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– Mulheres & Podcast –

Ultimamente, muito tem se falado sobre a relação das mulheres com os podcasts. Fato é que na última PodPesquisa os números apontaram um percentual de 12% dos ouvintes desta mídia como pertencentes ao sexo feminino. Para piorar mais ainda, há informações de que as mulheres também não são apreciadoras de pesquisa e enquetes, então, onde está a verdade?

Elas ouvem mas não gostam de responder pesquisa? Elas não ouvem e portanto nem sabem da existência da PodPesquisa? Elas não ouvem por motivo de conteúdo dirigido ao outro sexo? Tem muito palavrão, Tem muita piada machista? Elas foram negligenciadas como público para esta mídia? Será que elas simplesmente não tem tempo, não vêm graça, acham chato?

O QUE, MEU DEUS?

Por isso, Bianca Lima, Ira Croft, Larissa Abreu, Igor Alcantara e Francisco Seixas irão bater um papo e tentar colaborar para resolver este mistério que tem tomado o tempo de muita gente em discussões infinitas!

Ah! de quebra não perca a participação de última hora (e comportada) do Catena do MdM.


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Episódio de Os Comentadores sobre este assunto

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  • Nilda Alcarinquë

    Olá!

    Muito bom este episódio. É bom ver que a participação feminina nos podcasts tem gerado este debate em vários podcasts.
    Pra mim isso significa que teremos novidades, melhorias e uma participação maior das mulheres. Seja como ouvintes, produtoras ou respondendo pesquisas.

    Ah, e as meninas deram uma aula de como apresentar podcasts, o que até os podcasts especializados em podcasts tem dificuldade em fazer.

    abraços

    • Obrigado por comentar, Nilda! Eu também espero que este panorama mude como você citou. No que depender de mim as mulheres podem contar com apoio. Por outro lado, me parece que as mulheres também devem se apresentar mais na produção de conteúdo e na interação com o podcast através de emails e principalmente comentado, como você fez! Parabéns!

    • Larissa Abreu

      Olá Nilda, muito obrigada pelo comentário. Na minha opinião, com certeza num futuro bem próximo será coisa comum ver a presença feminina na podosfera, mas tudo começa com a gente (mulheres que já são ouvintes ou que já fazem parte dos podcasts). Acredito que nós temos que dar esse “primeiro passo”, seja comentando ou produzindo, para que todas as outras que estão escondidas por aí em algum lugar venham também.

      Você está de parabéns por ter feito esse ótimo comentário. Espero vê-la mais vezes por aqui.

      Grande beijo.

    • Não acho que estes debates sejam GARANTIA de melhoria.
      Discutir o tema é necessário, mas isso não quer dizer que a coisa vai se resolver por si só.

      Temos que trazer as mulheres para a inteiração nos podcasts que elas ouvem.
      Temos que trazer as mulheres para ouvirem podcasts, pois, só assim elas vão trihar o que agora chamo de “CAMINHO LÉO LOPES

      Ouvinte > Entusiasta > Podcaster

      E temos que parar de perder o foco da discussão.

      Não se trata de uma discussão sobre o feminismo. Se trata de uma discussão de METAS. A meta é ter mais ouvintes mulheres pois só assim a roda vai girar.

      É uma questão puramente de METAS.

      Agora, NILDA, achei este trecho um comentário infeliz e desnecessário dirigido ao “Os Comentadores“:

      Ah, e as meninas deram uma aula de como apresentar podcasts, o que até
      os podcasts especializados em podcasts tem dificuldade em fazer.

      Tenho notado que você anda muito visceral e por vezes até agressiva em seus comentários. Se, por um lado podemos não ser os melhores apresentadores de podcasts do mundo, por outro lado CHOVE comentários do tipo:

      – MINHA LISTA DE FEEDS AUMENTOU DEPOIS QUE COMECEI A OUVÍ-LOS.
      – AGORA SOU MAIS CRITERIOSO EM RELAÇÃO AO QUE OUÇO.

      E principalmente:
      Tivemos um episódio especial JUSTAMENTE SOBRE COMO APRESENTAR PODCASTS que foi, inclusive, lançado no feed do Café Brasil.

      Quer o quê mais?

      Quando apresento podcast a alguém, procuro fazê-lo com CARINHO e RESPEITO. Se percebo que a pessoa não quer conhecer esta mídia, me retiro.

      Veja você, no seu caso em relação à feeds, que, sinceramente, não compreendo como ouve tantos podcasts sem usar feed… mas, mesmo assim quando te expliquei o que era, percebi uma barreira sua em relação a isso. Eu forcei a barra? Não.

      Nos último programas, inclusive, quando se falava em feed, eu sempre levantava a bandeira:
      Olha pessoal… dá pra ouvir sem feed sim! Tem o exemplo da Nilda, que ouve.

      Sei lá… fiquei um pouco chateado com a forma mais ferrenha que você compôs esta mensagem por que não notei o mesmo respeito em você que eu te dedico.

