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– Guerra da Cisplatina –

Ocorreu entre os anos de 1825 a 1828 e envolveu o Império do Brasil e as Províncias Unidas do Rio da Prata (Argentina). A batalha foi uma disputa pela posse da então Colônia do Sacramento  – atual Uruguai. A área era considerada estratégica, pois era de grande domínio fluvial, com acesso aos rios Paraná e Paraguai e via de transporte da prata andina. A região onde se situa atualmente o Uruguai foi inicialmente colonizada por Portugal, em 1679.

Os portugueses fundaram a Vila de Sacramento, e por quase cem anos a região permaneceu praticamente em suas mãos. Esta colônia mais ao sul da América portuguesa era importante, pois, controlando o estuário do Prata seria possível manter a comunicação com os regiões interiores que hoje formam o Mato Grosso e Mato Grosso do Sul (preocupação esta que os brasileiros iriam herdar e que viria a resultar mais tarde na Guerra do Paraguai). Em 1817, toda a região, denominada Banda Oriental (da região do Prata), foi reconquistada pelos portugueses por ordem de João VI e renomeada Cisplatina (que significa literalmente “este lado do Prata”).

Esta província era povoada tanto por castelhanos, como por portugueses e também por seus descendentes, resultando numa amálgama cultural que dificultava o surgimento de uma identidade própria para seus habitantes. A província aceitou fazer parte do Império do Brasil, inclusive enviando deputados para a Constituinte de 1823 (e antes mesmo para as Cortes em 1822). Só que, trinta e dois nativos da província liderados por Juan Antonio Lavalleja revoltaram-se contra o Brasil e declaram a união da Cisplatina com as Províncias Unidas do Rio da Prata (futura Argentina).

Essa insurreição

Fora possível graças à colaboração material e financeira por parte das Províncias Unidas. Esse atentado contra a soberania brasileira por parte de uma nação estrangeira foi revidada por uma declaração formal de guerra em 10 de dezembro de 1825. Apesar de deter um exército com mais de 26 mil homens e uma poderosa marinha de guerra (em comparação com seu adversário), o Brasil foi incapaz de derrotar as forças rebeldes da Cisplatina e as tropas das Províncias Unidas. PRIMEIRA DERROTA DO BRASIL PARA A ARGENTINA e nem tinha ainda o Messi ou Maradona.

Já no campo militar, as tropas brasileiras, preparadas para batalhas convencionais, eram incapazes de fazer frente às tropas argentinas que utilizavam táticas que atualmente seriam consideradas de guerrilha. O Exército Brasileiro manteve sua presença nas cidades e vilas da Cisplatina, mas não encontrava maneiras de desferir um golpe certeiro no inimigo que preferia atuar de maneira inconsistente na região rural...

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES
FONTES 

GANHADORES DOS LIVROS

Através da hashtag AniversarioTemacast: Nelson Imbulseiro

Através do comentário no episódio de aniversário: Gabriele Tschá

Ambos deverão entrar em contato com o Temacast para informar dados para a entrega dos livros através do email temacast@temacast.com.br ou pelo Facebook através de MP diretamente com o Igor Alcantara


VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Bajofondo Tango Club – Pa’ Bailar (featuring Ryota Komatsu)

■ 1 Hour Most Epic Battle Music Collection (via YouTube)

■ Bedrock – Beautiful Strange

■ Rodrigo Amarante – Tuyo

■ Bajofondo Tango Club – Cristal

■ Pat & Mick – Let’s All Chant

■ The Cool Notes – Spend The Night

■ The Reynolds Girls – I’d Rather Jack

■ Blank & Jones – Desire (Ambient Mix)


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– Temacast – 1º Aniversário –

