAIS

Documentário: Santos Dumont, O homem pode voar (YouTube)


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Coronelismo:

Antes de começar a falar das origens e evolução deste fenômeno tipicamente brasileiro, é preciso definir o que vem a ser o coronelismo. Em primeiro lugar, esse título de Coronel não tem nada a ver com o posto de Coronel das Forças Armadas ou de Polícias Militares, mas durante o episódio vocês vão entender de onde vem esse termo. Resumindo bastante, o coronelismo foi uma estrutura de poder local, a gente pode dizer que na maior parte dos casos era municipal, de característica miliciana e  agrária. Era uma estrutura que em alguns aspectos lembra a estrutura de poder feudal.

Em episódio que faremos em breve sobre o Tenentismo veremos que o poder central do Brasil precisava da colaboração dos poderes estaduais para manter a unidade do país. Já os poderes estaduais precisavam dos poderes locais para se manterem no comando. E é nesses poderes locais que entra o coronelismo.

Então se em outros episódios como o #6 sobre Lampião, o 23 sobre a Revolução de 30, o 24 sobre a Revolução de 32 nós falamos sobre essa estrutura de poder, mas com enfoque nos planos federal e estadual, agora nós vamos colocar uma lupa para entender como tudo isso funcionava lá na base, ou seja, no município do interior do país.

Saiba mais sobre isso ouvindo o episódio…


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Tim Maia – Coroné Antônio Bento
  • Legião Urbana – Metal Contra As Nuvens
  • Paulinho Pedra Azul – Cortinas de Ferro
  • Martinho da Vila – Balaio de Gato e de Rato
  • Titãs – Aluga-se
  • Cazuza – Brasil
  • Cazuza – Burguesia
  • Caetano Veloso – Podres Poderes
  • Gonzaguinha – O Homem Falou
  • Gonzaguinha – Comportamento Geral
  • João Bosco – Nação
  • Legião Urbana – Que País é Este

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Conde de Bobadela (Brasil Colônia no séc. XVIII):

Antes de falarmos do Conde de Bobadela e apenas para contextualizar a situação geopolítica do mundo e do Império português no início do século XVIII, vamos mencionar brevemente um evento que marcou o início desse século e que repercutiu em toda a Europa: a Guerra de Sucessão Espanhola, ocorrida entre 1701 e 1714.

Essa guerra foi iniciada após a morte do último monarca espanhol da casa dos Habsburgo, Carlos II de Espanha, que faleceu em 1700 sem deixar herdeiros. Como nas suas primeiras núpcias, Carlos II havia se casado com uma nobre francesa, D. Maria Luísa d’Orléans, sobrinha-neta de ninguém menos que o Rei-Sol, Luís XIV, o monarca francês aproveitou a oportunidade oferecida pelo falecimento de um rei sem herdeiros para entronar um de seus muitos netos, Felipe d’Anjou, como o rei Felipe V de Espanha, dando início a dinastia Bourbons na Espanha. Luís XIV baseava as suas pretensões num suposto testamento deixado por Carlos II.

Entretanto, como essa união dinástica entre as duas maiores potências militares da Europa tornaria o rei da França o senhor inconteste do continente, a coroação de Felipe d’Anjou foi contestada pelos Habsburgo da Áustria, que formaram então uma aliança com as cortes de Portugal e do Reino Unido para destronar Felipe e re-equilibrar a força bélica das Cortes europeias.

Saiba mais sobre isso ouvindo Conde de Bobadela (Brasil Colônia no séc. XVIII).


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FONTES
  • O Rio de Janeiro setecentista: A vida e a construção da cidade da invasão francesa até a chegada da corte, livro de Nireu Cavalcanti
  • “Se faz preciso misturar o agro com o doce”: a administração de Gomes Freire de Andrada, Rio de Janeiro e Centro-Sul da América Portuguesa (1748-1763), Tese de doutorado de Mônica da Silva Ribeiro
  • O Rio de Janeiro no século XVIII: A transferência da capital e a construção do território centro-sul da América portuguesa, artigo de Maria Fernanda Bicalho
  • Os modos de governar de Gomes Freire de Andrada no Rio de Janeiro: entre o poder central e os poderes locais no século XVIII (1733-1743), artigo de Victor Hugo Abril
  • A cidade do Rio de Janeiro e o sonho de uma capital americana: da visão de D. Luís da Cunha à sede do vice-reinado (1736-1763), artigo de Maria Fernanda Bicalho
  • Visões do Rio de Janeiro Colonial, livro de Jean Marcel Carvalho França
  • Outras fontes

FILME CITADO NO EPISÓDIO

A Missão (IMDB)


TRANSCRIÇÃO DO ÁUDIO

Créditos:

Karla Michelle Braga (facebook)
Carlos Barbosahttps://www.linkedin.com/in/carlos-barbosa-15491b47/
Fernanda Marini – Twitter: @femarini
Gláucia França
Rafael Rezende – Twitter: @KoreiaPS
Link: Transcrição


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Guerra Peninsular (fuga da família real portuguesa):

A Guerra Peninsular, que na Espanha é conhecida como Guerra de Independência Espanhola, aconteceu entre 1807 e 1814 e estava envolvida em uma série de conflitos que historiadores convencionaram chamar de Guerras Napoleônicas. Portugal e Espanha entraram nesse balaio geopolítico, mas o principal alvo de Napoleão nessa confusão era a Inglaterra. Então, antes de falarmos da Guerra Peninsular, vamos entender as causas disso.

Vamos lembrar que a França passou por grandes transformações no Século XVIII. O país ainda era governado por um rei absolutista, Luís XVI, mas somando as ideias do iluminismo com a independência dos EUA, o povo já questionava a autoridade do rei. O iluminismo era um movimento filosófico com forte teor liberal burguês. E, como liberal, pregava uma redução do poder do Estado.

Entenda que já estamos no Século XVIII, mas a estrutura social francesa lembrava muito a medieval, com três grupos sociais diferentes, cada um com direitos e deveres distintos. Havia o Primeiro Estado, composto principalmente pelo clero; o Segundo Estado, que abrigava os nobres; e o Terceiro Estado, que era o povo em si. Os privilégios eram apenas dos dois primeiros grupos, mas só o terceiro pagava impostos. E, claro, todo mundo estava sob as ordens supremas do Rei, que era a lei.

Saiba mais sobre isso ouvindo Guerra Peninsular (fuga da família real portuguesa).


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Bob Dylan:

No dia 24 de Maio de 1941 nascia Robert Allen Zimmerman. O parto aconteceu no Saint Mary’s Hospital da cidade de Duluth, estado norte-americano de Minnesota. Filho de Abram Zimmerman e Beatrice Stone, seus avós paternos fugiram do Império Russo, em uma cidade hoje pertencente à Ucrânia, Odessa) para os Estados Unidos em 1905 durante o Massacre aos Judeus que aconteceu lá.Seus avós maternos vieram três anos antes junto com vários judeus da Lituânia que emigraram para a América no início do Século XX.

Mas, voltando à infância do nosso amigo Bob Dylan, ele viveu em sua cidade natal, Duluth, em Minnesota, até os seis anos de idade, até que o seu pai teve pólio e a família acabou se mudando para a cidade natal de sua mãe, Hibbing, também no nordeste de Minnesota, onde ele viveu o restante da infância. Lá, ele começou a ouvir rádios de blues e country de Shreveport, cidade do estado vizinho, Louisiana. Depois, quando ele já era adolescente, ele passou a ouvir rádios que se especializaram em um novo estilo de música que era bem controverso na época. Ou sejam, o bom e velho Rock and Roll!

Nos anos em que cursou o ensino médio na Hibbing High School ele participou de várias bandas de rock que faziam covers de Elvis Presley e Little Richard. As bandas chegaram a se apresentar algumas vezes em eventos locais, mas nada muito sério. Aliás, Bob Dylan não achava que o Rock and Roll era algo sério…

Saiba mais sobre Bob Dylan ouvindo este episódio.


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VEJA MAIS

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Blowin in The Wind
  • Woody Guthrie – This Land Is Your Land
  • Mr Tambourine Man
  • The times they are a changin’
  • Subterranean Home Sick Blues
  • Bob Dylan – Like a Rolling Stone
  • The Rolling Stones – Like a Rolling Stone
  • Lay Lady Lay
  • Alphaville – Forever Young
  • Bob Dylan – Forever Young
  • Hurricane
  • Masters Of War
  • Someday Baby
  • Knockin’ On Heaven’s Door
  • Desolation Row

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Plano Real:

Quando Itamar Franco assumiu interinamente a Presidência da República no dia 29 de dezembro de 1992, imediatamente após a renúncia de Fernando Collor, a inflação acumulada nos 12 meses anteriores estava em 1119%.  Em 1991, ela havia sido de 472%. Em 1990, de 1621%. Também em decorrência da recessão, a arrecadação tributária não era suficiente para cobrir as despesas do governo. Como consequência, o governo apenas ordenava ao Banco Central –  que, na época, podia comprar títulos do Tesouro Nacional – que imprimisse o dinheiro necessário para fazer frente às despesas. O resultado era um moto-perpétuo inflacionário. Uma herança maldita advinda do governo Juscelino Kubitschek, que havia construído Brasília a partir de dinheiro impresso para essa finalidade e do repasse do Tesouro Nacional às empreiteiras.

Entretanto, a origem mais profunda da crise dos anos 1990, antes do Plano Real, remonta ao início dos anos 1980. O componente desencadeador fundamental dessa crise foi a ruptura do padrão de financiamento do Estado nacional-desenvolvimentista, inaugurado por Getúlio Vargas, aperfeiçoado por JK e seguido a risca pelos militares, somado ao desequilíbrio das contas externas provocado pelo choque externo ocorrido entre 1978-1982, com a crise do petróleo e a consequente alta do preço do barril de petróleo, que repercutiram profundamente nas condições internas e internacionais de financiamento do setor público brasileiro e no déficit comercial brasileiro. A crise do petróleo obrigou os EUA a elevar enormemente as suas taxas de juros a empréstimos e a reduzir enormemente a compra de produtos da América Latina, o que elevou significativamente o já preocupante endividamento externo dos países desse bloco, atingindo principalmente o Brasil, o mais endividado de todos (até hoje)…

Saiba mais sobre isso ouvindo Plano Real.


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FONTES
  • “Brasil: plano real e a estabilização econômica inacabada”, Dirceu Grasel
  • “Políticas Públicas e Estado: o Plano Real”, Marcus Ianoni
  • “A teoria da inflação inercial: concepções da PUC-RJ e da FGV-SP”, Osmani Pontes Moreno
  • Outras fontes

TRANSCRIÇÃO DO ÁUDIO

Créditos: Karla Michelle Braga (facebook)

Link:  Transcrição


VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Paulinho da Viola – Dinheiro na mão é vendaval
  • Art Popular – Fricote
  • Cássia Eller – O segundo sol
  • Art Popular – Valeu Demais
  • Cássia Eller – Palavras ao vento
  • Titãs – Sonífera Ilha
  • Titãs – Eu Não Aguento
  • Legião Urbana – Tempo Perdido
  • Pixote – A lua e eu
  • Skank – Vamos Fugir
  • Só Pra Contrariar – Mineirinho
  • Rappa – A Feira
  • Rappa – Vapor Barato
  • Claudinho e Buchecha – Quero te encontrar
  • Pink Floyd – Money
  • Pink Floyd – Learning To Fly
  • Pink Floyd – One Slip
  • Pink Floyd – On The Turning Away
  • Pink Floyd – Comfortably Numb

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Inês de Castro – A Rainha Morta:

Antes de entrarmos no tema propriamente dito deste episódio [ Inês de Castro – A Rainha Morta ] é preciso contextualizar a situação em que vivia a Península Ibérica naqueles tempos. Após a queda do Império Romano, a antiga província romana da Hispânia foi invadida por germânicos cristianizados vindos do leste europeu: os visigodos. [Hispânia correspondia ao que é hoje os territórios de Espanha e Portugal ]. Entretanto, a partir do século VIII, os reinos cristãos acabaram sendo repelidos por um novo e mais poderoso invasor: os mouros islamizados. O islamismo, que havia surgido no século 7 na península arábica, havia conseguido unificar todos os territórios da costa africana do mar mediterrâneo e grande parte do oriente médio e da Ásia Menor, trazendo grande prosperidade econômica e tecnológica para a região.

Assim no início do século 8, os mouros (que eram os descendentes dos árabes com os povos nativos do norte da África) acabaram por atravessar o estreito de Gibraltar e invadir a península ibérica. Após derrotarem Rodrigo, o último rei dos visigodos, na Batalha de Guadalete, no sul da Hispânia, no ano 711, os muçulmanos decidiram estabelecer-se em definitivo na península, a qual rebatizaram para Al-Andalus. Após a conquista moura, o único reino cristão remanescente na Hispânia foi o Reino das Astúrias, localizado na Cordilheira Cantábrica, uma região montanhosa de difícil acesso, bem ao norte da península. Durante os 800 anos de dominação islâmica que se seguiram, o Reino das Astúrias foi o principal refúgio da resistência cristã…

Saiba mais sobre isso ouvindo Inês de Castro – A Rainha Morta.


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FONTES

VEJA MAIS
Península Ibérica Século XIII

Península Ibérica Século XIII

 

 

Rocha na Quinta das lágrimas

Rocha na Quinta das lágrimas


VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Pedro Macedo Camacho – Requiem Inês de Castro   V Agnus Dei (Coimbra 2014) Soprano Carla Caramujo

Álbum: Alfonso X el Sabio   Cantigas Santa Maria (1221 – 1284)

  1. Intro (CSM 176)
  2. Santa Maria, Strela Do Dia (CSM 100)
  3. Pero Cantigas De Loor (CSM 400)
  4. Instrumental (CSM 123)
  5. Muito Faz Grand’erro (CSM 209)
  6. Por Nos De Dulta Tirar (CSM 18)
  7. Instrumental (CSM 142)
  8. Pode Por Santa Maria (CSM 163)
  9. Miragres Fremosos Faz Por Nos (CSM 37)
  10. Instrumental (CSM 77-119)
  11. De Toda Chaga Ben Pode Guarir (CSM 126)
  12. Pero Que Seja A Gente (CSM 181)
  13. Conclusion (CSM 176)
  • Cari Giorni – Ines de Castro (Giuseppe Persiani)
  • Abba – Dancing Queen
  • F.R. David – Words
  • Gladys Knight & The Pips –  For Once In My Life
  • Journey – Don’t Stop Believin’

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Especial de férias:

Esse é um episódio de férias. Aproveitamos para colocar a interação com nossos ouvintes em dia e de quebra matarmos a saudade. Nesse especial de férias também diminuímos a quantidade de emails para que no nosso retorno em março de 2017 o bloco de leitura de emails e comentários não fique muito grande, portanto, aproveitem e se atualizem sobre o que nossos ouvintes falaram a respeito de outros episódios passados.

