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– Intolerância (A era dos extremos) –

A Intolerância é o nome dado quando falta a uma pessoa ou a um grupo o seu oposto: a tolerância. Tolerância é uma palavra derivada do latim Tolerare que significa “suportar” ou “aceitar” e está relacionada ao grau de aceitação diante de um elemento contrário a uma regra, seja ela moral, religiosa, cultural, civil ou física.
Quando dissemos grau, é isso mesmo que você entendeu. Segundo a definição do conceito, existem diferentes graus de tolerância. A pessoa pode ser completamente tolerante a algo, completamente intolerante ou parcialmente tolerante.
Um exemplo disso é a questão da intolerância de pessoas quanto à homossexualidade. Existem pessoas que são completamente tolerantes a isso e encaram como algo normal e acham que homossexuais devem ter seus direitos garantidos por lei, incluindo o direito ao casamento civil e adoção de crianças. Existem pessoas que são completamente intolerantes e que acham que a homossexualidade deve ser banida, sugerindo até uma coisa meio esdrúxula que é a chamada “cura gay”. No entanto, a maioria das pessoas possui diferentes graus de intolerância a isso. Existem aquelas que toleram a existência de homossexuais, mais não quer que eles tenham direito algum, existem aquelas que defendem o direito ao casamento civil, mas são contra a adoção, além de diversas variações desta intolerância. Então, quando a gente fala que existe intolerância de X sobre Y, não necessariamente é a intolerância total. Na maioria das vezes a intolerância é parcial. Além disso, é importante a gente dizer aqui que as pessoas acham que intolerância acontece apenas partindo do grupo que pertence à maioria contra as minorias, mas isso não é verdade. É bem comum que minorias vivam isoladas por intolerância em relação ao mundo externo. Existem diversas religiões, como os Amish por exemplo, que se encaixam neste perfil.
Outra curiosidade é que a primeira vez que a expressão Tolerância foi usada foi no século XV e designava quando uma pessoa conseguia uma permissão das autoridades religiosas para se ver livre de alguma obrigação. Por exemplo, quando um casamento era anulado. Por isso, essa palavra começou a ser usada no âmbito da religião para depois adquirir um significado mais amplo. Entretanto…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES

VEJA MAIS
FONTES

 


MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Annie – Anthonio (Berlin Breakdown Version)

■ Sia – Chandelier

■ Jace Everett – Bad Things

■ Seal (Featuring Mikey Dread) – Lips Like Sugar

■ The Rolling Stones – Let It Loose

■ Harry Nilsson – Everybody’s Talkin’

■ Ryan Star – Brand new day

■ Milo Greene – What’s The Matter

■ Nouvelle Vague – In a Manner of Speaking

■ Georg Levin – Leisure Suit

■ Battleme – Hey Hey, My My

■ Bic Runga – Sway

■ Billy Paul – Thanks For Saving My Life

■ Soulful House Stephanie Cooke – What Makes The World Go Round

■ Gerry Rafferty – Baker Street

■ Pet Shop Boys – Being Boring

■ Georg Levin – (I Got) Somebody New

■ Zamfir – The Lonely Shepherd

■ La Caina – Sweet Sunset

■ Modaji ft. Jag – No Disquise

■ Afterlife – Breather 2000 (Arithunda Mix)


NOSSO GRUPO NO FACEBOOK

Se você quer participar do nosso grupo basta ir em https://www.facebook.com/groups/temacast.saibamais/. Participando você poderá sugerir pautas, interagir com outros ouvintes do Temacast e saber com antecedência de várias coisas que ocorrerão num futuro breve.


  • Lucas Dinhane

    Olá galera do Temacast. Gostaria de parabenizá-los pela qualidade do podcast. Passei anos ouvindo apenas ao Nerdcast, pois não conseguia encontrar outro podcast tão bom quanto, até achar o de vocês.

    Sou estudante do 6º semestre de História e me identifiquei muito com os temas abordados aqui.