Este é o nosso episódio #26 e é também quando fechamos o nosso 1º ano de atividade. Nós iremos falar sobre o hábito de se comemorar aniversários e de quebra vamos falar um pouco sobre como tudo começou e trazer vários depoimentos de amigos para celebrar conosco a data. Bom, primeiramente vamos falar sobre comemorações de aniversário. De acordo com o livro The Lore of Birthdays (“A Sabedoria dos Aniversários”, sem tradução em português), dos antropólogos americanos Ralph e Adelin Linton, aniversários merecem comemorações desde o Egito antigo, ou seja, a moda surgiu por volta de 3000 a.C. Tanto os egípcios quanto os gregos, que adotaram o costume, restringiam as comemorações apenas a seres superiores: faraós e deuses. Com o tempo, o hábito foi se estendendo aos mortais e contaminou também os romanos, que davam o privilégio ao imperador, a sua família e aos senadores. Nos primórdios do cristianismo, o costume foi abolido por causa das suas origens pagãs. Foi só no século IV que a Igreja começou a celebrar o nascimento de Cristo, o Natal. Daí, ressurgiu o hábito de festejar aniversários e pouco a pouco foram surgindo as peças simbólicas: o bolo, as velinhas, o “parabéns a você”…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES
DEPOIMENTOS 

VITRINE

CONCURSOS PARA GANHAR LIVROS

1 – Através da hashtag #AniversarioTemacast

O ouvinte deverá escolher o episódio do Temacast que ele mais gostou e compartilhar o link nas redes sociais Twitter e/ou Facebook e utilizar a hashtag #AniversarioTemacast. (ATENÇÃO: Compartilhamentos no Grupo Saiba Mais do Temacast não serão computados)

Período: entre 15/08/2015 e 30/08/2015.

Será entregue 1 (um) livro do Igor Alcantara a ser escolhido pelo ganhador dentre os 5 que ele já publicou.

■ O ganhador será aquele cujo post for o mais curtido nas redes sociais. As redes sociais participantes são Facebook e Twitter apenas. As curtidas de uma rede não se somam à de outra, são contadas como participações separadas.

Caso haja empate entre dois ou mais ouvintes será feito um sorteio.

2 – Através de comentário neste episódio

O ouvinte deverá escrever um comentário NESTE episódio dizendo o que o Temacast representa para você, o que ele acrescentou na sua rotina ou que tipo de mudança causou. Enfim, dizer qual é a sua relação com o Temacast.

Período: entre 15/08/2015 e 30/08/2015

Será entregue 1 (um) livro do Igor Alcantara a ser escolhido pelo ganhador dentre os 5 que ele já publicou.

■ O ganhador será aquele que receber melhor avaliação pela equipe do Temacast.

livros-igor


MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Parabéns da Galinha Pintadinha

■ Katy Perry – Birthday

■ Miley Cyrus – We Can’t Stop

■ Flo Rida – Let It Roll

■ Katy Perry – This Is How We Do

■ John Newman – Love Me Again

■ Bruno Mars – Locked Out of Heaven

■ Astor Piazzola – Adios Nonino

■ The Doobie Brothers – Long Train Runnin’

■ The Doors – The Changeling

■ The Beatles – Birthday

■ Israel Kamakawiwo’ole – Over The Rainbow  What A Wonderful World

■ Phil Collins – Colours

■ Creedence Clearwater Revival – Proud Mary

■ Kim Carnes – Bette Davis Eyes

■ Akon –  Beautiful

■ Jane Birkin & Serge Gainsbourg – Je T’aime…  Moi Non Plus

■ Al Green – Sha – La – La (Make Me Happy)

■ Oingo Boingo –  Just Another Day

■ Pet Shop Boys – It’s A Sin

■ Queen – The Show Must Go On

■ Sade – The Moon and the Sky

■ Scorpions – When The Smoke Going Down

■ Simply Red – Sunrise

■ Will to Power –  I’m Not In Love


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– Intolerância (A era dos extremos) –

A Intolerância é o nome dado quando falta a uma pessoa ou a um grupo o seu oposto: a tolerância. Tolerância é uma palavra derivada do latim Tolerare que significa “suportar” ou “aceitar” e está relacionada ao grau de aceitação diante de um elemento contrário a uma regra, seja ela moral, religiosa, cultural, civil ou física.

Quando dissemos grau, é isso mesmo que você entendeu. Segundo a definição do conceito, existem diferentes graus de tolerância. A pessoa pode ser completamente tolerante a algo, completamente intolerante ou parcialmente tolerante.

