Ceilândia:

Em 1969, com apenas nove anos de fundação, Brasília já tinha 79 mil favelados distribuídos em 14 mil barracos, aproximadamente um quinto da população do Distrito Federal daquela época, que era algo como 500 mil habitantes. Essa população de favelados estava espalhada nas invasões do IAPI, Morro do Urubu, Placa das Mercedes, Sarah Kubistchek, Vilas Tenório e Esperança, Bernardo Sayão, Colombo e outras situadas nas proximidades do Núcleo Bandeirante. Esses núcleos de ocupação haviam se iniciado com os “candangos”, os operários que construíram Brasília, e que após a inauguração da cidade, descumpriram a ordem de despejo do governo federal e se recusaram a deixar Brasília. Esses núcleos iniciais foram então sendo acrescidos ao longo dos anos 60 de novas e constantes levas de retirantes que vinham para a nova capital do Brasil em busca do progresso prometido por JK. Muitos vinham fugindo da seca no nordeste, outros motivados pela falta de oportunidade de trabalho em suas regiões de origem e outros movidos pela ambição de “fazer a vida” numa cidade recém-inaugurada e que passaria a sediar todos os poderes da República.

Como os governantes continuavam a tratar essas ocupações como “invasões” e como a necessidade de mão de obra ainda era muito grande numa cidade onde tudo estava por se fazer, o governo não tomava qualquer atitude para organizar o povoamento crescente de retirantes, que seguia de forma desordenada e sem a mínima infraestrutura. A marginalidade, a prostituição, a criminalidade, as doenças contagiosas conviviam entre os moradores que compunham as favelas brasilienses, aos moldes da antiga capital federal, o Rio de Janeiro, a qual Brasília deveria supostamente superar…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio sobre a Ceilândia.


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PARTICIPANTES
FONTES
  • Ceilândia é reduto da nova classe média – Link
  • Feira Central da Ceilândia – Link
  • SEVERO, Denise de Sousa. Planejamento urbano no Distrito Federal: o caso de Ceilândia. Monografia. UnB – 2014 – Link
  • Comunidade Sol Nascente na Ceilândia-DF é a maior favela do Brasil – Link
  • SAMPAIO, Wesley. T.P. JK Shopping e Tower: A produção do espaço urbano nas adjacências de Ceilândia -DF. Monografia. UnB – 2013 – Link
  • Outras fontes

VEJA MAIS

 


VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Zé Ramalho – Cidadão
  • Raul Seixas  Metamorfose ambulante
  • Legião Urbana – Tempo Perdido
  • A cidade é uma só (tema)
  • MC Dodô – Bomba Explode na Cabeça
  • MC Vavá – Rap da Ceilândia
  • Alceu Valença – Te Amo Brasília
  • Viela 17 – Ah Tah
  • Ellen Oléria – Senzala
  • Legião Urbana –  Faroeste Caboclo
  • Liberdade Condicional  – Foi na Ceilândia
  • Gonzaga e Gonzaguinha – Minha Vida é Andar Por Esse País
  • Luiz Gonzaga – Asa Branca
  • Talk Talk – Life’s What You Make It
  • The Cars – Drive
  • Timmy Thomas – Why Cant We Live Together

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A Mulher na Literatura Brasileira:

Com a evolução da história, a mulher passou por transformações em várias instâncias: moral, afetiva, econômica, intelectual, etc. Tais transformações foram importantes para definir a posição da mulher na sociedade.

Como é de conhecimento de muitos, até o século XIX, as mulheres viviam em sua maioria enclausuradas. Sem o direito de  aprender a ler, escrever ou votar. No Brasil, por exemplo, a primeira legislação autorizando as mulheres a frequentar escolas elementares data de 1827. E somente 50 anos mais tarde, em 1879, que as mulheres foram autorizadas a frequentar o ensino superior no país. O direito a voto só viria no século seguinte, em 1932, durante o governo provisório de Vargas (2ª República).

Mas, como ficava a mulher na literatura brasileira? Bem, as mulheres daquela época eram criadas para serem boas mães, boas donas de casa e para obedecerem: primeiramente aos pais, quando solteira, e mais tarde, ao marido, quando já fossem casadas. E para obedecer elas não precisavam – nem deveriam – ser cultas ou intelectuais. Precisavam, sim, saber lavar, cozinhar, costurar, cuidar de crianças, etc

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio sobre A mulher na literatura brasileira…


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PARTICIPANTES

PAUTA
  • Maria Freire (blog)

FONTES

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Joyce – Feminina
  • Ataulfo Alves – Ai! que saudade da Amélia
  • Benito De Paula – Mulher Brasileira
  • Cassia Eller – Palavras ao vento
  • Maria Rita – Pagu
  • Oswaldo Montenegro – Me ensina a escrever
  • Rita Lee – Todas Mulheres do Mundo!
  • Caetano Veloso – Livros
  • Lysia Condé – Corta Jaca
  • Simone – Leão Ferido
  • Carpenters – Please Mr. Postman
  • The Doobie Brothers – Listen to the Music
  • Duran Duran – Come Undone

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Portugueses no Japão do século XVI:

A situação religiosa no Japão nos apresenta um quadro complexo. Na história da religião no Japão, há um longo processo de influência mútua entre as diferentes tradições religiosas, particularmente o Xintoísmo e o Budismo, que são as principais. Xintoísmo (shintô) é a religião que mais preserva a crenças nativas do Japão. Ela enfatiza a pureza do ritual nas relações com os kami, seres divinos que fazem parte de todos os aspectos da vida e manifestam-se sob várias formas. Com a introdução do Budismo no Japão no século VI, via Coreia, as crenças budistas e xintoístas começaram a interagir. O Budismo, uma religião originária da Índia, teve que adaptar-se à tradição japonesa para conquistar seu espaço. Igualmente o Confucionismo, Taoísmo e o Cristianismo desempenharam papel importante na sociedade japonesa.

É nesse contexto religioso, com características muito próprias, que o cristianismo é introduzido pelos comerciantes e jesuítas portugueses no Japão durante o século XVI, quando o país vivia intenso conflito interno, e no qual o Budismo estava fragmentado em várias seitas. Com uma cultura muito própria, o Japão adotou muitos elementos da cultural ocidental para modernizar-se, mas manteve sempre a sua identidade cultural. Algumas das maiores fontes de divulgação da cultura ocidental foram as escolas e seminários fundados pelos os jesuítas no Japão…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio sobre Portugueses no Japão do século XVI.


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PARTICIPANTES
FONTES
  • DIDIER, Hugues. Francisco Xavier. São Paulo: Paulinas. 1996.
  • BERNABÉ, Renata Cabral.  A construção da Missão Japonesa no século XVI. 2012. Dissertação  apresentada ao programa de pós – graduação em História Social- Departamento  de Filosofia, Letras e Ciências Humanas- Universidade São Paulo.
  • LACOUTURE, Jean. Os jesuítas. Lisboa: Estampa 1993
  • MARTINS, Armando Janeira. O Impacto Português sobre a Civilização  Japonesa. 2.ª ed. Traduzido do japonês (Namban Bunka Noraiki, The Simul Press, Japão, 1970) por Takiko Matsuo. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1971.
  • OSSWALD, Maria Cristina. São Francisco Xavier no Oriente-Aspectos de devoção de e iconografia. CIUH- Universidade do porto. 2006.
  • YAMASHIRO, José. Choque Luso no Japão dos Séculos XVI e XVII. São Paulo: IBRASA, 1989.
  • YAMASHIRO, José. Japão: passado e presente. São Paulo: Editora Hucitec,  1978.
  • Diálogo de civilizações: viagens ao fundo da história, em busca do tempo perdido, Por João Gouveia Monteiro
  • Encontros culturais Portugal-Japão-Brasil, Por Américo Pellegrini Filho,Mitsuru Higuchi Yanaze SATO, Francisco. Cultura Japonesa.
  • Outras fontes

PAUTA
  • Maria Freire (blog)

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SÉRIE INDICADA NO EPISÓDIO

Shogun (IMDB)


MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Tea Ceremony
  • Hot Springs
  • Sushi Restaurant
  • Feudal Castle
  • Bonsai Trees
  • Zen Garden
  • Cherry Blossoms
  • Falling Snow
  • Mount Fuji
  • Japanese Lanterns
  • Kitsune Woods
  • Samurai Warrior
  • Prince of the Sun
  • Honor of the Samurai
  • Shadow Ninja
  • Ninja Master
  • Dulce Pontes – Canção do Mar
  • Dulce Pontes – ‘Amor a Portugal’
  • Dulce Pontes – Lusitana Paixão
  • Paul Schwatz – Secret tear
  • Paul Schwatz – Willow
  • Moby & Mark Lanegan – The Lonely Night (Moby’s January 14th Mix)
  • Bliss – End Titles

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 Origem da Favela:

Como vimos no Episódio #18 do Temacast, que narra os eventos da Guerra de Canudos, o Exército brasileiro fracassou nas primeiras três expedições que pretendiam destruir a cidade de Belo Monte – como o arraial de Canudos foi batizado pelos seus habitantes. Como solução final para os “irredutíveis canudenses”, o Presidente Prudente de Moraes, o primeiro Presidente civil da República brasileira, ofereceu aos soldados de baixa patente e a outros sertanejos que viviam por ali nas cercanias de Canudos o recebimento de terras no Distrito Federal (Rio de Janeiro) caso eles o Exército fossem vitoriosos contra os “rebeldes”.

Assim, após a morte de Antônio Conselheiro e a destruição de Canudos, que se deu em 5 de outubro de 1897, esses ex-combatentes de guerra vieram todos com suas famílias para o Rio de Janeiro, mas chegando lá não encontraram lugar para morar e passaram a ocupar o Morro da Providência, no centro da cidade, bem próximo a Estação Central do Brasil. Em princípio, essa ocupação era de caráter provisório – até que o Governo Federal cumprisse a promessa de dar moradia aos veteranos de Canudos – mas, como o Governo Federal nunca cumpriu a promessa feita por Prudente de Moraes, a ocupação provisória acabou se tornando permanente.

Entretanto,

Apesar de a chegada dos soldados ter ampliado o número de habitantes ali no Morro da Providência, ele já vinha sendo ocupado havia quatro anos, desde 1893, quando o então prefeito do Rio, Barata Ribeiro, mandou demolir o maior cortiço do centro da cidade: o “Cabeça de Porco”. Com a chegada dos miseráveis que compunham as tropas de Canudos, o Morro da Providência passou a ser apelidado de Morro da Favella, em alusão a um arbusto abundante no sertão baiano que produzia frutos com sementes semelhantes às da fava e que era popularmente chamado no norte de faveleira, faveleiro ou favela. A faveleira ou favela é o arbusto da mandioca brava, umas das poucas coisas que nasciam no solo pedregoso do Morro da Providência. Assim como os montes que cercavam Canudos, o Morro da Providência era completamente recoberto dessas faveleiras…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio sobre a origem da favela.


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FONTES 
  • Livro: A Invenção da Favela, Licia do Prado Valladares
  • Depoimento pessoal
  • Outras fontes

VEJA MAIS

FOTOS
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VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Arlindo Cruz  – Favela
  • Bezerra da Silva – Eu sou Favela
  • Renato da Rocinha – Moro lá
  • Renato da Rocinha – Qualquer Lugar
  • Realidade da Favela – A voz não cala
  • Seu Jorge – Eu Sou Favela
  • Renato da Rocinha – Misticidade
  • Cidinho e Doca – Rap da Felicidade
  • Mc Bob Rum – Rap do Silva
  • Renato da Rocinha – Roçando
  • Mc Dollores – Guerra de Ambição (Trilha do Filme ‘Fuga da Rocinha’)
  • Renato da Rocinha – Outros Tempos
  • Luiz Melodia e Escola de Música da Rocinha – Cruel
  • Renato da Rocinha – Chega de Fazer Pirraça
  • Ultraje a Rigor – Nós vamos invadir sua praia
  • Renato da Rocinha – Rocinha
  • Abertura (Francis Hime   Sinfonia do Rio de Janeiro de São Sebastião)
  • Agostinho dos Santos   A felicidade (Happiness)
  • Thiago Kobe – Grito Negro
  • Renato da Rocinha – Horizonte Perdido
  • Paralamas do Sucesso – Alagados
  • Grand Funk Railroad – Feelin’ Alright
  • Grateful Dead – Just A Little Light
  • Grateful Dead – Althea
  • Deep Purple – Black Night
  • Black Sabbath – The Warning
  • Black Sabbath – Children of the Grave
  • Black Sabbath – Changes

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Campanhas Eleitorais

Antes de falarmos sobre campanhas eleitorais vamos para o começo. O primeiro modelo de imprensa política surgiu ali entre os séculos 17 e 18. Nessa época, a então chamada “imprensa de opinião” funcionava como um instrumento político da burguesia, que era excluída da política oficial – parlamento, intendências, fóruns etc -, controlada pelo clero (igreja) e pela aristocracia (nobreza). A burguesia se utilizava da sua imprensa para promover discussões públicas e criticar as decisões tomadas pelo Estado.

Esse primeiro modelo sofreu uma alteração quando os burgueses tomaram a frente do Estado e das esferas de decisão política, no final do século 18. Agora aqueles mesmos burgueses que controlavam a imprensa e até então criticavam os políticos (que eram todos nobres) tinham se tornado eles próprios os políticos. Então, a “imprensa de opinião” teve que mudar o seu enfoque e parar de se referir aos políticos genericamente, tornando-se a “imprensa de partido”, que se dividia em jornais governistas e de oposição, conforme a alternância de grupos burgueses no poder.

Saiba mais ouvindo este episódio sobre as campanhas eleitorais…


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PARTICIPANTES
FONTES 

VEJA MAIS

VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Bezerra da Silva – Candidato Caô Caô
  • Dicro – Homenagem ao eleitor
  • Bezerra da Silva – Pastor Trambiqueiro
  • Bezerra da Silva – Quando o Morcego doar Sangue
  • Bezerra da Silva – Vírus da Corrupção
  • Varre, varre, vassourinha! Jingle de Jânio Quadros
  • Paródia dos ossos
  • Jingles Julio Prestes – Eleição de 1930
  • Jingle Politico (Michael Jackson – Bad)
  • 1952 Eisenhower Political Ad   I Like Ike   Presidential Campaign Ad
  • Frank Sinatra   ‘High Hopes’ with Jack Kennedy (1960)
  • YES WE CAN   New Approaches   Entertainment   EMMY WINNER
  • Jingle Político 1989 – Lula La!!
  • Propaganda Eleitoral Gratuita – Que só fala a verdade (by Marcelo Adnet)
  • Rita Lee – Tudo Vira Bosta
  • Parodia Música do político de 4 en 4 anos
  • Gabriel o pensador – Até quando
  • Paralamas do Sucesso – Que País É Este
  • RPM – Alvorada Voraz
  • Malandramente – Jingle suposta candidata a vereadora de Jacaraú
  • The Carpenters – Please Mr Postman
  • Boy George & Culture Club – The Crying Game
  • Lorrie Morgan and Beach Boys – Don’t worry baby
  • Mario Biondi – Ecstasy
  • Robert Miles ft Maria Nayler – One And One (Club Version)

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Leitura de emails acumulados

Como os ouvintes puderam notar, com  a publicação da trilogia sobre a Guerra do Paraguai (episódios 48, 49 e 50), e devido ao fato dos mesmos ficaram bem grandes, optamos por não fizer a leitura dos emails e comentários que recebemos neste período. Os contatos dos nossos ouvintes, portanto, estavam acumulados desde o episódio 47 sobre a Lei de Murphy .