Enquanto não voltamos que tal ouvir as trilogias sobre os Beatles e sobre a Guerra do Paraguai?

Lembramos ainda que se você desejar poderá participar também fazendo comentários nos posts dos episódios, enviando email através deste formulário, enviar uma mensagem de voz ou até mesmo nos avaliar na iTunes Store com 5 estrelinhas e um comentário que será lido no final dos programas…

Saiba mais sobre isso ouvindo este Especial de Férias.


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VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Carpenters – Please Mr. Postman
  • Johnny Nash – I Can See Clearly Now
  • Heart – Barracuda
  • Michael McDonald – Sweet Freedom
  • Kris Allen – To Make You Feel My Love
  • Michael Zager Band – Let’s All Chant
  • Phd – I Won’t Let You Down
  • Modern Talking – Brother Louie
  • The Doobie Brothers – Long Train Runnin’ ( Cool Kat Mix )

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Retrô 2016 – férias:

Este será, como de costume, o último episódio do ano. O Temacast entrará de férias e deverá retornar em março de 2017. Dessa maneira, aproveitamos para desejar a todos um excelente final de ano e um início de ano novo super legal. Ah! Não se esqueçam de botar juízo na cabeça nas festas que estão por vir. Não dirijam depois de beber e se beberem peguem um Uber. Nós queremos encontrar todos com muita saúde no ano que vem.

Como sempre fazemos, também neste episódio, Retrô 2016 – férias, iremos falar sobre vários acontecimentos deste ano que está chegando ao fim. Sempre optamos por falar das coisas que não foram muito divulgadas nas mídias de massa. Entretanto, desta vez também falamos de assuntos que foram muito divulgados devido ao calibre dos mesmos e do impacto que tiveram em nossas vidas.

Entre outros assuntos abordamos um fenômeno raro ocorrido na Índia chamado “Feto in fetus”. Se você não sabe o que é isso esta será a oportunidade de conhecer.

O que você acha de uma bateria nuclear que pode durar milhares de anos? E sobre máquinas moleculares que irão revolucionar os tratamentos de saúde?

Não deixe de conhecer as últimas evoluções do exoesqueleto desenvolvido pelo neurocientista Miguel Nicolelis e apresentado na abertura da Copa de 2014 de forma muito aquém do que deveria ter sido. No seu projeto aconteceram coisas surpreendentes e muito boas!

Saiba mais sobre outros assuntos ouvindo o episódio Retrô 2016 – férias.


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VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Stevie Wonder – Sir Duke
  • Vincent Bell –  Airport Love Theme
  • Sade – Smooth Operator
  • Triumvirat – The Walls Of Doom
  • Gonzaguinha – E vamos à luta
  • Elis Regina – Aquele Abraço
  • Elis Regina – Como Nossos Pais
  • Chico Buarque – Apesar de Você
  • João Gilberto   Chega de saudade
  • Guilherme Arantes – Olhos Vermelhos
  • Sérgio Sampaio – Bloco Na Rua
  • Tunai – Frisson
  • Cazuza – Brasil
  • Cazuza – Codinome Beija Flor
  • DJlang59 – Drops of H2O
  • The Beatles – Let It Be
  • Loveshadow – It’s up to You
  • Loveshadow – Peace
  • Loveshadow – Almost Given Up
  • Loveshadow – I am Your Black Swan
  • Loveshadow – Liberty Road
  • Simone – Então é natal
  • Bob Sinclair – World Hold On
  • Sam La More – I Wish It Could Last
  • Sa Trincha – Sa Trincha 2009
  • Gigi D’ Agostino – Toujours Lamour (Forte Forte)

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Ceilândia:

Em 1969, com apenas nove anos de fundação, Brasília já tinha 79 mil favelados distribuídos em 14 mil barracos, aproximadamente um quinto da população do Distrito Federal daquela época, que era algo como 500 mil habitantes. Essa população de favelados estava espalhada nas invasões do IAPI, Morro do Urubu, Placa das Mercedes, Sarah Kubistchek, Vilas Tenório e Esperança, Bernardo Sayão, Colombo e outras situadas nas proximidades do Núcleo Bandeirante. Esses núcleos de ocupação haviam se iniciado com os “candangos”, os operários que construíram Brasília, e que após a inauguração da cidade, descumpriram a ordem de despejo do governo federal e se recusaram a deixar Brasília. Esses núcleos iniciais foram então sendo acrescidos ao longo dos anos 60 de novas e constantes levas de retirantes que vinham para a nova capital do Brasil em busca do progresso prometido por JK. Muitos vinham fugindo da seca no nordeste, outros motivados pela falta de oportunidade de trabalho em suas regiões de origem e outros movidos pela ambição de “fazer a vida” numa cidade recém-inaugurada e que passaria a sediar todos os poderes da República.

Como os governantes continuavam a tratar essas ocupações como “invasões” e como a necessidade de mão de obra ainda era muito grande numa cidade onde tudo estava por se fazer, o governo não tomava qualquer atitude para organizar o povoamento crescente de retirantes, que seguia de forma desordenada e sem a mínima infraestrutura. A marginalidade, a prostituição, a criminalidade, as doenças contagiosas conviviam entre os moradores que compunham as favelas brasilienses, aos moldes da antiga capital federal, o Rio de Janeiro, a qual Brasília deveria supostamente superar…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio sobre a Ceilândia.


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PARTICIPANTES
FONTES
  • Ceilândia é reduto da nova classe média – Link
  • Feira Central da Ceilândia – Link
  • SEVERO, Denise de Sousa. Planejamento urbano no Distrito Federal: o caso de Ceilândia. Monografia. UnB – 2014 – Link
  • Comunidade Sol Nascente na Ceilândia-DF é a maior favela do Brasil – Link
  • SAMPAIO, Wesley. T.P. JK Shopping e Tower: A produção do espaço urbano nas adjacências de Ceilândia -DF. Monografia. UnB – 2013 – Link
  • Outras fontes

VEJA MAIS

 


VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Zé Ramalho – Cidadão
  • Raul Seixas  Metamorfose ambulante
  • Legião Urbana – Tempo Perdido
  • A cidade é uma só (tema)
  • MC Dodô – Bomba Explode na Cabeça
  • MC Vavá – Rap da Ceilândia
  • Alceu Valença – Te Amo Brasília
  • Viela 17 – Ah Tah
  • Ellen Oléria – Senzala
  • Legião Urbana –  Faroeste Caboclo
  • Liberdade Condicional  – Foi na Ceilândia
  • Gonzaga e Gonzaguinha – Minha Vida é Andar Por Esse País
  • Luiz Gonzaga – Asa Branca
  • Talk Talk – Life’s What You Make It
  • The Cars – Drive
  • Timmy Thomas – Why Cant We Live Together

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A Mulher na Literatura Brasileira:

Com a evolução da história, a mulher passou por transformações em várias instâncias: moral, afetiva, econômica, intelectual, etc. Tais transformações foram importantes para definir a posição da mulher na sociedade.

Como é de conhecimento de muitos, até o século XIX, as mulheres viviam em sua maioria enclausuradas. Sem o direito de  aprender a ler, escrever ou votar. No Brasil, por exemplo, a primeira legislação autorizando as mulheres a frequentar escolas elementares data de 1827. E somente 50 anos mais tarde, em 1879, que as mulheres foram autorizadas a frequentar o ensino superior no país. O direito a voto só viria no século seguinte, em 1932, durante o governo provisório de Vargas (2ª República).

Mas, como ficava a mulher na literatura brasileira? Bem, as mulheres daquela época eram criadas para serem boas mães, boas donas de casa e para obedecerem: primeiramente aos pais, quando solteira, e mais tarde, ao marido, quando já fossem casadas. E para obedecer elas não precisavam – nem deveriam – ser cultas ou intelectuais. Precisavam, sim, saber lavar, cozinhar, costurar, cuidar de crianças, etc

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio sobre A mulher na literatura brasileira…


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PARTICIPANTES

PAUTA
  • Maria Freire (blog)

FONTES

VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Joyce – Feminina
  • Ataulfo Alves – Ai! que saudade da Amélia
  • Benito De Paula – Mulher Brasileira
  • Cassia Eller – Palavras ao vento
  • Maria Rita – Pagu
  • Oswaldo Montenegro – Me ensina a escrever
  • Rita Lee – Todas Mulheres do Mundo!
  • Caetano Veloso – Livros
  • Lysia Condé – Corta Jaca
  • Simone – Leão Ferido
  • Carpenters – Please Mr. Postman
  • The Doobie Brothers – Listen to the Music
  • Duran Duran – Come Undone

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Portugueses no Japão do século XVI:

A situação religiosa no Japão nos apresenta um quadro complexo. Na história da religião no Japão, há um longo processo de influência mútua entre as diferentes tradições religiosas, particularmente o Xintoísmo e o Budismo, que são as principais. Xintoísmo (shintô) é a religião que mais preserva a crenças nativas do Japão. Ela enfatiza a pureza do ritual nas relações com os kami, seres divinos que fazem parte de todos os aspectos da vida e manifestam-se sob várias formas. Com a introdução do Budismo no Japão no século VI, via Coreia, as crenças budistas e xintoístas começaram a interagir. O Budismo, uma religião originária da Índia, teve que adaptar-se à tradição japonesa para conquistar seu espaço. Igualmente o Confucionismo, Taoísmo e o Cristianismo desempenharam papel importante na sociedade japonesa.

É nesse contexto religioso, com características muito próprias, que o cristianismo é introduzido pelos comerciantes e jesuítas portugueses no Japão durante o século XVI, quando o país vivia intenso conflito interno, e no qual o Budismo estava fragmentado em várias seitas. Com uma cultura muito própria, o Japão adotou muitos elementos da cultural ocidental para modernizar-se, mas manteve sempre a sua identidade cultural. Algumas das maiores fontes de divulgação da cultura ocidental foram as escolas e seminários fundados pelos os jesuítas no Japão…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio sobre Portugueses no Japão do século XVI.


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PARTICIPANTES
FONTES
  • DIDIER, Hugues. Francisco Xavier. São Paulo: Paulinas. 1996.
  • BERNABÉ, Renata Cabral.  A construção da Missão Japonesa no século XVI. 2012. Dissertação  apresentada ao programa de pós – graduação em História Social- Departamento  de Filosofia, Letras e Ciências Humanas- Universidade São Paulo.
  • LACOUTURE, Jean. Os jesuítas. Lisboa: Estampa 1993
  • MARTINS, Armando Janeira. O Impacto Português sobre a Civilização  Japonesa. 2.ª ed. Traduzido do japonês (Namban Bunka Noraiki, The Simul Press, Japão, 1970) por Takiko Matsuo. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1971.
  • OSSWALD, Maria Cristina. São Francisco Xavier no Oriente-Aspectos de devoção de e iconografia. CIUH- Universidade do porto. 2006.
  • YAMASHIRO, José. Choque Luso no Japão dos Séculos XVI e XVII. São Paulo: IBRASA, 1989.
  • YAMASHIRO, José. Japão: passado e presente. São Paulo: Editora Hucitec,  1978.
  • Diálogo de civilizações: viagens ao fundo da história, em busca do tempo perdido, Por João Gouveia Monteiro
  • Encontros culturais Portugal-Japão-Brasil, Por Américo Pellegrini Filho,Mitsuru Higuchi Yanaze SATO, Francisco. Cultura Japonesa.
  • Outras fontes

PAUTA
  • Maria Freire (blog)

VITRINE

SÉRIE INDICADA NO EPISÓDIO

Shogun (IMDB)


MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Tea Ceremony
  • Hot Springs
  • Sushi Restaurant
  • Feudal Castle
  • Bonsai Trees
  • Zen Garden
  • Cherry Blossoms
  • Falling Snow
  • Mount Fuji
  • Japanese Lanterns
  • Kitsune Woods
  • Samurai Warrior
  • Prince of the Sun
  • Honor of the Samurai
  • Shadow Ninja
  • Ninja Master
  • Dulce Pontes – Canção do Mar
  • Dulce Pontes – ‘Amor a Portugal’
  • Dulce Pontes – Lusitana Paixão
  • Paul Schwatz – Secret tear
  • Paul Schwatz – Willow
  • Moby & Mark Lanegan – The Lonely Night (Moby’s January 14th Mix)
  • Bliss – End Titles

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 Origem da Favela:

Como vimos no Episódio #18 do Temacast, que narra os eventos da Guerra de Canudos, o Exército brasileiro fracassou nas primeiras três expedições que pretendiam destruir a cidade de Belo Monte – como o arraial de Canudos foi batizado pelos seus habitantes. Como solução final para os “irredutíveis canudenses”, o Presidente Prudente de Moraes, o primeiro Presidente civil da República brasileira, ofereceu aos soldados de baixa patente e a outros sertanejos que viviam por ali nas cercanias de Canudos o recebimento de terras no Distrito Federal (Rio de Janeiro) caso eles o Exército fossem vitoriosos contra os “rebeldes”.

Assim, após a morte de Antônio Conselheiro e a destruição de Canudos, que se deu em 5 de outubro de 1897, esses ex-combatentes de guerra vieram todos com suas famílias para o Rio de Janeiro, mas chegando lá não encontraram lugar para morar e passaram a ocupar o Morro da Providência, no centro da cidade, bem próximo a Estação Central do Brasil. Em princípio, essa ocupação era de caráter provisório – até que o Governo Federal cumprisse a promessa de dar moradia aos veteranos de Canudos – mas, como o Governo Federal nunca cumpriu a promessa feita por Prudente de Moraes, a ocupação provisória acabou se tornando permanente.