Um exemplo

Disso é a questão da intolerância de pessoas quanto à homossexualidade. Existem pessoas que são completamente tolerantes a isso e encaram como algo normal e acham que homossexuais devem ter seus direitos garantidos por lei, incluindo o direito ao casamento civil e adoção de crianças. Existem pessoas que são completamente intolerantes e que acham que a homossexualidade deve ser banida, sugerindo até uma coisa meio esdrúxula que é a chamada “cura gay”. No entanto, a maioria das pessoas possui diferentes graus de intolerância a isso. Existem aquelas que toleram a existência de homossexuais, mais não quer que eles tenham direito algum, existem aquelas que defendem o direito ao casamento civil, mas são contra a adoção, além de diversas variações desta intolerância.

Então, quando a gente fala que existe intolerância de X sobre Y, não necessariamente é a intolerância total. Na maioria das vezes a intolerância é parcial. Além disso, é importante a gente dizer aqui que as pessoas acham que intolerância acontece apenas partindo do grupo que pertence à maioria contra as minorias, mas isso não é verdade. É bem comum que minorias vivam isoladas por intolerância em relação ao mundo externo. Existem diversas religiões, como os Amish por exemplo, que se encaixam neste perfil.

Outra curiosidade é que a primeira vez que a expressão Tolerância foi usada foi no século XV e designava quando uma pessoa conseguia uma permissão das autoridades religiosas para se ver livre de alguma obrigação. Por exemplo, quando um casamento era anulado. Por isso, essa palavra começou a ser usada no âmbito da religião para depois adquirir um significado mais amplo. Entretanto…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES

VEJA MAIS

FONTES

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Annie – Anthonio (Berlin Breakdown Version)

■ Sia – Chandelier

■ Jace Everett – Bad Things

■ Seal (Featuring Mikey Dread) – Lips Like Sugar

■ The Rolling Stones – Let It Loose

■ Harry Nilsson – Everybody’s Talkin’

■ Ryan Star – Brand new day

■ Milo Greene – What’s The Matter

■ Nouvelle Vague – In a Manner of Speaking

■ Georg Levin – Leisure Suit

■ Battleme – Hey Hey, My My

■ Bic Runga – Sway

■ Billy Paul – Thanks For Saving My Life

■ Soulful House Stephanie Cooke – What Makes The World Go Round

■ Gerry Rafferty – Baker Street

■ Pet Shop Boys – Being Boring

■ Georg Levin – (I Got) Somebody New

■ Zamfir – The Lonely Shepherd

■ La Caina – Sweet Sunset

■ Modaji ft. Jag – No Disquise

■ Afterlife – Breather 2000 (Arithunda Mix)


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– Revolução Constitucionalista de 32 –

Bem, caro ouvinte, se você escutou nosso episódio anterior sobre a Revolução de 1930, sabe que no cerne desse movimento estava o embate entre os interesses paulistas que foram sobrepostos pela vitória da Aliança Liberal, liderada principalmente pelas oligarquias de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul. Se você não ouviu o nosso episódio anterior, que foi o TemaCast 23, nós aconselhamos que você volte lá e dê uma escutadinha. É bom observar que a chegada ao poder de Getúlio Vargas em 30, para exercer um governo provisório, foi recebida pela população paulista com muita euforia e festas nas ruas em comemoração a mudança.

O episódio anterior terminou com a subida de Getúlio Vargas ao poder no que ficou conhecido como o “Governo Provisório”. Começou ali um período que vai até 1945 e foi chamado posteriormente de “A Era Vargas”. Então, nada melhor do que começar este episódio com esse período, não é mesmo?

A Era Vargas foi um período conturbado da história republicana brasileira, com a ocorrência de alguns levantes armados contra o presidente, que comportava-se ao mesmo tempo como um ditador e como um populista. Dentre esses levantes encontra-se a Revolução Constitucionalista de 1932, que, como você sabe, é o tema que estamos abordando hoje.