      Enfim, é isso.

      o/

      • Nilda Alcarinquë

        Olá Alessandro Leite

        Então, não quis dar nomes aos bois e acabei sendo mal interpretada neste trecho sobre podcasts especializados em podcasts.
        Quando escrevi aqui o que estava mais fresco na minha cabeça era o último episódio do Metacast, o 55, em que o Dudu e o Pablo falam que tentaram fazer isso num episódio e que foi terrível.
        Se eu tivesse alguma crítica mais negativa sobre o jeito que abordaram algo lá nos Comentadores, falaria lá ou diretamente com algum de vocês no tuíter.

        Acho que as meninas deram uma aula de como apresentar podcasts para quem não conhece a mídia, porque a abordagem delas fala de um mundo em que conheço e vivo, que não é o mundo em que quase todo mundo sabe mexer em coisas que os podcasters consideram simples e básicas.
        Minha resistência ao feed começou com disso: acharem que é só falar o nome da coisa e pronto. Todos já saberiam como usar automaticamente. Tanto que meu comentário sobre este assunto lá no Os Comentadores foi neste sentindo: dizer o quão incompreensível era a linguagem utilizada, por quase todos, para explicar o tal feed. Ainda bem que estão mudando de opinião sobre ter que falar sobre isso com novatos em podcasts
        Por isso insisti tanto para que ouvissem e falei sobre a aula de apresentação lá também.

        Vocês fazem um ótimo trabalho lá no Os Comentadores, conheci muitos podcasts novos através de vocês e acho muito bom que levantem discussões sobre a mídia. Agradáveis ou não, é preciso discutir, pensar e repensar. Para não estagnar. E percebi que vocês já fizeram muita gente sair da mesmice e ir pra frente.

        E sim, eu sou bem incisiva e até rude em alguns assuntos. Sinto muito se isso desmanchou alguma imagem que faz de mim. Mas sou tanto uma pessoa calma e equilibrada em algumas coisas como passional em outras. Sou humana.

        abraço moço

        • Veja, Nilda… (e isso que vou escrever aqui é uma dica… aprendi, ao longo de uns 15 anos participando de debates e discussões na internet que sempre precisamos prever a pior interpretação…)

          Ah, e as meninas deram uma aula de como apresentar podcasts o que até os podcasts especializados em podcasts tem dificuldade em fazer.

          Desta forma não ficaria melhor? Já não seria suficiente? O tiro não pode sair pela culatra e acabar atingindo algum amigo? Fogo-amigo também mata!

          Enfim, sei do seu carinho para com o Os Comentadores e faz sentido essa sua explicação, mas, mudando o alvo, não fica sendo uma falta de carinho com o MetaCast? Que, afinal de contas, foram eles que começaram com esta onda de discussão MULHER NA PODOSFERA.

          Fica tranquila.

          Nada fo desmanchado com este comentário, aliás estou muito mais interessado no que isso tudo vai construir do que no que pode desmanchar, mas, é fato:

          Não se faz um omelete sem quebrar alguns ovos.

          Abraço.

  • TemaCast frontalmente discordante em relação ao Os Comentadores… enfim, vamos lá!

    Em relação à profissão das meninas que conheço e ouvem podcasts, e são beeeeeem poucas, mas a maioria está ligada a tecnologia ou tem alguma ligação ao assunto, como sendo blogueira, youtubezeira, etc, etc.

    Acho que este tipo de mídia poderia ser utilizada por inúmeros tipos de profissionais. Acabei de dar um exemplo nos comentários do Os Comentadores 32, em que recebemos duas meninas — atendendo inclusive aos POUQUÍSSIMOS PEDIDOS 100% DE HOMENS — para falar sobre o mesmo assunto.

    Enfim, dei a ideia de um professor de preparação física, apresentar podcasts com programas de treinamento. Seria como uma aula de academia à distância. Penso que teria uma aceitação fantástica e conseguiria trazer mulheres para dentro desta mídia.

    Afinal, tanto homens como mulheres fazem exercícios.

    Em relação à minha esposa — e acho que a Ira foi bem deselegante ao falar “Mas ele não conhece a própria esposa. Bom, conheço minha esposa. Motivo este que sei até onde posso insistir e isso é algo a se respeitar. LIMITES.

    Mostrei um programa voltado para a religião dela, o Budismo, e ela ouviu bem. Era a experiência do Léo Lopes por sua perigrinação ao oriente.

    Ainda assim, depois apresentei um podcast com mantras para meditação e vários outros (Mundo Freak incluído) mas ela realmente não se interessou.

    Ela acha que quem ouve podcast é nerd e que ninguém aqui — na podosfera — tem lá muita certeza do que está falando.

    Devo reconhecer que nerds realmente são serezinhos que gostam de mostrar que sabem bem mais do que de fato sabem.

    Notei um problema neste programa, e isso se repetiu no nosso Ep. 32, que é a OSMOSE DE OPINIÕES durante o episódio. Contem quantos “ISSO MESMO” foram ouvidos.