    Muito boa também a qualidade do som e dos equipamentos usados.

    Parabéns mais uma vez e vida longa ao TemaCast.

    • Lucas, obrigado pela visita e pelo comentário incentivador.
      Continue conosco e um grande abraço!

    • Muito obrigado, Lucas!

  • Washington Lins

    Ola pessoal. Parabens pelo tema. Gostei muito e ainda me serviu pada conhecer o Grande Coisa, ja baixei alguns episódios e estou curtindo.

    • Grande Washington,
      Que bom que continua aqui conosco! Se puder comentar lá no Grande Coisa não esqueça de dizer que os conheceu aqui, tá?

      abraço

    • Que bacana, Washington!

      Um abraço!

  • Wilson Brancaglioni

    Programa sensacional.

    O tema Intolerância é um assunto eletrizante, afinal, vivemos intensamente esse tema bastando olhar as redes sociais que pra mim é um campo fértil para que as pessoas opinem sem nenhum filtro social. É óbvio que é apenas um campo, pois há muitos outros. As redes sociais potencializou esse problema social. Há vários exemplos desde Intolerância religiosa a Intolerância Sexual. Acredito que tudo isso é em função de nossa sociedade ser fálica. As pessoas sentem a necessidade de demonstrar virilidade e impor suas opiniões a força. Estou viajando na minha opinião e pensando em tudo o que foi dito por vocês. Nunca pensei exatamente nisso e minha cabeça está reverberando tudo o que foi dito. Recentemente Umberto Eco disse que “As Redes sociais deram voz a legião de imbecis.” Será?

    Excelente programa. Adoro vocês. Vocês, aderindo a algum tipo de programa tipo Patreon, com certeza terão meu apoio.

    Aprendo muito com vocês.

    Wilson Brancaglioni
    http://www.estantedowilson.com.br/

    • Grande Wilson!
      Muito obrigado pela visita e pela tua explanação sobre o assunto. Olha, TODOS NÓS temos que manter uma certa vigilância com relação à intolerância, tanto para não ser o primeiro a praticar quanto não entrar na onda e responder também com intolerância!

      muito obrigado pelo apoio

      abraço

    • Conforme debatemos no episódio, a intolerância está em nosso DNA. Então, para nos mantermos longe dela, precisamos nos colocar acima de nossos instintos primitivos.

      Ótimo comentário o seu e concordo com o que disse Umberto Eco. Hoje todos têm voz, o que é algo maravilhoso, mas tem um preço a ser pago. Entre eles, a transmissão da imbecilidade na velocidade da luz.

  • Diego Camilo

    Gostei muito deste cast. O assunto apresentado realmente é muito extenso e vcs apresentaram com muita clareza. A intolerância é uma das grandes culpadas por tantos conflitos / guerra.

  • Daniel Mendonça

    Mais um programa excelente!

    Vocês falaram bastante em ‘bom senso’ e por isso gostaria de citar uma frase, até já batida, do Descartes:

    “O bom senso é a coisa do mundo mais bem distribuída: todos pensamos tê-lo em tal medida que até os mais difíceis de contentar nas outras coisas não costumam desejar mais bom senso do que aquele que têm”

    Ou seja, todo mundo acha que tem bom senso quando a referência é a si próprio.

    Abraços!

    • é bem por aí Daniel…
      “O umbigo mais redondo e bonitinho é o meu”

      abraço

    • Este é um ponto de reflexão bem interessante.

      Obrigado.

  • Por favor, não me taxem de intolerante. Venho apenas apresentar uma perspectiva diferente e dar minha opinião, mas entendo e permito a existência de todas as outras, como deve ser.

    Não gostei muito da participação do psicanalista pois achei que ele forçou de mais alguns conceitos, outros tratou de forma muito determinista. Vou usar de exemplo o Poder – no sentido de mandar, dar ordens, escolher o destino dos outros, fazer e executar regras; não no sentido de habilidade ou possibilidade.