O motivo inicial para esta revolução foi a oposição aos interventores nomeados por Getúlio Vargas para governar o estado de São Paulo, durante seu governo provisório. Vargas representava uma aliança de forças políticas e econômicas que se opunha justamente a essa elite cafeeira. Entretanto, desde o início de seu mandato, tentou flertar com os cafeicultores através da política de proteção à cafeicultura e à industrialização, cujo polo principal estava em São Paulo. Mas era ambígua essa política, pois poderia fortalecer novamente essa elite.

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES

VEJA MAIS
FONTES

FOTOS

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Cartaz MMDC

Cartaz MMDC

Cartão Postal MMDC

Cartão Postal MMDC


MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Homenagem aos heróis Paulistas na revolução de 1932

■ Paris Belfort  –  Hino 9 de Julho  MMDC

■ Hino do Estado de São Paulo

■ Scottaltham – Never Heard a Rhyme Like This Before

■ AlexBeroza – Improvisation on Friday…

■ Djlang59 – Drops of H2O ( The Filtered Water Treatment )

■ Black & Jones – Souvenir

■ Blank & Jones – After Love (Ambient Mix)

■ Caetanos Veloso – Sampa

■ São Paulo, A Sinfonia da Metrópole

■ Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo – Amanhecento

■ Adoniran Barbosa – O samba do Ernesto

■ Adoniran Barbosa – Tiro ao Álvaro

■  Adoniran Barbosa – Aguenta a mão João

■ Demônios da garôa – Isto é São Paulo


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– Revolução de 30 –

Antes de falarmos da Revolução de 1930, precisamos falar do período que a antecedeu. Estamos falando da República Velha. Ela começou em 15 de Novembro de 1889 com a Proclamação da República e durou até 1930 quando aconteceu o momento histórico que vamos abordar neste episódio. Foram 41 anos e 13 presidentes diferentes.
Falando brevemente sobre a República Velha, o primeiro presidente foi o Marechal Deodoro da Fonseca, que proclamou a República e conquistou o mandato através do Governo Provisório.
O Governo Provisório foi responsável por acabar com a mediação da Igreja nos interesses políticos. Deodoro da Fonseca, em seu governo, separou Igreja e Estado, determinou o fim do padroado e fez com que o casamento se tornasse um registro civil obrigatório.
Em 1891, foi elaborada a Primeira Constituição da República, baseada no texto constitucional dos Estados Unidos. Dentre as principais mudanças estavam o rompimento com o sistema monárquico, a divisão dos três poderes independentes entre si (Legislativo, Executivo e Judiciário) e a alternância da presidência com eleições diretas realizadas no período de 4 anos. Todos os homens com mais de 21 anos letrados eram obrigados a votar e as províncias passaram a ser denominadas estados, obtendo mais autonomia federativa…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PERSONAGENS DA VITRINE

Da esquerda para direita:

  • Getúlio Vargas
  • João Pessoa
  • Washington Luis
  • Júlio Prestes

PARTICIPANTES

VEJA MAIS
FONTES

 


MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Renato Borguetti

■ Marcus Viana – Pátria Minas

■ Tom Zé – São, São Paulo

■ Roaring Twenties – Berlin Jazz Melancoly, 1929

■ Fanny Brice  – I’d Rather Be Blue Over You, 1929

■ Demônios da garôa – Trem das onze

■ Os Serranos – É disso que o velho gosta

■  Afonso Gadelha – Baião da lua azul

■ Paulinho Pedra Azul – Só pra você

■ Suspense  Intrigue ‘ Music – Best of the Best (fonte YouTube)

■ Neto Fagundes – Canto Alegretense

■ Afonso Gadelha – O amor

■ Beto Guedes – São Paulo

■ Flávio Venturini – Beija Flor

■ Kleiton e Kledir – Maria Fumaça

■ Kleiton e Kledir – Deu pra ti

■ The Beatles – When I’m Sixty-Four

■ Alphaville – Forever Young


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Veja o ganhador do livro na leitura de emails deste episódio e no vídeo publicado no Saiba Mais!