    Opiniões muito similares.

    E, assim como Francisco criticou no Ep. 31, faltou uma maior variedade de opiniões (e nem me importo se vêm de mulheres, homens, alienígenas ou robôs com inteligência artificial). Faltaram opiniões divergentes. Faltaram conflitos de ideias.

    Infelizmente, também notei que Dávine e Juliana tiveram muitos pontos comuns em seus comentários. A minha ideia era a de pegar alguém que já ouvia podcasts, uma menina que não ouvisse podcasts e uma outra que estivesse no meio ponto.

    Como não temos como prever o resultado do que vai sair na conversa, sofremos, Francisco meu amigo, do mesmo mal. Novamente: OSMOSE DE OPINIÕES.

    kkkkkkkkkkkkk

    Ainda assim, um dos pontos que foram duramente criticados nos comentários do Ep. 31, quando se falou que homens e mulheres poderiam ter interesses diferentes, notei um ponto de discordância.

    Ora, homens e mulheres são, de fato, diferentes. Porque não respeitar que eles também tenham interesses diferentes?

    Vocês mesmos deram o exemplo de:
    Onde fica a Rua Tal?
    O homem responderia: 3ª. rua à direita.
    A mulher responderia: Depois da casa rosa, vira na rua que tem um sei lá o que na frente…

    Viram?
    Pensamos mesmo diferente.

    Na verdade, existem diferenças que são mais agudas entre homens e mulheres e existem as diferenças de personalidade.

    Notei que a Larissa gostou mais do Ep. do TelhaCast sobre Fim de Relacionamentos com as meninas. Já as meninas que participaram no nosso programa, preferiram a dos homens.

    Tive a sensação que as meninas do nosso programa foram mais sensíveis. Mais ligadas aos sentimentos.
    Já as que curtiram mais o ep. das meninas eram com esta bandeira de feminismo que se levantou: “só nós sabemos o que passamos!”

    Como disse o Cleverson pelos lados do Os Comentadores:
    Calma! Não se trata de um podcast sobre feminismo. Estamos falando apenas da participação de mulheres na podosfera!

    E acho que, até certo ponto, a mistura das conversas não foi produtiva.
    Fez com que a discussão perdesse o foco.

    O que eu quero ver é mais gente na podosfera. Se de cada 8 caras que trouxermos, vierem 3 moças: ÓTIMO!
    Acho que o caminho a ser feito é:

    MAIS GENTE OUVINDO >>> MAIS GENTE PRODUZINDO.

    Não acho que colocar mulheres no elenco seja a solução. Acho que deve ser o caminho contrário.
    Tenho medo de criarmos uma QUOTA FEMININA nos podcasts.

    Prefiro um ESPECIALISTA falando sobre um tema do que uma pessoa do sexo X ou Y para cumprir cota.

    E se o ESPECIALISTA for mulher: ótimo!!!
    Se for homem: paciência!!

    É assim que tem que ser!

    O que realmente importa é conteúdo!

    Sei que isso vai gerar umas 50 respostas! (espero)

    Parabéns pelo programa.
    Achei que as meninas estavam muito “armadas”, mas mesmo assim foi uma grande conversa!

    Abraços.

    aLx
    Os Comentadores

    • Em tempo:

      O programa está muito bem montado e com muito boa qualidade de áudio e edição. Parabéns!

      • Obrigado pelo elogio e gostaria de dizer que o conteúdo do que foi publicado foi exatamente o que foi dito. A edição se limitou a cortes em partes em que se fugiu do assunto ou que o falante se perdeu no raciocínio (eu!). Mas, obrigado mesmo pelo elogio.

        • Utilizamos a mesma filosofia no nosso programa. A edição com poucos cortes mantém a coerência da conversa original.

    • Larissa Abreu

      Olá Alessandro, primeiramente gostaria de dizer que gostei muito do seu comentário. É muito bom ver o que foi o episódio com os olhos de outras pessoas.

      Quanto aos pontos citados por ti, também acho que poderia ser uma mídia utilizada por diversas pessoas (não só mulheres) de várias profissões. E acredito que o que falta para isso acontecer é um grupo de profissionais de cada área se juntar, pesquisar qual seria o melhor conteúdo a ser passado por esse tipo de mídia e criar o seu próprio podcast.
      Agora eu pergunto, e o que falta para isso acontecer? Realmente não sei, acredito que não seja divulgação, pois acho que está um tanto quanto claro que geralmente pessoas de profissões que não são ligadas a tecnologia não se interessam pela mídia, né (com exceções claro)?!
      Mas perai, eu conheço uma médica que gosta de podcast. Então por que será que ela não tem essa iniciativa para “atrair” os seus colegas de trabalho? É uma ótima questão.
      Nós (ouvintes e podcasters) poderíamos chegar nessas pessoas que gostam da mídia mas não tem nada a ver com o “mundo nerd” e tirar todas essas dúvidas né?