Como é nosso compromisso dar retorno aos que nos prestigiam com seu contato, estamos lançando, extraordinariamente, este episódio somente com a leitura de emails acumulados  bem como os comentários realizados nos posts e avaliação feitas na iTunes Store. A partir do próximo episódio voltaremos a publicar esse conteúdo como normalmente fazemos, ou seja, junto com o episódio.

Portanto, vamos lá! Comentem, mandem seus emails escritos ou de voz.

Obrigado


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PARTICIPANTES

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • The Police – Message in a Bottle
  • Françoise Hardy – Message personnel
  • Gallagher & Lyle – In Your Eyes
  • Dr. John – Such A Night
  • David Bowie – Lady Grinning Soul
  • Kimblee – Fade (Original Mix)
  • Bob Sinclair – World, Hold On
  • Haddaway – What Is Love
  • Lisa Stansfield – Never, never gonna give you up
  • Robert Miles ft Maria Nayler – One And One
  • No Doubt – Don´t Speak

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Guerra do Paraguai parte 3 (final)

No segundo ano da Guerra do Paraguai, os EUA se ofereceram para mediar o conflito da região da Prata. Segundo o Departamento de Estado dos EUA, a continuação do conflito prejudicava o comércio e as instituições republicanas na América do Sul. Com essa atitude, os EUA pretendiam estender sua influência até o sul do continente desencorajando o protetorado de nações europeias como França e Grã-Bretanha, o que acreditavam ser uma ameaça ao “independencionismo americano”.

Entretanto, britânicos e franceses, que viam buscando limitar a área de influência dos EUA até no máximo a região do Caribe, investiram numa propaganda antiestadunidense tanto no Brasil quanto na Argentina e demais nações sul-americanas, apresentando os EUA como um país pouco confiável, belicoso e expansionista, que não respeitava territórios nem tratados internacionais (além do quê, os EUA acabara de sair de uma sangrenta guerra civil).

Na Guerra do Paraguai parte 3, a iniciativa estadunidense acabou sendo catastrófica devido a atuação medíocre de sua diplomacia. Agindo mais como alcoviteiros do que como diplomatas, os enviados estadunidenses causaram grande ojeriza ao governo brasileiro ao fazerem declarações como “ser grande a vontade de argentinos de terminarem a guerra apesar do empenho belicista brasileiro ou ainda apresentando no The New York Times uma visão do conflito favorável a López, onde o ditador era descrito como “verdadeiro cavalheiro, um acadêmico” republicano e libertário, perseguido pela casa dos Bragança pôr defender a autonomia das repúblicas sul-americanas.

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio sobre a Guerra do Paraguai parte 3…


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PARTICIPANTES
FONTES 

VEJA MAIS

VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Francisco Russo – Tujami
  • Alberto de Luque y Quemil Yambay – Pyhare
  • Amambay Cardozo Ocampo – Primavera
  • Che jazmin Paraguay
  • Mi barquito de esquelita
  • Lidia Mariana
  • Che iru che reja
  • Perla del Paraguay – A mi tierra
  • E.R.Fernandez – 7 notas musicales
  • Anibal Lovera – Che mandu’avo
  • Anibal Lovera – Nde juru mbyte
  • Quemil Yambay – De lejos vengo
  • Duo Qujntana Escalante – La ultima letra
  • Duo Perez Peralta – Un tiempo era va’ekue chave
  • Duo Mongelos Torales – Kuña guapa
  • Rafael Vargas – Falso juramento
  • Rafael Vargas – Ndajekehai de mi suerte
  • Rafael Vargas – Despierta joven amada
  • Triunfadores Carapegueños – Iñiru Kañyva
  • Quemil Yambay – Ko’ere che mandu’a
  • Quemil Yambay – Ka’aruete
  • Duo Quintana Escalante – Oda pasional
  • Duo Quintana Escalante – Ko’eti jave
  • Duo Quiñonez Moray – Nde rechaga’u mainumbymi
  • Duo Quiñonez Moray – Kuña Paraguay rembiasa asy
  • Tavarandu – La cautiva
  • Tavarandu – Mi sueño dorado
  • Tavarandu – Siete notas musicales
  • Flaminio Arzamendia – Puerto Irala poty
  • Duo Quiñonez Moray – Ndaha’einte oñoirura
  • Folk tres – Nde mborayhu che cambia
  • Grupo Magistral – Seras dueña de mi vida
  • Duo Quiñonez Moray – Jahechake mba’epa oiko che hegui
  • Los Placenteros – Ejujeyna Blanquita
  • La Misma Mezkla – Ndavyai Nderehey
  • La Misma Mezkla – Vyro Pareima La Ñande Joayhu
  • La Misma Mezkla – Ne Kane`Ontema Che Hegui
  • La Misma Mezkla – Suertegui Rei
  • La Misma Mezkla – Saludomike Cheve Ichupe
  • Hino Nacional Brasileiro (Instrumental) – Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro

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Guerra do Paraguai parte 2:

O governo argentino esperava uma guerra rápida contra o Paraguai. Mitre havia prometido perante uma multidão que estaria “em 24 horas ao quartel, em quinze dias em Corrientes, em três meses em Assunção”. A promessa acabou não se cumprindo visto que o Exército argentino carecia de todo tipo de recurso possuindo apenas 2993 soldados na infantaria e 2858 na cavalaria. A artilharia contava com 540 homens e com obsoletos canhões fabricados em fins do século XVIII.

Não havia corpos de engenharia e entre os oficiais havia também muita rivalidade. Para engrossar o efetivo argentino, tal como ocorreu no Exército brasileiro, foi alistada, contra a vontade, os condenados pela Justiça e homens endividados. Por exemplo, os “Voluntários de Córdoba” foram enviados para o combate atados uns aos outros por correntes para não fugirem.

Em La Rioja, os homens se esconderam nas serras para não se alistarem, enquanto que os “Voluntários de Salta” se rebelaram ao chegar a Rosário, dando vivas ao Paraguai e gritando que não queriam lutar em união com os portenhos.

Tanto em Buenos Aires quanto no interior, os membros da Guarda Nacional realizaram sorteios para definir aqueles que iriam para a guerra contra o Paraguai. Contudo, os mais ricos, tal como no Brasil, podiam contratar um personero, um substituto para representá-lo na guerra. Neste episódio, Guerra do Paraguai parte 2, falamos das suas principais batalhas.

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio sobre a Guerra do Paraguai parte 2…


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PARTICIPANTES
FONTES 

VEJA MAIS

VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Vivandeira
  • Pyhare – Alberto de Luque y Quemil Yambay
  • Primavera – Amambay Cardozo Ocampo
  • Che jazmin Paraguay
  • Mi barquito de esquelita
  • Lidia Mariana
  • Che iru che reja
  • A mi tierra – Perla del Paraguay
  • 7 notas musicales de E.R.Fernandez
  • Che mandu’avo – Anibal Lovera
  • Nde juru mbyte – Anibal Lovera
  • De lejos vengo – Quemil Yambay
  • La ultima letra – Duo Qujntana Escalante
  • Un tiempo era va’ekue chave – Duo Perez Peralta
  • Kuña guapa – Duo Mongelos Torales
  • Falso juramento – Rafael Vargas
  • Ndajekehai de mi suerte – Rafael Vargas
  • Despierta joven amada – Rafael Vargas
  • Iñiru Kañyva – Triunfadores Carapegueños
  • Ko’ere che mandu’a – Quemil Yambay
  • Ka’aruete – Quemil Yambay
  • Oda pasional – Duo Quintana Escalante
  • Ko’eti jave – Duo Quintana Escalante
  • Nde rechaga’u mainumbymi – Duo Quiñonez Moray
  • Kuña Paraguay rembiasa asy – Duo Quiñonez Moray
  • La cautiva – Tavarandu
  • Mi sueño dorado – Tavarandu
  • Siete notas musicales – Tavarandu
  • Puerto Irala poty – Flaminio Arzamendia
  • Ndaha’einte oñoirura – Duo Quiñonez Moray
  • Nde mborayhu che cambia – Folk tres
  • Seras dueña de mi vida – Grupo Magistral
  • Jahechake mba’epa oiko che hegui – Duo Quiñonez Moray
  • Ejujeyna Blanquita – Los Placenteros
  • Punteada Okara
  • Juan Carlos Oviedo y Los Hermanos Acuña – Pájaro Choguy
  • J C Oviedo y Los Hermanos Acuña – Bajo el cielo del Paraguay

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Guerra do Paraguai (parte 1)

A Guerra do Paraguai foi o maior conflito armado internacional ocorrido na América do Sul no século 19. Rivalidades platinas e a formação de Estados nacionais deflagraram o confronto, que destruiu a economia e a população paraguaia.

É também chamada Guerra da Tríplice Aliança. Na Argentina e Uruguai é chamada de Guerra de la Triple Alianza e de Guerra Grande, no Paraguai.

A Guerra do Paraguai durou seis anos. Teve seu início  em dezembro de 1864 e só chegou ao fim no ano de 1870, com a morte de Francisco Solano Lopes em Cerro Cora.
Desde o final do Império até o início do Regime Militar, a versão oficial do conflito defendida pela historiografia brasileira era a que o Brasil havia sido forçado à guerra pelo ditador Solano López que, ambicionando expandir seus domínios até o Atlântico e criar o “Paraguai Maior”, havia invadido partes do território brasileiro, uruguaio e argentino. É importante ressaltar que ao longo de todo esse período – República Velha, Era Vargas e República Nova – o Brasil foi comandado por uma elite política, tanto civil quanto militar, ligada diretamente à Guerra do Paraguai. A República brasileira foi fundada por heróis da guerra do Paraguai, como Deodoro da Fonseca, Floriano Peixoto e Pinheiro Machado, e nas décadas seguintes, foi encabeçada por descendentes de ex-combatentes, tais como Hermes da Fonseca, Getúlio Vargas e Eurico Gaspar Dutra…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


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FONTES 
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Índio Guaicurus em montaria

Índio Guaicurus em montaria


VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Hino Nacional do Paraguai
  • Audiomachine – Akkadian Empire
  • Ivan Torrent – The Light Crusaders
  • Jasper Blunk – World of Fireflies (feat. Merethe Soltvedt)
  • PostHaste Music – Riven (Mark Petrie)
  • Audiomachine – Land of Shadows (Paul Dinletir)
  • Valentin Boomes – Avalon
  • Future World Music – Journeyto Pandora
  • Future World Music – Victory of Life
  • Audiomachine – Breath and Life
  • Ivan Torrent – Before I Leave This World
  • West One Music – Jewel of África
  • Epic Score – Smash them Ali (No Vocais)
  • Epic Score – Hells Army
  • Two Steps From Hell – Love and Loss
  • Epic Score – Unstoppable Forces
  • Black Phoenix Music – Elven’s Dawn (feat. Julie Elven)
  • Audiomachine – Guardians atthe Gate
  • Audiomachine – Blood and Glory
  • Kyueko – Better Fly
  • West One Music – lllumination
  • Future World Music – Aqua Vitae
  • E.S. Posthumus – Mosane
  • Future World Music – New Beginnings
  • Corner Stone Cues – El Morro
  • Position Music – Kingdom of Avilion
  • KillerTracks – Kingdom of Ashes
  • Immediate Music – Serenata lmmortale
  • Two Steps From Hell – Kronos
  • PP Music – Fulgor Solaris
  • Groove Addicts – Interstellar
  • Groove Addicts – Wings of Glory
  • Two Steps From Hell – Blackheart
  • Audiomachine – Épica
  • Zack Hemsey – Evolution
  • Two Steps From Hell – Heart of Courage
  • Immediate Music – Dark Side of Power
  • Audiomachine – Knights and Lords
  • Two Steps From Hell – Elementum
  • Audiomachine – Reign of Chaos
  • Roland Mair-Gruber – The Reunion
  • Epic North – Falling Giants
  • Alex Must – Birth of Fairies
  • Audiomachine – Back In Da Loop
  • Two Steps From Hell – Breathe
  • Veigar Margeirsson – Rise Above

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Lei de Murphy:

Existe uma lei mais implacável que a gravidade, mais absoluta que a física, mais inevitável que o destino. É um fator que desafia a ciência e talvez a única certeza que possamos vislumbrar nessa vastidão de dúvidas que é a vida: A Lei de Murphy que diz: Se alguma coisa pode dar errado, dará.

Esse Murphy era o engenheiro aeroespacial Edward Aloysius Murphy e formulou sua lei em 1949 depois de descobrir que estavam mal conectados todos os eletrodos de um equipamento para medir os efeitos da aceleração e desaceleração em pilotos. No começo o que ele disse foi específico para o técnico que cometeu o erro. “Se houver uma única maneira de fazer algo errado, ele o fará”. O gerente de projetos que trabalhava com a equipe anotou aquela frase num caderninho onde ele mantinha frases que achava engraçadas e deu o nome de Lei de Murphy. Com base naquela lei, que o gerente reescreveu na forma com que conhecemos hoje, várias precauções foram tomadas para que erros assim não acontecessem de novo e com isso o projeto acabou sendo concluído com sucesso.

Mas, afinal, a Lei de Murphy existe? Muitos acreditam que sim, principalmente quando estão completamente tomados pela raiva de certos acontecimentos.

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Lei de Murphy e as filas

A lei de Murphy e as filas


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • John Lee Hooker – No Shoes
  • Bonny Tyler – I put a spell on you
  • Buddy Guy Cover by Scott Holt – One Room Country Shack
  • Fausto Papetti – Samba Pati
  • Magic Slim – How unlucky can one man be
  • Alvin Lee – Bluest Blues
  • Stevie Ray Vaughan – Tin Pan Alley
  • Neal Schon – Caruso
  • Junior Wells – Why are people like that
  • Blues Company – Silent Night
  • Van Morrison and Tom Jones  – Sometimes we cry
  • Mckinley Mitchell – Trouble Blues
  • Joe Bonamassa – Stop
  • Blind Boy Fuller- Walking my Troubles away
  • Beth Hart and Joe Bonamassa – I’ll Take Care Of You
  • John Lee Hooker- Night time is the right time
  • Popa Chubby Black Coffee Blues Band –  Messin’ With The Kid
  • Dire Straits – Sultans Of Swing

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História das Olimpíadas:

É importante entender que quando falamos em Olimpíadas, estamos falando de dois momentos diferentes da História e por mais que um seja a base do outro, existem diferenças que precisam ser pontuadas. Como todos já sabem, as olimpíadas começaram a ser realizadas na Grécia, mas os valores olímpicos que são debatidos hoje em dia foram idealizados no Século XIX pelo Barão Pierre de Coubertin. Atualmente existem diferentes jogos olímpicos, cada um acontecendo a cada quatro anos.

Os Jogos Olímpicos de Verão são os mais antigos de todos e, na mesma cidade sede, poucos dias depois de seu encerramento, acontecem os Jogos Paraolímpicos destinados a pessoas com deficiências visuais e motoras. Alternando com os jogos de verão, mas acontecendo em outra cidade sede e dois anos após, existem os Jogos Olímpicos de Inverno. Além destes, existem ainda os Jogos Olímpicos da Juventude, onde participam atletas adolescentes. Esta competição também tem suas versões de verão e inverno e acontecem também em ano par, sendo que agora em 2016 já que acontecem as Olimpíadas de Verão, acontecerão também os Jogos Olímpicos de Inverno da Juventude. Em 2018 quando houver as Olimpíadas de Inverno, teremos os Jogos Olímpicos de Verão da Juventude. Então os jogos são assim sempre alternados para você não ter dois eventos acontecendo no mesmo mês…

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Vangelis – Chariots of Fire
  • Peter Frampton – Breaking all the rules (extended)
  • Asia – Only time will tell
  • Journey – Stone in love
  • Red Speedwagon – Keep the fire burning
  • Survivor – Eye of the tiger
  • Kansas – Play the game tonight
  • Santana – Hold on
  • The Police – Every little thing she does is magic
  • Toto – Rosanna
  • Alessi Brothers – All for a reason
  • Gilbert Montagnè – Just for tonight
  • Journey – Don’t stop believin’
  • Scandal feat. Patty Smyth – The Warrior
  • Steve Perry – She’s Mine
  • Survivor – High on you
  • Bonnie Tyler – Holding out for a hero
  • Steve Perry – You should be happy
  • Special – Caught up in you
  • Matthew Wilder – The Kid’s American
  • Journey – Keep on Runnin’
  • Duran Duran – Come Undone
  • Phil Collins – Another Day In Paradise
  • Take That – Wait

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Psicopatia:

Os termos “psicopata ou psicopatia” caíram na boca do povo, embora na maioria das vezes sejam usados de forma equivocada. Na verdade, poucos transtornos são tão incompreendidos quanto a personalidade psicopática. Descrita pela primeira vez em 1941 pelo psiquiatra americano Hervey M. Cleckley, do Medical College da Geórgia, a psicopatia consiste num conjunto de comportamentos e traços de personalidade específicos.