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– Barão do Rio Branco –

José Maria da Silva Paranhos Júnior, barão do Rio Branco, foi professor, político, jornalista, diplomata, historiador, advogado e biógrafo. Nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 20 de abril de 1845, e faleceu na mesma cidade, em 10 de fevereiro de 1912.
Rio Branco era filho de José Maria da Silva Paranhos, o visconde do Rio Branco. Cursou o Colégio Pedro II, a Faculdade de Direito de São Paulo, depois a de Recife. Bacharel em 1866, viajou pela Europa e, na volta, regeu a cadeira de Corografia  e História do Brasil no Imperial Colégio. É isso mesmo, eu falei Corografia que é o estudo da descrição particular de uma nação ou de uma área geográfica.
Em 1869, foi nomeado promotor público de Nova Friburgo. No mesmo ano acompanhou, como secretário da Missão Especial, o visconde do Rio Branco (seu pai) ao rio da Prata e ao Paraguai. No mesmo caráter se manteve, em 1870 e 1871, nas negociações de paz entre os membros da Tríplice Aliança e o Paraguai.

Regressando ao Rio, dedicou-se ao jornalismo. Foi dirigir o jornal A Nação, juntamente com Gusmão Lobo. Em maio de 1876, Rio Branco deixava o jornalismo para aceitar o cargo de cônsul-geral do Brasil em Liverpool.
Em 1884, integrou a comissão de delegado à Exposição Internacional de São Petersburgo e, depois de proclamada a República, foi nomeado, em 1891, em substituição do conselheiro Antonio Prado, superintendente geral na Europa da emigração para o Brasil, cargo que exerceu até 1893…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES

VEJA MAIS
FONTES

IMAGENS

questão de Palmas

questão do Pirara

questão do Amapá

Tratado de Petrópolis - Acre


MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Dobrado Barão do Rio Branco

■ Carlos gomes – Alvorada


CHIQUINHA GONZAGA Coleção Folhas Raizes da MPB Vol 18

■ Não insistas rapariga

■ Atraente

■ Lua branca

■ Corta-jaca

■ Yara

■ Day-break ainda não morreu

■ Plangente

■ Sonhando

■ Biónne

■ Em guarda!

■ Dança brasileira

■ Amapá

■ Lo t’amo

■ Laurita

■ Sultana


■ Louis Moreau Gottschalk – Marcha Solene Brasileira

■ Steve howe – Bachianas Brasileiras no5 (aria)

■ Yes – The Gates of Delirium (parcial)


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– Beatles – Lado B (parte 2/2) –

Voltando de sua última turnê e precisando descansar da rotina pesada e da polêmica causada pela entrevista do John, eles tiraram 7 semanas de férias, onde puderam cuidar de assuntos particulares. George Harrison foi para a Índia para melhorar sua habilidade com a Sítar, tendo aulas com o famoso Ravi Shankar. Paul e George Martin ajudaram na trilha sonora do filme “The Family Way”, dirigido pelos irmãos Boulting. John Lennon atuou no filme “How I Won the War” (Como eu Venci a Guerra) de Richard Lester e Ringo resolveu passar mais tempo com sua esposa Maureen Cox e seu filho Zak Starkey.

De todos os Beatles, o que mais gostava de ser um Beatle era Paul McCartney. George estava já querendo sair porque ele achava que não recebia o valor que merecia. John estava mais ocupado com os projetos que estava começando com a Yoko e com o ativismo pela paz e contra especificamente a Guerra do Vietnã. Já o Ringo, bom, pra ele estava tudo bem. Eles já estavam tendo inúmeros desentendimentos então Paul durante as férias ficou pensando em como fazer a banda continuar unida. Ele queria resgatar a alegria dos outros em tocar juntos.

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES

VEJA MAIS
FONTES

FOTOS
Capa original dos Beatles - álbum Get Back

Capa original dos Beatles – álbum Get Back


MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Sgt Peppers (reprise)
■ Strawberry Fields Forever
■ When I’m Sixty-Four
■ Penny Lane
■ Within You, Without You
■ Lucy in the Sky With Diamonds
■ A Day in the Life
■ Magical Mystery Tour
■ The Fool on the Hill
■ I Am the Walrus
■ All You Need Is Love
■ The Fool on the Hill
■ Blackbird
■ Dear Prudence
■ Back in the USSR
■ Hey Jude
■ I’m so tired
■ Rocky Raccoon
■ Yellow submarine
■ Hey bulldog
■ Piggies
■ While My Guitar Gently Wheeps
■ It’s All Too Much
■ Two of us
■ Something
■ She Came in Through the Bathroom Window
■ Let it be
■ Get back
■ Across the universe
■ The end
■ It’s All Too Much
■ Because
■ Carry That Weight
■ Good night
■ Ob-La-Di, Ob-La-Da


