[baixar versão zipada]

Guerra de Farrapos –

Também é chamada de Revolução Farroupilha ou Decênio Heróico, foi um movimento que eclodiu no Rio Grande do Sul e configurou-se, na mais longa revolta brasileira. Durou 10 anos (1835 – 1845) e foi liderada pela classe dominante gaúcha, formada por fazendeiros de gado, que usou as camadas pobres da população como massa de apoio no processo de luta. O Rio Grande do Sul, estava esgotado pela sequência de guerras, a última das quais tinha sido a campanha da Cisplatina, com as estâncias e charqueadas produzindo pouco, com os rebanhos esgotados e sem que o império brasileiro pagasse as indenizações de guerra, apesar de enriquecer com as exportações de café e açúcar do centro do País. Os impostos sobre o gado em pé e sobre a arroba de charque – principais produtos da Província – eram escorchantes. Todos os produtos da pecuária pagavam dízimo. Cada arroba exportada pagava 600 réis de taxa e cada légua de campo pagava 100 mil réis de imposto anual. O pior porém é que o centro do Brasil preferia comprar o charque platino ao invés do rio-grandense que era produzido pelo braço escravo das charqueadas e, portanto, caro. O charque uruguaio ou argentino, fruto do braço assalariado nos intervalos das infindáveis guerras e revoluções do Prata, era vendido no Rio de Janeiro e São Paulo bem mais barato que o charque rio-grandense.
Não se deve nessa época falar em contrabando, porque a fronteira sul do Rio Grande era indefinida. Até bem pouco a Cisplatina era província do império e muitos estancieiros brasileiros ou orientais tinham campos no Uruguai e também no Rio Grande, sendo impossível dizer onde terminava o Brasil e onde começava a República Oriental do Uruguai – em organização.

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES
FONTES 

VEJA MAIS

Vídeo sobre o assunto

Ata de Sessão da Loja Maçônica que deu início ao movimento (fonte)

Aos dezoito dias do mês de setembro de 1835 E:. V:. e 5835 V:. L:., reunidos em sua sede, sito à Rua da Igreja, nº 67, em lugar Claríssimo, Forte e Terrível aos tiranos, situado abaixo da abóbada celeste do Zenith, aos 30º sul e 5º de latitude da América Brasileira, ao Vale de Porto Alegre, Província de São Pedro do Rio Grande, nas dependências do Gabinete de Leituras onde funciona a Loj:. Maç:. Philantropia e Liberdade, com o fim de, especificamente, traçarem as metas finais para o início do movimento revolucionário com que seus integrantes pretendem resgatar os brios, os direitos e dignidade do povo Riograndense. A sessão foi aberta pelo Ven:. Mestre, Ir:. Bento Gonçalves da Silva. Registre-se, a bem da verdade, ainda as presenças dos IIr:. José Mariano de Mattos, ex- Ven:., José Gomes de Vasconcellos Jardim, Pedro Boticário, Vicente da Fontoura, Paulino da Fontoura, Antônio de Souza Neto e Domingos José de Almeida, o qual serviu como secretário e lavrou a presente ata. Logo de início o Ven:. Mestre, depois de tecer breves considerações sobre os motivos da presente reunião, de caráter extraordinário, informou a seus pares que o movimento estava prestes a ser desencadeado. A data escolhida é o dia vinte de setembro do corrente, isto é, depois de amanhã. Nesta data, todos nós, em nome do Rio Grande do Sul, nos levantaremos em luta contra o imperialismo que reina no país. Na ocasião, ficou acertada a tomada da capital da província pelas tropas dos IIr:. Vasconcellos Jardim e Onofre Pires, que deverão se deslocar desde a localidade de Pedras Brancas, quando avisados. Tanto Vasconcellos Jardim como Onofre Pires, ao serem informados, responderam que estariam a postos, aguardando o momento para agirem. Também se fez ouvir o nobre Ir:. Vicente da Fontoura, que sugeriu o máximo cuidado, pois certamente, o Presidente Braga seria avisado do movimento. O Tronco de Beneficência fez a sua circulação e rendeu a medalha cunhada de 421$000, contados pelo Ir:. Tes:. Pedro Boticário. Por proposição do Ir:. José Mariano de Mattos, o Tronco de Beneficência foi destinado à compra de uma Carta da Alforria de um escravo de meia idade, no valor de 350$000, proposta aceita por unanimidade. Foi realizada poderosa Cadeia de União, que pela justiça e grandeza da causa, pois em nome do povo Riograndense, lutariam pela Liberdade, Igualdade e Humanidade, pediam a força e a proteção do G:. A:. D:. U:. para todos os IIr:. e seus companheiros que iriam participar das contendas. Já eram altas horas da madrugada quando os trabalhos foram encerrados, afirmando o Ven:. Mestre que todos deveriam confiar nas LL:. do G:. A:. D:. U:. e, como ninguém mais quisesse fazer uso da palavra, foram encerrados os trabalhos, do que eu, Domingos José de Almeida, Secretário, tracei o presente Balaústre, a fim de que a história, através dos tempos, possa registrar que um grupo de maçons, homens livres e de bons costumes, empenhou-se com o risco da própria vida, em restabelecer o reconhecimento dos direitos desta abençoada terra, berço de grandes homens, localizada no extremo sul de nossa querida Pátria. Oriente de Porto Alegre, aos dezoito dias do mês de setembro de 1835 da E:. V:., 18º dia do sexto mês, Tirsi, da V:. L:. do ano de 5835.|Ir Domingos José de Almeida – Secretário


VITRINE

OBRA LITERÁRIA NACIONAL BUSCA APOIO NO CATARSE

capa_kalciferumEm Kalciferum, Rafael precisa aprender que o mundo é cheio de demônios.
Rafael começa em seu novo emprego, porém descobre que um de seus colegas de trabalho é um demônio.