Quando o assunto é “psicopatia”, logo imaginamos uma lista de exemplos psicopatas vindos diretos de Hollywood. Personagens como o Coringa, Hannibal, Norman Bates e tantos outros criaram um estereotipo que nem sempre é preciso para classificar pessoas ditas psicopatas. Mas, pelo menos em uma característica os filmes costumam acertar em cheio: elas são pessoas assustadoras.

De acordo com o Dr. Kent Kiehl, neurocientista da Universidade do Novo México (EUA) e pioneiro em estudos que buscam um entendimento melhor sobre a mente dos que sofrem com a psicopatia, podemos classificar como “psicopata” alguém com altos índices de falta de empatia, culpa e remorso. São pessoas extremamente impulsivas e que tendem a não fazer planos ou pensar antes de agir. E, apesar de geralmente não serem tão inteligentes quanto Hannibal Lecter, costumam ser astutos, manipuladores e, acredite, encantadores. Falaremos sobre este transtorno e suas implicações, como a doença é diagnosticada, seu tratamento e os prejuízos causados aos que convivem com os portadores desta doença. Tudo isso e muito mais neste episódio.

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Talking Heads – Psycho Killer
  • David Bowie – Something In The Air
  • Huey Lewis and The News – Hip To Be Square
  • Book Of Love – I Touch Roses
  • Karliene – Become the Beast
  • Lana Del Rey – Sweet Serial Killer
  • Lana Del Rey – Born To Die
  • Genesis – In Too Deep
  • Lana Del Rey – Dark Paradise
  • Lana Del Rey – Gods and Monsters
  • M A R R S – Pump Up The Volume
  • New Order – True Faith
  • Lana Del Rey – Summertime Sadness
  • Phil Collins – Sussudio
  • The Neighbourhood – Sweater Weather
  • Red lights – Curiosity killed the cat
  • Lana Del Rey – High By The Beach
  • SoapSkin – Me and the Devil
  • The Waves – Walking On Sunshine
  • The Rolling Stones – Sympathy For The Devil
  • Lana Del Rey – Shades Of Cool
  • Daryl Hall & John Oates – Kiss On My List
  • Eurythmics – I Saved The World Again
  • Crowded House – Don’t Dream It’s Over

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Muhammad Ali:

Considerado por muitos o maior boxeador de toda a história, Muhammad Ali foi três vezes campeão mundial de boxe na categoria de Peso Pesado, campeão olímpico e um dos mais importantes ativistas pelos direitos dos negros americanos. Ele foi o único boxeador até hoje a conquistar o título mundial três vezes assim como foi o único a ser escolhido por cinco anos o Lutador do Ano pela revista Ring Magazine. Ele também foi escolhido o Atleta do Século XX pela revista Sports Illustrated e a Maior Personalidade do Esporte pela rede BBC.

Em uma época em que os lutadores pouco falavam, deixando as entrevistas a cargo de seus agentes, Muhammad Ali foi uma das vozes mais sensatas e ouvidas de sua geração. Ele lutou até o fim pelo que acreditava e sua importância está muito acima do que ele fez nos ringues. É dele que vamos falar hoje, mas para isso vamos começar entendendo de onde ele veio a afim de compreender o homem além do mito.

Muhammad Ali nasceu com o nome de Cassius Marcellus Clay Jr. no dia 17 de Janeiro de 1942 na cidade de Louisville, Kentucky. Ele tinha uma irmã e quatro irmãos e era filho de Odessa O’Grady Clay e Cassius Marcellus Clay Sr, que recebeu esse nome (Cassius Marcellus) em homenagem a um político republicado abolicionista do Século XIX que era também do estado de Kentucky. Obviamente um político branco, algo que incomodaria muito ao personagem deste episódio anos depois…

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Syl Johnson – Is It Because I’m Black
  • Stevie Wonder – I Wish
  • Stevie Wonder – Signed, Sealed, Delivered I’m Yours
  • Ray Charles – Moon over Miami
  • Muddy Waters – I’m Ready
  • Michael Kiwanuka – Always Waiting
  • Michael Kiwanuka – Black Man In A White World
  • Michael Kiwanuka – Any Day Will Do Fine
  • Michael Kiwanuka – Bones
  • Michael Kiwanuka – I’m Getting Ready
  • Michael Kiwanuka – Home Again
  • Michael Kiwanuka – Tell Me A Tale
  • Michael Kiwanuka – Waterfall
  • Michael Kiwanuka – Worry Walks Beside Me
  • The Staple Singers – Respect Yourself
  • Sixto Rodrigues – This Is Not a Song, It’s an Outburst- Or, The Establishment Blues
  • Sixto Rodrigues – Inner City Blues
  • Sixto Rodrigues – I Wonder
  • Carpenters – Please Mr. Postman
  • Al Green – Im Still In Love With You
  • Al Green – Sha – La – La (Make Me Happy)
  • Ann Peebles – My Man He’s A Lovin Man
  • Ann Peebles – Trouble, Heartaches And Sadness
  • Ann Peebles – Old Man With Young Ideas
  • Ann Peebles – Chain Of Fools
  • Ann Peebles – I Didn’t Take Your Man
  • Ann Peebles – You’re More Than I Can Stand
  • Ann Peebles – Put Yourself In My Place
  • Ann Peebles – I’d Rather Leave While I’m In Love

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The Doors:

Acho que todos os nossos ouvintes conhecem The Doors, mas para aqueles que por ventura nunca tenha ouvido falar, o The Doors é uma banda californiana formada em 1965, tendo lançado 8 álbuns entre 1967 e 1972, seis deles com o Jim Morrison e sendo que sete ficaram na lista dos 10 mais vendidos da Billboard. Além desses álbuns eles lançaram diversos singles que também venderam bastante. Apenas pelas vendas nos Estados Unidos eles ganharam 20 discos de ouro, 14 de platina e 5 de Diamante. Até 1971 apenas, eles já tinham vendido mais de 4 milhões de discos e quase 8 milhões de singles só nos Estados Unidos. Se for considerado hoje em dia e em uma escala mundial, esse número é bem maior, passando de 100 milhões de cópias vendidas.

Segundo o tecladista da banda, Ray Manzarek, o nome da banda veio do livro de Aldous Huxley  The doors of perception (As portas da percepção) e que vem da frase do poeta inglês, do século XVIII, William Blake que diz: “Se as portas da percepção estivessem limpas, tudo apareceria para o homem tal como é: infinito.

The Doors, uma banda que abriu as portas da percepção para a poesia por meio das suas músicas e mantém uma legião de fãs até hoje…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • You’re Lost Little Girl
  • Back Door Man
  • End Of The Night
  • Take It As It Comes
  • Soul Kitchen
  • My Eyes Have Seen You
  • Twentienth Century Fox
  • People Are Strange
  • Break on Through
  • Alabama Song
  • Light My Fire
  • Moonlight Drive
  • Love Me Two Times
  • Love Street
  • The Kinks – All Day and All of the Night
  • Hello, I Love You
  • Tell All The People
  • Touch Me
  • Peace Frog
  • Roadhouse Blues
  • Been Down So Long
  • Love Her Madly
  • The Crystal Ship
  • Cars Hiss By My Window
  • Dead Cats Dead Rats
  • The End
  • When The Music’s Over

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Guerra Civil Americana:

Para falarmos da guerra civil americana, precisamos voltar pelo menos 2 séculos no passado e entender como foi a ocupação dos Estados Unidos, na época ainda colônia britânica. Por diversas questões como clima e vegetação, o tipo de população que se estabeleceu no sul era bem diferente do que se estabeleceu no norte. E aqui é bom deixar claro que quando falamos em Estados Unidos, estamos falando de um território bem menor do que hoje. Muito do interior do país era pouco explorado. A colonização inicial se deu nas áreas mais próximas à costa do Atlântico e depois foi expandindo no sul em direção a onde hoje é o Texas e no norte onde hoje fica Chicago no estado de Illinois.

Bem, voltando às diferenças entre Norte e Sul durante a Guerra Civil Americana. A região Norte do país foi colonizada em sua maioria por imigrantes ingleses, irlandeses e alemães que trabalhavam em propriedades familiares. No sul também houve uma grande imigração europeia no início, mas essa imigração foi diminuindo e a população foi composta em sua maioria pelos descendentes dos que imigraram gerações antes. Então, enquanto no Norte a população crescia devido a uma continuada imigração europeia, no sul ela crescia devido a uma alta taxa de natalidade e ao tráfego negreiro que crescia bastante, conforme falamos no episódio anterior sobre a Escravidão

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bloqueio Plano Anaconda

Bloqueio Plano Anaconda


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Mitch Miller – Civil War Songs Union When Johnny comes marching home
  • Confederate Song –  Oh Susana
  • Southern Wagon
  • American civil war music   Fifes and Drums
  • Confederate Song – Rose of Alabamy
  • Confederate Song – Wearing of The Grey
  • We’ll Fight for Uncle Sam
  • To arms in Dixie
  • The Yellow Rose of Texas
  • Tutti Sound – This Is My Place To Protect
  • Two Steps From Hell – Portals Over Earth
  • Two Steps From Hell – Rise Of The Abyss
  • Two Steps From Hell – The Colonel
  • Two Steps From Hell – The Purifier
  • Two Steps From Hell – Winterspell
  • Tutti Sound – Scandalous Scene
  • Tutti Sound – This Is My Place To Protect
  • Epic Score – You Must Overcome
  • Tom Roush – The Picture on The Wall – 1864 Civil War Ballad
  • The Beatles – Please Mister Postman
  • The Alan Parsons Project –  Eye In The Sky
  • Big Star – Turn My Back on the Sun
  • Bee Gees  – Tragedy
  • Bee Gees  – You Should Be Dancing
  • Paul McCartney – Band On The Run
  • Paul McCartney – Another Day
  • Paul McCartney – Mull Of Kintyre

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Escravidão:

Como definição, a escravidão é um regime jurídico ou econômico onde o princípio de propriedade privada é aplicado também a seres humanos, permitindo que pessoas sejam classificadas como propriedade. Sendo assim, elas podem ser compradas e vendidas e não podem, por sua vontade, se desvencilhar desta relação de exploração. Além disso, o escravo a princípio não recebe nenhum tipo de remuneração pelo trabalho que executa e suas atividades bem como seu tempo são controlados por quem detém sua posse. Essa é a definição clássica de escravidão e, por estes termos, ela é considerada ilegal em todos os países. O último a abolir em definitivo a escravidão foi a Mauritânia em, pasme, 2007! Apenas poucos anos atrás. No entanto, isso não significa que a escravidão tenha deixado de existir.

Há, nos tempos atuais, também a definição de “condição análoga à escravidão” que é onde uma pessoa trabalha para a outra sem na prática ter a opção de sair daquele emprego ou mesmo se mudar para um outro lugar. Dentre as formas que vamos ver que mantém uma pessoa ainda hoje em dia nessas condições estão desde questões financeiras até mesmo o uso da força por parte de seus captores.

Falando em etimologia, a palavra “escravo” em português ou “Slave” em inglês vem do Latim SCLAVUS, “pessoa que é propriedade de outra” e de de SLAVUS, “eslavo”. Mas, Eslavo, da etnia eslava? Sim, já que em guerras antigas muitos desta etnia foram capturados e escravizados…

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La Belle Epoque:

Foi um importante período na História da humanidade que durou basicamente do fim da guerra Franco-Prussiana até o início da Primeira Guerra Mundial, sendo portanto de 1871 até 1914. Foi um período onde houve um enorme avanço em diversas áreas do conhecimento e costumes humanos: ciência e tecnologia, artes plásticas, moda, filosofia e até religião. Foram 43 anos onde o ocidente, em especial a Europa, passou sem grandes guerras ou crises financeiras e isso permitiu um enorme crescimento.

A Guerra Franco-Prussiana, que na França também é chamada de A Guerra de 1870, foi uma Guerra entre o Segundo Império Francês e a Confederação Alemã do Norte que era liderada pelo Reino da Prússia. Vale aqui dois adendos rápidos então sobre o que foi o Segundo Império Francês e quem era essa Confederação Alemã do Norte.

Começando com o Segundo Império Francês este foi o período que compreendeu de 1852 a 1870 onde a França foi governada pelo neto de Napoleão Bonaparte, o Napoleão III. Na teoria o regime era uma monarquia parlamentarista, mas na prática o legislativo não mandava nada, sendo que Napoleão III governava quase como um ditador. E a oposição nem tinha muita voz, já que a França vivia um momento muito bom dos pontos de vista econômico, social e cultural.

Já a Confederação Alemã do Norte foi formada em 1867 e era integrada por 22 estados, todos luteranos e falantes da língua alemã com seus dialetos variados, sendo o principal destes estados o Reino da Prússia conforme nós já falamos…

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Edith Piaf – Non, Je ne regrette rien
  • Joe Dassin – Et Si Tu N’Existais Pas
  • Maurice Chevalier – Ça c’est Paris
  • Charles Trenet – La Mer
  • Jacques Brel – Ne Me Quitte Pas
  • France Gall – Poupee de Cire, Poupee de Son
  • Tino Rossi – J’attendrai
  • Edith Piaf – La Vie En Rose
  • Francoise Hardy – Tous Les Garcons et Les Filles
  • Yves Montand – Sous Le Ciel De Paris
  • Serge Gainsbourg – Elisa
  • Charles Aznavour – La Bohème
  • Charles Aznavour – For Me Formidable
  • Pierre Groscolas – Fille du vent
  • Juliette Gréco – Il n’y a plus d’après
  • Pierre Bachelet – Emmanuelle
  • Chiquinha Gonzaga – Ô abre alas
  • Charles Aznavour – Tous les visage de l’amour
  • Michel Sardou – La maladie d’amour
  • Adamo – C’est ma vie
  • Alain Barrière – Ma Vie
  • Françoise Hardy – La question
  • Georges Brassens – Les copains d´abord
  • Gloria Lasso – Etrangère au Paradis
  • Gloria Lasso – Histoire d’un amour
  • Léo Marjane – Seule ce soir
  • Franck Pourcel – Les Parapluies De Cherbourg

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Grandes Impostores:

Desde sempre, inúmeras pessoas fizeram se passar por outras, assumiram ser o que não eram e obtiveram sucesso quanto aos objetivos que pretendiam. Alguns pelo simples prazer de obter êxito, outros para obter lucro, não mediam esforços para enganar, trapacear e ter acesso ao dinheiro alheio sem trabalhar ou simplesmente para se sentirem mais inteligentes e espertos do que os outros.