      Agora, tomando a liberdade de tentar explicar o ponto de vista da Ira ao falar que você não conhece a própria mulher.
      Acredito não ter sido exatamente isso o que ela quis dizer. Pelo que me lembro estávamos comentando sobre qual seria a chave para poder apresentar um podcast para uma mulher e chegamos à conclusão que antes de simplesmente fazê-la ouvir temos que, não só saber do que ela gosta, mas também ter uma ideia de “qual assunto ela poderia passar 1h ouvindo sem se entediar”. Eu mesma brinquei dizendo “Os homens não reparam nem quando a mulher faz alguma mudança visível no visual, vocês acham que eles vão prestar atenção no que a mulher se interessaria em ouvir?”.
      Talvez a situação em que vocês se encontravam (você e sua mulher estavam no carro, certo?) não fosse a melhor situação para mostrar aquele podcast. Talvez se o mesmo fosse mostrado em outro momento ela tivesse se interessado. Mas isso é apenas talvez. Talvez.

      Sobre a participação feminina (não digo apenas na produção, digo principalmente sua interação como ouvinte) ser tão inferior comparado à masculina. Será que o fato de a maioria das mulheres serem um pouco tímidas interfere nisso ? Pode ser. Já que, voltando ao assunto inicial, a profissão de quase todas as que participam frequentemente deixando suas opiniões é relacionada a tecnologia. E acho que todos sabem que as mulheres que trabalham com isso estão acostumadas com a presença/comentários (e possíveis brincadeiras) de todos os tipos de homens, naturalmente não tem tanto receio de como serão recebidas, etc.

      Espero ter conseguido passar as mensagens que gostaria e ter esclarecido qualquer coisa que possa ter ficado pendente.

      Grande beijo.

      • Concordo com suas colocações, mas o ponto em que falaram da minha esposa foi lamentável.

        Primeiro pelo “ah, mas no carro?”

        O que que tem ouvir podcast no carro? Milhares de pessoas ouvem, se valendo do trânsito. Outra coisa, de onde tiraram que foi a primeira vez?

        Minha esposa simplesmente não curte podcast. Simples assim. Tanto a conheço BEM que percebi que insistir não era uma escolha respeitosa com ela.

        Sabe aquele cara q fica tr empurrando coisa q vc nao quer? Pois é, nao quis ser este cara.

        Olha, nesse ponto específico os “TALVEZES” caíram muito longe do balde.

        De resto, tenho alguns pontos q concordo e outros que discordo. E é assim que é!

        Bjo.

    • Grande Lexis! Viu como é difícil…. kkkkkk! De qualquer maneira, o grande saldo positivo disso tudo é que Os Comentadores e o Temacast “tocaram a superfície do lago” e isso, tecnicamente, dever(á)ia gerar uma série de mini ondas que podem ser interpretadas como mudança! O primeiro passo foi dado por vocês, nos inspiramos nesta iniciativa e geramos mais conteúdo e acho, se você me permite, que para o momento, para início, já temos um norte para olhar! Acho isso fantástico!
      Eu gostaria de dar os parabéns para as meninas que participaram no Temacast e no Os Comentadores, porque da mesma maneira que nós, homens nos propusemos a levantar esta questão abrindo janelas “com o que tinhamos em mãos” para que fosse discutida, elas também não fizeram grandes preparativos e utilizaram suas impressões, suas visões e, principalmente, falaram de improviso! E há sim, sempre houve, uma tácita guerra dos sexos e até que todos entendam que não somos homens ou mulheres, mas pessoas, lidaremos com a sombra que esta “guerra” faz.
      Quanto os homens pensarem diferentemente das mulheres, você sabe que foi a bandeira que levantei e que me rendeu o título de MACHISTA e CONFORMADO, que, aliás, você lidou muito bem com o caso.
      Temos saldo disto tudo? Acho que sim! É positivo? Penso que muito! E o que fazemos com isso? Encerramos ou fazemos disso o início de uma grande exposição de idéias? Acho que o mais produtivo e o que mais sentido faz é utilizarmos este começo e levarmos adiante para se obter um resultado de fato esclarecedor.
      E, finalmente, (ufa!) acredito que todos estão de parabéns pelo pontapé num assunto que não poderia deixar de ser polêmico por tratar de homens e mulheres!
      Grato pelo teu comentário, você sabe e eu não preciso dizer como ele é importante!

      Abração!

      • Poucos apontamentos, prometo!

        Na verdade, neste momento, quem tratou de falar sobre mulheres primeiro foi o MetaCast, com a participação de várias meninas que circulam por este meio.

        Depois houve um BrainCast que também foi muito elogiado, embora este eu não tenha ouvido e não sei se é direcionado às mulheres na PODOSFERA, exatamente.

        De qualquer forma, foi um resultado positivo.
        Batemos nosso antigo recorde de comentários, que eram expressivos 333 comments e que foi para mais de 420 (vamos quer que falar de ABORTO NA PODOSFERA se quisermos quebrar este recorde).