    Tratar Poder sempre como violência é, no mínimo, equivocado. Existem diversas outras formas de alcançar poder que não são necessariamente violentos, como poder por influência, por carisma, por escolha, por respeito, por inteligência, por experiência, etc. Meus amigos, quando raramente vem me visitar, permitem que eu escolha os trajetos e destinos da visita. Eu tenho o Poder de líder do grupo, na maioria dos casos, baseado na maior experiência com o lugar. Se alguém quiser tomar o lugar, fica a vontade pra fazer. Eles escolheram me dar esse poder pois confiam em mim e ganham com isso.

    Poder pode ser violento, mas pode não ser. Culpar o Poder por violência é o mesmo que culpar o dinheiro pela corrupção do político. Quem tem culpa da decisão de ser corrúpto é o político, não o dinheiro; quem tem culpa pela violência é a pessoa que escolheu ser violenta, não o Poder.

    Claro, este exemplo é bem banal, mas representa a forçada de barra que ele deu no assunto.

    Por de mais, achei a os outros participantes muito bons!

    • Lucas,
      De forma alguma a tua opinião seria recebida como intolerância e não reconhecê-la seria intolerância de nossa parte. Concordo com o que você disse, mas não se esqueça que a opinião do Neto foi embasada em princípios psicanalíticos que normalmente tem um viés fora do que normalmente estamos acostumados.
      De qualquer maneira o teu comentário acrescenta muito ao que foi discutido!
      obrigado por isso

      abraço

      • Sim. A vida é assim, tem pessoas com opiniões diferentes. As dele são bem diferentes da minha. Aliás, parabéns pela sequência de bons episódios e por tocar em um tema tão taboo, que tem com certeza que ser tratado. Toda vez que eu ver intolerância, e for relevante ao assunto, vou lembrar de linkar este episódio.

        • Viu só Lucas?
          Não é preciso mudar de opinião, mas é fundamental conhecer outras!
          😉

    • Interessante o seu ponto de vista e acho que faz sentido sim. A psicanálise é apenas uma das visões sobre esta questão, mas com certeza não a única.

  • Quero ver se o Igor vai continuar assim tolerante, um verdadeiro gentlman, quando daqui a 15 anos a filha dele chegar em casa com um barbado, calça larga caindo na bunda, corrente de prata e boné de aba reta, e apresentar como namorado dela kkkkkk

    • Leozito, essa eu vou deixar pra ele te responder!
      ahahaha

    • Vou sim, por mais que por dentro eu queira matar o infeliz. Se opor a um relacionamento que você desaprova só o fortalece.

  • Assim como no comentário anterior, o ser humano estará sempre a favor de um lado e contra outro, tem muita gente que eu vejo aí na internet que está só para destruir o que o outro faz, o que o outro vem trazer de bom, eu e o Francisco tivemos até uma conversa essa semana que falava um pouco sobre isso. Tem pessoas que sentem inveja do sucesso alheio e acaba descontando de uma maneira ruim, onde poderia estar usando aquilo pra gerar seu próprio sucesso. Eu venho aqui abertamente dizer que já desisti de discutir algum assunto no facebook, só uso para postar notícias legais sobre coisas que eu gosto, ou coisas bestas que sei que não vai gerar discussão, porque não tenho mais saco pra aguentar opinião besta de pessoas ignorantes, talvez eu esteja sendo um pouco intolerante com a “galera do facebook”, só sei que não quero me incomodar com rede social, já tenho coisa demais pra ocupar meu tempo.
    Que legal ver o Neto mais sério aqui, faz um contra-ponto bem bacana ao que ele faz no Grande Coisa.
    Ótimo episódio pessoal,
    Abraço!

    • Léo, fazia tempo que você não aparecia aqui para dar tua opinião, hein?
      Que legal teu comentário e que bom que gostou do episódio e de encontrar o Simão falando sério! hahaha
      abração

    • Obrigado por seu comentário Leo. Eu também estou tentando ignorar os ignorantes, mas eles são muitos!