Entretanto,

Apesar de a chegada dos soldados ter ampliado o número de habitantes ali no Morro da Providência, ele já vinha sendo ocupado havia quatro anos, desde 1893, quando o então prefeito do Rio, Barata Ribeiro, mandou demolir o maior cortiço do centro da cidade: o “Cabeça de Porco”. Com a chegada dos miseráveis que compunham as tropas de Canudos, o Morro da Providência passou a ser apelidado de Morro da Favella, em alusão a um arbusto abundante no sertão baiano que produzia frutos com sementes semelhantes às da fava e que era popularmente chamado no norte de faveleira, faveleiro ou favela. A faveleira ou favela é o arbusto da mandioca brava, umas das poucas coisas que nasciam no solo pedregoso do Morro da Providência. Assim como os montes que cercavam Canudos, o Morro da Providência era completamente recoberto dessas faveleiras…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio sobre a origem da favela.


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PARTICIPANTES
FONTES 
  • Livro: A Invenção da Favela, Licia do Prado Valladares
  • Depoimento pessoal
  • Outras fontes

VEJA MAIS

FOTOS
Morro da Providência - 1881 - Santuário do Cristo Redentor no topo do morro e estação marítima abaixo 2
Morro da Providência - 1881 - Santuário do Cristo Redentor no topo do morro e estação marítima abaixo
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VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Arlindo Cruz  – Favela
  • Bezerra da Silva – Eu sou Favela
  • Renato da Rocinha – Moro lá
  • Renato da Rocinha – Qualquer Lugar
  • Realidade da Favela – A voz não cala
  • Seu Jorge – Eu Sou Favela
  • Renato da Rocinha – Misticidade
  • Cidinho e Doca – Rap da Felicidade
  • Mc Bob Rum – Rap do Silva
  • Renato da Rocinha – Roçando
  • Mc Dollores – Guerra de Ambição (Trilha do Filme ‘Fuga da Rocinha’)
  • Renato da Rocinha – Outros Tempos
  • Luiz Melodia e Escola de Música da Rocinha – Cruel
  • Renato da Rocinha – Chega de Fazer Pirraça
  • Ultraje a Rigor – Nós vamos invadir sua praia
  • Renato da Rocinha – Rocinha
  • Abertura (Francis Hime   Sinfonia do Rio de Janeiro de São Sebastião)
  • Agostinho dos Santos   A felicidade (Happiness)
  • Thiago Kobe – Grito Negro
  • Renato da Rocinha – Horizonte Perdido
  • Paralamas do Sucesso – Alagados
  • Grand Funk Railroad – Feelin’ Alright
  • Grateful Dead – Just A Little Light
  • Grateful Dead – Althea
  • Deep Purple – Black Night
  • Black Sabbath – The Warning
  • Black Sabbath – Children of the Grave
  • Black Sabbath – Changes

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Campanhas Eleitorais

Antes de falarmos sobre campanhas eleitorais vamos para o começo. O primeiro modelo de imprensa política surgiu ali entre os séculos 17 e 18. Nessa época, a então chamada “imprensa de opinião” funcionava como um instrumento político da burguesia, que era excluída da política oficial – parlamento, intendências, fóruns etc -, controlada pelo clero (igreja) e pela aristocracia (nobreza). A burguesia se utilizava da sua imprensa para promover discussões públicas e criticar as decisões tomadas pelo Estado.

Esse primeiro modelo sofreu uma alteração quando os burgueses tomaram a frente do Estado e das esferas de decisão política, no final do século 18. Agora aqueles mesmos burgueses que controlavam a imprensa e até então criticavam os políticos (que eram todos nobres) tinham se tornado eles próprios os políticos. Então, a “imprensa de opinião” teve que mudar o seu enfoque e parar de se referir aos políticos genericamente, tornando-se a “imprensa de partido”, que se dividia em jornais governistas e de oposição, conforme a alternância de grupos burgueses no poder.

Saiba mais ouvindo este episódio sobre as campanhas eleitorais…


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FONTES 

VEJA MAIS

VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Bezerra da Silva – Candidato Caô Caô
  • Dicro – Homenagem ao eleitor
  • Bezerra da Silva – Pastor Trambiqueiro
  • Bezerra da Silva – Quando o Morcego doar Sangue
  • Bezerra da Silva – Vírus da Corrupção
  • Varre, varre, vassourinha! Jingle de Jânio Quadros
  • Paródia dos ossos
  • Jingles Julio Prestes – Eleição de 1930
  • Jingle Politico (Michael Jackson – Bad)
  • 1952 Eisenhower Political Ad   I Like Ike   Presidential Campaign Ad
  • Frank Sinatra   ‘High Hopes’ with Jack Kennedy (1960)
  • YES WE CAN   New Approaches   Entertainment   EMMY WINNER
  • Jingle Político 1989 – Lula La!!
  • Propaganda Eleitoral Gratuita – Que só fala a verdade (by Marcelo Adnet)
  • Rita Lee – Tudo Vira Bosta
  • Parodia Música do político de 4 en 4 anos
  • Gabriel o pensador – Até quando
  • Paralamas do Sucesso – Que País É Este
  • RPM – Alvorada Voraz
  • Malandramente – Jingle suposta candidata a vereadora de Jacaraú
  • The Carpenters – Please Mr Postman
  • Boy George & Culture Club – The Crying Game
  • Lorrie Morgan and Beach Boys – Don’t worry baby
  • Mario Biondi – Ecstasy
  • Robert Miles ft Maria Nayler – One And One (Club Version)

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Guerra do Paraguai parte 3 (final)

No segundo ano da Guerra do Paraguai, os EUA se ofereceram para mediar o conflito da região da Prata. Segundo o Departamento de Estado dos EUA, a continuação do conflito prejudicava o comércio e as instituições republicanas na América do Sul. Com essa atitude, os EUA pretendiam estender sua influência até o sul do continente desencorajando o protetorado de nações europeias como França e Grã-Bretanha, o que acreditavam ser uma ameaça ao “independencionismo americano”.

Entretanto, britânicos e franceses, que viam buscando limitar a área de influência dos EUA até no máximo a região do Caribe, investiram numa propaganda antiestadunidense tanto no Brasil quanto na Argentina e demais nações sul-americanas, apresentando os EUA como um país pouco confiável, belicoso e expansionista, que não respeitava territórios nem tratados internacionais (além do quê, os EUA acabara de sair de uma sangrenta guerra civil).

Na Guerra do Paraguai parte 3, a iniciativa estadunidense acabou sendo catastrófica devido a atuação medíocre de sua diplomacia. Agindo mais como alcoviteiros do que como diplomatas, os enviados estadunidenses causaram grande ojeriza ao governo brasileiro ao fazerem declarações como “ser grande a vontade de argentinos de terminarem a guerra apesar do empenho belicista brasileiro ou ainda apresentando no The New York Times uma visão do conflito favorável a López, onde o ditador era descrito como “verdadeiro cavalheiro, um acadêmico” republicano e libertário, perseguido pela casa dos Bragança pôr defender a autonomia das repúblicas sul-americanas.

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio sobre a Guerra do Paraguai parte 3…


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FONTES 

VEJA MAIS

VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Francisco Russo – Tujami
  • Alberto de Luque y Quemil Yambay – Pyhare
  • Amambay Cardozo Ocampo – Primavera
  • Che jazmin Paraguay
  • Mi barquito de esquelita
  • Lidia Mariana
  • Che iru che reja
  • Perla del Paraguay – A mi tierra
  • E.R.Fernandez – 7 notas musicales
  • Anibal Lovera – Che mandu’avo
  • Anibal Lovera – Nde juru mbyte
  • Quemil Yambay – De lejos vengo
  • Duo Qujntana Escalante – La ultima letra
  • Duo Perez Peralta – Un tiempo era va’ekue chave
  • Duo Mongelos Torales – Kuña guapa
  • Rafael Vargas – Falso juramento
  • Rafael Vargas – Ndajekehai de mi suerte
  • Rafael Vargas – Despierta joven amada
  • Triunfadores Carapegueños – Iñiru Kañyva
  • Quemil Yambay – Ko’ere che mandu’a
  • Quemil Yambay – Ka’aruete
  • Duo Quintana Escalante – Oda pasional
  • Duo Quintana Escalante – Ko’eti jave
  • Duo Quiñonez Moray – Nde rechaga’u mainumbymi
  • Duo Quiñonez Moray – Kuña Paraguay rembiasa asy
  • Tavarandu – La cautiva
  • Tavarandu – Mi sueño dorado
  • Tavarandu – Siete notas musicales
  • Flaminio Arzamendia – Puerto Irala poty
  • Duo Quiñonez Moray – Ndaha’einte oñoirura
  • Folk tres – Nde mborayhu che cambia
  • Grupo Magistral – Seras dueña de mi vida
  • Duo Quiñonez Moray – Jahechake mba’epa oiko che hegui
  • Los Placenteros – Ejujeyna Blanquita
  • La Misma Mezkla – Ndavyai Nderehey
  • La Misma Mezkla – Vyro Pareima La Ñande Joayhu
  • La Misma Mezkla – Ne Kane`Ontema Che Hegui
  • La Misma Mezkla – Suertegui Rei
  • La Misma Mezkla – Saludomike Cheve Ichupe
  • Hino Nacional Brasileiro (Instrumental) – Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro

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Guerra do Paraguai parte 2:

O governo argentino esperava uma guerra rápida contra o Paraguai. Mitre havia prometido perante uma multidão que estaria “em 24 horas ao quartel, em quinze dias em Corrientes, em três meses em Assunção”. A promessa acabou não se cumprindo visto que o Exército argentino carecia de todo tipo de recurso possuindo apenas 2993 soldados na infantaria e 2858 na cavalaria. A artilharia contava com 540 homens e com obsoletos canhões fabricados em fins do século XVIII.

Não havia corpos de engenharia e entre os oficiais havia também muita rivalidade. Para engrossar o efetivo argentino, tal como ocorreu no Exército brasileiro, foi alistada, contra a vontade, os condenados pela Justiça e homens endividados. Por exemplo, os “Voluntários de Córdoba” foram enviados para o combate atados uns aos outros por correntes para não fugirem.

Em La Rioja, os homens se esconderam nas serras para não se alistarem, enquanto que os “Voluntários de Salta” se rebelaram ao chegar a Rosário, dando vivas ao Paraguai e gritando que não queriam lutar em união com os portenhos.

Tanto em Buenos Aires quanto no interior, os membros da Guarda Nacional realizaram sorteios para definir aqueles que iriam para a guerra contra o Paraguai. Contudo, os mais ricos, tal como no Brasil, podiam contratar um personero, um substituto para representá-lo na guerra. Neste episódio, Guerra do Paraguai parte 2, falamos das suas principais batalhas.

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio sobre a Guerra do Paraguai parte 2…


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Vivandeira
  • Pyhare – Alberto de Luque y Quemil Yambay
  • Primavera – Amambay Cardozo Ocampo
  • Che jazmin Paraguay
  • Mi barquito de esquelita
  • Lidia Mariana
  • Che iru che reja
  • A mi tierra – Perla del Paraguay
  • 7 notas musicales de E.R.Fernandez
  • Che mandu’avo – Anibal Lovera
  • Nde juru mbyte – Anibal Lovera
  • De lejos vengo – Quemil Yambay
  • La ultima letra – Duo Qujntana Escalante
  • Un tiempo era va’ekue chave – Duo Perez Peralta
  • Kuña guapa – Duo Mongelos Torales
  • Falso juramento – Rafael Vargas
  • Ndajekehai de mi suerte – Rafael Vargas
  • Despierta joven amada – Rafael Vargas
  • Iñiru Kañyva – Triunfadores Carapegueños
  • Ko’ere che mandu’a – Quemil Yambay
  • Ka’aruete – Quemil Yambay
  • Oda pasional – Duo Quintana Escalante
  • Ko’eti jave – Duo Quintana Escalante
  • Nde rechaga’u mainumbymi – Duo Quiñonez Moray
  • Kuña Paraguay rembiasa asy – Duo Quiñonez Moray
  • La cautiva – Tavarandu
  • Mi sueño dorado – Tavarandu
  • Siete notas musicales – Tavarandu
  • Puerto Irala poty – Flaminio Arzamendia
  • Ndaha’einte oñoirura – Duo Quiñonez Moray
  • Nde mborayhu che cambia – Folk tres
  • Seras dueña de mi vida – Grupo Magistral
  • Jahechake mba’epa oiko che hegui – Duo Quiñonez Moray
  • Ejujeyna Blanquita – Los Placenteros
  • Punteada Okara
  • Juan Carlos Oviedo y Los Hermanos Acuña – Pájaro Choguy
  • J C Oviedo y Los Hermanos Acuña – Bajo el cielo del Paraguay

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História das Olimpíadas:

É importante entender que quando falamos em Olimpíadas, estamos falando de dois momentos diferentes da História e por mais que um seja a base do outro, existem diferenças que precisam ser pontuadas. Como todos já sabem, as olimpíadas começaram a ser realizadas na Grécia, mas os valores olímpicos que são debatidos hoje em dia foram idealizados no Século XIX pelo Barão Pierre de Coubertin. Atualmente existem diferentes jogos olímpicos, cada um acontecendo a cada quatro anos.