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– Beatles – Lado B – (parte 1/2) –

No Episódio Lado A nós terminamos no momento em que os Beatles trocaram de baterista. Saía Pete Best e entrava Ringo Starr. Eles tinham acabado de assinar contrato com a Parlophone do produtor George Martin. Pois é, isso foi em Agosto de 1962 e já em Setembro daquele mesmo ano eles já voltavam ao lendário estúdio Abbey Road para a gravação de seu primeiro single.

Antes disso, ainda no final de Agosto, Cynthia Powel descobriu que estava grávida. Nós comentamos brevemente sobre ela lá no episódio anterior quando dissemos que John e Cynthia se conheceram no Liverpool College of Art e começaram a namorar. Foi neste mesmo local que ele conheceu o Stu Sutcliffe. Pois bem, às vésperas dos Beatles estourarem, John Lennon se casou com Cynthia e no ano seguinte nasceu seu primeiro filho, Julian Lennon.

Bem, mas voltando à gravação do primeiro single, vamos lembrar que um single é um disquinho com apenas uma música de cada lado. Então, por serem só apenas duas músicas, elas tem que ser muito bem escolhidas. O George Martin queria que fosse uma música própria deles e um cover, pois gravar uma música já consagrada era mais fácil.
Só que depois de John e Paul muito insistirem, ficou acertado que seriam duas músicas de autoria própria. E as músicas eram: Love me Do e PS: I Love You.

Este single foi então lançado em 11 de Setembro de 1962, mas na hora da gravação, o Ringo ficou muito nervoso e não conseguiu tocar direito. Ele ficou então tocando apenas uma percussão de fundo. Por causa disso, George Martin chamou o baterista…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES

VEJA MAIS
  • Vídeo do Youtube onde Igor fala sobre Beatles e Please Please Me: 1 2 3 4 5
Police keeping back a crowd of young fans outside Buckingham Palace, London, as pop group the Beatles receive their MBEs. (Photo by Central Press/Getty Images)

Police keeping back a crowd of young fans outside Buckingham Palace, London, as pop group the Beatles receive their MBEs. (Photo by Central Press/Getty Images)

FILMES

Dos próprios Beatles:

A Hard Day’s Night (1964)
Help! (1965)
Magical Mystery Tour (1967)
Yellow Submarine (1968)
Let It Be (1970)
Documentários Anthology (1996)

Outros filmes:

I Wanna Hold Your Hand – Febre de Juventude (1978)
Backbeat – Os Cinco Rapazes de Liverpool (1994)
Across the Universe (2007)
Nowhere Boy (2009)


FONTES

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Revolution
■ Love me do
■ P.S. I love you
■ Do you want to know a secret
■ Twist and shout
■ Ask me why
■ Please please me
■ She loves you
■ Sie Liebt Dich
■ From me to you
■ Thank you girl
■ All my loving
■ Don’t bother me
■ I wanna be your man
■ A hard day’s night
■ And I love her
■ If I fell
■ Can’t buy me love
■ Till there was you
■ Eight days a week
■ Every little thing
■ Help!
■ No replay
■ Yesterday
■ I need you
■ It’s only love
■ I’ve just seen a face
■ Drive my car
■ Girl
■ In my life
■ Tomorrow never knows
■ Love you to
■ Here, There and Everywhere
■ I’m only sleeping
■ Norwegian wood (This bird has flown)
■ If I needed someone
■ Taxman
■ Eleanor Rigby
■ Yellow submarine
■ Being for the benefit of Mr. Kite
■ She’s leaving home
■ Penny Lane
■ Lucy in the sky with diamond


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GANHADOR DO SORTEIO

E o ganhador do livro foi o ouvinte MicoAngelo – RS  que nós avaliou com 5 estrelas na iTunes Store em 18/12/2014.