        É um assunto empolgante.

        Sobe a questão da sua postura, que foi interpretada como Machista e Conformado… sinceramente, que mal há nisso? Como disse lá, acho que as pessoas tem o direito de ser exatamente como lhes convenha. E se a escolha for ser machista, então que seja respeitada, desde que esta pessoa seja recíproca no quesito respeito.

        Agora é deixar a bola correr.
        Vamos ver onde isso tudo vai chegar.

        Abraço forte.

        • Então aLx, concordo com tudo o que você falou, mas vou responder a sua pergunta:

          Sobe a questão da sua postura, que foi interpretada como Machista e Conformado… sinceramente, que mal há nisso?

          Não haveria mal algum se realmente eu fosse ambos, machista e conformado, até porque seria um direito meu ser como bem eu entendesse.
          Mas, beleza! vamos pra frente e vamos ver no que vai dar!

          abraço

    • Bianca Lima

      Só não acho que alguém necessite ser especialista de algo pra ter sua opinião e seu ponto de vista sobre o assunto. E não vejo mal algum em ela expressar isso, levando a opinião dela pra fora da caixinha mental, podendo provocar questionamentos e ressaltando pontos diferentes para outras pessoas. Ou não, desde que entretenha, instigue e divirta.

      Só isso.

      E vocês todos tem um ânimo pra comentar que eu não tenho, parabéns gente 😀

      • Concordo, Bianca, que ninguém precisa ser especialista para TER sua opinião, mas em se tratando de expô-la é melhor que seja.

        Imagina se começassemos a falar sobre PSIQUIATRIA… quem preferiria ouvir? A mim, que não entendo LHUFAS do assunto ou uma discussão entre o Pablo Lopes e o Calaveira, que são psicologos? Evidente que a discussão entre aqueles que tem melhor preparo para esta conversa, não acha?

        Me preocupa que, neste mesmo exemplo, eu precise tirar fora um dos dois para colocar um QUOTISTA, no foco desta conversa, uma mulher.

        Aí entra outro ponto… se for pra colocar, por exemplo, a Dra. Maria de Lourdes Silva (nome hipotético, por favor…) psicologa com pós graduação em comportamento humano sob pressão… esta MULHER estara totamente preparada para discutir em semelhante – ou até superior – nível de conhecimento.

        Entendeu o meu ponto de vista?

        Minha preocupação com os podcasts atuais é o nível do conteúdo que vem sendo oferecido, até pq, depois de 10 anos de podcasts, nada mais é novidade. O que queremos agora é QUALIDADE!

  • Cristina Heuser

    Adorei que enfatizaram a sensibilidade das mulheres, movidas a sentimentos

  • Bom, eu vi um monte de comentários e sabe a conclusão que cheguei depois deste podcast, e dos dois nossos dos comentadores: não existe uma regra.

    Não existe uma regra, é simples! Temos que pensar em programas de mais qualidade, temos que fazer mais e mais conteúdos. É isso pra mim. Na minha cabeça ainda faltam conteúdo direcionado para as mulheres com assuntos tradicionais (sim, maquiagem, por exemplo), bem como ter mais conteúdo de qualidade. Mas acima de tudo, fazer com que mais mulheres que não conhecem a mídia descubra ela. Eu não tenho esta facilidade que elas falaram que tem, acho que se todo mundo fosse assim, talvez a mídia cresceria mais.

    Bom, voltando ao programa, se pegarmos este episódio e o que fizemos com as meninas lá nos Os Comentaodores, vimos opiniões divergentes. Sabe por quê? Porque são pessoas diferentes. Simples assim. De qualquer maneira, acho que esta discussão nos fez pensar sobre o tema, foi excelente ver tanta gente envolvida nesta discussão.

    O que eu não concordei e se não me engano foi a Ira: desculpe, mas a percepção que ela tem de ver um monte de mulher comentando e que as mulheres não participaram da podpesquisa é superficial pra mim. Desculpe, comento em um monte de podcasts (apesar de notar um monte de mulheres comentando tanto aqui quanto nos Os Comentadores nos episódios) e raramente vejo mulheres comentando ou interagindo. Pra mim, isso pode ser a percepção dela no Pussy Cast. Posso ter entendido errado, mas se foi isso realmente, eu discordo. Já em relação à podpesquisa, é a mesma coisa… Se é algo que não é imposto, não acho que uma pesquisa paga faria mais mulheres participarem. Só se você fizer uma pesquisa direcionada para as mulheres, aí tudo bem. Pode falar o que for da Podpesquisa (alguns critérios também não concordo), mas no momento e sendo gratuita, é o que temos de mais adequada.

    É isso, legal ver a discussão aumentando.

    Abraços!