Os Jogos Olímpicos de Verão são os mais antigos de todos e, na mesma cidade sede, poucos dias depois de seu encerramento, acontecem os Jogos Paraolímpicos destinados a pessoas com deficiências visuais e motoras. Alternando com os jogos de verão, mas acontecendo em outra cidade sede e dois anos após, existem os Jogos Olímpicos de Inverno. Além destes, existem ainda os Jogos Olímpicos da Juventude, onde participam atletas adolescentes. Esta competição também tem suas versões de verão e inverno e acontecem também em ano par, sendo que agora em 2016 já que acontecem as Olimpíadas de Verão, acontecerão também os Jogos Olímpicos de Inverno da Juventude. Em 2018 quando houver as Olimpíadas de Inverno, teremos os Jogos Olímpicos de Verão da Juventude. Então os jogos são assim sempre alternados para você não ter dois eventos acontecendo no mesmo mês…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Vangelis – Chariots of Fire
  • Peter Frampton – Breaking all the rules (extended)
  • Asia – Only time will tell
  • Journey – Stone in love
  • Red Speedwagon – Keep the fire burning
  • Survivor – Eye of the tiger
  • Kansas – Play the game tonight
  • Santana – Hold on
  • The Police – Every little thing she does is magic
  • Toto – Rosanna
  • Alessi Brothers – All for a reason
  • Gilbert Montagnè – Just for tonight
  • Journey – Don’t stop believin’
  • Scandal feat. Patty Smyth – The Warrior
  • Steve Perry – She’s Mine
  • Survivor – High on you
  • Bonnie Tyler – Holding out for a hero
  • Steve Perry – You should be happy
  • Special – Caught up in you
  • Matthew Wilder – The Kid’s American
  • Journey – Keep on Runnin’
  • Duran Duran – Come Undone
  • Phil Collins – Another Day In Paradise
  • Take That – Wait

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Psicopatia:

Os termos “psicopata ou psicopatia” caíram na boca do povo, embora na maioria das vezes sejam usados de forma equivocada. Na verdade, poucos transtornos são tão incompreendidos quanto a personalidade psicopática. Descrita pela primeira vez em 1941 pelo psiquiatra americano Hervey M. Cleckley, do Medical College da Geórgia, a psicopatia consiste num conjunto de comportamentos e traços de personalidade específicos.

Quando o assunto é “psicopatia”, logo imaginamos uma lista de exemplos psicopatas vindos diretos de Hollywood. Personagens como o Coringa, Hannibal, Norman Bates e tantos outros criaram um estereotipo que nem sempre é preciso para classificar pessoas ditas psicopatas. Mas, pelo menos em uma característica os filmes costumam acertar em cheio: elas são pessoas assustadoras.

De acordo com o Dr. Kent Kiehl, neurocientista da Universidade do Novo México (EUA) e pioneiro em estudos que buscam um entendimento melhor sobre a mente dos que sofrem com a psicopatia, podemos classificar como “psicopata” alguém com altos índices de falta de empatia, culpa e remorso. São pessoas extremamente impulsivas e que tendem a não fazer planos ou pensar antes de agir. E, apesar de geralmente não serem tão inteligentes quanto Hannibal Lecter, costumam ser astutos, manipuladores e, acredite, encantadores. Falaremos sobre este transtorno e suas implicações, como a doença é diagnosticada, seu tratamento e os prejuízos causados aos que convivem com os portadores desta doença. Tudo isso e muito mais neste episódio.

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Talking Heads – Psycho Killer
  • David Bowie – Something In The Air
  • Huey Lewis and The News – Hip To Be Square
  • Book Of Love – I Touch Roses
  • Karliene – Become the Beast
  • Lana Del Rey – Sweet Serial Killer
  • Lana Del Rey – Born To Die
  • Genesis – In Too Deep
  • Lana Del Rey – Dark Paradise
  • Lana Del Rey – Gods and Monsters
  • M A R R S – Pump Up The Volume
  • New Order – True Faith
  • Lana Del Rey – Summertime Sadness
  • Phil Collins – Sussudio
  • The Neighbourhood – Sweater Weather
  • Red lights – Curiosity killed the cat
  • Lana Del Rey – High By The Beach
  • SoapSkin – Me and the Devil
  • The Waves – Walking On Sunshine
  • The Rolling Stones – Sympathy For The Devil
  • Lana Del Rey – Shades Of Cool
  • Daryl Hall & John Oates – Kiss On My List
  • Eurythmics – I Saved The World Again
  • Crowded House – Don’t Dream It’s Over

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Muhammad Ali:

Considerado por muitos o maior boxeador de toda a história, Muhammad Ali foi três vezes campeão mundial de boxe na categoria de Peso Pesado, campeão olímpico e um dos mais importantes ativistas pelos direitos dos negros americanos. Ele foi o único boxeador até hoje a conquistar o título mundial três vezes assim como foi o único a ser escolhido por cinco anos o Lutador do Ano pela revista Ring Magazine. Ele também foi escolhido o Atleta do Século XX pela revista Sports Illustrated e a Maior Personalidade do Esporte pela rede BBC.

Em uma época em que os lutadores pouco falavam, deixando as entrevistas a cargo de seus agentes, Muhammad Ali foi uma das vozes mais sensatas e ouvidas de sua geração. Ele lutou até o fim pelo que acreditava e sua importância está muito acima do que ele fez nos ringues. É dele que vamos falar hoje, mas para isso vamos começar entendendo de onde ele veio a afim de compreender o homem além do mito.

Muhammad Ali nasceu com o nome de Cassius Marcellus Clay Jr. no dia 17 de Janeiro de 1942 na cidade de Louisville, Kentucky. Ele tinha uma irmã e quatro irmãos e era filho de Odessa O’Grady Clay e Cassius Marcellus Clay Sr, que recebeu esse nome (Cassius Marcellus) em homenagem a um político republicado abolicionista do Século XIX que era também do estado de Kentucky. Obviamente um político branco, algo que incomodaria muito ao personagem deste episódio anos depois…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Syl Johnson – Is It Because I’m Black
  • Stevie Wonder – I Wish
  • Stevie Wonder – Signed, Sealed, Delivered I’m Yours
  • Ray Charles – Moon over Miami
  • Muddy Waters – I’m Ready
  • Michael Kiwanuka – Always Waiting
  • Michael Kiwanuka – Black Man In A White World
  • Michael Kiwanuka – Any Day Will Do Fine
  • Michael Kiwanuka – Bones
  • Michael Kiwanuka – I’m Getting Ready
  • Michael Kiwanuka – Home Again
  • Michael Kiwanuka – Tell Me A Tale
  • Michael Kiwanuka – Waterfall
  • Michael Kiwanuka – Worry Walks Beside Me
  • The Staple Singers – Respect Yourself
  • Sixto Rodrigues – This Is Not a Song, It’s an Outburst- Or, The Establishment Blues
  • Sixto Rodrigues – Inner City Blues
  • Sixto Rodrigues – I Wonder
  • Carpenters – Please Mr. Postman
  • Al Green – Im Still In Love With You
  • Al Green – Sha – La – La (Make Me Happy)
  • Ann Peebles – My Man He’s A Lovin Man
  • Ann Peebles – Trouble, Heartaches And Sadness
  • Ann Peebles – Old Man With Young Ideas
  • Ann Peebles – Chain Of Fools
  • Ann Peebles – I Didn’t Take Your Man
  • Ann Peebles – You’re More Than I Can Stand
  • Ann Peebles – Put Yourself In My Place
  • Ann Peebles – I’d Rather Leave While I’m In Love

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The Doors:

Acho que todos os nossos ouvintes conhecem The Doors, mas para aqueles que por ventura nunca tenha ouvido falar, o The Doors é uma banda californiana formada em 1965, tendo lançado 8 álbuns entre 1967 e 1972, seis deles com o Jim Morrison e sendo que sete ficaram na lista dos 10 mais vendidos da Billboard. Além desses álbuns eles lançaram diversos singles que também venderam bastante. Apenas pelas vendas nos Estados Unidos eles ganharam 20 discos de ouro, 14 de platina e 5 de Diamante. Até 1971 apenas, eles já tinham vendido mais de 4 milhões de discos e quase 8 milhões de singles só nos Estados Unidos. Se for considerado hoje em dia e em uma escala mundial, esse número é bem maior, passando de 100 milhões de cópias vendidas.

Segundo o tecladista da banda, Ray Manzarek, o nome da banda veio do livro de Aldous Huxley  The doors of perception (As portas da percepção) e que vem da frase do poeta inglês, do século XVIII, William Blake que diz: “Se as portas da percepção estivessem limpas, tudo apareceria para o homem tal como é: infinito.

The Doors, uma banda que abriu as portas da percepção para a poesia por meio das suas músicas e mantém uma legião de fãs até hoje…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • You’re Lost Little Girl
  • Back Door Man
  • End Of The Night
  • Take It As It Comes
  • Soul Kitchen
  • My Eyes Have Seen You
  • Twentienth Century Fox
  • People Are Strange
  • Break on Through
  • Alabama Song
  • Light My Fire
  • Moonlight Drive
  • Love Me Two Times
  • Love Street
  • The Kinks – All Day and All of the Night
  • Hello, I Love You
  • Tell All The People
  • Touch Me
  • Peace Frog
  • Roadhouse Blues
  • Been Down So Long
  • Love Her Madly
  • The Crystal Ship
  • Cars Hiss By My Window
  • Dead Cats Dead Rats
  • The End
  • When The Music’s Over

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Guerra Civil Americana:

Para falarmos da guerra civil americana, precisamos voltar pelo menos 2 séculos no passado e entender como foi a ocupação dos Estados Unidos, na época ainda colônia britânica. Por diversas questões como clima e vegetação, o tipo de população que se estabeleceu no sul era bem diferente do que se estabeleceu no norte. E aqui é bom deixar claro que quando falamos em Estados Unidos, estamos falando de um território bem menor do que hoje. Muito do interior do país era pouco explorado. A colonização inicial se deu nas áreas mais próximas à costa do Atlântico e depois foi expandindo no sul em direção a onde hoje é o Texas e no norte onde hoje fica Chicago no estado de Illinois.

Bem, voltando às diferenças entre Norte e Sul durante a Guerra Civil Americana. A região Norte do país foi colonizada em sua maioria por imigrantes ingleses, irlandeses e alemães que trabalhavam em propriedades familiares. No sul também houve uma grande imigração europeia no início, mas essa imigração foi diminuindo e a população foi composta em sua maioria pelos descendentes dos que imigraram gerações antes. Então, enquanto no Norte a população crescia devido a uma continuada imigração europeia, no sul ela crescia devido a uma alta taxa de natalidade e ao tráfego negreiro que crescia bastante, conforme falamos no episódio anterior sobre a Escravidão

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


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bloqueio Plano Anaconda

Bloqueio Plano Anaconda


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Mitch Miller – Civil War Songs Union When Johnny comes marching home
  • Confederate Song –  Oh Susana
  • Southern Wagon
  • American civil war music   Fifes and Drums
  • Confederate Song – Rose of Alabamy
  • Confederate Song – Wearing of The Grey
  • We’ll Fight for Uncle Sam
  • To arms in Dixie
  • The Yellow Rose of Texas
  • Tutti Sound – This Is My Place To Protect
  • Two Steps From Hell – Portals Over Earth
  • Two Steps From Hell – Rise Of The Abyss
  • Two Steps From Hell – The Colonel
  • Two Steps From Hell – The Purifier
  • Two Steps From Hell – Winterspell
  • Tutti Sound – Scandalous Scene
  • Tutti Sound – This Is My Place To Protect
  • Epic Score – You Must Overcome
  • Tom Roush – The Picture on The Wall – 1864 Civil War Ballad
  • The Beatles – Please Mister Postman
  • The Alan Parsons Project –  Eye In The Sky
  • Big Star – Turn My Back on the Sun
  • Bee Gees  – Tragedy
  • Bee Gees  – You Should Be Dancing
  • Paul McCartney – Band On The Run
  • Paul McCartney – Another Day
  • Paul McCartney – Mull Of Kintyre

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Escravidão:

Como definição, a escravidão é um regime jurídico ou econômico onde o princípio de propriedade privada é aplicado também a seres humanos, permitindo que pessoas sejam classificadas como propriedade. Sendo assim, elas podem ser compradas e vendidas e não podem, por sua vontade, se desvencilhar desta relação de exploração. Além disso, o escravo a princípio não recebe nenhum tipo de remuneração pelo trabalho que executa e suas atividades bem como seu tempo são controlados por quem detém sua posse. Essa é a definição clássica de escravidão e, por estes termos, ela é considerada ilegal em todos os países. O último a abolir em definitivo a escravidão foi a Mauritânia em, pasme, 2007! Apenas poucos anos atrás. No entanto, isso não significa que a escravidão tenha deixado de existir.

Há, nos tempos atuais, também a definição de “condição análoga à escravidão” que é onde uma pessoa trabalha para a outra sem na prática ter a opção de sair daquele emprego ou mesmo se mudar para um outro lugar. Dentre as formas que vamos ver que mantém uma pessoa ainda hoje em dia nessas condições estão desde questões financeiras até mesmo o uso da força por parte de seus captores.

Falando em etimologia, a palavra “escravo” em português ou “Slave” em inglês vem do Latim SCLAVUS, “pessoa que é propriedade de outra” e de de SLAVUS, “eslavo”. Mas, Eslavo, da etnia eslava? Sim, já que em guerras antigas muitos desta etnia foram capturados e escravizados…

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La Belle Epoque:

Foi um importante período na História da humanidade que durou basicamente do fim da guerra Franco-Prussiana até o início da Primeira Guerra Mundial, sendo portanto de 1871 até 1914. Foi um período onde houve um enorme avanço em diversas áreas do conhecimento e costumes humanos: ciência e tecnologia, artes plásticas, moda, filosofia e até religião. Foram 43 anos onde o ocidente, em especial a Europa, passou sem grandes guerras ou crises financeiras e isso permitiu um enorme crescimento.

A Guerra Franco-Prussiana, que na França também é chamada de A Guerra de 1870, foi uma Guerra entre o Segundo Império Francês e a Confederação Alemã do Norte que era liderada pelo Reino da Prússia. Vale aqui dois adendos rápidos então sobre o que foi o Segundo Império Francês e quem era essa Confederação Alemã do Norte.

Começando com o Segundo Império Francês este foi o período que compreendeu de 1852 a 1870 onde a França foi governada pelo neto de Napoleão Bonaparte, o Napoleão III. Na teoria o regime era uma monarquia parlamentarista, mas na prática o legislativo não mandava nada, sendo que Napoleão III governava quase como um ditador. E a oposição nem tinha muita voz, já que a França vivia um momento muito bom dos pontos de vista econômico, social e cultural.