Deverá entrar em contato com a equipe do Temacast até dia 30 de junho para reclamar o prêmio. Caso isto não ocorra, um novo sorteio será realizado.

Parabéns MicoAngelo!


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– 1º de abril –

A brincadeira surgiu na França, no reinado de Carlos IX (1560-1574). Desde o começo do século XVI, o ano-novo era comemorado em 25 de março, com a chegada da primavera. As festas, que incluíam troca de presentes e animados bailes noite adentro, duravam uma semana, terminando em 1º de abril.

Em 1562, porém, o papa Gregório XIII instituiu um novo calendário para todo o mundo cristão – o chamado calendário gregoriano – em que o ano-novo caía em 1º de janeiro. O rei francês só seguiu o decreto papal dois anos depois, em 1564, e, mesmo assim, os franceses que resistiram à mudança, ou a ignoraram ou a esqueceram, mantiveram a comemoração na antiga data.

Alguns gozadores começaram a ridicularizar esse apego enviando aos conservadores adeptos do calendário anterior – apelidados de “bobos de abril” – presentes estranhos e convites para festas inexistentes. Com o tempo, a galhofa firmou-se em todo o país, de onde, cerca de 200 anos depois, migrou para a Inglaterra e daí para o mundo. Mas, a despeito do 1º de abril, é certo que todos mentem e fica a pergunta? Por que mentimos? Quem nunca inventou uma desculpa para escapar de um compromisso ou “distorceu um pouco” os fatos para impressionar alguém? A lista de motivos que podem levar uma pessoa a mentir é praticamente interminável.

Será que existe algo em comum entre eles? Em estudo recente, os pesquisadores Shaul Shalvi, da Universidade de Amsterdam (Holanda), Ori Eldar e Yoella Bereby-Meyer, da Universidade Ben-Gurion do Negev (Israel), investigaram fatores que podem estar por trás de um comportamento desonesto.

Para começar, eles usaram como base duas premissas confirmadas por pesquisas anteriores: a de que o primeiro instinto da pessoa faz com que ela busque servir seus próprios interesses; e a de que as pessoas mostram uma tendência maior a mentir quando conseguem justificar a mentira para si mesmas. Shalvi e seus colegas imaginaram que um terceiro fator poderia incentivar uma mentira: o tempo

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES

VEJA MAIS

FONTES

LINKS CITADOS NESTE EPISÓDIO

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Tim Maia – Você mentiu
■ Bryan Adams – I’m a liar
■ ELO – Endless lies
■ Evanescence – Lies
■ New Order – Liar
■ America – She’s a liar
■ Oasis – I can see a liar
■ Deep Collective – Lies
■ Christian – Lies
■ Queen – Liar
■ Erasmo Carlos – Pega na mentira
■ La Ley – Mentira
■ Adele – Set fire to the rain
■ Alphaville – Big in Japan
■ Aphodite Child –  Rain and Tears
■ Barry White – Never, never gonna give you up
■ Chris Isaak – Can’t help falling in love
■ Daryl Hall & John Oates – I Can’t Go For That (No Can Do)


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– O Brasil tem jeito? –

Uma imagem que existe do brasileiro é a de que somos muito paternalistas. Enxergamos os políticos ou o próprio chefe, como um paizão que vai nos salvar dos problemas. É isso mesmo ou essa é uma visão errada? Um dos principais males do paternalismo é criar a expectativa de que “alguém” de algum lugar irá surgir e nos salvar, o que na prática acaba em uma eterna esperança que é alicerçada em algo ou alguém.

A gente espera que surja um político decente que mude os rumos do país… temos esperança que alguém tome as rédeas e FAÇA alguma coisa para que possamos sair do marasmo… e esperamos… com fé… fé em algo ou alguém que não sabemos o que é ou quem seja… esperamos… um milagre, afinal Deus é brasileiro!