É nesse mundo, com criaturas fantásticas e assustadoras, que o terror nacional Kalciferum se passa.

O projeto começou em 2011 e o autor, Andrei Fernandes sempre se interessou por todo tipo de obra literária relacionada ao oculto. As HQs obscuras de Neil Gaiman, Alan Moore e Mike Mignola influenciaram muito o trabalho do designer e contista.

Aos fãs do gênero são oferecidas recompensas no Catarse. Pôsteres, um tarô especial com as ilustrações únicas do livro e até mesmo estatuetas exclusivas de edição limitada serão oferecidas àqueles que mais colaborarem com o projeto.

Para auxiliar esse projeto nacional, confira a página no catarse  (a campanha entra dia 8/10) ou acesse o site oficial do livro http://kalciferum.com.br/.


MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Hino República Rio Grandense
■ Grupo Caverá  – Gaudêncio Sete luas
■ Allex  – Estrela Guria
■ Raul Ellwanger – Pealo de Sangue
■ Os Serranos – Baile da Mariquinha
■ Allex – Recuerdos da 28
■ Leopoldo Rassier – Cordas de Espinho
■ Victor Hugo – Vento Negro
■ José Claudio Machado – Quando Sopra o Minuano
■ Noel Guarany – Romance do Pala Véio
■ Daniel Torres – Canto Alegretense
■ Os Farrapos – Me Comparando ao Rio Grande
■ Leopoldo Rassier – Veterano
■ Grupo Caverá – Os Homens de Preto
■ Victor Hugo – Desgarrados
■ Renato Borghetti – Milonga Para as Missões
■ Allex – Esquilador
■ Dante Rámon Ledesma – América Latina
■ Allex – Cantiga de Rio e Remo
■ Leopoldo Rassier – Não Podemo se entregá pros Home
■ Leopoldo Rassie – Entardecer
■ Os Serranos – É disso que o velho gosta
■ Isabela Fogaça – Porto Alegre é demais
■ Kleiton & Kledir – Fonte da saudade
■ Kleiton & Kledir – Maria fumaça
■ Kleiton & Kledir – Deu pra ti
■ Kleiton & Kledir – Tô que tô
■ Kleiton & Kledir – Nem pensar


TEMACAST NA RideFM

O Temacast é reproduzido todas as 2ª feiras as 15:00h com reprise as 21:00h pela RideFM no endereço abaixo

RideFM


NOSSO GRUPO NO FACEBOOK

Se você quer participar do nosso grupo basta ir em AQUI. Participando você poderá sugerir pautas, interagir com outros ouvintes do Temacast, participar de sorteios e saber com antecedência de várias coisas que ocorrerão num futuro breve.


  • Paulo Fernando

    vocês estão ficando especialistas em guerras heim!!! vou conferir agora!

  • Ira Croft

    Aim gente…passando das 11h e ouvindo vocês falando de churrasco e com musiquinha e tudo. Estou até sentindo o aroma da carne na brasa…hmmmmm

    Mais um cast sensacional, gosto muito das histórias de guerras brasileiras. E claro, não posso deixar de agradecer imensamente o apoio na nossa divulgação <3 <3 Igor ficou foda seu testemunhal, valeu demais.

  • Daniel Mendonça

    Mais um ótimo programa!

  • Outro episódio excelente com uma trilha sonora excepcional para reforçar o meu bairrismo sulista hahaha
    Bom, brincadeiras a parte, está aí a história mais uma vez explicando os porquês da nossa situação atual.

    Estou ansioso pelos próximos episódios e que chegue a vez da Guerra do Contestado.

    Grande abraço!

  • ótimo episódio. Gostei muito apesar de não terem falado da” CASA DAS SETE MULHERES” kkkkkkkkkkkkkkkk ótimo trabalho pessoal!

  • Wilton Alves

    poxa galera…. não sei o que aconteceu, se eu não estava num bom momento, com o foco necessário, mas achei esse episódio bastante confuso e não consegui acompanhar muito bem.

    Pode ter sido somente eu ou foi a profusão de nomes e personagens (ou até mesmo o contexto e complexidade do fato histórico) mas achei esse episódio confuso, cansativo e, por consequência, chato.

    Mais alguém teve a mesma sensação ou foi só eu mesmo?

    • Sugiro você ler os comentários que já estão abaixo e voltar para ler outros. Também leia os posts no grupo Saiba Mais.Talvez te ajude a decidir.

      obrigado!