Já a Confederação Alemã do Norte foi formada em 1867 e era integrada por 22 estados, todos luteranos e falantes da língua alemã com seus dialetos variados, sendo o principal destes estados o Reino da Prússia conforme nós já falamos…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Edith Piaf – Non, Je ne regrette rien
  • Joe Dassin – Et Si Tu N’Existais Pas
  • Maurice Chevalier – Ça c’est Paris
  • Charles Trenet – La Mer
  • Jacques Brel – Ne Me Quitte Pas
  • France Gall – Poupee de Cire, Poupee de Son
  • Tino Rossi – J’attendrai
  • Edith Piaf – La Vie En Rose
  • Francoise Hardy – Tous Les Garcons et Les Filles
  • Yves Montand – Sous Le Ciel De Paris
  • Serge Gainsbourg – Elisa
  • Charles Aznavour – La Bohème
  • Charles Aznavour – For Me Formidable
  • Pierre Groscolas – Fille du vent
  • Juliette Gréco – Il n’y a plus d’après
  • Pierre Bachelet – Emmanuelle
  • Chiquinha Gonzaga – Ô abre alas
  • Charles Aznavour – Tous les visage de l’amour
  • Michel Sardou – La maladie d’amour
  • Adamo – C’est ma vie
  • Alain Barrière – Ma Vie
  • Françoise Hardy – La question
  • Georges Brassens – Les copains d´abord
  • Gloria Lasso – Etrangère au Paradis
  • Gloria Lasso – Histoire d’un amour
  • Léo Marjane – Seule ce soir
  • Franck Pourcel – Les Parapluies De Cherbourg

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Oswaldo Cruz

Oswaldo Gonçalves Cruz nasceu em 5 de agosto de 1872 em São Luís de Paraitinga, São Paulo, filho do médico Bento Gonçalves Cruz e de Amália Bulhões Cruz. Aos 5 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro, estudou no colégio Pedro II e aos 15 anos incompletos, em 1887, ingressou na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Em 1892, formou-se doutor em Medicina com a tese A veiculação microbiana pelas águas. No mesmo dia que se forma seu pai vem a falecer e ele assume a clínica do pai na fábrica de tecidos Corcovado e trabalha na policlínica de Botafogo. Em 1894 Oswaldo Cruz foi trabalhar na Policlínica Geral do Rio de Janeiro onde ele montou e chefiou um laboratório de análises clínicas ligado ao serviço de moléstias internas. No mesmo ano de 1894 consegue diagnosticar como cólera uma epidemia que se alastrava no Vale do Paraíba. Quatro anos depois, realizou seu grande sonho: especializar-se em Bacteriologia no Instituto Pasteur de Paris, que reunia os grandes nomes da ciência na época…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Marchinha – Cidade Maravilhosa
  • Moro num país tropical
  • Jean Michel Jarre – Souvenir Of China
  • Jean Michel Jarre – The Overture
  • Jean Michel Jarre – Arpegiator
  • Jean Michel Jarre – Equinoxe IV
  • Jean Michel Jarre – Equinoxe VII
  • Jean Michel Jarre – Magnetic Fields IV
  • Jean Michel Jarre – Magnetic Fields II
  • Blank And Jones – Feel Good
  • Jeff Bennet’s Lounge Experience Feat. Alexandra – Sympathy
  • Moby & Mark Lanegan – The Lonely Night (Moby’s January 14th Mix)
  • Hannah ILD – Right Beside You
  • Deep Josh & Jose Rodriguez Feat. Lisa Rose – The Clouds
  • Echobelly – King Of The Kerb
  • Boz Scaggs – Jojo
  • The Cars – Drive

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Retrô 2015: A exemplo do ano passado, este ano também optamos por fazer um episódio sobre alguns acontecimentos de 2015. Não vamos falar do que esteve todos os dias nas grandes manchetes pelo mundo e no Brasil, mas em vez disso vamos falar sobre alguns acontecimentos menos “visados”, mas que são também de fundamental importância para todos em alguns casos e outros que são meras curiosidades ocorridas durante o ano, como por exemplo a queda de 488 metros de um esquiador e que não teve grandes ferimentos, a estranha pesquisa realizada pela USP sobre uma cachaça de qualidade comparada a uísque 12 anos e tantas outras. Também abordamos fatos sobre ciências, arqueologia e verificamos se algumas promessas de 2014 foram concretizadas…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


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nobel paz 2015

NOBEL DA PAZ 2015: Wided Bouchamaoui, Houcine Abbassi, Abdessattar ben Moussa, Mohamed Fadhel Mahmoud

 

Nobel física 2015

NOBEL DA FÍSICA 2015: Takaaki Kajida e Arthur B. McDonald

Vídeo do esquiador numa queda de 488 metros


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Dire Straits – So Far Away
  • Dire Straits – My Parties
  • Echobelly – Natural Animal
  • Dire Straits – Once Upon A Time In The West
  • Dire Straits – The Bug
  • Dire Straits – Why Worry
  • Dire Strits – Communiqué
  • Dire Strits –  Your Latest Trick
  • Gareth Emery – U Album Mix
  • Dash Berlin – Earth Meets Water
  • Gareth Emery – Lights & Thunder Omnia Radio Edit
  • John O’Callaghan – Games Ian Standerwick Radio Edit

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Corrupção na Ditadura: O último período do Brasil sob comando dos militares ocorreu após o golpe de Estado em março de 1964 e durou até 1985, com a saída do general João Baptista Figueiredo. O regime foi marcado pelas restrições ao trabalho do Legislativo e do Judiciário, blindagem do Executivo e, consequentemente, de todas as instituições civis e militares subordinadas ao governo federal, censura à imprensa e repressão à sociedade civil. Os ouvintes que quiserem saber mais sobre o regime militar poderão ouvir o episódio #04 do Temacast.
O historiador Pedro Henrique Pedreira Campos afirma: “A falta de fiscalização autônoma a agentes públicos praticamente impedia o combate à corrupção. “Era um cenário ideal para práticas corruptas”, diz o autor do livro “Estranhas Catedrais – As Empreiteiras Brasileiras e a Ditadura Civil-militar”, que aborda a ligação das empresas de construção com o regime.
E continua: “Isso de dizer que havia menos corrupção é uma falsa impressão. Não é que eram menos casos, pelo contrário. É que a denúncias eram menos publicadas. Os mecanismos de fiscalização eram bem menos eficientes. A imprensa estava cerceada, censurada, várias empresas foram forçadas à falência. A pequena imprensa foi duramente perseguida”.
“Os mecanismos do Estado também eram ineficientes. O Congresso ficou fechado algumas vezes; dentro da oposição oficial, o MDB (Movimento Democrático Brasileiro), quem não seguisse a linha poderia ser cassado pelo AI-5. A Polícia Federal e o Ministério Público eram usados para finalidades diretas da ditadura; a margem de independência do Judiciário era muito pequena. Era um cenário montado para impedir contestação.”…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES

FONTES 

VÍDEOS

Motivos para não querermos os militares no comando

Liberdade de imprensa – Gal Newton Cruz (Tratamento dado a um repórter)

Guerra de palavras: entrevista com o Gal Leônidas Pires Gonçalves

Que história é essa Newton Cruz?


VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Originais Do Samba – Se Gritar Pega Ladrão
  • Aerus – Me dá um dinheiro aí
  • João Bosco – Bala com bala
  • Chico Buarque – Hino Da Repressão
  • Caetano Veloso – Podres Poderes
  • Elza Soares – Mas que nada
  • Chico Buarque – Roda viva
  • Caetano Veloso – O Quereres
  • Chico Buarque – Corrente
  • Gonzaguinha – Comportamento geral
  • Chico Buarque – Vai passar
  • Chico Buarque – Apesar de você
  • Chico Buarque – Tema de “Os inconfidentes”
  • Chico Buarque – Bye bye Brasil
  • Chico Buarque – Pelas tabelas
  • Gonzaguinha – Vamos à Luta
  • Chico Buarque – Cálice
  • Bezerra da Silva – Vírus da Corrupção
  • Cássia Eller  – Malandragem
  • Cássia Eller – Lanterna dos Afogados
  • Jota Quest – As Dores Do Mundo
  • Legião Urbana – Que País é Este
  • Tim Maia – Vale tudo
  • Gilberto Gil – Realce

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Depressão: O que dizer da dor que não pode ser dita? Sem causa ou natureza definíveis, sem possibilidade de compreensão? Dor do nada, simplesmente do vazio de existir, indescritível, incomensurável, e que, por isso mesmo, chama em vão a palavra?  Muitos falaram dela, para dizê-la, traduzí-la ou minora-la usaram termos como: tristeza, trevas, sombras sem fim, sol negro, nevoeiro, tempestade em céu sereno, certeza infeliz, apatia, tédio…

Aristóteles e outros estavam seguros de que era uma admirável condição da mente, associada à inteligência, à genialidade e à criatividade. Hoje a melancolia cede terreno à depressão, que implica diminuição, redução e decréscimo. Mas o que de fato define, indica ou revela essa forma de marcar tristeza?

Como se transforma em doença a dor de existir?

É comum as pessoas pensarem na depressão como tristeza e associar episódios e comportamentos isolados, que na verdade podem ser apenas episódios de ansiedade ou mesmo um luto que se estende um pouco mais do considerado normal. Também é comum pessoas falarem que depressão é apenas “frescura”, falta do que fazer, e que o deprimido não está “doente de verdade”. Podem associar a características isoladas da depressão e não compreender que o deprimido precisa de ajuda profissional e também suporte e apoio dos amigos e familiares. O senso comum também associa a depressão imediatamente ao suicida, mesmo que por vezes, não haja intenção suicida por parte do deprimido. Muita gente associa a depressão a uma “personalidade fraca”. O deprimido, no senso comum, pode ser alguém ligado a problemas espirituais, um pessimista ou alguém “mimado”, que não sabe lidar com responsabilidades da vida adulta, do cotidiano.  Por essas observações, é fácil notar o quanto o deprimido é julgado pela sua condição e o quanto as pessoas, em geral, são leigas quanto a esse tipo de distúrbio…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES
  • Francisco Seixas @temacast
  • Igor Alcantara (igoralcantara)
  • Juliana Torres (Facebook)
  • Faísca e Fumaça – cachorrinhos da Juliana ainda sem site, Facebook e outros 🙂
FONTES 
Livros
  • Ansiedade e Depressão, prof. Dr. Wilson Ferreira de Melo
  • Depressão e Gênero: por que as mulheres deprimem mais que os homens
  • Analise Funcional de um caso Clinico de Depressão, Sobre Comportamento e Cognição. Pags 195 a 202. Vera Regina Lignelli Otero.

VEJA MAIS

FILMES SOBRE O ASSUNTO

 


VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Queen – Under Pressure
  • Radiohead – Creep
  • Coldplay – A Sky Full Of Stars
  • Radiohead – Fake Plastic Trees
  • Coldplay – Yellow
  • Coldplay – The Scientist
  • Coldplay – Midnight
  • Coldplay – Magic
  • Coldplay – Paradise
  • Coldplay – In My Place
  • The Smashing Pumpkins – Mellon Collie and the Infinite Sadness
  • Coldplay – Viva La Vida
  • Radiohead – No Surprise
  • Radiohead – How to disappear completely
  • Radiohead – There There
  • Aerosmith – Crazy
  • Bryan Ferry – Make you feel my love
  • Cliff Richard – We Don’t Talk Anymore
  • Kim Carnes – Bette Davis Eyes
  • Falko – Der Komissar
  • Creedence Clearwater Revival – Proud Mary
  • Deep Purple – Smoke On The Water

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Luiz Gonzaga nasceu em 13 de Dezembro de 1912, na Fazenda Caiçara, em Exu, distante 603 Km da Capital Pernambucana. Seu nome, Luiz se deve ao fato de que ele nasceu no dia de Santa Luzia. Gonzaga, seu segundo nome, foi um pedido do padre que o batizou e Nascimento, por ter nascido no mês em que Jesus nasceu.

Ele foi o segundo dos nove filhos da união do casal Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus (Santana), veio ao mundo dividido entre a enxada e a sanfona. Foi observando seu pai animando bailes e consertando velhas sanfonas, que despertou a curiosidade pelo instrumento. Certa vez seu pai encontrava-se na roça e sua mãe na beira do rio. O mesmo pegou uma velha sanfona e começou a tocar. Santana, que não queria que o filho trilhasse o mesmo caminho do pai, dava-lhe puxões de orelha que nada adiantavam. Luiz Gonzaga seguia em frente, acompanhando seu pai em diversos forrós, revezando-se com ele na sanfona e ganhando seus primeiros trocados. Um belo dia Januário foi pego de surpresa quando o Sr Miguelzinho, dono de um forró, pediu para que Gonzaga tocasse, este havia contratado um outro tocador que não apareceu. A salvação foi convidar o então menino Gonzaga que já havia mostrado suas habilidades no mesmo terreiro, claro que sem seus pais saberem. Foi um sucesso. E por aquelas “bandas” era conhecido por Luiz de Januário. Assim o Forró rolou solto ao longo da noite, Luiz Gonzaga sentia-se feliz, empolgado, era a primeira vez que tocava com o consentimento da mãe. Com o passar da noite, começou a sentir seus olhos arderem, a cabeça pesar, foi então que pediu para deitar na rede e de tão menino que era, ainda fez xixi enquanto dormia. Daí então passou a…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES
FONTES 

VEJA MAIS

Filme: Chapéu de Couro (Youtube)

Filme: O Homem que Engarrafava Nuvens (Youtube)

Asa Branca- David Byrne


VITRINE

MÚSICAS DE LUIZ GONZAGA NESTE EPISÓDIO
  • Cintura fina
  • Ó véio macho
  • Nem se despediu de mim
  • Mangaratiba
  • Forró no escuro
  • Lampião falou
  • Xamego (Vira e mexe)
  • Chinelo de Rosinha (Trio Nordestino)
  • No meu pé de serra
  • Respeita Januário
  • Baião
  • Asa branca
  • A volta da Asa Branca
  • Vozes da seca
  • Juazeiro
  • Vem morena
  • Paraíba
  • Onde tu vai baião
  • Sanfona do povo
  • A vida do viajante (com Gonzaguinha)
  • A morte do vaqueiro
  • Ovo de codorna
  • Boiadeiro
  • Saudade de Pernambuco
  • Hora do adeus
  • Farinhada (com Elba Ramalho)
  • Danado de bom
  • Baião de São Sebastião
MÚSICAS DE DOMINGUINHOS NESTE EPISÓDIO
  • Eu só quero um xodó
  • Abri a porta
  • Pedras que cantam
  • Isso aqui tá bom demais
  • Depois da derradeira / Nem me deu bola
  • Riso cristalino
  • Eu me lembro

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DESCULPEM NOSSA FALHA!

