Bob Dylan:

No dia 24 de Maio de 1941 nascia Robert Allen Zimmerman. O parto aconteceu no Saint Mary’s Hospital da cidade de Duluth, estado norte-americano de Minnesota. Filho de Abram Zimmerman e Beatrice Stone, seus avós paternos fugiram do Império Russo, em uma cidade hoje pertencente à Ucrânia, Odessa) para os Estados Unidos em 1905 durante o Massacre aos Judeus que aconteceu lá.Seus avós maternos vieram três anos antes junto com vários judeus da Lituânia que emigraram para a América no início do Século XX.

Mas, voltando à infância do nosso amigo Bob Dylan, ele viveu em sua cidade natal, Duluth, em Minnesota, até os seis anos de idade, até que o seu pai teve pólio e a família acabou se mudando para a cidade natal de sua mãe, Hibbing, também no nordeste de Minnesota, onde ele viveu o restante da infância. Lá, ele começou a ouvir rádios de blues e country de Shreveport, cidade do estado vizinho, Louisiana. Depois, quando ele já era adolescente, ele passou a ouvir rádios que se especializaram em um novo estilo de música que era bem controverso na época. Ou sejam, o bom e velho Rock and Roll!

Nos anos em que cursou o ensino médio na Hibbing High School ele participou de várias bandas de rock que faziam covers de Elvis Presley e Little Richard. As bandas chegaram a se apresentar algumas vezes em eventos locais, mas nada muito sério. Aliás, Bob Dylan não achava que o Rock and Roll era algo sério…

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Blowin in The Wind
  • Woody Guthrie – This Land Is Your Land
  • Mr Tambourine Man
  • The times they are a changin’
  • Subterranean Home Sick Blues
  • Bob Dylan – Like a Rolling Stone
  • The Rolling Stones – Like a Rolling Stone
  • Lay Lady Lay
  • Alphaville – Forever Young
  • Bob Dylan – Forever Young
  • Hurricane
  • Masters Of War
  • Someday Baby
  • Knockin’ On Heaven’s Door
  • Desolation Row

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  • Curti muito o episódio. Parabéns pelo trabalho de vocês.

    Indico aqui o episódio que gravamos no Filosofia Pop sobre o Bob Dylan: http://filosofiapop.com.br/podcast/filosofia-pop-038-bob-dylan/

    O foco é bem diferente do que vocês tiveram aqui, acho que serve bem como complemento.

    Abraço.

    • Valeu Murilo, vou dar uma ouvida no episódio de vocês.
      abração

  • Leonardo Rubens Cavalcanti Fil

    Sobre a música Like a Rolling Stone, não só os Rolling Stones gravaram a música (tocada no episódio), como tocaram a mesma junto com Bob Dylan em shows realizados no Brasil em 1998.

    https://whiplash.net/materias/diaadia_fatos/177116-rollingstones.html

    https://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&rct=j&url=%23&ved=0ahUKEwip_tG6tPTTAhVBkJAKHQrfAHQQwqsBCGwwEQ&usg=AFQjCNF1sHlk2z9QIx28jtvfnGP_UlkifA&sig2=i9RN5n2gJZTob0NEAGEEMg

  • Douglas Lopes

    Como sempre, parabéns pelo trabalho! A elaboração de pauta do Temacast é uma das melhores da podosfera brasileira!

    • Valeu Douglas, obrigado pelo elogio e incentivo!

    • Obrigado Douglas, temos uma dedicação especial com as pautas para que os episódios fiquem cada vez melhores.

  • Muito foda <3

  • Miguel Lusbel

    Olá meus amigos Francisco, Igor e Jorge! Nada menos que excelente este episódio. Não tinha ideia da relevância de Bob Dylan e sua obra.
    Grande abraço e continuem nos nutrindo com tantas informações incríveis.
    Miguel Lusbel

    • Olá Miguel!
      Obrigado pelo comentário e apoio.
      Grande abraço

    • Obrigado Miguel, é este um dos objetivos do Temacast: fazer as pessoas descobrirem personalidades e fatos que estava sempre “ali”, mas que passava despercebido.

  • tarcisio

    Bom noite pessoal.
    Muito legal esse episódio sobre esse fantastico cantor. História muito bem contata por vcs e também gostei muito da sequencia de musicas.
    Ótimo trabalho, parabéns!!!

    • Valeu Tarcísio!
      abração

    • Valeu Tarcisio! Com a qualidade do Bob Dylan, não tinha como dar errado a trilha deste cast, rss.

      Abraço!

  • Willian Abraham da Silveira

    Com relação as grandes navegações que foi comentado nos emails. pra quem tiver interesse, li e gostei muito do livro “Conquistadores: Como Portugal Forjou o Primeiro Império Global” de Roger Crowley. Tem na Saraiva por R$45,00. Muito bom, MESMO! Abraços.