      • Wilton Alves

        Pode deixar que vou ouvir de novo com mais calma e volto pra comentar!

        🙂

    • Jorge Virgilio

      Eu achei que eles simplesmente não tiveram senso crítico nenhum e venderam uma versão totalmente romantizada do tema. Acho que conseguiu ser pior que A Casa das Sete Mulheres.

  • Adaljan Marques

    Mesmo esperando muito por esse podcast, confesso que fiquei com muito medo de escutar, explico. Como sou um gaúcho bem tradicionalista, achei que o cast poderia acabar com a imagem “romantizada” e o orgulho que temos sobre esse tema, porém isso não ocorreu… Parabéns!!! Ótimo cast!!! Aguardando o da Guerra do Paraguai… 😀

    • obrigado pelo comentário, ficamos felizes por vc reconhecer a nossa imparcialidade no que diz respeito a fatos históricos! 🙂

      grande abraço

  • Jorge Virgilio

    Bom, eu particularmente fiquei decepcionado com esse episódio. Achei pior do que o da Revolução de 32 no quesito “falta de senso crítico”. Eu não sei se foi de propósito, por medo de polêmica, mas vocês venderam uma imagem totalmente romantizada da Guerra dos Farrapos! Foi uma ode ao “puxa-saquismo”. Até O Tempo e o Vento do Érico Veríssimo, que reli recentemente, conseguiu ser mais crítico que esse Temacast. Não teve nenhuma crítica ou alfinetada no “heroísmo” de figuras dúbias, como Canabarro, que traiu covardemente seus lanceiros negros. Nem a traição dos grandes estancieros, que no final das contas foram os únicos que se beneficiaram com o conflito, aos pequenos agricultores e comerciantes que participaram da guerra. O próprio Bento Manoel é um personagem muito mais complexo do que o que vocês defenderam aqui (sendo ele um “piá de estância” que enriqueceu, sendo o único dos líderes farrapos com o pé na cozinha, no fim de contas era o único que corria o risco de perder a cabeça se a revolta fracassasse – Tiradentes feelings!). Enfim, permitam-me comentar certas coisas: O motivo principal da guerra ter durado 10 anos não tem nada a ver com garra ou coragem. A guerra no sul apenas… não era muito importante aos olhos de Caxias e do Império naquele contexto! O período da regência foi marcado por inúmeras revoltas, sendo a dos farrapos uma entre tantas que eclodiram nos anos 1830. As que mais preocupavam o sono dos imperialistas eram as revoltas das províncias do norte (atual nordeste). Além de ser a região mais populosa do Brasil, era também a mais rica àquela época (Bahia era o maior exportador de cacau do mundo, Paraíba o maior exportador de algodão do mundo, Pernambuco era a província mais rica e a elite intelectual do país, do nordeste vinha todo nosso sal, etc). Portanto, diferentemente do RS que era 1835 uma província falida e devastada pela guerra, implorando por protecionismo do governo central por não ter condições de competir com seus vizinhos no mercado do charque, as províncias do nordeste tinham condições REAIS, econômicas, culturais e políticas, de tornarem-se independentes do centro. Algum tempo antes de D. Pedro I declarar a independência do Brasil, Pernambuco já o tinha feito, tendo fracassado por pouco. Além disso, revoltas como a Balaiada tinham líderes populares, como ex-escravos, chefes indígenas, pessoas realmente do povo, enquanto os Farrapos eram comandados por estancieros que só eram fiéis as suas cabeças de gado. Caxias sabia que uma vez “pacificado” o norte, os farrapos poderiam ser apaziguados com um acordo qualquer (como de fato ocorreu). Veja em número de mortos, enquanto na Balaiada morreram 33 mil pessoas, na Guerra dos Farrapos INTEIRA, contanto mortos de AMBOS os lados, morreram 3400 pessoas! Em 10 anos de conflito e contando os 800 negros assassinados covardemente na Traição de Porongo, temos somente 3400 mortos! A Balaiada pode ter durado menos tempo, mas foi muito mais sangrenta. E diferentemente dos líderes farrapos, todos os líderes da Balaiada foram mortos. Por quê? Porque era uma revolta cujas lideranças eram populares, muitos negros inclusive, e isso sim causou temor ao Império. E por que estou citando tanto a Balaiada? Porque foi ela que atrasou por assim dizer o fim da “Revolução Farroupilha” (que não faz sentido se chamar revolução visto que revolução por definição é quando uma classe social se rebela contra a outra) e a guerra dos farrapos se resume a um bando de fazendeiro rico tentando garantir o seu. Após a Batalha de Caxias, que encerrou a Balaiada (e foi tão importante que o general Luís de Lima e Silva teve se nome associado a ela), Caxias ainda ficou um ano no Maranhão como Presidente da Província e só então se dignou a descer até o RS, em 1842. Sendo que ainda deteve-se no sudeste para conter as “Revoltas Liberais” em SP e MG. Chegou no RS em 1843. Nesse período, os farrapos já tinha sido expulsos das principais cidades rio-grandeses pelos próprios rio-grandeses caramurus, e basicamente bastou que ele acertasse os detalhes da rendição. Nesse momento da guerra, o grande dilema não era vencer os farrapos (que tinha reduzidos a menos de 2000 homens dos 6000 originais). Mas sim resolver a questão dos negros, que uma vez libertos, não iriam se sujeitar novamente a escravidão. (Bom, já mencionei que isso foi solucionado através de um ato de traição). Por fim, o que é importante frisar e que FOI OMITIDO é que a Guerra dos Farrapos foi praticamente um conflito interno do RS. Os “imperiais” ou “caramurus” não eram de outras Províncias. Havia um exército de 6000 mil homens formado pelas famílias rio-grandeses conservadoras e ELES combateram o Bento Gonçalves. A guerra foi travada basicamente entre essas famílias rivais, e não entre gaúchos versus restante do Brasil. No livro do Veríssimo, mesmo sendo uma obra de ficção (e até tradicionalista), isso fica claro. A marinha tomou logo no comecinho do conflito as cidades de Rio Grande e Pelotas (que nem sequer ofereceram resistência e celebraram a expulsão dos farrapos). E Porto Alegre, a mais anti-Farrapo de todas as cidades do RS, tendo ganhado até o título de mui leal vila de Porto Alegre, durante um bom tempo, declarou Bento Gonçalves como “persona non grata” por a ter bombardeado. Só a partir de 1942 que o Império começa a enviar tropas de fato ao sul. E se o conflito foi resolvido “de boas” é porque os envolvidos, os cabeças, tinham as costas quentes e o Caxias, que assim como Bento Gonçalves, era maçom, não queria que seus pares fossem molestados. Basicamente, a história termina com a elite lavando a mão da elite. Quanto a taxação do charque estrangeiro, isso vem do fato de que com o fim da Regência, diminui a influência britânica no Brasil. Vale lembrar que na Regência quem governava o Brasil DE FATO era a Inglaterra e eles defendiam o livre comércio e favoreciam o comércio de importados no Brasil. Até porque depois da derrota dos movimentos separatistas em Pernambuco, o MAIOR consumidor de charque do país, os pernambucanos foram obrigados a aceitar os novos impostos (além do declínio do liberalismo britânico como mencionei anteriormente). É muito regionalismo resumir todos esses dez anos a Guerra dos Farrapos, sendo que na verdade essa guerra em particular se deu em isolamento quase absoluto do restante do país (insisto entre famílias da região), e as consequências dela têm mais a ver com o que aconteceu no nordeste e no centro do que no próprio RS. O papel do nordeste na história do Brasil sempre é menosprezado. Tanto que mesmo tendo tido as revoltas mais sangrentas e mais relevantes para o país (neste mesmo decênio), quase não há produções a respeito delas. Já a Guerra dos Farrapos que é uma guerra de disse-me-disse tá todo dia na televisão e é supervalorizada ao extremo. Finalmente, a “República Rio-Grandense” não se constitui como primeira experiência republicana ao meu ver simplesmente porque foi uma república que não aconteceu. Nunca chegaram a ter eleições e vivam num regime de exceção justificado pelo conflito. Não temos como saber como seria essa experiência republicana porque a MAIOR PARTE DO RS não aderiu a Farroupilha (algo que vocês fizeram questão de omitir mantendo o MITO de que a Guerra dos Farrapos foi uma guerra do RS contra o restante do Brasil. Se houvesse tido uma guerra do RS contra o restante do Brasil, não teria sobrado muita coisa do RS visto que sua população total, incluindo mulheres, era 50 mil pessoas e só a PM da Bahia tinha 12 mil homens).