    • Gudima, você tocou num ponto interessante: Além de haver diferenças entre os gêneros ainda há diferenças entre os homens e entre as mulheres, portanto divergencias sempre haverão. Com relação a PodPesquisa, acredito que todos que opinaram foram claros em enfatizar a importância dela, apesar de acharem que ela não expressa a realidade da podosfera e, inclusive, TODOS apoiaram a iniciativa PodPesquisa. E afinal o episódio não era sobre a PodPesquisa e sim tentar achar o motivo pelo qual as mulheres tinham participação inferior a participação dos homens. hehehehe!
      Mas, concordo que este “molho” que estamos fazendo composto de visões diferenciadas é que nos levará, se quisermos, a algum termo comum…
      Abraço!

      • Concordo que é um primeiro passo, mas duvido que seja o desfecho de algo… espero que as meninas que comentaram aqui, nos Comentadores e até no MetaCast (cadê aquele safadão do Dudu pra dar suas opiniões nos podcasts!) comecem a desenvolver o gosto por esta iniciativa.

        O gosto de participarem da conversa. E isso se faz comentando, enviando e-mails, participando de fans pages no facebooks… é assim que se dá nome a quem nos ouve.

        Não há outra forma.

        • Bom, mesmo que não haja um desfecho jamais poderão acusar Os Comentadores e o Temacast de não terem sequer tocado no assunto! E concordo que uma boa coisa para que as mulheres possam fazer para serem inseridas na mídia é participarem dos comentários. Imagine se um episódio deste tiver 50 mulheres dando suas opiniões? Não há episódio que possa ser feito que tenha tamanho conteúdo!

      • Ah, Francisco, eu senti um tom um pouco agressivo (não seu, veja bem) das meninas em alguns momentos falando da Podpesquisa. Mas, sempre deixo meu ponto como impressão, posso ter entendido errado. O episódio não foi sobre a Podpesquisa, eu sei, mas realmente é um ponto a ser tocado devido a baixa adesão feminina.

        E com certeza! Visões diferentes leva-se a um lugar comum!

        Abraços!

        • Gudima, seu lindo (by Dudu Sales)! Eu tenho certeza que não houve intenção alguma de criticar a PodPesquisa em momento algum no sentido de invalidá-la, compará-la a cocô, à coisa inútil e, se bem me lembro, todos que se aventuraram em falar dela tiveram o cuidado de ressaltar a importância dela existir e apontaram o que, segundo eles, poderia ser feito para que ficasse ainda melhor!
          Abração!

          • Hahahaha! Tá, se você está falando vou acreditar. Até porque, falei que não partiu de você isso. 😉

            Abraços!

    • Concordo.
      Experiências diferentes, levam pessoas a diferentes lugares.

      E é assim com mulheres, homens, coluna do meio… animais, plantas, bacterias, etc… todo serzinho vivente neste mundinho miserável JAMAIS é similar a outro, mesmo quando são gêmeos.

      Não existe padrão.

  • Eu acho q a mídia podcast ainda pouco explorada e esse um dos fatos de ter poucas mulheres, mas discordo de quase todo o resto do que foi falado, principalmente no fato da mulher não se expor pra comentar… se vc olhar um vídeo dessas vlogs de maquiagem que foi citado vão ver o tanto de comentários.
    Mas doído mesmo foi ver como as mulheres tem uma visão estereotipada das outras mulheres. Senti uma boa dose de desprezo quando foram citadas as mulheres que vem vlogs e a menina que quer ser panicat. Qual o problema? Dá impressão de que as mulheres são limitadas e que gostam de apenas um assunto e só vão aprender outra coisa se alguém pegar na mão e mostrar. Foi quase uma ofensa pra mim, que estava justamente malhando a minha bunda enquanto ouvia o podcast – academia é ótimo pra isso, uma hora e meia de exercício dá pra ouvir tranquilamente um programa.
    Pensar fora da caixinha e parar de achar que mulher que usa salto não é capaz de trocar um pneu sozinha já é uma ideia. Eu não precisei de ninguém pegando na minha mão pra descobrir o podcast (Google ta aí, né?), só precisei de indicação de uma coisa interessante pra ouvir enquanto corria.
    Pareceu até que as mulheres normais (que não são como meninos) são até meio limitadas, sendo que, como mulher, sei que não sou. Pelo contrário, só tenho acumulado mais informações variadas possíveis, desde que me agradem de alguma forma (e sem falar do acúmulo de funções).
    Se insistir no papo de que podcast é de meninos nerds e que quem assiste maquiagem precisa ser catequizado, jamais vão atingir um público novo.
    Eu acho.
    (tb não entendi pq tem que começar a indicação pelo “nerdcast”. eu mesma nunca ouvi)
    Beijos

    • Oi Renata!
      Com certeza a tua opinião e de outras mulheres comentando o episódio é que dará maior abrangência ao tema escolhido. Gostaria de ter feito o episódio com no mínimo 50 meninas para que houvesse mais opiniões vindas de vocês, mas infelizmente não é possível tal coisa, pelo menos por enquanto!