  • Darley Santos

    Bob Dylan parece ter seguido fortemente suas próprias convicções, não deixando que outros, quem quer que fosse, o moldassem ou manipulassem, queria fazer as coisas da sua maneira, cantando do seu jeito, imprimindo sua marca… Foi bom saber o quão articulado ele era com outros artistas, tipo The Beatles, o quanto eles o influenciaram e foram influenciados, e o status que o mesmo tinha no meio artístico-intelectual, incluindo aí o ativismo político. Sempre achei que para entender Bob Dylan seria preciso uma certa “imersão” na cultura americana; aliás, o conhecimento do próprio idioma é necessário, visto que as músicas de Dylan são fundamentalmente calcadas na letra mais do que na instrumentação musical, acho… Legal situarem Dylan como um dos pioneiros da técnica literária de fluxo de consciência – dale linhas e linhas e versos e versos. Essa relação virtuosa com a Joan Baez já conhecia, muito interessante esse capítulo da vida do Bob. A música “Mr. Tambourine Man” escutei primeiramente na versão do The Byrds, o que mostra a importância dos covers na divulgação da obra de um artista.

    Devo escutar os outros episódios de vocês sobre música, logo! A tempo: já fizeram um cast sobre o Mark Knopfler? Abraços!

    • Jorge Virgilio

      Olá, Darley. Obrigado pela mensagem. Em tempo, não, não fizemos um episódio sobre o Mark Knopfler. Abraços!

  • Nerdanderthal

    De volta por aqui para, mais uma vez, elogiar esse podcast.
    Apesar de ser músico, roqueiro das antigas, naquela época eu não suportava ouvir Bob Dylan com sua insuportável voz de “cana-rachada”. O defeito era meu, com certeza. Não manjava nada de inglês e, como o forte de suas composições era as letras, eu nada entendia. Depois de um tempo fui descobrindo o seu valor e a grande importância dele na influência de outros astros da música.

    Apesar de terem um começo amigável, Bob e Lennon acabaram tendo algumas rusgas.
    Na música God de Lennon, na parte onde ele repete frases dizendo Não Acreditar em várias pessoas, lá está o Zimmerman, entre o Elvis e os Beatles:
    I don’t believe in I-ching
    I don’t believe in Bible
    I don’t believe in tarot
    I don’t believe in Hitler
    I don’t believe in Jesus
    I don’t believe in Kennedy
    I don’t believe in Buddha
    I don’t believe in Mantra
    I don’t believe in Gita
    I don’t believe in Yoga
    I don’t believe in kings
    I don’t believe in Elvis
    I don’t believe in Zimmerman
    I don’t believe in Beatles
    I just believe in me
    Yoko and me
    And that’s reality

    • É verdade Nelson, John e Bob acabaram tendo algumas rusgas, mas o John na fase final dos Beatles e logo depois teve rusga com todo mundo. Ele estava metido com a galera do movimento zen-meditação-hippie do “Primal Screen” no final dos anos 60 e começo dos 70 e isso o fez externar várias coisas que ele tinha guardado.

      Sobre a linda música God, logo em seu primeiro álbum pós-Beatles, ele diz que não acredita em várias coisas como um processo de expurgo onde ele renega todos seus ídolos e influências do passado. Bob e Elvis, como grandes influências, acabaram entrando na roda, mas não por uma rusga especial, mas pq ele estava saindo a banda e precisa se afirmar como apenas John, ou o John e a Yoko.

      Obrigado por seu comentário e feliz aniversário!!!

      • Nerdanderthal

        Obrigado.

        Na verdade, com essas rusgas entre astros, quem ganha mesmo é o público.
        As músicas que John e Paul fizeram se digladiando, muita coisa boa surgiu.

  • Moura Zé

    Muito bom conhecer melhor esse grande artista. Logo nas primeiras músicas que vocês tocaram, já fui percebendo o quanto ele teve influência em músicos que admiro. Fiquei admirado por nunca ter conhecido um fã de carteirinha que me apresentasse esse material. Logo que terminei o podcast, tratei logo de arrumar um CD “Best of”, e estou ouvindo até agora, enquanto escrevo. Além da que vocês comentaram que fizeram sucesso em versões de outros cantores, tive a grata surpresa de ouvir “I want you”, que teve uma versão do Skank, com o título “Tanto”.
    Meu inglês é básico, mas deu par entender melhor, pelo conjunto da obra, seu mérito ao ganhar o Nobel. Fiquei lisonjeado em ouvir na seção de comentários um que eu tinha feito há um ano. Virei mais fã ainda por constatar que vocês realmente lêem tudo, mesmo com atraso. Já desisti de alguns podcasts, dentre outros motivos, por virem com esse papinho de que nosso feedback é importante, mas nunca responderem as mensagens.

    • Jorge Virgilio

      Olá, Moura. Obrigado pela mensagem e pelos elogios. Nós da equipe do TC valorizamos todos os comentários e emails que nos são enviados pelos nossos ouvintes. É a forma que temos de continuar melhorando sempre. Abraços.

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