    • Sabe que eu cada vez uso menos o Facebook? Justamente pelo fato das pessoas cada vez terem menos critérios na hora de expressar suas opiniões.
      Confesso que ser tolerante é dificílimo, mas estou exercitando isso pouco a pouco, um dia de cada vez. Cheguei à conclusão de que estava trilhando esta espiral de ódio quando um belo dia comecei a observar a minha timeline e as postagens das poucas pessoas que eu ainda não tinha deixado de seguir e visualizei que quase tudo que eu postava era naquela linha, encharcada de senso comum desprovido de qualquer tipo de análise. Estava tal qual um papagaio repetindo certas coisas, em especial referentes a política (o embate coxinhas x petralhas). Me questionei: quando foi que me tornei um cara tão chato??? Enfim, a partir daí comecei a dosar o que posto e como posto. Uso mais o Twitter hoje em dia, que é uma rede mais descompromissada e informativa.

  • Meus amigos: que baita episódio! Por favor, continuem com mais pautas neste estilo. Grande abraço!

    • Valeu Jairo, obrigado pelo comentário e pela força!

      abração

      • Nós ouvintes é que agradecemos pelo empenho e profundidade com os quais tu, o Igor e os eventuais convidados abordam os temas propostos.

    • Obrigado, Jairo!

  • Aguinaldo Reboucas

    O que percebe-se é que a tolerância é algo intrínseco do comportamento do ser humano, diferentemente do que possa parecer. O que torna as pessoas intolerantes ao que lhes é estranho são as normas e regras de convivência e comportamento que lhes são impostas, e dessa forma subconscientemente passa-se a acreditar que o é diferente é errado ou até mesmo, em casos mais extremos, ilícito.
    Muito bom o podcast, tanto o conteúdo quanto a forma. Parabéns pelo programa.
    E continuem trazendo até nós ouvintes assuntos como esses, que salvo raríssimas exceções, só se encontra por aqui.

    • Aguinaldo, obrigado pela visita e pelo comentário!
      Interessante o teu ponto de vista.

      abraço

    • Muito obrigado por seu comentário. É bom quando os ouvintes participam e compartilham sua opinião.

  • Episódio mais que excelente. puta orgulho alheio de vocês.

    Durante todo o episódio, sempre que falavam de que para descobrir que é o homem, basta colocá-lo no poder, sempre me vinha a cabeça o hino do heavy metal Symphony of Destruction, do Megadeth, que começa assim:

    “Você pega um simples mortal e o coloca no poder, assista-o se tornar um deus enquanto cabeças de pessoas rolam”.

    https://www.youtube.com/watch?v=4KkVL-l6F5E

    • Putz Thiago! Você ter orgulho de nós é realmente uma coisa mais que gratificante!
      Muito obrigado por vir aqui dar sua opinião e nos fazer recompensados pelo nosso trabalho.
      Ah! e obrigado pelo vídeo do Megadeth, muito phodástico!

      abraço

  • Homero Luz

    Não sei o que tem causado talvez toda a conexão que temos hoje conecta tambem cada vez mais a intolerancia, mas o que foi falado se bem me lembro o narcisismo dss pequenas diferencas eu vi e senti, como ja comentei sou gaucho de Pelotas mas ja a mais de 6 anos moro em Curitiba e claro existem muitas diferenças de hábitos, mas no geral os gauchos que moram aqui se isolam assi

    • Pois é Homero, estes exemplos que você deu são exemplos típicos da intolerância das pequenas diferenças!
      Obrigado pelo comentário ilustrativo.

      grande abraço

  • Salve Salve galera do temacast!

    Bom para começar, acho que vocês já sabiam que falar sobre intolerância seria algo como pisar em ovos. Vocês se prepararam, e não só pisaram em ovos, andaram, correram e sapatearam com muita maestria. Vocês passaram pelo preconceito, e devo admitir que tive um ao começar ouvir um episódio, um sujeito que cita Freud e fala “behaviorismo” e “waring”, já me lembra o linguajar do pessoal de marketing, chegou a me incomodou. Mas claro, como um convidado do Temacast ele mostrou para o que veio e ajudou a enfraquecer este meu preconceito bobo.