Antes de mais nada, vamos diferenciar o mentiroso do impostor. O mentiroso utiliza a inverdade, na maioria das vezes, para encobrir algo, fazer bonito na sociedade, se desfazer de responsabilidades e de culpas. Já o impostor é aquele que diz ser outra pessoa ou que diz ser algo que não é, por exemplo, um médico. O mentiroso pode contar uma mentira onde ele diz ser alguém mais importantes do que realmente é numa determinada e única oportunidade, já o impostor vai vivenciar a experiência até as últimas consequências, até ser pego. Mas, com certeza o impostor é antes de mais nada um mentiroso.

Neste episódio nós iremos falar de alguns dos grandes impostores de que se tem notícias. Iremos contar seus principais golpes, como terminaram suas carreiras e demonstrar que “cara-de-pau” é a maior ferramenta utilizada por eles…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


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PERSONAGENS CITADOS NO EPISÓDIO
  • Frank William Abagnale Jr
  • Christopher Rocancourt
  • Ferdinand Demara
  • David Hampton
  • Milli Vanilli
  • Cassie Chadwick
  • Mary Baker
  • Wilhelm Voigt
  • George Psalmanazar
  • Stanley Clifford Weyman
  • George Dupre
  • Christian Karl Gerhartsreiter
  • Alan Conway
  • Anoushirvan D. Fakhran
  • Marcelo Nascimento da Rocha

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Freddie Mercury – The Great Pretender
  • Frank Sinatra – Come Fly With Me
  • John Williams – Learning the Ropes
  • Lasgo – Searching
  • Fugees – Killing Me Softly With His Song
  • Coolio Feat. L.V. – Gangsta’s Paradise
  • Lulu – To Sir With Love
  • Milli Vanilli –  Girl You Know It’s True
  • Akon – Beautiful
  • En Vogue – My Lovin’
  • The Beautiful South – A Little Time
  • Eva Cassidy – Somewhere Over the Rainbow
  • K.D. Lang – Constant Craving
  • Shola Ama – You Might Need Somebody
  • Sixpence None The Richer – Kiss Me
  • Crowded House – Don’t Dream It’s Over
  • Ian Anderson – Fly By Night
  • Joss Stone – Right To Be Wrong
  • Jorge Ben Jor – W-Brasil
  • Tema do filme ‘Em Algum Lugar do Passado’ (Somewhere in Time)
  • Bruno Mars – Locked Out of Heaven
  • Boston – More Than A Feeling
  • BJ Thomas   Oh me, Oh my (I’m a fool for you baby)
  • Grateful Dead   Good Morning Little Schoolgirl
  • Carly Simon  – Nobody Does It Better ( Theme from the Bond movie The Spy Who Loved Me )

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Oswaldo Cruz

Oswaldo Gonçalves Cruz nasceu em 5 de agosto de 1872 em São Luís de Paraitinga, São Paulo, filho do médico Bento Gonçalves Cruz e de Amália Bulhões Cruz. Aos 5 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro, estudou no colégio Pedro II e aos 15 anos incompletos, em 1887, ingressou na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Em 1892, formou-se doutor em Medicina com a tese A veiculação microbiana pelas águas. No mesmo dia que se forma seu pai vem a falecer e ele assume a clínica do pai na fábrica de tecidos Corcovado e trabalha na policlínica de Botafogo. Em 1894 Oswaldo Cruz foi trabalhar na Policlínica Geral do Rio de Janeiro onde ele montou e chefiou um laboratório de análises clínicas ligado ao serviço de moléstias internas. No mesmo ano de 1894 consegue diagnosticar como cólera uma epidemia que se alastrava no Vale do Paraíba. Quatro anos depois, realizou seu grande sonho: especializar-se em Bacteriologia no Instituto Pasteur de Paris, que reunia os grandes nomes da ciência na época…

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Marchinha – Cidade Maravilhosa
  • Moro num país tropical
  • Jean Michel Jarre – Souvenir Of China
  • Jean Michel Jarre – The Overture
  • Jean Michel Jarre – Arpegiator
  • Jean Michel Jarre – Equinoxe IV
  • Jean Michel Jarre – Equinoxe VII
  • Jean Michel Jarre – Magnetic Fields IV
  • Jean Michel Jarre – Magnetic Fields II
  • Blank And Jones – Feel Good
  • Jeff Bennet’s Lounge Experience Feat. Alexandra – Sympathy
  • Moby & Mark Lanegan – The Lonely Night (Moby’s January 14th Mix)
  • Hannah ILD – Right Beside You
  • Deep Josh & Jose Rodriguez Feat. Lisa Rose – The Clouds
  • Echobelly – King Of The Kerb
  • Boz Scaggs – Jojo
  • The Cars – Drive

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Disco Music:

Não se sabe exatamente como e quando o Disco Music começou. Alguns dizem que ele surgiu no início dos anos 70, nas discotecas de Chicago, Nova York e Filadélfia, onde haviam festas totalmente dançantes, frequentadas por um público alternativo. Outros afirmam que a disco music só começou mesmo depois da abertura da Studio 54 – em Nova York – e do lançamento do filme “Os Embalos de Sábado à Noite” em 1977, que foi a época em que a mania se espalhou pelas rádios, gravadoras, discotecas e estava gerando bilhões por ano.

No entanto, a Disco não foi um gênero musical pré fabricado, criado em um curto período de tempo em que se possa estabelecer um ponto original determinado. Isso porque quando se fala da Disco Music, define-se um estilo musical que surgiu a partir da transformação de elementos de diversos gêneros musicais como do Soul, Jazz e Funk. Assim, para contar a história da música Disco é preciso viajar um pouco em cada um desses estilos até que se tenha formada a chamada Disco Music. O que se sabe com certeza é que a primeira boate que promoveu festas mais ao estilo da Disco foi a boate The Loft inaugurada por David Mancuso em 1970, portanto sete anos antes da Studio 54. A The Loft inspirou muitas outras como a Studio 54, a The Gallery, etc…

Saiba mais sobre Disc Music ouvindo este episódio…


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • The Trammps – Disco Inferno
  • Ivonne Elliman – If I Can’t Have You
  • Alicia Bridges   I Love The Nightlife
  • Biddu Orchestra – girl you’ll be a woman soon
  • Manu Dibango   Soul Makossa
  • Barry White – Love’s Theme
  • Gloria Gaynor – Never Can Say Goodbye
  • Bee Gees – Stayin’ Alive
  • Toni Tonado – BR3
  • Tina Charles – I love to love
  • Van McCoy – The Hustle
  • Donna Summer – Love to love you baby
  • Kool & the Gang – Ladies night
  • Gloria  Gaynor – I Will Survive
  • Chic – Le Freak
  • Abba – Dancing Queen
  • Bee Gees – How Deep Is Your Love
  • Village People – YMCA
  • Lady Zu – A Noite Vai Chegar
  • As Freneticas – Perigosa
  • Gretchen – Melô Do Piripipi
  • Lulu Santos – Assim Caminha a Humanidade
  • Tavares – More Than a Woman
  • K.C. and The Sunshine Band – Boogie Shoes
  • Chic – Everybody Dance
  • Bee Gees – Night Fever
  • Stars On 45 – Beatles Medley
  • Village People – Macho Man
  • Roberta Kelly – Zoodiac
  • Patrick Hernandez – Born to be alive

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Invasões Holandesas e a União Ibérica:

Para contextualizarmos o período ao qual nos referimos se faz necessário dizer que o nordeste brasileiro era o maior produtor de açúcar do mundo no século XVII. Sendo o Brasil na época colônia era obrigado, pelo pacto colonial, a vender todo o açúcar produzido para Portugal. Este por sua vez, não vendia o açúcar diretamente para os consumidores e sim, vendia o mesmo para a Holanda que fazia a distribuição do produto por toda a Europa. Muito bem, depois deste breve resumo onde pode-se ver que Portugal ganhava sendo colonizador e atravessador e Holanda também ganhava tendo o monopólio de distribuição do açúcar, por que a Holanda viria a invadir o Brasil? Bom, é isso que vamos aprender neste episódio de hoje.

Países baixos

Neste período histórico possui vários atores importantes. Além de Espanha e Portugal, tem o território conhecido como “Países Baixos”. Antes de falar porque eles são importantes, vamos definir o que são os Países Baixos, que em holandês se pronuncia mais ou menos como “Nei-der-land” (país baixo).
Nos Séculos XV e XVI, a Holanda era parte das chamadas 17 províncias, que corresponde mais ou menos ao que hoje são os territórios da Holanda, Bélgica, Luxemburgo, norte da França (na região de Calais) e uma porção pequena do oeste da Alemanha…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES
FONTES 

VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Hino Nacional da Holanda
  • 1 Hora de música épica   Two Steps from Hell   Volumen 1 (YouTube)
  • Enigma – Mea Culpa
  • Hino Nacional da Espanha
  • Hino Nacional de Portugal
  • 10 Canciones Épicas Para Tus Vídeos 1 (YouTube)
  • Era – Impera
  • Carpenters – Please, Mr. Postman
  • Popa Chubby Black Coffee Blues Band – Messin’ With The Kid
  • Chris Isaak –  Dixie Fried
  • D*Note – D*Votion
  • DAB – Delayed
  • Creedence Clearwater Revival – It’s Just A Thought
  • Creedence Clearwater Revival – Have You Ever Seen The Rain

 


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INDICAÇÃO DE LIVRO NO CAST

A Guerra dos Hereges – O Grande Romance Histórico da Invasão Holandesa a Pernambuco, por Aydano Roriz (Romance Histórico Brasileiro)


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A influência dos jogos no desenvolvimento social: Os videogames trazem vários benefícios para as pessoas. Estudos feitos com as modernas técnicas de tomografia mostram que o videogame ativa e exercita mais áreas do cérebro do que as outras atividades de lazer. Os jogadores podem também aprender a cultura de outros países, como o Japão, mitologias, adquirir gosto pela leitura, além do usuário ter de criar estratégias em tempo real durante o jogo (e muitas delas ele tem que fazer rapidamente), criar soluções para os problemas e quebra-cabeças, traduzir os diálogos (melhorando e treinando outros idiomas, como o inglês).

Os videogames também têm desvantagens, e muitas delas podem causar perigo para a sociedade. O primeiro malefício, e muito comum em qualquer tipo de jogo (não só os videogames) é o vício. Por ser uma atividade prazerosa, os jogadores podem viciar rapidamente. Já ocorreram mortes de jogadores que jogaram muitas horas, com poucas pausas para comer e dormir. Um sul-coreano que passou 50 horas quase ininterruptas à frente de um computador, divertindo-se com jogos, morreu de parada cardíaca minutos depois de finalizar sua epopeia em um cybercafe…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES

FONTES 
  • Psicologado
  • Ulbra
  • Outras fontes
  • Conhecimento dos profissionais que participaram

VEJA MAIS

Autor comentado no episódio: Link


VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Diablo I  II Soundtrack   Tristram Village
  • Assassin’s Creed TOP 10 Soundtrack
  • Starcraft 2   Wings of Liberty
  • David Bowie – This is Not America
  • David Bowie – Absolute Beginners

 


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Retrô 2015: A exemplo do ano passado, este ano também optamos por fazer um episódio sobre alguns acontecimentos de 2015. Não vamos falar do que esteve todos os dias nas grandes manchetes pelo mundo e no Brasil, mas em vez disso vamos falar sobre alguns acontecimentos menos “visados”, mas que são também de fundamental importância para todos em alguns casos e outros que são meras curiosidades ocorridas durante o ano, como por exemplo a queda de 488 metros de um esquiador e que não teve grandes ferimentos, a estranha pesquisa realizada pela USP sobre uma cachaça de qualidade comparada a uísque 12 anos e tantas outras. Também abordamos fatos sobre ciências, arqueologia e verificamos se algumas promessas de 2014 foram concretizadas…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES

VEJA MAIS
nobel paz 2015

NOBEL DA PAZ 2015: Wided Bouchamaoui, Houcine Abbassi, Abdessattar ben Moussa, Mohamed Fadhel Mahmoud

 

Nobel física 2015

NOBEL DA FÍSICA 2015: Takaaki Kajida e Arthur B. McDonald

Vídeo do esquiador numa queda de 488 metros


VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Dire Straits – So Far Away
  • Dire Straits – My Parties
  • Echobelly – Natural Animal
  • Dire Straits – Once Upon A Time In The West
  • Dire Straits – The Bug
  • Dire Straits – Why Worry
  • Dire Strits – Communiqué
  • Dire Strits –  Your Latest Trick
  • Gareth Emery – U Album Mix
  • Dash Berlin – Earth Meets Water
  • Gareth Emery – Lights & Thunder Omnia Radio Edit
  • John O’Callaghan – Games Ian Standerwick Radio Edit

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Corrupção na Ditadura:

O último período do Brasil sob comando dos militares ocorreu após o golpe de Estado em março de 1964 e durou até 1985, com a saída do general João Baptista Figueiredo. O regime foi marcado pelas restrições ao trabalho do Legislativo e do Judiciário, blindagem do Executivo e, consequentemente, de todas as instituições civis e militares subordinadas ao governo federal, censura à imprensa e repressão à sociedade civil. Os ouvintes que quiserem saber mais sobre o regime militar poderão ouvir o episódio #04 do Temacast.

O historiador Pedro Henrique Pedreira Campos afirma: “A falta de fiscalização autônoma a agentes públicos praticamente impedia o combate à corrupção na ditadura. “Era um cenário ideal para práticas corruptas”, diz o autor do livro “Estranhas Catedrais – As Empreiteiras Brasileiras e a Ditadura Civil-militar”, que aborda a ligação das empresas de construção com o regime.

E continua: “Isso de dizer que havia menos corrupção é uma falsa impressão. Não é que eram menos casos, pelo contrário. É que a denúncias eram menos publicadas. Os mecanismos de fiscalização eram bem menos eficientes. A imprensa estava cerceada, censurada, várias empresas foram forçadas à falência. A pequena imprensa foi duramente perseguida”.

“Os mecanismos do Estado também eram ineficientes. O Congresso ficou fechado algumas vezes; dentro da oposição oficial, o MDB (Movimento Democrático Brasileiro), quem não seguisse a linha poderia ser cassado pelo AI-5. A Polícia Federal e o Ministério Público eram usados para finalidades diretas da ditadura; a margem de independência do Judiciário era muito pequena. Era um cenário montado para impedir contestação.”…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES

FONTES 

VÍDEOS

Motivos para não querermos os militares no comando

Liberdade de imprensa – Gal Newton Cruz (Tratamento dado a um repórter)

Guerra de palavras: entrevista com o Gal Leônidas Pires Gonçalves

Que história é essa Newton Cruz?


VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Originais Do Samba – Se Gritar Pega Ladrão
  • Aerus – Me dá um dinheiro aí
  • João Bosco – Bala com bala
  • Chico Buarque – Hino Da Repressão
  • Caetano Veloso – Podres Poderes
  • Elza Soares – Mas que nada
  • Chico Buarque – Roda viva
  • Caetano Veloso – O Quereres
  • Chico Buarque – Corrente
  • Gonzaguinha – Comportamento geral
  • Chico Buarque – Vai passar
  • Chico Buarque – Apesar de você
  • Chico Buarque – Tema de “Os inconfidentes”
  • Chico Buarque – Bye bye Brasil
  • Chico Buarque – Pelas tabelas
  • Gonzaguinha – Vamos à Luta
  • Chico Buarque – Cálice
  • Bezerra da Silva – Vírus da Corrupção
  • Cássia Eller  – Malandragem
  • Cássia Eller – Lanterna dos Afogados
  • Jota Quest – As Dores Do Mundo
  • Legião Urbana – Que País é Este
  • Tim Maia – Vale tudo
  • Gilberto Gil – Realce

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Depressão

O que dizer da dor que não pode ser dita? Sem causa ou natureza definíveis, sem possibilidade de compreensão? Dor do nada, simplesmente do vazio de existir, indescritível, incomensurável, e que, por isso mesmo, chama em vão a palavra?  Muitos falaram dela, para dizê-la, traduzí-la ou minora-la usaram termos como: tristeza, trevas, sombras sem fim, sol negro, nevoeiro, tempestade em céu sereno, certeza infeliz, apatia, tédio… depressão.