      Por outro lado, considero os comentários de um podcast a continuação do que foi exposto durante o programa. É nos comentários que podemos medir o quanto foi ou não abrangente o conteúdo do mesmo e dá-se a oportunidade para que opiniões diferentes possam ser consideradas por todos!

      Se me permite, quanto ao Nerdcast, o mesmo foi citado pelo fato de que sendo ele um dos mais antigos e o maior e muito conhecido, normalmente as pessoas acabam por ter contato com ele muito facilmente. Mas acho que não dito que deve-se começar por ele.

      De qualquer maneira a discordância entre opiniões sempre foi a engrenagem que moveu mudanças e fiquei muito feliz por ter dado continuidade ao tema levantado pelos Os Comentadores.

      Grato pela tua participação

      abraço

    • Concordo em gênero, número, grau, flexão e sujeito oculto subordinado!

  • Eliana Rodrigues

    Gostei da postura do Francisco, de suas opiniões, de sua ponderação e concordo quando ele disse que palavrões em podcasts fora do contexto e em excesso, causam tristeza. Aliás, foi só o que deu para ouvir com satisfação neste episódio. A minha expectativa com as participações da Larissa, Bianca e Ira, era bastante otimista em relação a um reforço no apelo e incentivo ao que vem se discutindo exaustivamente sobre o baixo índice de ouvintes mulheres em podcasts.
    Confesso que fiquei decepcionada com a maneira desrespeitosa das convidadas ao se referirem ao público feminino. Segundo elas, quem não gosta de ouvi-las são mulheres “frescas” e que se preocupam com futilidades, como por exemplo, com uma unha quebrada. Elas disseram que não mudariam suas atitudes para agradar alguém, pois isso as descaracterizaria. Oras, isso só é aceitável entre familiares e amigos. Quando se dirige a estranhos, tem de haver moderação. A maneira como elas se expressaram beirou a arrogância e, sem dúvida alguma, isso afasta homens e mulheres que, assim como eu, apreciam conteúdo agregador, educação e compostura.
    Se colocaram os pés no sofá estando na casa do vizinho, imagino o quão desastroso deva ser o comportamento delas em seu próprio podcast. Lamentável.
    Foi com muito pesar e esforço descomunal que consegui ouvir o programa até o final.
    Então é esse tipo de mulher grosseira que tenta atrair o público feminino? Pois penso que então os podcasts com mulheres estão muito mal representados.
    Diante disso, ratifico o meu gosto por podcasts dirigidos por homens e vou continuar ouvindo assiduamente aos Telhacast, Na Porteira Cast e Os Comentadores.
    Desculpem-me, mas eu gosto de ouvir podcasts e não conversas de boteco.
    Abraços, Francisco Seixas e Igor Alcântara.

    • Olá Eliana!

      Muito obrigado pela tuas considerações e principalmente por ter vindo expôr a maneira como o episódio chegou até você.
      Eu diria que respeito plenamente tudo o que foi dito pelas mulheres, tanto nos episódios do Os Comentadores e no do Temacast, quanto o que está sendo dito através dos comentários dos mesmos.
      Como disse em resposta ao Gudima, aqui mesmo, sempre acreditei na individualidade de cada pessoa, independente do sexo que pertença e também sempre achei que há naturalmente diferenças no modo de ver, considerar e lidar entre os gêneros.

      Mais uma vez, muito obrigado pelo teu comentário!

      Abraço

      • Eliana Rodrigues

        Olá, Francisco!
        Você está corretíssimo ao acatar e respeitar opiniões divergentes.
        Considero louvável esta tua atitude ponderada.
        Eu não sou podcaster, não sou atriz, não sou figura pública, portanto não sou formadora de opinião. Isso pode não justificar, mas me concede mais liberdade de expressão.
        Sou apenas uma ouvinte e me manifestei como tal.
        Muito obrigada pela atenção.

        Abraço.

        • Fez muito bem em ter se manifestado!
          Espero poder contar com você mais vezes!

          abraço

          • Eliana Rodrigues

            Muito obrigada!

    • Devo dizer que concordo com as impressōes da Eliana. Realmente senti uma ponta de arrogância e agressividade nas colocações.

      Talvez isso se deve ao fato de gerar uma reação visceral nas meninas, mas desta forma é muito mais provável que se afaste o público alvo do que atraí-lo.

  • Demorou um pouco, mas consegui ler todos os comentários. Assunto mais polêmico que mamilos. Acho que não existe mesmo um padrão, pois as pessoas são diferentes, como o meu xará Gudima e o aLx disseram. No entanto, o positivo disso tudo é que o assunto foi debatido, o que mostra uma preocupação de inclusão.

    Meu exemplo é muito semelhante ao do aLx. Já tentei convencer minha esposa a ouvir podcasts diversos, já ouvimos juntos no carro (sim, eu escuto bastante no carro), mas não consegui e, em respeito, desisti.