    Para complementar o assunto muito rapidamente, uma coisa que redes sociais como Facebook fazem é filtrar o conteúdo da timeline para agradar os usuários, desta maneira por exemplo, uma pessoa que curta as publicações sobre podcast, passa a ver mais postágens sobre este tema do que sobre a religiões. Isto cria o chamado Efeito Bolha, e explica por exemplo eu nunca ter ouvido no Cristiano Araújo, e alguns amigos dizerem que ele era muito conhecido. Quem estava errado? Eu ou eles? Talvez nós dois, por não conhecermos este tal Efeito Bolha.

    • Valeu Bruno!
      Como o teu comentário foi mandado por email nós iremos publicar no próximo episódio!

      abraço

  • Wedison Ramos

    Passando para parabenizar a todos pelo ótimo conteúdo, conheci o temacast a menos de 15 dias e ja estou em maratona para ouvir todos os programas.

  • Carlos Henrique Meireles Corbo

    Olá queridos,

    Olha esse episódio me serviu para eu chegar a conclusão que
    eu não sou intolerante. Há alguns episódios atrás, o Neto deu uma opinião sobre
    o assunto que eu refutei completamente. Mas fui capaz de ouvi-lo novamente e
    consegui, verdadeiramente, ampliar minhas percepções sobre o tema sob
    ótica que não tinha pensado antes.

    Valeu muito a pena ouvi-lo.

    Parabéns pelo trabalho de vocês.

    • Olá, Carlos!
      Obrigado por voltar e expor as tuas ideias e que bom que não seja intolerante, hehehe!

      grande abraço

  • Vitor Urubatan

    Boa tarde senhores Igor e Francisco.

    Eu queria deixar aqui meus parabéns pelo excelente cast. Este está sendo o primeiro que ouvi do trabalho de vocês.
    O fato é que já conheço Igor de outras “terras” hahaha. Esse camarada já tem o nome conhecido na praça.

    Bom vocês fizeram uma “pequena grande” participação no podcast do Machine na qual adorei.
    Então acabei vindo para cá conhecer o trabalho de vocês.

    Sempre que possível vou procurar agora ver o trabalho do caro irmão Igor e do mais novo companheiro ai Francisco rsss.

    • obrigado pela visita e comentário Vitor

      abraço

      • Vitor Urubatan

        Opa caro Seixas.
        Rsss o cast de vocês é mais um verdadeiro “achado” da podosfera. Sinto por não ter conhecido vocês antes.
        E talvez pela ignorância só agora os encontrei.
        Show de bola o cast! Parabéns.

        • Sempre é tempo né, Vitor?
          Agora é só partir para uma maratona, hehehe!

          Valeu mesmo

  • Renato Moraes

    Ótimo… compartilhado
    .

  • Darlen Borges

    Muito boa a abordagem do tema! Minha sugestão é de por mais músicas que contextualizem o tema e mais músicas nacionais :D. Grande abraço.

  • Pingback: Na Porteira Cast NPC 73 - Choque de Gerações | Na Porteira Cast()

  • Willian Rochadel

    Ótima abordagem em um assunto tão atual.
    Recomendo!

  • Laercio Darley Lopes

    Parabéns pelo podcast!

    Foi procurando sobre temas possíveis de serem abordados em redações do ENEM que achei vocês. O episódio, em especial, serviu de grande ajuda para a redação cujo o tema foi: “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”.

    Mais uma vez, deixo os meus parabéns!
    Abraços!

    • Jorge Virgilio

      Obrigado pela mensagem e pelos elogios, Laercio. É sempre bom saber que o Temacast tem sido útil aos nossos ouvintes, para além de mero entretenimento.

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