Aristóteles e outros estavam seguros de que era uma admirável condição da mente, associada à inteligência, à genialidade e à criatividade. Hoje a melancolia cede terreno à depressão, que implica diminuição, redução e decréscimo. Mas o que de fato define, indica ou revela essa forma de marcar tristeza?

Como se transforma em doença a dor de existir?

É comum as pessoas pensarem na depressão como tristeza e associar episódios e comportamentos isolados, que na verdade podem ser apenas episódios de ansiedade ou mesmo um luto que se estende um pouco mais do considerado normal. Também é comum pessoas falarem que depressão é apenas “frescura”, falta do que fazer, e que o deprimido não está “doente de verdade”. Podem associar a características isoladas da depressão e não compreender que o deprimido precisa de ajuda profissional e também suporte e apoio dos amigos e familiares. O senso comum também associa a depressão imediatamente ao suicida, mesmo que por vezes, não haja intenção suicida por parte do deprimido.

Muita gente associa a depressão a uma “personalidade fraca”. O deprimido, no senso comum, pode ser alguém ligado a problemas espirituais, um pessimista ou alguém “mimado”, que não sabe lidar com responsabilidades da vida adulta, do cotidiano.  Por essas observações, é fácil notar o quanto o deprimido é julgado pela sua condição e o quanto as pessoas, em geral, são leigas quanto a esse tipo de distúrbio…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


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PARTICIPANTES
  • Francisco Seixas @temacast
  • Igor Alcantara (igoralcantara)
  • Juliana Torres (Facebook)
  • Faísca e Fumaça – cachorrinhos da Juliana ainda sem site, Facebook e outros 🙂
FONTES 
Livros
  • Ansiedade e Depressão, prof. Dr. Wilson Ferreira de Melo
  • Depressão e Gênero: por que as mulheres deprimem mais que os homens
  • Analise Funcional de um caso Clinico de Depressão, Sobre Comportamento e Cognição. Pags 195 a 202. Vera Regina Lignelli Otero.

VEJA MAIS

FILMES SOBRE O ASSUNTO

 


VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Queen – Under Pressure
  • Radiohead – Creep
  • Coldplay – A Sky Full Of Stars
  • Radiohead – Fake Plastic Trees
  • Coldplay – Yellow
  • Coldplay – The Scientist
  • Coldplay – Midnight
  • Coldplay – Magic
  • Coldplay – Paradise
  • Coldplay – In My Place
  • The Smashing Pumpkins – Mellon Collie and the Infinite Sadness
  • Coldplay – Viva La Vida
  • Radiohead – No Surprise
  • Radiohead – How to disappear completely
  • Radiohead – There There
  • Aerosmith – Crazy
  • Bryan Ferry – Make you feel my love
  • Cliff Richard – We Don’t Talk Anymore
  • Kim Carnes – Bette Davis Eyes
  • Falko – Der Komissar
  • Creedence Clearwater Revival – Proud Mary
  • Deep Purple – Smoke On The Water

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Luiz Gonzaga nasceu em 13 de Dezembro de 1912, na Fazenda Caiçara, em Exu, distante 603 Km da Capital Pernambucana. Seu nome, Luiz se deve ao fato de que ele nasceu no dia de Santa Luzia. Gonzaga, seu segundo nome, foi um pedido do padre que o batizou e Nascimento, por ter nascido no mês em que Jesus nasceu.

Ele foi o segundo dos nove filhos da união do casal Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus (Santana), veio ao mundo dividido entre a enxada e a sanfona. Foi observando seu pai animando bailes e consertando velhas sanfonas, que despertou a curiosidade pelo instrumento. Certa vez seu pai encontrava-se na roça e sua mãe na beira do rio. O mesmo pegou uma velha sanfona e começou a tocar. Santana, que não queria que o filho trilhasse o mesmo caminho do pai, dava-lhe puxões de orelha que nada adiantavam. Luiz Gonzaga seguia em frente, acompanhando seu pai em diversos forrós, revezando-se com ele na sanfona e ganhando seus primeiros trocados.

Um belo dia Januário foi pego de surpresa quando o Sr Miguelzinho, dono de um forró, pediu para que Gonzaga tocasse, este havia contratado um outro tocador que não apareceu. A salvação foi convidar o então menino Gonzaga que já havia mostrado suas habilidades no mesmo terreiro, claro que sem seus pais saberem. Foi um sucesso. E por aquelas “bandas” era conhecido por Luiz de Januário. Assim o Forró rolou solto ao longo da noite, Luiz Gonzaga sentia-se feliz, empolgado, era a primeira vez que tocava com o consentimento da mãe. Com o passar da noite, começou a sentir seus olhos arderem, a cabeça pesar, foi então que pediu para deitar na rede e de tão menino que era, ainda fez xixi enquanto dormia. Daí então passou a…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES

FONTES 

VEJA MAIS

Filme: Chapéu de Couro (Youtube)

Filme: O Homem que Engarrafava Nuvens (Youtube)

Asa Branca- David Byrne


VITRINE

MÚSICAS DE LUIZ GONZAGA NESTE EPISÓDIO
  • Cintura fina
  • Ó véio macho
  • Nem se despediu de mim
  • Mangaratiba
  • Forró no escuro
  • Lampião falou
  • Xamego (Vira e mexe)
  • Chinelo de Rosinha (Trio Nordestino)
  • No meu pé de serra
  • Respeita Januário
  • Baião
  • Asa branca
  • A volta da Asa Branca
  • Vozes da seca
  • Juazeiro
  • Vem morena
  • Paraíba
  • Onde tu vai baião
  • Sanfona do povo
  • A vida do viajante (com Gonzaguinha)
  • A morte do vaqueiro
  • Ovo de codorna
  • Boiadeiro
  • Saudade de Pernambuco
  • Hora do adeus
  • Farinhada (com Elba Ramalho)
  • Danado de bom
  • Baião de São Sebastião
MÚSICAS DE DOMINGUINHOS NESTE EPISÓDIO
  • Eu só quero um xodó
  • Abri a porta
  • Pedras que cantam
  • Isso aqui tá bom demais
  • Depois da derradeira / Nem me deu bola
  • Riso cristalino
  • Eu me lembro

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DESCULPEM NOSSA FALHA!

No episódio é dito que o bairro Guaianazes de São Paulo tem aproximadamente 4 milhões de habitantes quando na verdade esta é a população estimada de toda a Zona Leste da capital paulista. O Bairro de Guianazes tem uma população aproximada de 400.000 habitantes que é 10 vezes maior do que a de Arco Verde, cidade natal do Thiago Miro, citado no cast!


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Dia do Podcast: Hoje, 21 de outubro de 2015, estamos comemorando o segundo ano do #DiaDoPodcast. Com a intenção de promover a data e a mídia podcast, gravamos um papo informal falando sobre o assunto.

No dia 30 de Setembro de 2014 foi comemorado o primeiro #PodcastDay nos Estados Unidos. Essa ação foi criada pelo podcaster americano Steve Lee (Netcast Studio) e visa propagar a mídia para o mundo inteiro, atingir o máximo de pessoas possível. Em apenas um ano de existência, o PodcastDay conseguiu um alcance muito maior do que eles mesmo esperavam e já está em desenvolvimento o International #PodcastDay para 2015.

Saiba mais…


PARTICIPANTES

VEJA MAIS

O que é Podcast

História do Podcast

#DiadoPodcast


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California:

Está localizada na costa oeste dos Estados Unidos e é banhada pelo Oceano Pacífico. Pode não parecer, já que se você olhar no mapa o estado é só uma tripinha, mas ele é o terceiro maior estado americano em área, ficando atrás do Alasca e do Texas. Em riqueza, ela está em primeiro lugar no país e é bem mais rica do que muitos países. O estado tem um produto interno bruto de 2.2 Trilhões de dólares por ano, o que equivale a 13% de todos os Estados Unidos e é maior que o PIB de quase todos os países do mundo, com exceção de 7: o próprio Estados Unidos, a China, o Japão, a Alemanha, a França, o Reino Unido e o Brasil. E essa lista vai mudar, porque acredita-se que já neste ano de 2015 supere o PIB do Brasil. Hoje o nosso PIB e o PIB da California é praticamente o mesmo.

Pois é, isso quer dizer que ela é mais rica que a Itália, Rússia, Espanha e vários outros “ban ban bans” por aí.
Falando sobre as regiões da California, resumidamente nós temos o Norte da California, onde fica San Francisco, todo o famoso Vale do Silício e a capital do estado, Sacramento e temos o Sul da California onde fica a segunda maior cidade dos EUA, Los Angeles e tem também San Diego, já na fronteira com o México. Essas são as principais cidades do estado: Los Angeles, San Francisco, San Diego e Sacramento. No quesito populacional, ela também é o estado mais populoso dos EUA, com 38 milhões de pessoas, tem 8 cidades dentre as mais populosas do país e com a segunda maior área metropolitana: Los Angeles, que tem quase 19 milhões de pessoas.

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES
FONTES 

VEJA MAIS

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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO
  • Dead Kennedys – California Über Alles
  • Led Zeppelin – Going to California
  • Ray Conniff – It Never Rains In California
  • Harpo – San Francisco night
  • Maroon 5 – Leaving California
  • Chuck Berry – California
  • Billy Scott – The Prophets ‘California’
  • Counting Crows – Los Angeles
  • Lenny Kravitz – California
  • Manfred Mann’s Earth Band – California
  • Eagles – Hotel California
  • Roy Orbison – California Blue
  • Ennio Morricone – A Fistful Of Dollars
  • Ennio Morricone – The Good, The Bad and The Ugly
  • The Mamas & The Papas – California Dreamin’
  • Scott McKenzie – If You’re Going To San Francisco
  • U2 – California (There Is No End To Love)
  • Marlena Shaw   California Soul
  • Beach Boys – California Girls
  • Soul Kid – We got more bounce in California
  • Red Hot Chilli Peppers – Californication
  • The Adicts – California
  • Rosa Maria – California Dreamin’
  • Chris Isaak – San Francisco Days
  • Pet Shop Boys – Go West
  • Stereophonics – Have a Nice Day

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Guerra de Farrapos –

Também é chamada de Revolução Farroupilha ou Decênio Heróico, foi um movimento que eclodiu no Rio Grande do Sul e configurou-se, na mais longa revolta brasileira. Durou 10 anos (1835 – 1845) e foi liderada pela classe dominante gaúcha, formada por fazendeiros de gado, que usou as camadas pobres da população como massa de apoio no processo de luta.

O Rio Grande do Sul, estava esgotado pela sequência de guerras, a última das quais tinha sido a campanha da Cisplatina, com as estâncias e charqueadas produzindo pouco, com os rebanhos esgotados e sem que o império brasileiro pagasse as indenizações de guerra, apesar de enriquecer com as exportações de café e açúcar do centro do País. Os impostos sobre o gado em pé e sobre a arroba de charque – principais produtos da Província – eram escorchantes. Todos os produtos da pecuária pagavam dízimo. Cada arroba exportada pagava 600 réis de taxa e cada légua de campo pagava 100 mil réis de imposto anual. O pior porém é que o centro do Brasil preferia comprar o charque platino ao invés do rio-grandense que era produzido pelo braço escravo das charqueadas e, portanto, caro.

O charque uruguaio ou argentino, fruto do braço assalariado nos intervalos das infindáveis guerras e revoluções do Prata, era vendido no Rio de Janeiro e São Paulo bem mais barato que o charque rio-grandense.
Não se deve nessa época falar em contrabando, porque a fronteira sul do Rio Grande era indefinida. Até bem pouco a Cisplatina era província do império e muitos estancieiros brasileiros ou orientais tinham campos no Uruguai e também no Rio Grande, sendo impossível dizer onde terminava o Brasil e onde começava a República Oriental do Uruguai – em organização.

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES

FONTES 

VEJA MAIS

Vídeo sobre o assunto


Ata de Sessão da Loja Maçônica que deu início ao movimento (fonte)


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Hino República Rio Grandense
■ Grupo Caverá  – Gaudêncio Sete luas
■ Allex  – Estrela Guria
■ Raul Ellwanger – Pealo de Sangue
■ Os Serranos – Baile da Mariquinha
■ Allex – Recuerdos da 28
■ Leopoldo Rassier – Cordas de Espinho
■ Victor Hugo – Vento Negro
■ José Claudio Machado – Quando Sopra o Minuano
■ Noel Guarany – Romance do Pala Véio
■ Daniel Torres – Canto Alegretense
■ Os Farrapos – Me Comparando ao Rio Grande
■ Leopoldo Rassier – Veterano
■ Grupo Caverá – Os Homens de Preto
■ Victor Hugo – Desgarrados
■ Renato Borghetti – Milonga Para as Missões
■ Allex – Esquilador
■ Dante Rámon Ledesma – América Latina
■ Allex – Cantiga de Rio e Remo
■ Leopoldo Rassier – Não Podemo se entregá pros Home
■ Leopoldo Rassie – Entardecer
■ Os Serranos – É disso que o velho gosta
■ Isabela Fogaça – Porto Alegre é demais
■ Kleiton & Kledir – Fonte da saudade
■ Kleiton & Kledir – Maria fumaça
■ Kleiton & Kledir – Deu pra ti
■ Kleiton & Kledir – Tô que tô
■ Kleiton & Kledir – Nem pensar


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Os Irmãos Grimm: No final do século XVIII em Hanau, na Alemanha nascem, respectivamente em 1785 e um ano depois, Jacob e Wilhelm, filhos de um advogado que morreria quando os irmãos ainda eram muito jovens. Sem recursos e com uma mãe para sustentar, Jacob e Wilhem aceitam a oferta de uma tia para custear seus estudos de Direto na universidade de Kassel, onde ambos formaram-se com sucesso.

Já trabalhando em sua área de formação, Jacob Grimm aprende com Friedrich Von Savigny como se dedicar às pesquisas e fica apaixonado pelo conhecimento; sobretudo filologia, o estudo das linguagens. Esta paixão era também compartilhada por Wilhelm e os estudos de ambos abrangiam não só a linguagem, mas também História, a própria Alemanha, a Idade Média e a Humanidade. Buscando ter mais tempo para dedicarem-se às suas pesquisas, os irmãos Grimm conseguem ocupações que lhes rendiam mais horas para seus interesses pessoais – com este tempo, Jacob e Wilhem dão inicio a um tratado sobre a Língua Germânica, desenvolvendo uma teoria que ganharia seu sobrenome.

Todos os estudos dos irmãos Grimm eram iniciados do zero, sem apoio de pesquisas anteriores, guias, dicionários ou estudos de palavras – a dedicação dos irmãos era notável. Contudo, era mais notável o progresso de Jacob, que era melhor estudioso ao passo que Wilhelm mostrava-se melhor escritor. Usando o que cada um tinha de melhor para contribuir com suas obras, o trabalho dos Grimm mostrava bastante coeso.
Quanto às suas personalidades, os irmãos Grimm mostravam-se particularmente germânicos: pouco senso de humor e uma certa tendência para o romântico. Jacob admitira mais tarde que, mesmo já adulto, a mera menção a algo “misterioso” o deixava entusiasmado. Mas também nutriam apreço pelas coisas simples do campo…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES
LINKS 

VEJA MAIS

Link para 200 contos dos irmãos Grimm


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Walt Disney Pictures – Best Soundtracks (YouTube)

■ 1 Hour of Elves, Fairies, and Merfolk Music  (YouTube)

■ David Bowie – Opening Titles (do filme O Labirinto)

■ David Bowie – As the World Falls Down (do filme O Labirinto)

■ David Bowie – Underground (do filme O Labirinto)

■ Simon And Garfunkel – Mrs Robinson

■ Michael Jackson –  Rock With You

■ Pet Shop Boys – Domino Dancing


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– Guerra da Cisplatina –

Ocorreu entre os anos de 1825 a 1828 e envolveu o Império do Brasil e as Províncias Unidas do Rio da Prata (Argentina). A batalha foi uma disputa pela posse da então Colônia do Sacramento  – atual Uruguai. A área era considerada estratégica, pois era de grande domínio fluvial, com acesso aos rios Paraná e Paraguai e via de transporte da prata andina. A região onde se situa atualmente o Uruguai foi inicialmente colonizada por Portugal, em 1679.