No episódio é dito que o bairro Guaianazes de São Paulo tem aproximadamente 4 milhões de habitantes quando na verdade esta é a população estimada de toda a Zona Leste da capital paulista. O Bairro de Guianazes tem uma população aproximada de 400.000 habitantes que é 10 vezes maior do que a de Arco Verde, cidade natal do Thiago Miro, citado no cast!


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Dia do Podcast: Hoje, 21 de outubro de 2015, estamos comemorando o segundo ano do #DiaDoPodcast. Com a intenção de promover a data e a mídia podcast, gravamos um papo informal falando sobre o assunto.

No dia 30 de Setembro de 2014 foi comemorado o primeiro #PodcastDay nos Estados Unidos. Essa ação foi criada pelo podcaster americano Steve Lee (Netcast Studio) e visa propagar a mídia para o mundo inteiro, atingir o máximo de pessoas possível. Em apenas um ano de existência, o PodcastDay conseguiu um alcance muito maior do que eles mesmo esperavam e já está em desenvolvimento o International #PodcastDay para 2015.

Saiba mais…


PARTICIPANTES

VEJA MAIS

O que é Podcast

História do Podcast

#DiadoPodcast


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California:

Está localizada na costa oeste dos Estados Unidos e é banhada pelo Oceano Pacífico. Pode não parecer, já que se você olhar no mapa o estado é só uma tripinha, mas ele é o terceiro maior estado americano em área, ficando atrás do Alasca e do Texas. Em riqueza, ela está em primeiro lugar no país e é bem mais rica do que muitos países. O estado tem um produto interno bruto de 2.2 Trilhões de dólares por ano, o que equivale a 13% de todos os Estados Unidos e é maior que o PIB de quase todos os países do mundo, com exceção de 7: o próprio Estados Unidos, a China, o Japão, a Alemanha, a França, o Reino Unido e o Brasil. E essa lista vai mudar, porque acredita-se que já neste ano de 2015 supere o PIB do Brasil. Hoje o nosso PIB e o PIB da California é praticamente o mesmo.

Pois é, isso quer dizer que ela é mais rica que a Itália, Rússia, Espanha e vários outros “ban ban bans” por aí.
Falando sobre as regiões da California, resumidamente nós temos o Norte da California, onde fica San Francisco, todo o famoso Vale do Silício e a capital do estado, Sacramento e temos o Sul da California onde fica a segunda maior cidade dos EUA, Los Angeles e tem também San Diego, já na fronteira com o México. Essas são as principais cidades do estado: Los Angeles, San Francisco, San Diego e Sacramento. No quesito populacional, ela também é o estado mais populoso dos EUA, com 38 milhões de pessoas, tem 8 cidades dentre as mais populosas do país e com a segunda maior área metropolitana: Los Angeles, que tem quase 19 milhões de pessoas.

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES
FONTES 

VEJA MAIS

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Dead Kennedys – California Über Alles
  • Led Zeppelin – Going to California
  • Ray Conniff – It Never Rains In California
  • Harpo – San Francisco night
  • Maroon 5 – Leaving California
  • Chuck Berry – California
  • Billy Scott – The Prophets ‘California’
  • Counting Crows – Los Angeles
  • Lenny Kravitz – California
  • Manfred Mann’s Earth Band – California
  • Eagles – Hotel California
  • Roy Orbison – California Blue
  • Ennio Morricone – A Fistful Of Dollars
  • Ennio Morricone – The Good, The Bad and The Ugly
  • The Mamas & The Papas – California Dreamin’
  • Scott McKenzie – If You’re Going To San Francisco
  • U2 – California (There Is No End To Love)
  • Marlena Shaw   California Soul
  • Beach Boys – California Girls
  • Soul Kid – We got more bounce in California
  • Red Hot Chilli Peppers – Californication
  • The Adicts – California
  • Rosa Maria – California Dreamin’
  • Chris Isaak – San Francisco Days
  • Pet Shop Boys – Go West
  • Stereophonics – Have a Nice Day

 


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Guerra de Farrapos –

Também é chamada de Revolução Farroupilha ou Decênio Heróico, foi um movimento que eclodiu no Rio Grande do Sul e configurou-se, na mais longa revolta brasileira. Durou 10 anos (1835 – 1845) e foi liderada pela classe dominante gaúcha, formada por fazendeiros de gado, que usou as camadas pobres da população como massa de apoio no processo de luta. O Rio Grande do Sul, estava esgotado pela sequência de guerras, a última das quais tinha sido a campanha da Cisplatina, com as estâncias e charqueadas produzindo pouco, com os rebanhos esgotados e sem que o império brasileiro pagasse as indenizações de guerra, apesar de enriquecer com as exportações de café e açúcar do centro do País. Os impostos sobre o gado em pé e sobre a arroba de charque – principais produtos da Província – eram escorchantes. Todos os produtos da pecuária pagavam dízimo. Cada arroba exportada pagava 600 réis de taxa e cada légua de campo pagava 100 mil réis de imposto anual. O pior porém é que o centro do Brasil preferia comprar o charque platino ao invés do rio-grandense que era produzido pelo braço escravo das charqueadas e, portanto, caro. O charque uruguaio ou argentino, fruto do braço assalariado nos intervalos das infindáveis guerras e revoluções do Prata, era vendido no Rio de Janeiro e São Paulo bem mais barato que o charque rio-grandense.
Não se deve nessa época falar em contrabando, porque a fronteira sul do Rio Grande era indefinida. Até bem pouco a Cisplatina era província do império e muitos estancieiros brasileiros ou orientais tinham campos no Uruguai e também no Rio Grande, sendo impossível dizer onde terminava o Brasil e onde começava a República Oriental do Uruguai – em organização.

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES
FONTES 

VEJA MAIS

Vídeo sobre o assunto

Ata de Sessão da Loja Maçônica que deu início ao movimento (fonte)

Aos dezoito dias do mês de setembro de 1835 E:. V:. e 5835 V:. L:., reunidos em sua sede, sito à Rua da Igreja, nº 67, em lugar Claríssimo, Forte e Terrível aos tiranos, situado abaixo da abóbada celeste do Zenith, aos 30º sul e 5º de latitude da América Brasileira, ao Vale de Porto Alegre, Província de São Pedro do Rio Grande, nas dependências do Gabinete de Leituras onde funciona a Loj:. Maç:. Philantropia e Liberdade, com o fim de, especificamente, traçarem as metas finais para o início do movimento revolucionário com que seus integrantes pretendem resgatar os brios, os direitos e dignidade do povo Riograndense. A sessão foi aberta pelo Ven:. Mestre, Ir:. Bento Gonçalves da Silva. Registre-se, a bem da verdade, ainda as presenças dos IIr:. José Mariano de Mattos, ex- Ven:., José Gomes de Vasconcellos Jardim, Pedro Boticário, Vicente da Fontoura, Paulino da Fontoura, Antônio de Souza Neto e Domingos José de Almeida, o qual serviu como secretário e lavrou a presente ata. Logo de início o Ven:. Mestre, depois de tecer breves considerações sobre os motivos da presente reunião, de caráter extraordinário, informou a seus pares que o movimento estava prestes a ser desencadeado. A data escolhida é o dia vinte de setembro do corrente, isto é, depois de amanhã. Nesta data, todos nós, em nome do Rio Grande do Sul, nos levantaremos em luta contra o imperialismo que reina no país. Na ocasião, ficou acertada a tomada da capital da província pelas tropas dos IIr:. Vasconcellos Jardim e Onofre Pires, que deverão se deslocar desde a localidade de Pedras Brancas, quando avisados. Tanto Vasconcellos Jardim como Onofre Pires, ao serem informados, responderam que estariam a postos, aguardando o momento para agirem. Também se fez ouvir o nobre Ir:. Vicente da Fontoura, que sugeriu o máximo cuidado, pois certamente, o Presidente Braga seria avisado do movimento. O Tronco de Beneficência fez a sua circulação e rendeu a medalha cunhada de 421$000, contados pelo Ir:. Tes:. Pedro Boticário. Por proposição do Ir:. José Mariano de Mattos, o Tronco de Beneficência foi destinado à compra de uma Carta da Alforria de um escravo de meia idade, no valor de 350$000, proposta aceita por unanimidade. Foi realizada poderosa Cadeia de União, que pela justiça e grandeza da causa, pois em nome do povo Riograndense, lutariam pela Liberdade, Igualdade e Humanidade, pediam a força e a proteção do G:. A:. D:. U:. para todos os IIr:. e seus companheiros que iriam participar das contendas. Já eram altas horas da madrugada quando os trabalhos foram encerrados, afirmando o Ven:. Mestre que todos deveriam confiar nas LL:. do G:. A:. D:. U:. e, como ninguém mais quisesse fazer uso da palavra, foram encerrados os trabalhos, do que eu, Domingos José de Almeida, Secretário, tracei o presente Balaústre, a fim de que a história, através dos tempos, possa registrar que um grupo de maçons, homens livres e de bons costumes, empenhou-se com o risco da própria vida, em restabelecer o reconhecimento dos direitos desta abençoada terra, berço de grandes homens, localizada no extremo sul de nossa querida Pátria. Oriente de Porto Alegre, aos dezoito dias do mês de setembro de 1835 da E:. V:., 18º dia do sexto mês, Tirsi, da V:. L:. do ano de 5835.|Ir Domingos José de Almeida – Secretário


VITRINE

OBRA LITERÁRIA NACIONAL BUSCA APOIO NO CATARSE

capa_kalciferumEm Kalciferum, Rafael precisa aprender que o mundo é cheio de demônios.
Rafael começa em seu novo emprego, porém descobre que um de seus colegas de trabalho é um demônio.

É nesse mundo, com criaturas fantásticas e assustadoras, que o terror nacional Kalciferum se passa.

O projeto começou em 2011 e o autor, Andrei Fernandes sempre se interessou por todo tipo de obra literária relacionada ao oculto. As HQs obscuras de Neil Gaiman, Alan Moore e Mike Mignola influenciaram muito o trabalho do designer e contista.

Aos fãs do gênero são oferecidas recompensas no Catarse. Pôsteres, um tarô especial com as ilustrações únicas do livro e até mesmo estatuetas exclusivas de edição limitada serão oferecidas àqueles que mais colaborarem com o projeto.

Para auxiliar esse projeto nacional, confira a página no catarse  (a campanha entra dia 8/10) ou acesse o site oficial do livro http://kalciferum.com.br/.


MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Hino República Rio Grandense
■ Grupo Caverá  – Gaudêncio Sete luas
■ Allex  – Estrela Guria
■ Raul Ellwanger – Pealo de Sangue
■ Os Serranos – Baile da Mariquinha
■ Allex – Recuerdos da 28
■ Leopoldo Rassier – Cordas de Espinho
■ Victor Hugo – Vento Negro
■ José Claudio Machado – Quando Sopra o Minuano
■ Noel Guarany – Romance do Pala Véio
■ Daniel Torres – Canto Alegretense
■ Os Farrapos – Me Comparando ao Rio Grande
■ Leopoldo Rassier – Veterano
■ Grupo Caverá – Os Homens de Preto
■ Victor Hugo – Desgarrados
■ Renato Borghetti – Milonga Para as Missões
■ Allex – Esquilador
■ Dante Rámon Ledesma – América Latina
■ Allex – Cantiga de Rio e Remo
■ Leopoldo Rassier – Não Podemo se entregá pros Home
■ Leopoldo Rassie – Entardecer
■ Os Serranos – É disso que o velho gosta
■ Isabela Fogaça – Porto Alegre é demais
■ Kleiton & Kledir – Fonte da saudade
■ Kleiton & Kledir – Maria fumaça
■ Kleiton & Kledir – Deu pra ti
■ Kleiton & Kledir – Tô que tô
■ Kleiton & Kledir – Nem pensar


TEMACAST NA RideFM

O Temacast é reproduzido todas as 2ª feiras as 15:00h com reprise as 21:00h pela RideFM no endereço abaixo

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– Guerra da Cisplatina –

Ocorreu entre os anos de 1825 a 1828 e envolveu o Império do Brasil e as Províncias Unidas do Rio da Prata (Argentina). A batalha foi uma disputa pela posse da então Colônia do Sacramento  – atual Uruguai. A área era considerada estratégica, pois era de grande domínio fluvial, com acesso aos rios Paraná e Paraguai e via de transporte da prata andina. A região onde se situa atualmente o Uruguai foi inicialmente colonizada por Portugal, em 1679. Os portugueses fundaram a Vila de Sacramento, e por quase cem anos a região permaneceu praticamente em suas mãos. Esta colônia mais ao sul da América portuguesa era importante, pois, controlando o estuário do Prata seria possível manter a comunicação com os regiões interiores que hoje formam o Mato Grosso e Mato Grosso do Sul (preocupação esta que os brasileiros iriam herdar e que viria a resultar mais tarde na Guerra do Paraguai). Em 1817, toda a região, denominada Banda Oriental (da região do Prata), foi reconquistada pelos portugueses por ordem de João VI e renomeada Cisplatina (que significa literalmente “este lado do Prata”).

Esta província era povoada tanto por castelhanos, como por portugueses e também por seus descendentes, resultando numa amálgama cultural que dificultava o surgimento de uma identidade própria para seus habitantes. A província aceitou fazer parte do Império do Brasil, inclusive enviando deputados para a Constituinte de 1823 (e antes mesmo para as Cortes em 1822). Só que, trinta e dois nativos da província liderados por Juan Antonio Lavalleja revoltaram-se contra o Brasil e declaram a união da Cisplatina com as Províncias Unidas do Rio da Prata (futura Argentina).