    • Jorge Virgilio

      Algumas referências:

      1)Guerra Farroupilha: História e Mito

      http://www.espacoacademico.com.br/021/21cmaestri.htm

      2) Estudo recente sobre a Farroupilha e a questão dos negros

      http://culturissima.com.br/especial/juremir-machado-e-o-mito-farroupilha/

      3) Ainda sobre o mito de que a Farroupilha foi abolicionista:

      http://www.sul21.com.br/jornal/juremir-muitos-comemoram-revolucao-e-nao-conhecem-sua-historia/

    • Olá, Jorge!

      Obrigado pelo imenso comentário onde você expôs o que achou sobre o nosso trabalho.

      Sem querer ficar esticando muito, já que o tempo é curto, gostaria de informar que o Temacast, apesar de abordar muito a história do Brasil por solicitação dos ouvintes, não é um podcast de história.

      Me pareceu que você está sempre em busca de posições críticas nos conteúdos e nós tentamos levar o fato que pretendemos abordar da maneira mais abrangente possível no espaço bem curto de aproximadamente 60 minutos.

      Colocado como você colocou teríamos que fazer biografia de quase ou senão todos os personagens, criticar autor consagrado entre outras coisas.

      Não Jorge, nem eu nem tão pouco o Igor lemos ou assistimos a Casa das Sete Mulheres e foi nesta pergunta que fez onde você se revelou uma pessoa arrogante e que se supõe acima dos outros.

      De qualquer maneira, como você tenta parecer muito inteligente e crítico te faço uma pergunta e um convite.