Os portugueses fundaram a Vila de Sacramento, e por quase cem anos a região permaneceu praticamente em suas mãos. Esta colônia mais ao sul da América portuguesa era importante, pois, controlando o estuário do Prata seria possível manter a comunicação com os regiões interiores que hoje formam o Mato Grosso e Mato Grosso do Sul (preocupação esta que os brasileiros iriam herdar e que viria a resultar mais tarde na Guerra do Paraguai). Em 1817, toda a região, denominada Banda Oriental (da região do Prata), foi reconquistada pelos portugueses por ordem de João VI e renomeada Cisplatina (que significa literalmente “este lado do Prata”).

Esta província era povoada tanto por castelhanos, como por portugueses e também por seus descendentes, resultando numa amálgama cultural que dificultava o surgimento de uma identidade própria para seus habitantes. A província aceitou fazer parte do Império do Brasil, inclusive enviando deputados para a Constituinte de 1823 (e antes mesmo para as Cortes em 1822). Só que, trinta e dois nativos da província liderados por Juan Antonio Lavalleja revoltaram-se contra o Brasil e declaram a união da Cisplatina com as Províncias Unidas do Rio da Prata (futura Argentina).

Essa insurreição

Fora possível graças à colaboração material e financeira por parte das Províncias Unidas. Esse atentado contra a soberania brasileira por parte de uma nação estrangeira foi revidada por uma declaração formal de guerra em 10 de dezembro de 1825. Apesar de deter um exército com mais de 26 mil homens e uma poderosa marinha de guerra (em comparação com seu adversário), o Brasil foi incapaz de derrotar as forças rebeldes da Cisplatina e as tropas das Províncias Unidas. PRIMEIRA DERROTA DO BRASIL PARA A ARGENTINA e nem tinha ainda o Messi ou Maradona.

Já no campo militar, as tropas brasileiras, preparadas para batalhas convencionais, eram incapazes de fazer frente às tropas argentinas que utilizavam táticas que atualmente seriam consideradas de guerrilha. O Exército Brasileiro manteve sua presença nas cidades e vilas da Cisplatina, mas não encontrava maneiras de desferir um golpe certeiro no inimigo que preferia atuar de maneira inconsistente na região rural...

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES
FONTES 

GANHADORES DOS LIVROS

Através da hashtag AniversarioTemacast: Nelson Imbulseiro

Através do comentário no episódio de aniversário: Gabriele Tschá

Ambos deverão entrar em contato com o Temacast para informar dados para a entrega dos livros através do email temacast@temacast.com.br ou pelo Facebook através de MP diretamente com o Igor Alcantara


VITRINE

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Bajofondo Tango Club – Pa’ Bailar (featuring Ryota Komatsu)

■ 1 Hour Most Epic Battle Music Collection (via YouTube)

■ Bedrock – Beautiful Strange

■ Rodrigo Amarante – Tuyo

■ Bajofondo Tango Club – Cristal

■ Pat & Mick – Let’s All Chant

■ The Cool Notes – Spend The Night

■ The Reynolds Girls – I’d Rather Jack

■ Blank & Jones – Desire (Ambient Mix)


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– Temacast – 1º Aniversário –

Este é o nosso episódio #26 e é também quando fechamos o nosso 1º ano de atividade. Nós iremos falar sobre o hábito de se comemorar aniversários e de quebra vamos falar um pouco sobre como tudo começou e trazer vários depoimentos de amigos para celebrar conosco a data. Bom, primeiramente vamos falar sobre comemorações de aniversário. De acordo com o livro The Lore of Birthdays (“A Sabedoria dos Aniversários”, sem tradução em português), dos antropólogos americanos Ralph e Adelin Linton, aniversários merecem comemorações desde o Egito antigo, ou seja, a moda surgiu por volta de 3000 a.C. Tanto os egípcios quanto os gregos, que adotaram o costume, restringiam as comemorações apenas a seres superiores: faraós e deuses. Com o tempo, o hábito foi se estendendo aos mortais e contaminou também os romanos, que davam o privilégio ao imperador, a sua família e aos senadores. Nos primórdios do cristianismo, o costume foi abolido por causa das suas origens pagãs. Foi só no século IV que a Igreja começou a celebrar o nascimento de Cristo, o Natal. Daí, ressurgiu o hábito de festejar aniversários e pouco a pouco foram surgindo as peças simbólicas: o bolo, as velinhas, o “parabéns a você”…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES
DEPOIMENTOS 

VITRINE

CONCURSOS PARA GANHAR LIVROS

1 – Através da hashtag #AniversarioTemacast

O ouvinte deverá escolher o episódio do Temacast que ele mais gostou e compartilhar o link nas redes sociais Twitter e/ou Facebook e utilizar a hashtag #AniversarioTemacast. (ATENÇÃO: Compartilhamentos no Grupo Saiba Mais do Temacast não serão computados)

Período: entre 15/08/2015 e 30/08/2015.

Será entregue 1 (um) livro do Igor Alcantara a ser escolhido pelo ganhador dentre os 5 que ele já publicou.

■ O ganhador será aquele cujo post for o mais curtido nas redes sociais. As redes sociais participantes são Facebook e Twitter apenas. As curtidas de uma rede não se somam à de outra, são contadas como participações separadas.

Caso haja empate entre dois ou mais ouvintes será feito um sorteio.

2 – Através de comentário neste episódio

O ouvinte deverá escrever um comentário NESTE episódio dizendo o que o Temacast representa para você, o que ele acrescentou na sua rotina ou que tipo de mudança causou. Enfim, dizer qual é a sua relação com o Temacast.

Período: entre 15/08/2015 e 30/08/2015

Será entregue 1 (um) livro do Igor Alcantara a ser escolhido pelo ganhador dentre os 5 que ele já publicou.

■ O ganhador será aquele que receber melhor avaliação pela equipe do Temacast.

livros-igor


MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Parabéns da Galinha Pintadinha

■ Katy Perry – Birthday

■ Miley Cyrus – We Can’t Stop

■ Flo Rida – Let It Roll

■ Katy Perry – This Is How We Do

■ John Newman – Love Me Again

■ Bruno Mars – Locked Out of Heaven

■ Astor Piazzola – Adios Nonino

■ The Doobie Brothers – Long Train Runnin’

■ The Doors – The Changeling

■ The Beatles – Birthday

■ Israel Kamakawiwo’ole – Over The Rainbow  What A Wonderful World

■ Phil Collins – Colours

■ Creedence Clearwater Revival – Proud Mary

■ Kim Carnes – Bette Davis Eyes

■ Akon –  Beautiful

■ Jane Birkin & Serge Gainsbourg – Je T’aime…  Moi Non Plus

■ Al Green – Sha – La – La (Make Me Happy)

■ Oingo Boingo –  Just Another Day

■ Pet Shop Boys – It’s A Sin

■ Queen – The Show Must Go On

■ Sade – The Moon and the Sky

■ Scorpions – When The Smoke Going Down

■ Simply Red – Sunrise

■ Will to Power –  I’m Not In Love


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– Intolerância (A era dos extremos) –

A Intolerância é o nome dado quando falta a uma pessoa ou a um grupo o seu oposto: a tolerância. Tolerância é uma palavra derivada do latim Tolerare que significa “suportar” ou “aceitar” e está relacionada ao grau de aceitação diante de um elemento contrário a uma regra, seja ela moral, religiosa, cultural, civil ou física.

Quando dissemos grau, é isso mesmo que você entendeu. Segundo a definição do conceito, existem diferentes graus de tolerância. A pessoa pode ser completamente tolerante a algo, completamente intolerante ou parcialmente tolerante.

Um exemplo

Disso é a questão da intolerância de pessoas quanto à homossexualidade. Existem pessoas que são completamente tolerantes a isso e encaram como algo normal e acham que homossexuais devem ter seus direitos garantidos por lei, incluindo o direito ao casamento civil e adoção de crianças. Existem pessoas que são completamente intolerantes e que acham que a homossexualidade deve ser banida, sugerindo até uma coisa meio esdrúxula que é a chamada “cura gay”. No entanto, a maioria das pessoas possui diferentes graus de intolerância a isso. Existem aquelas que toleram a existência de homossexuais, mais não quer que eles tenham direito algum, existem aquelas que defendem o direito ao casamento civil, mas são contra a adoção, além de diversas variações desta intolerância.

Então, quando a gente fala que existe intolerância de X sobre Y, não necessariamente é a intolerância total. Na maioria das vezes a intolerância é parcial. Além disso, é importante a gente dizer aqui que as pessoas acham que intolerância acontece apenas partindo do grupo que pertence à maioria contra as minorias, mas isso não é verdade. É bem comum que minorias vivam isoladas por intolerância em relação ao mundo externo. Existem diversas religiões, como os Amish por exemplo, que se encaixam neste perfil.

Outra curiosidade é que a primeira vez que a expressão Tolerância foi usada foi no século XV e designava quando uma pessoa conseguia uma permissão das autoridades religiosas para se ver livre de alguma obrigação. Por exemplo, quando um casamento era anulado. Por isso, essa palavra começou a ser usada no âmbito da religião para depois adquirir um significado mais amplo. Entretanto…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES

VEJA MAIS

FONTES

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Annie – Anthonio (Berlin Breakdown Version)

■ Sia – Chandelier

■ Jace Everett – Bad Things

■ Seal (Featuring Mikey Dread) – Lips Like Sugar

■ The Rolling Stones – Let It Loose

■ Harry Nilsson – Everybody’s Talkin’

■ Ryan Star – Brand new day

■ Milo Greene – What’s The Matter

■ Nouvelle Vague – In a Manner of Speaking

■ Georg Levin – Leisure Suit

■ Battleme – Hey Hey, My My

■ Bic Runga – Sway

■ Billy Paul – Thanks For Saving My Life

■ Soulful House Stephanie Cooke – What Makes The World Go Round

■ Gerry Rafferty – Baker Street

■ Pet Shop Boys – Being Boring

■ Georg Levin – (I Got) Somebody New

■ Zamfir – The Lonely Shepherd

■ La Caina – Sweet Sunset

■ Modaji ft. Jag – No Disquise

■ Afterlife – Breather 2000 (Arithunda Mix)


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– Revolução Constitucionalista de 32 –

Bem, caro ouvinte, se você escutou nosso episódio anterior sobre a Revolução de 1930, sabe que no cerne desse movimento estava o embate entre os interesses paulistas que foram sobrepostos pela vitória da Aliança Liberal, liderada principalmente pelas oligarquias de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul. Se você não ouviu o nosso episódio anterior, que foi o TemaCast 23, nós aconselhamos que você volte lá e dê uma escutadinha. É bom observar que a chegada ao poder de Getúlio Vargas em 30, para exercer um governo provisório, foi recebida pela população paulista com muita euforia e festas nas ruas em comemoração a mudança.

O episódio anterior terminou com a subida de Getúlio Vargas ao poder no que ficou conhecido como o “Governo Provisório”. Começou ali um período que vai até 1945 e foi chamado posteriormente de “A Era Vargas”. Então, nada melhor do que começar este episódio com esse período, não é mesmo?

A Era Vargas foi um período conturbado da história republicana brasileira, com a ocorrência de alguns levantes armados contra o presidente, que comportava-se ao mesmo tempo como um ditador e como um populista. Dentre esses levantes encontra-se a Revolução Constitucionalista de 1932, que, como você sabe, é o tema que estamos abordando hoje.

O motivo inicial para esta revolução foi a oposição aos interventores nomeados por Getúlio Vargas para governar o estado de São Paulo, durante seu governo provisório. Vargas representava uma aliança de forças políticas e econômicas que se opunha justamente a essa elite cafeeira. Entretanto, desde o início de seu mandato, tentou flertar com os cafeicultores através da política de proteção à cafeicultura e à industrialização, cujo polo principal estava em São Paulo. Mas era ambígua essa política, pois poderia fortalecer novamente essa elite.

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES

VEJA MAIS
FONTES

FOTOS

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Cartaz MMDC

Cartaz MMDC

Cartão Postal MMDC

Cartão Postal MMDC


MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Homenagem aos heróis Paulistas na revolução de 1932

■ Paris Belfort  –  Hino 9 de Julho  MMDC

■ Hino do Estado de São Paulo

■ Scottaltham – Never Heard a Rhyme Like This Before

■ AlexBeroza – Improvisation on Friday…

■ Djlang59 – Drops of H2O ( The Filtered Water Treatment )

■ Black & Jones – Souvenir

■ Blank & Jones – After Love (Ambient Mix)

■ Caetanos Veloso – Sampa

■ São Paulo, A Sinfonia da Metrópole

■ Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo – Amanhecento

■ Adoniran Barbosa – O samba do Ernesto

■ Adoniran Barbosa – Tiro ao Álvaro

■  Adoniran Barbosa – Aguenta a mão João

■ Demônios da garôa – Isto é São Paulo


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– Revolução de 30 –

Antes de falarmos da Revolução de 1930, precisamos falar do período que a antecedeu. Estamos falando da República Velha. Ela começou em 15 de Novembro de 1889 com a Proclamação da República e durou até 1930 quando aconteceu o momento histórico que vamos abordar neste episódio. Foram 41 anos e 13 presidentes diferentes.
Falando brevemente sobre a República Velha, o primeiro presidente foi o Marechal Deodoro da Fonseca, que proclamou a República e conquistou o mandato através do Governo Provisório.
O Governo Provisório foi responsável por acabar com a mediação da Igreja nos interesses políticos. Deodoro da Fonseca, em seu governo, separou Igreja e Estado, determinou o fim do padroado e fez com que o casamento se tornasse um registro civil obrigatório.
Em 1891, foi elaborada a Primeira Constituição da República, baseada no texto constitucional dos Estados Unidos. Dentre as principais mudanças estavam o rompimento com o sistema monárquico, a divisão dos três poderes independentes entre si (Legislativo, Executivo e Judiciário) e a alternância da presidência com eleições diretas realizadas no período de 4 anos. Todos os homens com mais de 21 anos letrados eram obrigados a votar e as províncias passaram a ser denominadas estados, obtendo mais autonomia federativa…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PERSONAGENS DA VITRINE

Da esquerda para direita:

  • Getúlio Vargas
  • João Pessoa
  • Washington Luis
  • Júlio Prestes

PARTICIPANTES

VEJA MAIS
FONTES

 


MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Renato Borguetti

■ Marcus Viana – Pátria Minas

■ Tom Zé – São, São Paulo

■ Roaring Twenties – Berlin Jazz Melancoly, 1929

■ Fanny Brice  – I’d Rather Be Blue Over You, 1929

■ Demônios da garôa – Trem das onze

■ Os Serranos – É disso que o velho gosta

■  Afonso Gadelha – Baião da lua azul

■ Paulinho Pedra Azul – Só pra você

■ Suspense  Intrigue ‘ Music – Best of the Best (fonte YouTube)

■ Neto Fagundes – Canto Alegretense

■ Afonso Gadelha – O amor

■ Beto Guedes – São Paulo

■ Flávio Venturini – Beija Flor

■ Kleiton e Kledir – Maria Fumaça

■ Kleiton e Kledir – Deu pra ti

■ The Beatles – When I’m Sixty-Four

■ Alphaville – Forever Young


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Veja o ganhador do livro na leitura de emails deste episódio e no vídeo publicado no Saiba Mais!