Essa insurreição fora possível graças à colaboração material e financeira por parte das Províncias Unidas. Esse atentado contra a soberania brasileira por parte de uma nação estrangeira foi revidada por uma declaração formal de guerra em 10 de dezembro de 1825. Apesar de deter um exército com mais de 26 mil homens e uma poderosa marinha de guerra (em comparação com seu adversário), o Brasil foi incapaz de derrotar as forças rebeldes da Cisplatina e as tropas das Províncias Unidas. PRIMEIRA DERROTA DO BRASIL PARA A ARGENTINA e nem tinha ainda o Messi ou Maradona.

Já no campo militar, as tropas brasileiras, preparadas para batalhas convencionais, eram incapazes de fazer frente às tropas argentinas que utilizavam táticas que atualmente seriam consideradas de guerrilha. O Exército Brasileiro manteve sua presença nas cidades e vilas da Cisplatina, mas não encontrava maneiras de desferir um golpe certeiro no inimigo que preferia atuar de maneira inconsistente na região rural...

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES
FONTES 

GANHADORES DOS LIVROS

Através da hashtag AniversarioTemacast: Nelson Imbulseiro

Através do comentário no episódio de aniversário: Gabriele Tschá

Ambos deverão entrar em contato com o Temacast para informar dados para a entrega dos livros através do email temacast@temacast.com.br ou pelo Facebook através de MP diretamente com o Igor Alcantara


VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Bajofondo Tango Club – Pa’ Bailar (featuring Ryota Komatsu)

■ 1 Hour Most Epic Battle Music Collection (via YouTube)

■ Bedrock – Beautiful Strange

■ Rodrigo Amarante – Tuyo

■ Bajofondo Tango Club – Cristal

■ Pat & Mick – Let’s All Chant

■ The Cool Notes – Spend The Night

■ The Reynolds Girls – I’d Rather Jack

■ Blank & Jones – Desire (Ambient Mix)

 

 


TEMACAST NA RideFM

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– Temacast – 1º Aniversário –

Este é o nosso episódio #26 e é também quando fechamos o nosso 1º ano de atividade. Nós iremos falar sobre o hábito de se comemorar aniversários e de quebra vamos falar um pouco sobre como tudo começou e trazer vários depoimentos de amigos para celebrar conosco a data. Bom, primeiramente vamos falar sobre comemorações de aniversário. De acordo com o livro The Lore of Birthdays (“A Sabedoria dos Aniversários”, sem tradução em português), dos antropólogos americanos Ralph e Adelin Linton, aniversários merecem comemorações desde o Egito antigo, ou seja, a moda surgiu por volta de 3000 a.C. Tanto os egípcios quanto os gregos, que adotaram o costume, restringiam as comemorações apenas a seres superiores: faraós e deuses. Com o tempo, o hábito foi se estendendo aos mortais e contaminou também os romanos, que davam o privilégio ao imperador, a sua família e aos senadores. Nos primórdios do cristianismo, o costume foi abolido por causa das suas origens pagãs. Foi só no século IV que a Igreja começou a celebrar o nascimento de Cristo, o Natal. Daí, ressurgiu o hábito de festejar aniversários e pouco a pouco foram surgindo as peças simbólicas: o bolo, as velinhas, o “parabéns a você”…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES
DEPOIMENTOS 

VITRINE

CONCURSOS PARA GANHAR LIVROS

1 – Através da hashtag #AniversarioTemacast

O ouvinte deverá escolher o episódio do Temacast que ele mais gostou e compartilhar o link nas redes sociais Twitter e/ou Facebook e utilizar a hashtag #AniversarioTemacast. (ATENÇÃO: Compartilhamentos no Grupo Saiba Mais do Temacast não serão computados)

Período: entre 15/08/2015 e 30/08/2015.

Será entregue 1 (um) livro do Igor Alcantara a ser escolhido pelo ganhador dentre os 5 que ele já publicou.

■ O ganhador será aquele cujo post for o mais curtido nas redes sociais. As redes sociais participantes são Facebook e Twitter apenas. As curtidas de uma rede não se somam à de outra, são contadas como participações separadas.

Caso haja empate entre dois ou mais ouvintes será feito um sorteio.

2 – Através de comentário neste episódio

O ouvinte deverá escrever um comentário NESTE episódio dizendo o que o Temacast representa para você, o que ele acrescentou na sua rotina ou que tipo de mudança causou. Enfim, dizer qual é a sua relação com o Temacast.

Período: entre 15/08/2015 e 30/08/2015

Será entregue 1 (um) livro do Igor Alcantara a ser escolhido pelo ganhador dentre os 5 que ele já publicou.

■ O ganhador será aquele que receber melhor avaliação pela equipe do Temacast.

livros-igor


MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Parabéns da Galinha Pintadinha

■ Katy Perry – Birthday

■ Miley Cyrus – We Can’t Stop

■ Flo Rida – Let It Roll

■ Katy Perry – This Is How We Do

■ John Newman – Love Me Again

■ Bruno Mars – Locked Out of Heaven

■ Astor Piazzola – Adios Nonino

■ The Doobie Brothers – Long Train Runnin’

■ The Doors – The Changeling

■ The Beatles – Birthday

■ Israel Kamakawiwo’ole – Over The Rainbow  What A Wonderful World

■ Phil Collins – Colours

■ Creedence Clearwater Revival – Proud Mary

■ Kim Carnes – Bette Davis Eyes

■ Akon –  Beautiful

■ Jane Birkin & Serge Gainsbourg – Je T’aime…  Moi Non Plus

■ Al Green – Sha – La – La (Make Me Happy)

■ Oingo Boingo –  Just Another Day

■ Pet Shop Boys – It’s A Sin

■ Queen – The Show Must Go On

■ Sade – The Moon and the Sky

■ Scorpions – When The Smoke Going Down

■ Simply Red – Sunrise

■ Will to Power –  I’m Not In Love


TEMACAST NA RideFM

O Temacast é reproduzido todas as 2ª feiras as 15:00h com reprise as 21:00h pela RideFM no endereço abaixo

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– Intolerância (A era dos extremos) –

A Intolerância é o nome dado quando falta a uma pessoa ou a um grupo o seu oposto: a tolerância. Tolerância é uma palavra derivada do latim Tolerare que significa “suportar” ou “aceitar” e está relacionada ao grau de aceitação diante de um elemento contrário a uma regra, seja ela moral, religiosa, cultural, civil ou física.
Quando dissemos grau, é isso mesmo que você entendeu. Segundo a definição do conceito, existem diferentes graus de tolerância. A pessoa pode ser completamente tolerante a algo, completamente intolerante ou parcialmente tolerante.
Um exemplo disso é a questão da intolerância de pessoas quanto à homossexualidade. Existem pessoas que são completamente tolerantes a isso e encaram como algo normal e acham que homossexuais devem ter seus direitos garantidos por lei, incluindo o direito ao casamento civil e adoção de crianças. Existem pessoas que são completamente intolerantes e que acham que a homossexualidade deve ser banida, sugerindo até uma coisa meio esdrúxula que é a chamada “cura gay”. No entanto, a maioria das pessoas possui diferentes graus de intolerância a isso. Existem aquelas que toleram a existência de homossexuais, mais não quer que eles tenham direito algum, existem aquelas que defendem o direito ao casamento civil, mas são contra a adoção, além de diversas variações desta intolerância. Então, quando a gente fala que existe intolerância de X sobre Y, não necessariamente é a intolerância total. Na maioria das vezes a intolerância é parcial. Além disso, é importante a gente dizer aqui que as pessoas acham que intolerância acontece apenas partindo do grupo que pertence à maioria contra as minorias, mas isso não é verdade. É bem comum que minorias vivam isoladas por intolerância em relação ao mundo externo. Existem diversas religiões, como os Amish por exemplo, que se encaixam neste perfil.
Outra curiosidade é que a primeira vez que a expressão Tolerância foi usada foi no século XV e designava quando uma pessoa conseguia uma permissão das autoridades religiosas para se ver livre de alguma obrigação. Por exemplo, quando um casamento era anulado. Por isso, essa palavra começou a ser usada no âmbito da religião para depois adquirir um significado mais amplo. Entretanto…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Annie – Anthonio (Berlin Breakdown Version)

■ Sia – Chandelier

■ Jace Everett – Bad Things

■ Seal (Featuring Mikey Dread) – Lips Like Sugar

■ The Rolling Stones – Let It Loose

■ Harry Nilsson – Everybody’s Talkin’

■ Ryan Star – Brand new day

■ Milo Greene – What’s The Matter

■ Nouvelle Vague – In a Manner of Speaking

■ Georg Levin – Leisure Suit

■ Battleme – Hey Hey, My My

■ Bic Runga – Sway

■ Billy Paul – Thanks For Saving My Life

■ Soulful House Stephanie Cooke – What Makes The World Go Round

■ Gerry Rafferty – Baker Street

■ Pet Shop Boys – Being Boring

■ Georg Levin – (I Got) Somebody New

■ Zamfir – The Lonely Shepherd

■ La Caina – Sweet Sunset

■ Modaji ft. Jag – No Disquise

■ Afterlife – Breather 2000 (Arithunda Mix)


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– Revolução Constitucionalista de 32 –

Bem, caro ouvinte, se você escutou nosso episódio anterior sobre a Revolução de 1930, sabe que no cerne desse movimento estava o embate entre os interesses paulistas que foram sobrepostos pela vitória da Aliança Liberal, liderada principalmente pelas oligarquias de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul. Se você não ouviu o nosso episódio anterior, que foi o TemaCast 23, nós aconselhamos que você volte lá e dê uma escutadinha. É bom observar que a chegada ao poder de Getúlio Vargas em 30, para exercer um governo provisório, foi recebida pela população paulista com muita euforia e festas nas ruas em comemoração a mudança. O episódio anterior terminou com a subida de Getúlio Vargas ao poder no que ficou conhecido como o “Governo Provisório”. Começou ali um período que vai até 1945 e foi chamado posteriormente de “A Era Vargas”. Então, nada melhor do que começar este episódio com esse período, não é mesmo?
A Era Vargas foi um período conturbado da história republicana brasileira, com a ocorrência de alguns levantes armados contra o presidente, que comportava-se ao mesmo tempo como um ditador e como um populista. Dentre esses levantes encontra-se a Revolução Constitucionalista de 1932, que, como você sabe, é o tema que estamos abordando hoje.
O motivo inicial para esta revolução foi a oposição aos interventores nomeados por Getúlio Vargas para governar o estado de São Paulo, durante seu governo provisório. Vargas representava uma aliança de forças políticas e econômicas que se opunha justamente a essa elite cafeeira. Entretanto, desde o início de seu mandato, tentou flertar com os cafeicultores através da política de proteção à cafeicultura e à industrialização, cujo polo principal estava em São Paulo. Mas era ambígua essa política, pois poderia fortalecer novamente essa elite.

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


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FOTOS

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Cartaz MMDC

Cartaz MMDC

Cartão Postal MMDC

Cartão Postal MMDC


MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Homenagem aos heróis Paulistas na revolução de 1932

■ Paris Belfort  –  Hino 9 de Julho  MMDC

■ Hino do Estado de São Paulo

■ Scottaltham – Never Heard a Rhyme Like This Before

■ AlexBeroza – Improvisation on Friday…

■ Djlang59 – Drops of H2O ( The Filtered Water Treatment )

■ Black & Jones – Souvenir

■ Blank & Jones – After Love (Ambient Mix)

■ Caetanos Veloso – Sampa

■ São Paulo, A Sinfonia da Metrópole

■ Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo – Amanhecento

■ Adoniran Barbosa – O samba do Ernesto

■ Adoniran Barbosa – Tiro ao Álvaro

■  Adoniran Barbosa – Aguenta a mão João

■ Demônios da garôa – Isto é São Paulo


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– Revolução de 30 –

Antes de falarmos da Revolução de 1930, precisamos falar do período que a antecedeu. Estamos falando da República Velha. Ela começou em 15 de Novembro de 1889 com a Proclamação da República e durou até 1930 quando aconteceu o momento histórico que vamos abordar neste episódio. Foram 41 anos e 13 presidentes diferentes.
Falando brevemente sobre a República Velha, o primeiro presidente foi o Marechal Deodoro da Fonseca, que proclamou a República e conquistou o mandato através do Governo Provisório.
O Governo Provisório foi responsável por acabar com a mediação da Igreja nos interesses políticos. Deodoro da Fonseca, em seu governo, separou Igreja e Estado, determinou o fim do padroado e fez com que o casamento se tornasse um registro civil obrigatório.
Em 1891, foi elaborada a Primeira Constituição da República, baseada no texto constitucional dos Estados Unidos. Dentre as principais mudanças estavam o rompimento com o sistema monárquico, a divisão dos três poderes independentes entre si (Legislativo, Executivo e Judiciário) e a alternância da presidência com eleições diretas realizadas no período de 4 anos. Todos os homens com mais de 21 anos letrados eram obrigados a votar e as províncias passaram a ser denominadas estados, obtendo mais autonomia federativa…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PERSONAGENS DA VITRINE

Da esquerda para direita:

  • Getúlio Vargas
  • João Pessoa
  • Washington Luis
  • Júlio Prestes

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FONTES

 


MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Renato Borguetti

■ Marcus Viana – Pátria Minas

■ Tom Zé – São, São Paulo

■ Roaring Twenties – Berlin Jazz Melancoly, 1929

■ Fanny Brice  – I’d Rather Be Blue Over You, 1929

■ Demônios da garôa – Trem das onze

■ Os Serranos – É disso que o velho gosta

■  Afonso Gadelha – Baião da lua azul

■ Paulinho Pedra Azul – Só pra você

■ Suspense  Intrigue ‘ Music – Best of the Best (fonte YouTube)

■ Neto Fagundes – Canto Alegretense

■ Afonso Gadelha – O amor

■ Beto Guedes – São Paulo

■ Flávio Venturini – Beija Flor

■ Kleiton e Kledir – Maria Fumaça

■ Kleiton e Kledir – Deu pra ti

■ The Beatles – When I’m Sixty-Four

■ Alphaville – Forever Young


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Veja o ganhador do livro na leitura de emails deste episódio e no vídeo publicado no Saiba Mais!