      PERGUNTA: Você produz algum conteúdo (podcast, blog, vídeo) onde compartilha gratuitamente tanto conhecimento, senso crítico, amadurecimento, alcance, visão entre outras qualidades que pretende demonstrar ou “tudo” isso é usado só para demonstrações pessoais em cima do trabalho alheio? Se sim, indique-nos para que possamos ir lá beber do teu saber.

      CONVITE: Te convido (e não é brincadeira) a participar do Temacast como elaborador de pautas. Já adianto as condições:

      1 – Trabalho GRATUITO. Não receberá um centavo por isso.

      2 – As pautas tem que ter no mínimo 20 páginas por episódio onde assuntos as vezes muito complexos terão que ser compactados, partes omitidas para se chegar a um resultado.

      3 – Você fará pautas sem descanso, ou seja, terminou uma pode começar a fazer a próxima. Hoje é o tempo curto que temos que nos aperta, mas pode ficar tranquilo que nós te apertaremos o suficiente

      4 – Terá que trabalhar nos fins de semana e até muito tarde da noite.

      5 – Pode ser que não aprovemos teu trabalho e começará do zero ou terá que consertar.

      6 – Você será creditado como “Elaborador de pautas”

      7 – Qdo tua pauta virar um podcast (isso depois de muito mais horas e horas de trabalho) pode ser que chegue um cara que só apertou o play e venha te chamar de ignorante, preguiçoso, puxa-saco, raso e tente crescer o ego em cima de tanto esforço que você fez. Eu os chamo de “Professores de Deus” ou “Engenheiros de obras prontas”.

      Esperamos sincera e ansiosamente que a tua resposta seja SIM para os dois, principalmente para o CONVITE.

      No aguardo.

      • Jorge Virgilio

        Caro Francisco,

        Primeiramente, eu não esperava que vocês levassem para o lado pessoal o meu comentário. Na verdade é a segunda vez que comento aqui e em ambas às vezes comentei na esperança de contribuir positivamente para as discussões levantadas aqui. Já disse que aprecio o trabalho que vocês realizam de modo geral (tanto que acompanho). Mas não vejo nenhum motivo para só elogiar (também não foram todos os temacasts que eu critiquei). Se for o caso desta sessão de comentários ser um espaço para elogios apenas, posso abster-me de comentar numa boa. Entretanto, como eu gosto de História (apesar de ser engenheiro de profissão), particularmente História do Brasil, e já tive a oportunidade de ler alguns trabalhos sobre o período que foi tratado aqui, foi meio frustrante ver repetido todos os estereótipos defendido pelos tradicionalistas gaúchos, que em geral desconhecem de forma gritante a história do período (provavelmente por medo de terem suas crenças abaladas), e que nos últimos anos têm tornado a Semana Farroupilha uma ode a uma série de coisas erradas (homofobia, racismo, machismo, etc). Por ESSE motivo, penso que teria sido muito importante levantar certas discussões. Antes que alguém se dê o trabalho de perguntar: Não, eu não sou contra a Semana Farroupilha. Pelo contrário, acho que o trabalho que o Paixão Côrtes fez no RS foi excepcional (criando o primeiro CTG nos anos 1940 e reabilitando a figura do gaúcho, então completamente marginalizada).

        Concordo com você que seria impossível tratar tudo a respeito do período mesmo que fossem 6 horas de cast, também não disse que precisava ser um tratado científico mega detalhado, mas nada impedia de dizer que: 1) os farrapos nunca, jamais foram abolicionista 2) morreu mais gente de gripe na guerra que em combates, 3) na maior parte desses 10 anos não aconteceu nada, passava-se longos períodos entre um combate e outro, devido aos conflitos no Norte 4) a maioria dos rio-grandeses era contra o Bento Gonçalves e apoiava a causa legalista, 5) existem cartas tanto do Neto quanto do Bento Gonçalves onde eles afirmam com todas as letras que não são republicanos. 6) O Bento Gonçalves era conhecido do Duque de Caxias pois frequentavam a mesma loja maçônica no Rio, e este prestou-lhe um grande favor (eram 12 mil soldados imperiais contra 800 farrapos já bastante debilitados), fazendo um acordo extremamente generoso para os revoltosos.

        Principalmente a luz dos casos recentes de violência contra a mulher e xenofobia no RS (vide caso recente do marido que cortou as mãos da esposa com um facão e os ataques que alunos do Nordeste que migram para o RS sofrem), é importante “combater” os mitos que alimentam esse tipo de discurso misógino e separatista. Mas, evidentemente, vocês realmente não tem obrigação de fazer isso, e visto que o podcast é de vocês, vocês façam como acharem melhor! Comentei aqui por achar que este era um espaço também dedicado ao aprofundamento das discussões levantadas pelo cast. Se não é, prometo só postar elogios de agora em diante, quando convier.

        Quanto a sua pergunta, não, nunca produzi nada para internet que fosse oficialmente meu. Só colaborei com blogs e sites de amigos. O máximo que tenho em meu nome na rede é uma página no Facebook onde tento fazer um resgate da memória de São João de Meriti e outros municípios da Baixada Fluminense (pelo fato de que nasci lá e é muito difícil achar algo publicado a respeito). Quanto ao convite, posso colaborar com vocês nos temas que são do meu interesse, nas minhas horas vagas.