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– Barão do Rio Branco –

José Maria da Silva Paranhos Júnior, barão do Rio Branco, foi professor, político, jornalista, diplomata, historiador, advogado e biógrafo. Nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 20 de abril de 1845, e faleceu na mesma cidade, em 10 de fevereiro de 1912.
Rio Branco era filho de José Maria da Silva Paranhos, o visconde do Rio Branco. Cursou o Colégio Pedro II, a Faculdade de Direito de São Paulo, depois a de Recife. Bacharel em 1866, viajou pela Europa e, na volta, regeu a cadeira de Corografia  e História do Brasil no Imperial Colégio. É isso mesmo, eu falei Corografia que é o estudo da descrição particular de uma nação ou de uma área geográfica.
Em 1869, foi nomeado promotor público de Nova Friburgo. No mesmo ano acompanhou, como secretário da Missão Especial, o visconde do Rio Branco (seu pai) ao rio da Prata e ao Paraguai. No mesmo caráter se manteve, em 1870 e 1871, nas negociações de paz entre os membros da Tríplice Aliança e o Paraguai.

Regressando ao Rio, dedicou-se ao jornalismo. Foi dirigir o jornal A Nação, juntamente com Gusmão Lobo. Em maio de 1876, Rio Branco deixava o jornalismo para aceitar o cargo de cônsul-geral do Brasil em Liverpool.
Em 1884, integrou a comissão de delegado à Exposição Internacional de São Petersburgo e, depois de proclamada a República, foi nomeado, em 1891, em substituição do conselheiro Antonio Prado, superintendente geral na Europa da emigração para o Brasil, cargo que exerceu até 1893…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES

VEJA MAIS
FONTES

IMAGENS

questão de Palmas

questão do Pirara

questão do Amapá

Tratado de Petrópolis - Acre


MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Dobrado Barão do Rio Branco

■ Carlos gomes – Alvorada


CHIQUINHA GONZAGA Coleção Folhas Raizes da MPB Vol 18

■ Não insistas rapariga

■ Atraente

■ Lua branca

■ Corta-jaca

■ Yara

■ Day-break ainda não morreu

■ Plangente

■ Sonhando

■ Biónne

■ Em guarda!

■ Dança brasileira

■ Amapá

■ Lo t’amo

■ Laurita

■ Sultana


■ Louis Moreau Gottschalk – Marcha Solene Brasileira

■ Steve howe – Bachianas Brasileiras no5 (aria)

■ Yes – The Gates of Delirium (parcial)


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– Beatles – Lado B (parte 2/2) –

Voltando de sua última turnê e precisando descansar da rotina pesada e da polêmica causada pela entrevista do John, eles tiraram 7 semanas de férias, onde puderam cuidar de assuntos particulares. George Harrison foi para a Índia para melhorar sua habilidade com a Sítar, tendo aulas com o famoso Ravi Shankar. Paul e George Martin ajudaram na trilha sonora do filme “The Family Way”, dirigido pelos irmãos Boulting. John Lennon atuou no filme “How I Won the War” (Como eu Venci a Guerra) de Richard Lester e Ringo resolveu passar mais tempo com sua esposa Maureen Cox e seu filho Zak Starkey.

De todos os Beatles, o que mais gostava de ser um Beatle era Paul McCartney. George estava já querendo sair porque ele achava que não recebia o valor que merecia. John estava mais ocupado com os projetos que estava começando com a Yoko e com o ativismo pela paz e contra especificamente a Guerra do Vietnã. Já o Ringo, bom, pra ele estava tudo bem. Eles já estavam tendo inúmeros desentendimentos então Paul durante as férias ficou pensando em como fazer a banda continuar unida. Ele queria resgatar a alegria dos outros em tocar juntos.

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES

VEJA MAIS
FONTES

FOTOS
Capa original dos Beatles - álbum Get Back

Capa original dos Beatles – álbum Get Back


MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Sgt Peppers (reprise)
■ Strawberry Fields Forever
■ When I’m Sixty-Four
■ Penny Lane
■ Within You, Without You
■ Lucy in the Sky With Diamonds
■ A Day in the Life
■ Magical Mystery Tour
■ The Fool on the Hill
■ I Am the Walrus
■ All You Need Is Love
■ The Fool on the Hill
■ Blackbird
■ Dear Prudence
■ Back in the USSR
■ Hey Jude
■ I’m so tired
■ Rocky Raccoon
■ Yellow submarine
■ Hey bulldog
■ Piggies
■ While My Guitar Gently Wheeps
■ It’s All Too Much
■ Two of us
■ Something
■ She Came in Through the Bathroom Window
■ Let it be
■ Get back
■ Across the universe
■ The end
■ It’s All Too Much
■ Because
■ Carry That Weight
■ Good night
■ Ob-La-Di, Ob-La-Da


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– Beatles – Lado B – (parte 1/2) –

No Episódio Lado A nós terminamos no momento em que os Beatles trocaram de baterista. Saía Pete Best e entrava Ringo Starr. Eles tinham acabado de assinar contrato com a Parlophone do produtor George Martin. Pois é, isso foi em Agosto de 1962 e já em Setembro daquele mesmo ano eles já voltavam ao lendário estúdio Abbey Road para a gravação de seu primeiro single.

Antes disso, ainda no final de Agosto, Cynthia Powel descobriu que estava grávida. Nós comentamos brevemente sobre ela lá no episódio anterior quando dissemos que John e Cynthia se conheceram no Liverpool College of Art e começaram a namorar. Foi neste mesmo local que ele conheceu o Stu Sutcliffe. Pois bem, às vésperas dos Beatles estourarem, John Lennon se casou com Cynthia e no ano seguinte nasceu seu primeiro filho, Julian Lennon.

Bem, mas voltando à gravação do primeiro single, vamos lembrar que um single é um disquinho com apenas uma música de cada lado. Então, por serem só apenas duas músicas, elas tem que ser muito bem escolhidas. O George Martin queria que fosse uma música própria deles e um cover, pois gravar uma música já consagrada era mais fácil.
Só que depois de John e Paul muito insistirem, ficou acertado que seriam duas músicas de autoria própria. E as músicas eram: Love me Do e PS: I Love You.

Este single foi então lançado em 11 de Setembro de 1962, mas na hora da gravação, o Ringo ficou muito nervoso e não conseguiu tocar direito. Ele ficou então tocando apenas uma percussão de fundo. Por causa disso, George Martin chamou o baterista…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES

VEJA MAIS
  • Vídeo do Youtube onde Igor fala sobre Beatles e Please Please Me: 1 2 3 4 5
Police keeping back a crowd of young fans outside Buckingham Palace, London, as pop group the Beatles receive their MBEs. (Photo by Central Press/Getty Images)

Police keeping back a crowd of young fans outside Buckingham Palace, London, as pop group the Beatles receive their MBEs. (Photo by Central Press/Getty Images)

FILMES

Dos próprios Beatles:

A Hard Day’s Night (1964)
Help! (1965)
Magical Mystery Tour (1967)
Yellow Submarine (1968)
Let It Be (1970)
Documentários Anthology (1996)

Outros filmes:

I Wanna Hold Your Hand – Febre de Juventude (1978)
Backbeat – Os Cinco Rapazes de Liverpool (1994)
Across the Universe (2007)
Nowhere Boy (2009)


FONTES

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Revolution
■ Love me do
■ P.S. I love you
■ Do you want to know a secret
■ Twist and shout
■ Ask me why
■ Please please me
■ She loves you
■ Sie Liebt Dich
■ From me to you
■ Thank you girl
■ All my loving
■ Don’t bother me
■ I wanna be your man
■ A hard day’s night
■ And I love her
■ If I fell
■ Can’t buy me love
■ Till there was you
■ Eight days a week
■ Every little thing
■ Help!
■ No replay
■ Yesterday
■ I need you
■ It’s only love
■ I’ve just seen a face
■ Drive my car
■ Girl
■ In my life
■ Tomorrow never knows
■ Love you to
■ Here, There and Everywhere
■ I’m only sleeping
■ Norwegian wood (This bird has flown)
■ If I needed someone
■ Taxman
■ Eleanor Rigby
■ Yellow submarine
■ Being for the benefit of Mr. Kite
■ She’s leaving home
■ Penny Lane
■ Lucy in the sky with diamond


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GANHADOR DO SORTEIO

E o ganhador do livro foi o ouvinte MicoAngelo – RS  que nós avaliou com 5 estrelas na iTunes Store em 18/12/2014.

Deverá entrar em contato com a equipe do Temacast até dia 30 de junho para reclamar o prêmio. Caso isto não ocorra, um novo sorteio será realizado.

Parabéns MicoAngelo!


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– Beatles – Lado A –

Antes de começarmos falando sobre essa que é por muitos considerada a mais importante banda de rock de todos os tempos, precisamos lembrar que parte dessa história nós já comentamos lá no Temacast #12, onde abordamos a invasão de bandas inglesas ao mercado norte-americano na década de 1960. Este acontecimento ficou conhecido como “British Invasion” e fez o mundo conhecer bandas como The Who, Rolling Stones, The Kinks e muitas outras.

E tudo começou com quatro garotos nascidos no interior da inglaterra: os Beatles. Então se você quiser conhecer mais sobre este período, nós recomendamos que você também escute o Temacast #12 – British Invasion.

Antes de entrar na história da banda em si, precisamos saber um pouco das pessoas por trás do mito e para isso vamos falar sobre quem eram John, Paul, George e Ringo. Depois que a banda começou a ficar famosa, a liderança foi naturalmente dividida entre John e Paul, mas no início todas as decisões importantes, incluindo o nome do grupo, eram tomadas por um garoto quase órfão chamado John Winston Lennon.

John

Nasceu em Liverpool em 9 de Outubro de 1940, filho de Julia Spencer e Alfred Spencer. O pai de John trabalhou na marinha mercante durante a guerra e sempre mandava dinheiro para a família, mas depois de um tempo ele deserdou e, com isso, parou de ajudar em casa.  Na prática, Júlia não era mais esposa de Alfred e ninguém sequer sabia em que lugar do mundo ele se encontrava, mas no papel eles ainda eram casados.

Por isso, quando ela começou a namorar e depois a morar junto com Bobby Dykins, a família pressionou muito, pois eles consideravam que ela vivia em pecado. Depois de muito pressionada, Júlia deixou seu filho sob os cuidados de sua irmã, Mimi, que foi quem o criou de verdade. Isso aconteceu pouco antes dele completar cinco anos de idade.

Neste período, ele ficava um tempo sem ver a mãe, mas de tempos em tempos passava algumas tardes com ela ou …

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES

VEJA MAIS

FONTES
  • Igor Alcantara (conhecimento e pesquisa pessoal)
  • Outras fontes

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

Beatles

■  Greetings [Speech] ■  From Us to You [#] ■  I Saw Her Standing There
■  Roll over Beethoven
■  That’ll Be the Day
■  Hippy Hippy Shake
■  In Spite of All the Danger
■  Sweet Little Sixteen
■  Lend Me Your Comb
■  Your Feet’s Too Big
■  Twist and Shout
■  Mr. Moonlight
■  Julia
■  A Taste of Honey
■  Kansas City-Hey-Hey-Hey-Hey!
■  Hully Gully
■  Ask Me Why
■  Red Sails in the Sunset
■  Everybody’s Trying to Be My Baby
■  Matchbox
■  I’m Talking About You
■  Shimmy Shake
■  Long Tall Sally
■  I Remember You
■  Nothin’ Shakin’ (But the Leaves on the Trees)
■  Falling in Love Again
■  Little Sheila
■  To Know Her Is to Love Her
■  Money (1962) by the Beatles with Pete Best
■  My Bonnie – With Tony Sheridan
■  Anna (Go to Him)
■  The Quarrymen – Maggie Mae
■  John Lennon – Mother
■  George Harrison – Isn’t It a Pity
■  Paul McCartney – And I Love Her
■  Paul McCartney – My Love
■  The Hollies – I’m Down
■  The Hollies – Long Cool Woman In A Black Dress
■  The Hollies – The Air That I Breathe


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– Guerra de Canudos –

Guerra de Canudos, ou Campanha de Canudos, foi o confronto entre o Exército Brasileiro e os integrantes de um movimento popular de fundo sócio-religioso liderado por Antônio Conselheiro, que durou de 1896 a 1897, então na comunidade de Canudos, no interior do estado da Bahia, no nordeste do Brasil. O governo da Bahia, com apoio dos latifundiários, não concordavam com o fato dos habitantes de Canudos não pagarem impostos e viverem sem seguir as leis estabelecidas. Afirmavam também que Antônio Conselheiro defendia a volta da Monarquia.

Por outro lado, Antônio Conselheiro defendia o fim da cobrança dos impostos e era contrário ao casamento civil. Ele afirmava ser um enviado de Deus que deveria liderar o movimento contra as diferenças e injustiças sociais. Era também um crítico do sistema republicano e como ele funcionava no período…

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


PARTICIPANTES

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FONTES

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FOTOS DA ÉPOCA
Os prisioneiros de Canudos - foto de Flávio Barros - 1897

Os prisioneiros de Canudos – foto de Flávio de Barros – 1897

Vista geral de Canudos - foto Flávio de Barros

Vista geral de Canudos – foto Flávio de Barros

Soldados e um conselheirista ao centro - Foto de Flávio de Barroa

Soldados e um conselheirista ao centro que seria degolado em seguida – Foto de Flávio de Barros – 1897

Corpo de Antônio Conselheiro morto - Foto de Flávio de Barros

Corpo de Antônio Conselheiro morto – Foto de Flávio de Barros – 1897


MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Edu Lobo – Canudos
■ Meyson – Cordel para Conselheiro
■ Daniel Zanna – Canudos
■ Raimundo Fagner – Antonio Conselheiro
■ Grupo ECCO – Sobradinho
■ Chico Pottier – Guerra de Canudos
■ Chico Mário – Guerra de Canudos
■ Quinteto Amorial – Zabumba Lanceada
■ Fábio Paes – Salve Canudos
■ Trio Nordestino – Antonio Conselheiro
■ Fernanda Takai – Diz que fui por aí
■ Gal Costa – Meu bem, meu mal
■ Maria Bethania – Brincar de viver
■ Tim Maia – Não vou ficar
■ Tribalistas – Carnavália
■ Cássia Eller – O segundo sol


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– Inveja e solidão –

Inveja, palavra proveniente do latim invidia, (olhar com malícia, de olhar mal, de mau-olhado. Aliás, na Itália meridional, tirar o mau-olhado significa expulsar a inveja) ou seja, inveja significa o desejo de obter algo que outra pessoa possui e que você não tem. Representa a tristeza ou o pesar pelo bem alheio. Invejar também tem a regra de que se eu não tenho o que o outro tem, quero destruir o que o outro tem e o próprio outro, inclusive. Na Índia budista a inveja é considerada a fusão do ciúme com cobiça, pois ambos sentimentos bloqueiam o caminho para o Nirvana que significa o estado de libertação atingido pelo ser humano ao percorrer sua busca espiritual.

Para o judaísmo a inveja é considerada as vezes como um elemento motor para as conquista individuais, ou seja, se vc tem o que eu não tenho vc me incentiva a buscar obter o mesmo e com isso crescerei. Ainda para o judaísmo a inveja só se torna pecado quando eu quero tirar de você o que você tem e eu não tenho. Mas, não se iluda! não existe inveja boa ou inveja “branca”. Ela é sempre corrosiva, destrutiva e ambivalente, ou seja, ela prejudica a quem tem o sentimento e a vítima do invejoso. A não ser que você seja invejado e muito rico! Neste caso, só o invejoso se dá mal!