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– Barão do Rio Branco –

José Maria da Silva Paranhos Júnior, barão do Rio Branco, foi professor, político, jornalista, diplomata, historiador, advogado e biógrafo. Nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 20 de abril de 1845, e faleceu na mesma cidade, em 10 de fevereiro de 1912.
Rio Branco era filho de José Maria da Silva Paranhos, o visconde do Rio Branco. Cursou o Colégio Pedro II, a Faculdade de Direito de São Paulo, depois a de Recife. Bacharel em 1866, viajou pela Europa e, na volta, regeu a cadeira de Corografia  e História do Brasil no Imperial Colégio. É isso mesmo, eu falei Corografia que é o estudo da descrição particular de uma nação ou de uma área geográfica.
Em 1869, foi nomeado promotor público de Nova Friburgo. No mesmo ano acompanhou, como secretário da Missão Especial, o visconde do Rio Branco (seu pai) ao rio da Prata e ao Paraguai. No mesmo caráter se manteve, em 1870 e 1871, nas negociações de paz entre os membros da Tríplice Aliança e o Paraguai. Regressando ao Rio, dedicou-se ao jornalismo. Foi dirigir o jornal A Nação, juntamente com Gusmão Lobo. Em maio de 1876, Rio Branco deixava o jornalismo para aceitar o cargo de cônsul-geral do Brasil em Liverpool.
Em 1884, integrou a comissão de delegado à Exposição Internacional de São Petersburgo e, depois de proclamada a República, foi nomeado, em 1891, em substituição do conselheiro Antonio Prado, superintendente geral na Europa da emigração para o Brasil, cargo que exerceu até 1893…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


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FONTES

IMAGENS

questão de Palmas

questão do Pirara

questão do Amapá

Tratado de Petrópolis - Acre


MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Dobrado Barão do Rio Branco

■ Carlos gomes – Alvorada


CHIQUINHA GONZAGA Coleção Folhas Raizes da MPB Vol 18

■ Não insistas rapariga

■ Atraente

■ Lua branca

■ Corta-jaca

■ Yara

■ Day-break ainda não morreu

■ Plangente

■ Sonhando

■ Biónne

■ Em guarda!

■ Dança brasileira

■ Amapá

■ Lo t’amo

■ Laurita

■ Sultana


■ Louis Moreau Gottschalk – Marcha Solene Brasileira

■ Steve howe – Bachianas Brasileiras no5 (aria)

■ Yes – The Gates of Delirium (parcial)


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– Beatles – Lado B (parte 2/2) –

Voltando de sua última turnê e precisando descansar da rotina pesada e da polêmica causada pela entrevista do John, eles tiraram 7 semanas de férias, onde puderam cuidar de assuntos particulares. George Harrison foi para a Índia para melhorar sua habilidade com a Sítar, tendo aulas com o famoso Ravi Shankar. Paul e George Martin ajudaram na trilha sonora do filme “The Family Way”, dirigido pelos irmãos Boulting. John Lennon atuou no filme “How I Won the War” (Como eu Venci a Guerra) de Richard Lester e Ringo resolveu passar mais tempo com sua esposa Maureen Cox e seu filho Zak Starkey.

De todos os Beatles, o que mais gostava de ser um Beatle era Paul McCartney. George estava já querendo sair porque ele achava que não recebia o valor que merecia. John estava mais ocupado com os projetos que estava começando com a Yoko e com o ativismo pela paz e contra especificamente a Guerra do Vietnã. Já o Ringo, bom, pra ele estava tudo bem. Eles já estavam tendo inúmeros desentendimentos então Paul durante as férias ficou pensando em como fazer a banda continuar unida. Ele queria resgatar a alegria dos outros em tocar juntos.

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


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FONTES
FOTOS
Capa original dos Beatles - álbum Get Back

Capa original dos Beatles – álbum Get Back


MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Sgt Peppers (reprise)
■ Strawberry Fields Forever
■ When I’m Sixty-Four
■ Penny Lane
■ Within You, Without You
■ Lucy in the Sky With Diamonds
■ A Day in the Life
■ Magical Mystery Tour
■ The Fool on the Hill
■ I Am the Walrus
■ All You Need Is Love
■ The Fool on the Hill
■ Blackbird
■ Dear Prudence
■ Back in the USSR
■ Hey Jude
■ I’m so tired
■ Rocky Raccoon
■ Yellow submarine
■ Hey bulldog
■ Piggies
■ While My Guitar Gently Wheeps
■ It’s All Too Much
■ Two of us
■ Something
■ She Came in Through the Bathroom Window
■ Let it be
■ Get back
■ Across the universe
■ The end
■ It’s All Too Much
■ Because
■ Carry That Weight
■ Good night
■ Ob-La-Di, Ob-La-Da


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– Beatles – Lado B – (parte 1/2) –

No Episódio Lado A nós terminamos no momento em que os Beatles trocaram de baterista. Saía Pete Best e entrava Ringo Starr. Eles tinham acabado de assinar contrato com a Parlophone do produtor George Martin. Pois é, isso foi em Agosto de 1962 e já em Setembro daquele mesmo ano eles já voltavam ao lendário estúdio Abbey Road para a gravação de seu primeiro single.
Antes disso, ainda no final de Agosto, Cynthia Powel descobriu que estava grávida. Nós comentamos brevemente sobre ela lá no episódio anterior quando dissemos que John e Cynthia se conheceram no Liverpool College of Art e começaram a namorar. Foi neste mesmo local que ele conheceu o Stu Sutcliffe. Pois bem, às vésperas dos Beatles estourarem, John Lennon se casou com Cynthia e no ano seguinte nasceu seu primeiro filho, Julian Lennon.
Bem, mas voltando à gravação do primeiro single, vamos lembrar que um single é um disquinho com apenas uma música de cada lado. Então, por serem só apenas duas músicas, elas tem que ser muito bem escolhidas. O George Martin queria que fosse uma música própria deles e um cover, pois gravar uma música já consagrada era mais fácil.
Só que depois de John e Paul muito insistirem, ficou acertado que seriam duas músicas de autoria própria. E as músicas eram: Love me Do e PS: I Love You.
Este single foi então lançado em 11 de Setembro de 1962, mas na hora da gravação, o Ringo ficou muito nervoso e não conseguiu tocar direito. Ele ficou então tocando apenas uma percussão de fundo. Por causa disso, George Martin chamou o baterista…

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  • Vídeo do Youtube onde Igor fala sobre Beatles e Please Please Me: 1 2 3 4 5
Police keeping back a crowd of young fans outside Buckingham Palace, London, as pop group the Beatles receive their MBEs.   (Photo by Central Press/Getty Images)

Police keeping back a crowd of young fans outside Buckingham Palace, London, as pop group the Beatles receive their MBEs. (Photo by Central Press/Getty Images)

FILMES

Dos próprios Beatles:

A Hard Day’s Night (1964)
Help! (1965)
Magical Mystery Tour (1967)
Yellow Submarine (1968)
Let It Be (1970)
Documentários Anthology (1996)

Outros filmes:

I Wanna Hold Your Hand – Febre de Juventude (1978)
Backbeat – Os Cinco Rapazes de Liverpool (1994)
Across the Universe (2007)
Nowhere Boy (2009)


FONTES

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Revolution
■ Love me do
■ P.S. I love you
■ Do you want to know a secret
■ Twist and shout
■ Ask me why
■ Please please me
■ She loves you
■ Sie Liebt Dich
■ From me to you
■ Thank you girl
■ All my loving
■ Don’t bother me
■ I wanna be your man
■ A hard day’s night
■ And I love her
■ If I fell
■ Can’t buy me love
■ Till there was you
■ Eight days a week
■ Every little thing
■ Help!
■ No replay
■ Yesterday
■ I need you
■ It’s only love
■ I’ve just seen a face
■ Drive my car
■ Girl
■ In my life
■ Tomorrow never knows
■ Love you to
■ Here, There and Everywhere
■ I’m only sleeping
■ Norwegian wood (This bird has flown)
■ If I needed someone
■ Taxman
■ Eleanor Rigby
■ Yellow submarine
■ Being for the benefit of Mr. Kite
■ She’s leaving home
■ Penny Lane
■ Lucy in the sky with diamond


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GANHADOR DO SORTEIO

E o ganhador do livro foi o ouvinte MicoAngelo – RS  que nós avaliou com 5 estrelas na iTunes Store em 18/12/2014.

Deverá entrar em contato com a equipe do Temacast até dia 30 de junho para reclamar o prêmio. Caso isto não ocorra, um novo sorteio será realizado.

Parabéns MicoAngelo!

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– 1º de abril –

A brincadeira surgiu na França, no reinado de Carlos IX (1560-1574). Desde o começo do século XVI, o ano-novo era comemorado em 25 de março, com a chegada da primavera. As festas, que incluíam troca de presentes e animados bailes noite adentro, duravam uma semana, terminando em 1º de abril.

Em 1562, porém, o papa Gregório XIII instituiu um novo calendário para todo o mundo cristão – o chamado calendário gregoriano – em que o ano-novo caía em 1º de janeiro. O rei francês só seguiu o decreto papal dois anos depois, em 1564, e, mesmo assim, os franceses que resistiram à mudança, ou a ignoraram ou a esqueceram, mantiveram a comemoração na antiga data. Alguns gozadores começaram a ridicularizar esse apego enviando aos conservadores adeptos do calendário anterior – apelidados de “bobos de abril” – presentes estranhos e convites para festas inexistentes. Com o tempo, a galhofa firmou-se em todo o país, de onde, cerca de 200 anos depois, migrou para a Inglaterra e daí para o mundo. Mas, a despeito do 1º de abril, é certo que todos mentem e fica apergunta? Por que mentimos? Quem nunca inventou uma desculpa para escapar de um compromisso ou “distorceu um pouco” os fatos para impressionar alguém? A lista de motivos que podem levar uma pessoa a mentir é praticamente interminável. Será que existe algo em comum entre eles? Em estudo recente, os pesquisadores Shaul Shalvi, da Universidade de Amsterdam (Holanda), Ori Eldar e Yoella Bereby-Meyer, da Universidade Ben-Gurion do Negev (Israel), investigaram fatores que podem estar por trás de um comportamento desonesto. Para começar, eles usaram como base duas premissas confirmadas por pesquisas anteriores: a de que o primeiro instinto da pessoa faz com que ela busque servir seus próprios interesses; e a de que as pessoas mostram uma tendência maior a mentir quando conseguem justificar a mentira para si mesmas. Shalvi e seus colegas imaginaram que um terceiro fator poderia incentivar uma mentira: o tempo

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


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FONTES

LINKS CITADOS NESTE EPISÓDIO

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Tim Maia – Você mentiu
■ Bryan Adams – I’m a liar
■ ELO – Endless lies
■ Evanescence – Lies
■ New Order – Liar
■ America – She’s a liar
■ Oasis – I can see a liar
■ Deep Collective – Lies
■ Christian – Lies
■ Queen – Liar
■ Erasmo Carlos – Pega na mentira
■ La Ley – Mentira
■ Adele – Set fire to the rain
■ Alphaville – Big in Japan
■ Aphodite Child –  Rain and Tears
■ Barry White – Never, never gonna give you up
■ Chris Isaak – Can’t help falling in love
■ Daryl Hall & John Oates – I Can’t Go For That (No Can Do)

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– O Brasil tem jeito? –

Uma imagem que existe do brasileiro é a de que somos muito paternalistas. Enxergamos os políticos ou o próprio chefe, como um paizão que vai nos salvar dos problemas. É isso mesmo ou essa é uma visão errada? Um dos principais males do paternalismo é criar a expectativa de que “alguém” de algum lugar irá surgir e nos salvar, o que na prática acaba em uma eterna esperança que é alicerçada em algo ou alguém.

A gente espera que surja um político decente que mude os rumos do país… temos esperança que alguém tome as rédeas e FAÇA alguma coisa para que possamos sair do marasmo… e esperamos… com fé… fé em algo ou alguém que não sabemos o que é ou quem seja… esperamos… um milagre, afinal Deus é brasileiro!

“Deus é brasileiro” é todo o discurso que o acomodado precisa, porque afinal, “se Deus vai resolver tudo eu não preciso fazer NADA”! Isso é um poço que é a cara da cultura brasileira e, enquanto isso, os espertos de plantão estão comendo a nossa carne e triturando os nossos ossos…

Neste episódio, discutimos sobre as crenças que nos move para este estado letárgico que faz com que cruzemos os braços e que acreditemos que o Brasil é um país do futuro, embora nada seja feito para que isso se torne realidade.


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 – Raul Seixas –

Neste ano, 2014, completou 25 anos da morte de Raul Seixas. No dia 21 de agosto de 1989, ele foi encontrado morto em seu apartamento, em São Paulo, pela sua empregada Dalva Borges da Silva, por volta das 8h da manhã.  A causa de sua morte, aos 44 anos de idade, é devida ao alcoolismo, agravado pelo fato de que ele era diabético, e por não ter tomado insulina na noite anterior. Isto acabou acarretando uma pancreatite aguda fulminante com parada cardíaca.

A vasta biblioteca de seu pai era seu brinquedo favorito. E foi daí que veio o gosto pela palavra e a miopia precoce. Vivia trancado no quarto devorando o “Livro dos Porquês” do “Tesouro da Juventude”. Inventava histórias fantásticas que, transformadas em gibis, e com desenhos do próprio Raul, eram vendidos ao irmão caçula, Plininho (Plínio Santos Seixas, três anos mais novo). Melô era o personagem central de suas histórias, um cientista louco que viajava no tempo com figuras históricas, Deus e o Diabo…

Este episódio faz uma viajem no tempo e fala sobre a infância, adolescência e a vida adulta de um dos maiores (se não o maior) ídolos da música brasileira. Venha conosco!!


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