“Deus é brasileiro” é todo o discurso que o acomodado precisa, porque afinal, “se Deus vai resolver tudo eu não preciso fazer NADA”! Isso é um poço que é a cara da cultura brasileira e, enquanto isso, os espertos de plantão estão comendo a nossa carne e triturando os nossos ossos…

Neste episódio, discutimos sobre as crenças que nos move para este estado letárgico que faz com que cruzemos os braços e que acreditemos que o Brasil é um país do futuro, embora nada seja feito para que isso se torne realidade.


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 – Raul Seixas –

Neste ano, 2014, completou 25 anos da morte de Raul Seixas. No dia 21 de agosto de 1989, ele foi encontrado morto em seu apartamento, em São Paulo, pela sua empregada Dalva Borges da Silva, por volta das 8h da manhã.  A causa de sua morte, aos 44 anos de idade, é devida ao alcoolismo, agravado pelo fato de que ele era diabético, e por não ter tomado insulina na noite anterior. Isto acabou acarretando uma pancreatite aguda fulminante com parada cardíaca.

A vasta biblioteca de seu pai era seu brinquedo favorito. E foi daí que veio o gosto pela palavra e a miopia precoce. Vivia trancado no quarto devorando o “Livro dos Porquês” do “Tesouro da Juventude”. Inventava histórias fantásticas que, transformadas em gibis, e com desenhos do próprio Raul, eram vendidos ao irmão caçula, Plininho (Plínio Santos Seixas, três anos mais novo). Melô era o personagem central de suas histórias, um cientista louco que viajava no tempo com figuras históricas, Deus e o Diabo…

Este episódio faz uma viajem no tempo e fala sobre a infância, adolescência e a vida adulta de um dos maiores (se não o maior) ídolos da música brasileira. Venha conosco!!


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– Mulheres & Podcast –

Ultimamente, muito tem se falado sobre a relação das mulheres com os podcasts. Fato é que na última PodPesquisa os números apontaram um percentual de 12% dos ouvintes desta mídia como pertencentes ao sexo feminino. Para piorar mais ainda, há informações de que as mulheres também não são apreciadoras de pesquisa e enquetes, então, onde está a verdade?

Elas ouvem mas não gostam de responder pesquisa? Elas não ouvem e portanto nem sabem da existência da PodPesquisa? Elas não ouvem por motivo de conteúdo dirigido ao outro sexo? Tem muito palavrão, Tem muita piada machista? Elas foram negligenciadas como público para esta mídia? Será que elas simplesmente não tem tempo, não vêm graça, acham chato?

O QUE, MEU DEUS?

Por isso, Bianca Lima, Ira Croft, Larissa Abreu, Igor Alcantara e Francisco Seixas irão bater um papo e tentar colaborar para resolver este mistério que tem tomado o tempo de muita gente em discussões infinitas!

Ah! de quebra não perca a participação de última hora (e comportada) do Catena do MdM.


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– Movimento hippie –

Este episódio fala sobre o movimento hippie. Em Março de 1965 os estudantes da Universidade de Michigan levaram a cabo a primeira ação com o objetivo de mostrar que a guerra do Vietnã era imoral e que os EUA deveriam abandoná-la.
O movimento estudantil contestava injustiças sociais tais como o racismo, a pobreza, os inferiores direitos das mulheres, a falta de liberdade de expressão. A guerra do Vietnã começa a ser gradualmente contestada. Os protestos e manifestações tornaram-se frequentes, por vezes confrontados pela polícia e com casos de morte.

Surge então o movimento de contracultura que iria contestar todos os valores vigentes da sociedade americana bem como o modo de vida tido como correto na época e os hippies passam a ser os principais representantes deste movimento. Adotam um modo de vida simples onde procuram se manter através da produção de artesanatos para obterem renda e ao mesmo tempo divulgarem a sua cultura. Muitos grupos afastam-se dos centros e passam a viver em comunidades no campo onde mantêm um relacionamento amistoso entre os membros e passam a dividir tudo, desde a produção de alimentos, dinheiro conseguido com o comércio de seus produtos, as drogas até os parceiros sexuais.

Mais detalhes sobre este movimento que mudou o mundo para sempre você poderá conhecer neste episódio do Temacast.


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History Channel Special – Hippies 2007

Link do episódio:  Promontório Estéril
 
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