        Por último, e já me desculpando pelo post extenso, eu sei que dá um trabalho imenso elaborar a apresentação de qualquer coisa. Até esses simples posts aqui consomem um tempo relativamente grande. Também sei que o Temacast é um entretenimento gratuito, que vocês não recebem nada para fazer isso, fazem por amor, etc, etc. MAS insisto que, do modo que eu vejo pelo menos, os elogios são pouco úteis. Podem até fazer bem para a alma mas não levam ninguém a lugar algum. Se algum dia escrever algo para vocês, sintam-se a vontade para criticar da forma mais dura que puderem. Você me acusou de sentir-me superior a vocês. Bem, se eu não achasse minimamente bom e interessante o podcast de vocês eu não perderia uma hora escrevendo uma crítica a respeito. Acho que foi o melhor podcast que surgiu recentemente na tal da “podoesfera”, e se critico, é mais porque gostaria de contribuir para a melhoria do conteúdo (de forma totalmente anônima, já que não faço questão de ser creditado em nada) do que para desmotivá-los.

        Enfim, volto a reiterar que não gostaria que isso fosse levado para o lado pessoal. Se não quiserem que eu comente nada, não comentarei. Desejo-lhes sorte com o cast. Abraços.

        • Jorge Virgilio

          P/S: a comparação com “A Casa das Sete Mulheres” advém do fato de ser a produção mais conhecida sobre a Guerra dos Farrapos, popularmente falando, e que contribuiu muito para a mistificação da “heroica saga gaúcha contra o Brasil todo malvadão”.

        • Obrigado por responder novamente.
          Também acho que apenas elogios não sejam totalmente benéficos e as críticas sempre serão bem vindas aqui no Temacast.
          Vou considerar os itens de 1 a 6 citados no teu post como uma crítica que adoraria ter recebido de primeira. Isto eu considero construtivo, informativo e útil.
          Quanto a pergunta que deixei e você respondeu dizendo que não publica nada eu lamento bastante, pois gostaria de te conhecer produzindo conteúdo. Com certeza que aprenderíamos muito.
          E quanto ao convite, foi sério! Ele está em pé. Se quiser participar tenho certeza que será muito bom para o Temacast, só que as condições são aquelas que citei lá no outro post e não poderia ser esporádica pois o Temacast sai todo dia 1 e 15 do mês.
          Nós não querermos que o ouvinte comente seria no mínimo uma insanidade e isto te inclui.

          Abaixo, as regras que sigo quando eu crítico:
          1- Critico a vontade, mas adicionando ou corrigindo o que foi publicado.
          2- Não destruo ou invalido o trabalho que fizeram
          3- Se minha crítica for disparar uma onda de haters eu a faço por email
          4- Não uso adjetivos a não ser para elogiar
          5- Considero a possibilidade de estar diante de uma abordagem diferente da que eu faria
          6- Só elogio se for sincero

          Sorte para você também
          abraço

          • Jorge Virgilio

            Poderíamos conversar a respeito por email? A questão de não receber tá ok pra mim, só preciso saber quantas horas isso implicaria na semana. Mas acredito que seja fazível, visto que é quinzenal. Em qual email poderia contatá-los? Abraço.

    • Wilton Alves

      Caraca Jorge! Fiz questão de ler a sua crítica porque eu não entendi muito bem o cast e queria saber mais sobre o assunto…. Vc é historiador, professor de história ou algo assim? Seu texto ficou muito bom, com exceção das críticas finais ao trabalho dos hosts, haja visto que mesmo baseando-se nas diferentes correntes historiográficas existem divergencias….

      Não acredito que o objetivo desse cast fosse se aprofundar no assunto, até porquê, não sei se vc acompanha o grupo do face, mas a ideia é que um episódio vá complementando o outro, um conflito é causa, consequência ou interfere em outro de alguma forma e esse saber vai se construindo pelo coletivo dos temas abordados.

      Achei suas críticas demasiadamente duras. Não acho que você está errado em criticar, muito pelo contrario, se vc descer um pouquinho vai ver que esse não é nem de longe meu episódio preferido… Mas achei as críticas pessoais que vc colocou exageradas. Mas no geral, estou aqui pra agradecer pelo seu comentário que me permitiu entender um pouquinho melhor esse tema cujo TemaCast me despertou a curiosidade e vc me proporcionou uma visão mais abrangente.

      De uma forma ou de outra, tanto o episódio “ruim” quanto a “critica exagerada” me impactaram de modo positivo!

      Ps.: estou indo pesquisar essa questão do Bento Manoel “Tiradentes feelings” pois mesmo na época da escola me lembro dos professores fazerem piadas e chama-lo de grão mestre da trairagem…. Me surpreendeu a sua abordagem.

      • Jorge Virgilio

        Nada, sou apenas um curioso mesmo. Mas curto bastante história do Brasil e é provavelmente o assunto que mais leio nas minhas horas vagas. Por profissão sou engenheiro eletricista.