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MÚSICAS NESTE EPISÓDIO

■ Rita Lee – Erva venenosa
■ Gilberto Gil – Por que alguém tem inveja de você
■ Bezerra da Silva – Bruta Inveja
■ Nerildo e Nerivam – Inveja
■ Edmar Miguel – O vizinho invejoso
■ Zeca Pagodinho – Cuidado com a inveja
■ Bob Seger – Shame on the moon
■ Bread – Dismal day
■ Bryan Ferry & Roxy Music – More than this
■ Bryan Ferry & Roxy Music – Avalon
■ Elcho – Lazy Summer Days
■ Afterlife – Breather 2000 (Arithunda Mix)
■ Blank & Jones – Desire (Ambient Mix)
■ DAB – Delayed
■ Cláudio Zoli – Noite de Prazer
■ Vinícius Cantuária – Cheio de amor
■ Hanoi Hanoi – Totalmente demais
■ Vinícius Cantuária – Só você
■ Lulu Santos – Parabéns, Feliz aniversário


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– 1º de abril –

A brincadeira surgiu na França, no reinado de Carlos IX (1560-1574). Desde o começo do século XVI, o ano-novo era comemorado em 25 de março, com a chegada da primavera. As festas, que incluíam troca de presentes e animados bailes noite adentro, duravam uma semana, terminando em 1º de abril.

Em 1562, porém, o papa Gregório XIII instituiu um novo calendário para todo o mundo cristão – o chamado calendário gregoriano – em que o ano-novo caía em 1º de janeiro. O rei francês só seguiu o decreto papal dois anos depois, em 1564, e, mesmo assim, os franceses que resistiram à mudança, ou a ignoraram ou a esqueceram, mantiveram a comemoração na antiga data.

Alguns gozadores começaram a ridicularizar esse apego enviando aos conservadores adeptos do calendário anterior – apelidados de “bobos de abril” – presentes estranhos e convites para festas inexistentes. Com o tempo, a galhofa firmou-se em todo o país, de onde, cerca de 200 anos depois, migrou para a Inglaterra e daí para o mundo. Mas, a despeito do 1º de abril, é certo que todos mentem e fica a pergunta? Por que mentimos? Quem nunca inventou uma desculpa para escapar de um compromisso ou “distorceu um pouco” os fatos para impressionar alguém? A lista de motivos que podem levar uma pessoa a mentir é praticamente interminável.

Será que existe algo em comum entre eles? Em estudo recente, os pesquisadores Shaul Shalvi, da Universidade de Amsterdam (Holanda), Ori Eldar e Yoella Bereby-Meyer, da Universidade Ben-Gurion do Negev (Israel), investigaram fatores que podem estar por trás de um comportamento desonesto.

Para começar, eles usaram como base duas premissas confirmadas por pesquisas anteriores: a de que o primeiro instinto da pessoa faz com que ela busque servir seus próprios interesses; e a de que as pessoas mostram uma tendência maior a mentir quando conseguem justificar a mentira para si mesmas. Shalvi e seus colegas imaginaram que um terceiro fator poderia incentivar uma mentira: o tempo

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


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MÚSICAS DESTE EPISÓDIO

■ Tim Maia – Você mentiu
■ Bryan Adams – I’m a liar
■ ELO – Endless lies
■ Evanescence – Lies
■ New Order – Liar
■ America – She’s a liar
■ Oasis – I can see a liar
■ Deep Collective – Lies
■ Christian – Lies
■ Queen – Liar
■ Erasmo Carlos – Pega na mentira
■ La Ley – Mentira
■ Adele – Set fire to the rain
■ Alphaville – Big in Japan
■ Aphodite Child –  Rain and Tears
■ Barry White – Never, never gonna give you up
■ Chris Isaak – Can’t help falling in love
■ Daryl Hall & John Oates – I Can’t Go For That (No Can Do)


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– Guerra Fria – parte 2 –

O computador que você tem agora à sua frente; a Internet, rede em que este podcast foi publicado; o seu relógio digital e até a viagem do homem à Lua são, de certa forma, frutos da Guerra Fria. Tecnologias das mais variadas áreas foram influenciadas por ela.

Sem a ameaça do bloco adversário, o desenvolvimento de satélites e foguetes se daria em outro ritmo. Há quem acredite que sem a constante sombra do Kremlin, os Estados Unidos sequer se interessariam pelo desenvolvimento de foguetes. Isso porque muitos militares do alto escalão americano acreditavam que os aviões bombardeiros eram o transporte ideal da grande vedete do setor bélico: a bomba atômica. Deslumbrados pelo grande poder destrutivo da bomba, demonstrado em Hiroshima e Nagasaki, os militares concentrariam esforços, e dinheiro, no desenvolvimento de artefatos nucleares, deixando descobertos outros setores de pesquisa. Mas os avanços dos foguetes soviéticos não deixaram os EUA dormirem no ponto.

Os embates deram-se como numa partida de xadrez, em que cada movimento de um dos lados era seguido de uma resposta, quase que imediata, do oponente. O primeiro lance foi dos Estados Unidos, que já em 1946 fez um teste nuclear no Atol de Bikini, no Pacífico. A repercussão mundial levou o estilista francês Jaques Heim a batizar seu maiô de duas peças com o nome do atol. A URSS recebeu o recado e, em 1949, já testava o seu primeiro artefato nuclear.

Saiba mais sobre o assunto ouvindo este episódio e, de quebra, perceba que fazer podcast com amor pode significar estar gravando com terremotos rondando a sua casa, se você mora em Los Angeles…


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TRILHA SONORA DESTE EPISÓDIO

Iron Maiden   The Final Frontier
Two Step From Hell
Tema do Tetris
Beatles – Back to the URSS
Carpenters – Please, Mr. Postman
Aerosmith – Love me two times
Aerosmith – Crazy
Bee Gees – More than a woman
Bruno Mars – Show me
Bruno Mars – Locked out of heaven


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– O Brasil tem jeito? –

Uma imagem que existe do brasileiro é a de que somos muito paternalistas. Enxergamos os políticos ou o próprio chefe, como um paizão que vai nos salvar dos problemas. É isso mesmo ou essa é uma visão errada? Um dos principais males do paternalismo é criar a expectativa de que “alguém” de algum lugar irá surgir e nos salvar, o que na prática acaba em uma eterna esperança que é alicerçada em algo ou alguém.

A gente espera que surja um político decente que mude os rumos do país… temos esperança que alguém tome as rédeas e FAÇA alguma coisa para que possamos sair do marasmo… e esperamos… com fé… fé em algo ou alguém que não sabemos o que é ou quem seja… esperamos… um milagre, afinal Deus é brasileiro!

“Deus é brasileiro” é todo o discurso que o acomodado precisa, porque afinal, “se Deus vai resolver tudo eu não preciso fazer NADA”! Isso é um poço que é a cara da cultura brasileira e, enquanto isso, os espertos de plantão estão comendo a nossa carne e triturando os nossos ossos…

Neste episódio, discutimos sobre as crenças que nos move para este estado letárgico que faz com que cruzemos os braços e que acreditemos que o Brasil é um país do futuro, embora nada seja feito para que isso se torne realidade.


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– Guerra Fria – parte 1 –

A Guerra Fria teve suas origens nas divergências entre EUA e URSS ainda durante a Segunda Guerra Mundial e se instalou definitivamente a partir de 1947, quando as diferenças entre os dois países, que emergiram da guerra não apenas como os grandes vencedores, mas também como duas superpotências mundiais, adquiriram o caráter de um conflito permanente. Tratava-se de um conflito de natureza principalmente estratégica e militar, mas que se revestia também de aspectos econômicos e político-ideológicos, opondo, de um lado, um bloco capitalista, cujo modelo de organização política tendia a ser a democracia, e, de outro, um bloco socialista, cuja organização político-social reproduzia, em maior ou menor medida, o socialismo autoritário vigente na URSS.

Guerra Fria é uma expressão cunhada pelo jornalista americano Walter Lipmann para designar a competição entre os EUA e seus aliados ocidentais, países capitalistas desenvolvidos e em desenvolvimento, e a UNIÃO DAS REPUBLICAS SOCIALISTAS SOVÍETICAS, líder de uma aliança formada majoritariamente por países da Europa Oriental.

Esta guerra foi chamada “fria” porque não houve um combate direto entre as superpotências e, já que ambos os lados possuíam armas nucleares, certamente não haveria um vencedor numa guerra nuclear. A guerra se dava mais indiretamente – através do financiamento de conflitos e guerras em outros territórios – e através de uma acirrada competição em diversas áreas como tecnologia, armamento, esportes, produção cultural, etc.

Saiba mais ouvindo o episódio


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– British Invasion –

Vamos voltar no tempo para uma deliciosa viagem. Estamos no dia 07 de Fevereiro de 1964 na cidade de Nova York, especificamente no aeroporto JFK. É de manhã quando pousa o vôo 101 da Pan Am trazendo quatro jovens ingleses que mudariam a música para sempre. Milhares de pessoas os esperavam e o que eles fizeram dois dias depois é comentado até hoje. No dia 09 de Fevereiro de 1964 os Beatles fizeram sua primeira apresentação em um popular programa de auditório, o Ed Sullivan Show. Foram 73 milhões de espectadores, a maior audiência da TV mundial até aquela data e uma das maiores até hoje.

A British Invasion foi um fenômeno cultural ocorrido nos anos 60, a princípio nos EUA e depois em vários países no mundo, onde centenas de bandas inglesas invadiram o mercado americano e passaram a fazer um enorme sucesso como nunca antes havia ocorrido influenciando para sempre o rumo da história da música e também interferindo nos costumes, vestuário, comportamento e o consumo de produção cultural…

Os motivos de tal fato ter ocorrido, as consequências e o legado são abordados no Temacast #12 – British Invasion.

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


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MÚSICAS TOCADAS NESTE EPISÓDIO

* The Beatles – All My Loving
* The Beatles – Till There Was You
* The Beatles – She Loves You
* Billy J. Kramer & The Dakotas – Bad To Me
* Chad & Jeremy – A Summer Song
* Dusty Springfield – I Only Want To Be With You
* The Beatles – I Want To Hold Your Hand
* Peter & Gordon – A World Without Love
* Rolling Stones- Route 66
* Rolling Stones- I Just Want To Make Love To You
* Rolling Stones- Honest I Do
* The Dave Clark Five – Glad All Over
* The Animals – The House of The Rising Sun
* Gerry & The Pacemakers – How do you do it
* The Searchers – Needles and pins
* The Kinks – You Really got me
* Rolling Stones- Carol
* The Yardbirds – For you love
* The Who – My generation
* The Hollies – Bus stop
* The Tremeloes – Silent is gold
* Lulu – To sir with love
* Small Faces – Itchycoo Park
* The Seekers – Georgy Girl
* Swinging Blue Jeans – Hippy Hippy Shake

LEITURA DE EMAILS
* Rolling Stones- Walking The Dog
* The Beatles – I Should Have Known Better
* The Beatles – And I Love Her
* The Beatles – Can’t Buy Me Love


PLAYLIST DE MÚSICAS DA BRITISH INVASION NO SPOTIFY (POR IGOR ALCANTARA)


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– Barão de Mauá –

Irineu Evangelista de Souza com seu espírito empreendedor, revolucionário e progressista teve que, durante toda a sua vida como homem de negócios, enfrentar as dificuldades e obstáculos criados por uma sociedade cuja economia era centrada na produção rural e na mão de obra dos escravos. Para as elites da época as ideias e os ideais de Irineu se opunham aos interesses deles.

Por este motivo, nota-se que Irineu foi fortemente combatido por leis feitas para dificultar seus negócios, por sabotagens, trapaças e, portanto, teve vários reveses financeiros na sua vida. Por outro lado, seu talento e perseverança sempre o colocava novamente em novos empreendimentos e o pioneirismo foi sempre a sua marca mais visível!

Apesar disso, em 1865 a fortuna pessoal do Barão de Mauá era de 10.000 contos de réis (ou 10 toneçadas de ouro) corrigida para valores de hoje seria aproximadamente de R$ 1 bilhão e 40 milhões pela conversão do preço da gr de ouro da época para o preço de hoje. Já o capital da sua empresa Mauá & Cia era de 115.000 contos de réis ou R$11 bilhões 960 milhões. O orçamento do império era de 97.000 contos de réis…


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– Retrô 2014 –

Durante o ano de 2014, como em qualquer outro ano, alguns acontecimentos de grande importância são negligenciados pelas mídias de massa. Normalmente estes acontecimentos perdem espaço para outros que não possuem nenhuma importância para melhorias de nossas vidas e do nosso futuro. Neste episódio abordamos alguns acontecimentos que foram desprezados em 2014 mas que certamente terão grande impacto na qualidade de vida de todos os habitantes deste planetinha!

A tela de LCD ou de OLED do seu computador ou smartphone é resultado de um desses eventos. Você sabia?

Saiba mais sobre este assunto e muitos outros neste episódio que fala sobre ciência, arte, tecnologia, comportamento, arqueologia, etc.


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– Felicidade –

Pela análise da palavra Felicidade na Grécia antiga, sabe-se bastante sobre o que eles pensavam a respeito deste assunto. Para os gregos, a felicidade era algo concedido pelos deuses para os homens. Portanto, se era concedido, poderia ser tirado. Os principais filósofos gregos mais antigos achavam que a Felicidade era uma medida da sorte de uma pessoa desde seu nascimento até a sua morte. Portanto, não se podia dizer que uma pessoa era feliz antes que ela morresse.

Acreditava-se que o homem deveria aceitar a sorte que os deuses lhe deram e viver bem com isso. Quando uma pessoa não conseguia “digerir” isso e buscava mais do que lhe foi dado, ele era punido pelos deuses e toda a sua sorte retirada. Várias tragédias gregas contam exemplos disso. Por exemplo, em Édipo Rei, de Sófocles.

Em outras palavras, para ser feliz na vida, os gregos achavam que a pessoa precisava acima de tudo ter auto-controle. Aceitar o que a vida lhe dá. Quando você perdia o auto-controle, estava fadado a desejar o que não podia ter e isso levava ao sofrimento. Não é à toa que na entrada do templo de Apolo, em Delphos havia duas inscrições:

“Conheça-te a ti mesmo” e “Nada em Excesso”.

Saiba mais sobre isso ouvindo este episódio…


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 – Raul Seixas –

Neste ano, 2014, completou 25 anos da morte de Raul Seixas. No dia 21 de agosto de 1989, ele foi encontrado morto em seu apartamento, em São Paulo, pela sua empregada Dalva Borges da Silva, por volta das 8h da manhã.  A causa de sua morte, aos 44 anos de idade, é devida ao alcoolismo, agravado pelo fato de que ele era diabético, e por não ter tomado insulina na noite anterior. Isto acabou acarretando uma pancreatite aguda fulminante com parada cardíaca.

A vasta biblioteca de seu pai era seu brinquedo favorito. E foi daí que veio o gosto pela palavra e a miopia precoce. Vivia trancado no quarto devorando o “Livro dos Porquês” do “Tesouro da Juventude”. Inventava histórias fantásticas que, transformadas em gibis, e com desenhos do próprio Raul, eram vendidos ao irmão caçula, Plininho (Plínio Santos Seixas, três anos mais novo). Melô era o personagem central de suas histórias, um cientista louco que viajava no tempo com figuras históricas, Deus e o Diabo…

Este episódio faz uma viajem no tempo e fala sobre a infância, adolescência e a vida adulta de um dos maiores (se não o maior) ídolos da música brasileira. Venha conosco!!


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