  • Jairo Panzer

    Grande episódio. Abraço.

  • Wilson Brancaglioni

    Olá amigos do Temacast, Sou fã de carteirinha do trabalho de vocês. Francisco e Igor vocês estão de parabéns. Em relação ao episódio fiquei imensamente surpreso, afinal, nunca havia entendido os motivos que o parte do povo gaúcho tem para se separar do Brasil. Após ouvir o programa entendi perfeitamente foi uma verdadeira aula. Este povo guerreiro foi tratado com desdém após as Guerras que ocorreram em meados de 1830 e ficou claro os motivos. Parabenizo este povo tão guerreiro que ajudou a nossa nação e que continua com toda força a moldar a nossa nação.

    Abraço a todos

    Wilson Brancaglioni

    • Wilson, obrigado por vir novamente comentar…
      Grande abraço

    • Obrigado Wilson. Teve muita coisa que o tempo não nos permitiu falar, mas procuramos mostrar os principais acontecimentos.

  • Wilton Alves

    Faaaala galera do TemaCast!

    Como prometido, voltei após ouvir o episódio novamente com mais calma e eis algumas considerações:

    Realmente não foi um dos episódios mais “fáceis de ouvir”…. São muitos nomes, muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, então fiquei um pouco perdido. Ademais, não sou grande conhecedor da História como o Jorge Virgilio que comentou anteriormente e, até por isso, acho que não consegui aproveitar tanto quanto a galera que elogiou tanto o episódio.

    Fora isso, ouvindo novamente com mais calma, pude aproveitar um pouco melhor outros aspectos do cast. Que edição fantástica Francisco! Episódio no tocante à forma (já que não consegui assimilar tão bem o conteúdo) está belíssimo! A escolha das músicas, o volume, a entonação ficaram excelentes. Parabéns!

    Com relação aos comentários do Jorge, bom, não vejo nenhum problema quanto se abster de um posicionamento crítico, uma vez queno cast te m uma pegada mais expositiva e deve servir como uma porta de entrada para que as pessoas se interessem pelo assunto. Pelo que eu entendi até aqui, a ideia não é esgotar o assunto, tão pouco debater política, mas sim visita-los de uma forma diferente da que foi feita na escola.

    Com relação ao conteúdo da pauta, fico grato por não terem se aprofundado tanto. Lendo os comentários do Jorge fiquei interessado em conhecer essas “outras camadas” do conflito, mas se isso estivesse no cast eu teria achado mais confuso ainda….

    Obrigado Francisco, Igor, Jorge Virgilio e toda a galera do Saibamais!

    PS.
    Qual teria sido o rumo do conflito se o Capitão Falcão estivesse lá? Bairrista do jeito que é…… Hahahahaha

    • Pois é Wilton, a história tem mais facetas do que aquelas apresentadas para nós através dos livros de história. No final, o que você disse é muito verdade. Nós não pretendemos dar a última palavra sobre o assunto e sempre convidamos os ouvintes para vir e dar as contribuições, incluindo críticas. Eu tenho certeza que a maioria das pessoas não recebem o mínimo necessário para entender a nossa história como país e por isso que nos damos ao trabalho de tentar fazer alguma coisa para suprir esta lacuna. Como o próprio Jorge acabou concordando este episódio se feito com todas as nuances, críticas e atenção merecida precisaria de no mínimo 6 horas de duração.
      Agradeço por ter vindo relatar os teus pareceres depois de ouvir novamente e te proponho duas coisas:
      1- Daqui um tempo ouça de novo;
      2- Mas antes pesquise os links que o Jorge indicou e os fatos que ele citou. Será como você fazer o teu Super Episódio sobre a Revolução Farroupilha!

      grande abraço!

      PS. O Capitão Falcão teria desferido um golpe fatal em ti e no Jorge, hahahaha!

    • Você tocou em um ponto interessante, Wilson. Assim como foi no caso da Rev. de 32, o tempo nos impede de abordar todos os ângulos que envolvem um conflito que gera até hoje tanto debate e polêmica.

      Aqui no Temacast procuramos construir a pauta de tal forma que possamos contar a história de uma forma que não fique confuso a relação dos nomes e das datas. Por isso muitas vezes repetimos ou no meio do episódio fazemos uma rápita recapitulação, mas nem sempre é possível, ainda mais quando existem tantos nomes parecidos.

      Que bom que você voltou para escutar o episódio novamente.

      Um abraço!

  • Rafael Antunes

    Ola amigos!
    Desculpa chover no molhado mas o TEMACAST esta cada vez melhor, um baita podcast, parabéns!
    Bom, a respeito do tema; Francisco; Igor, não tenho o que falar, só que adorei, desculpa meu bairrismo, é que amo de mais este estado e tenho muito orgulho das historias contadas a respeito dele.
    Um detalhe é que sou um gaucho diferente pois não como carne nem tomo chimarrão, mas sempre canto alto e forte o hino do meu estado, que alias é lindo de mais.
    Forte abraço, continuem assim!!

  • Jonas Daggadol

    Olá, galera do temacast! Aqui é o Jonas Daggadol e faço coro ao Rafael abaixo, vamos chover no molhado! O cast está ótimo!
    Sou paulistano, mas morei 3 anos no RS. Minha filha, hoje na universidade, fez da 3a a 5a série na terra trilegal! Além da qualidade e informação, o cast para mim foi saudoso.
    Lembrei da Semana Farroupilha no CTG, minha filha vestida de prenda, a música, os deliciosos churrascos, costela no fogo de chão… bah, tchê! Que delícia!
    Assim como o Wilton mencionou tb abaixo, esse cast foi um tanto difícil. Eu pensei ser impressão minha, pois ouvi no carro, houve um acidente na estrada, fiquei parado muito tempo, pensei que fosse apenas meu desvio de atenção, mas pelo jeito não… realmente é um episódio com muitos nomes e datas. Assim como o Wilton, pretendo ouvir novamente, tanto que está no pendrive lá no carro aguardando a 2a chamada!
    Igor, um comentário exclusivo para você: gostei da ideia de vc mencionar livro a livro (ou outras obras) no seu jabá no final do cast. Não fica repetitivo e vc pode falar um pouco mais sobre cada obra. Ficou muito bom… Além disso… Jesus brasileiro, nossa vida um sonho de Deus… vc só gosta de tema fácil, hein?!?! Que coragem!!
    Abs!

  • Marcelo Torres

    Eu me afasto um pouquinho e aparece uma treta enorme por aqui? kkkkk

    Brincadeira, pessoal…

    Só passei por aqui pra dizer ao Igor que os Illuminatis existem sim, e não foram criação do Dan Brown. Tenho alguns conhecidos que são maçons (em minha família, inclusive) que atestam a existência deles. Um deles inclusive me disse participar de um forum Illuminati e que já foi convidado a participar (não sei se aceitou ou não).

    É um assunto que pouco conheço. O pouco que sei é que é uma ordem que foi fundada em 1776 com o nome “A Ordem dos Illuminati da Baviera”. Mas se quiserem conhecer (ou até mesmo se candidatar a fazerem parte) acessem http://www.grandorient.org/

    Quanto ao resto do episódio, eu tenho de ouvir mais uma vez para fixar vários pontos. Mas sempre acho vocês com um bom conhecimento do que falam. Isto vindo de alguém totalmente leigo e sem nenhuma base o título nem é tanto um elogio.

    Críticas destrutivas sempre aparecem (e sempre irão aparecer). Aproveitem o que é bom e o resto desprezem.

    Grande abraço!

    • Grande Marcelo!
      Viu só? Não pode ficar longe assim… 🙂
      Quanto ao assunto Illuminatis eu não manjo nada, mas obrigado por vir dar informações aqui nos comentários.

      Abração e vamu toca o barco!

  • Tauan

    Ainda vou escutar o episódio, mas acho que já vale uma sugestão de tema. Percebo que vocês falam bastante de temas históricos brasileiros nacionais e quando focam algo específico de uma região, em geral é sobre alguma coisa relacionada ao Sul-Sudeste como a Guerra dos Farrapos, ou a Revolução Constitucionalista em São Paulo. Vocês poderiam fazer mais programas sobre períodos históricos do Norte e Nordeste. Fora a Guerra de Canudos não me lembro de outro temacast assim, mas há muito o que poderia ser abordado, como o Brasil Holandês, a Confederação do Equador, ou, no caso do Norte, a importância de Cândido Rondon, a história de como o Acre foi criado, a Fordlândia entre outras coisas.

    • Tauan, temas da parte de cima do país estão em nossa lista para episódios futuros, inclusive todos estes que vc citou e outros.
      Obrigado pela visita e sugestões!

  • Yuri Morales

    Achei valido postar aqui nos comentários desse episódio. Um breve resumo em 3 minutos de vídeo.
    http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/semana-farroupilha/noticia/2015/09/revolucao-farroupilha-ganhamos-ou-perdemos-4851130.html

  • Willian Rochadel

    Muito bom episódio.
    Morei em Laguna e a revolta farroupilha é idolatrada e estampada na história. Tendo anualmente cerimônias teatrais anualmente recontando o caso.

    Hoje, moro em Araranguá e jamais havia ouvido a história no naufrágio

  • Ricardo Tamanini

    Eis um assunto espinhoso. Tenho um colega que é gaúcho mas atualmente vive em Curitiba. Sempre diz a frase de Oswaldo Aranha: “Não se pode escrever a história do Brasil sem molhar a pena no sangue do Rio Grande”. Quando ocorreu o evento da Semana Farroupilha, ele me enviou alguns emails sobre as comemorações e isso me despertou a curiosidade de entender o que houve naquele período. E ainda o por que desse amor da terra do gaúcho. Dizem que os Estados que mais valorizam suas culturas e são mais “bairristas” são o Rio Grande do Sul e Pernambuco. Não vejo problema em respeitar suas tradições já que isso cria sua identidade. Agradeço ao Francisco e ao Igor por terem dado um panorama da Guerra, e para quem quiser entrar nos meandros dos acontecimentos, recomendo o livro História Regional da Infâmia de Juremir Machado da Silva. Abraço!

TemaCast © 2014-2017
Scroll Up