    Off topic. Tenho notado, não aqui, mas em outros lugares, uma crítica ao trabalho de Os Comentadores. Eu discordo das críticas. Só tenho elogios a fazer. Eles me abriram os olhos para muita coisa, me ajudando como ouvinte e como podcaster. Para mim vocês estão de parabéns.

    • Pô cara, obrigado! E que bom que temps ajudado em relação ao conteúdo que absorve!

      Grande abraço.

    • Poxa, Xará, elogio pra gente em outro podcast é uma alegria só. Rs… Valeu!

  • Olá, Francisco!

    Parabéns pelo programa, trazendo um assunto tão pertinente e debatido de forma tão clara; ademais, parabéns por toda a discussão que vejo que o tema gerou aqui nos comentários.

    A opinião das meninas contribuiu muito para que eu refletisse sobre o assunto: afinal, por mais que eu tente fazer um conteúdo que possa ser consumido por qualquer pessoa, nunca se sabe quando algo que não agrada a determinado gênero pode sair. Contudo, noto que elas, como já ouvintes de podcast, parecem estar habituadas à maneira como a podosfera funciona. Assim, a incógnita de como atrair novas ouvintes continua pairando a minha cabeça.

    Não vou ser tão leviano a ponto de querer dizer o que uma mulher gosta (ou deixa de gostar) em um podcast, mas digo que as discussões vêm trazendo cada vez mais pontos de vista para que eu tente embasa minha própria opinião sobre o assunto; o Temacast só fez trazer ainda mais conteúdo para esta discussão, e a isso eu sou muito grato!

    Mais uma vez parabéns, e até os próximos episódios!

    Fabricio Soares (Promontório Estéril)

    • Olá Fabrício!
      entendi perfeitamente a tua colocação que aliás são bem próximas das minhas. Desde o episódio nos Os Comentadores que venho afirmando que há diferenças entre os homens e as mulheres. O modo de ver, consumir e de valorar as coisas é distinto. Além disso, ainda a natural diferença ente cada pessoa independente do sexo a que pertença, não é?
      De qualquer forma os conteúdos produzidos sobre este assunto são meros balizadores para que todos tenham algo para pensar!!!

      Muito obrigado pelo teu comentário

      Abraço!

  • Pingback: Os Comentadores #33 - Ideologia, Demagogia e Volubilidade | Mundo Podcast()

  • Gau, o Gárgula

    Gostei muito do cast. A abordagem falando e esclarecendo muita coisa sobre o ponto de vista feminino em vários assuntos relacionados à podosfera e também dos depoimentos delas sobre como se sentem sendo participante de podcast.
    Muito legal mesmo apresentar esse tipo de opinião que é algo pouco abordado e explorado nos grandes canais, infelizmente.
    Trabalho 100% aprovado e apoiado!
    Um grande abraço a todos!

    • E aí Gau? Tudo beleza?
      Eu é que gostei muito da tua participação comentando por aqui!
      Obrigado e espero te ver mais vezes nos ajudando com os teus comentários!

      Grande abraço!

  • Flavia Novais

    Muito bom o episódio, meu comentário é só pra pontuar algumas coisas sobre a temática. Em primeiro lugar, é muito complicado falar de um “público feminino” como um público homogênio, levando em consideração as muitas vivências possíveis de um chamado “universo feminino”, que não cabe aqui discutir. Acredito na realidade é que a mídia podcast ainda está muito atrelada ao imaginário “nerd”, que trazem temas sobre games, series, tecnologia e coisas desse tipo como centrais. E é claro que muitas mulheres também se interessem por esses assuntos, o que também não quer dizer que uma mulher que goste de ouvir um podcast de temática nerd não se interesse também por outro mais ligado a cultura pop. O que eu quero dizer com isso é que ainda falta uma certa visibilidade para esse tipo de mídia, porque poucas pessoas reconhecem a riqueza de temáticas e programas que existem se tratando de podcast. Ainda falta muito pra que uma pesquisa de público como essa – que determina se mais homens ou mulheres ouvem podcast – seja de fato um retrado aproximado da realidade. Como vocês mesmo disseram, quem acaba respondendo a esse tipo de pesquisa é necessariamente quem já está envolvido com a temática de alguma forma: ou é ouvinte assíduo ou participa de algum programa específico. Outra coisa que eu gostaria de destacar é que tenho uma certa resistência com discursos do tipo “isso é coisa de mulher” ou “isso é coisa de homem”, porque acredito que muito disso está mais ligado a uma questão cultural do que por um determinismo de gênero. Não sou uma especialista no assunto, muito pelo contrário. Minha busca por podcasts é uma novidade e eu tive acesso a esse tipo de mídia pelo Nerdcast, que a princípio gostei bastante, mas comecei a achar tudo muito repetitivo. A partir daí comecei a buscar outros programas com temáticas diferentes e fiquei pasma com a variedade de assuntos encontrados, e aqui cabe mais uma vez um elogio ao programa de vocês, que já é um dos meus preferidos. Não que eu ache que só devam existir programas densos e carregados de informações científicas e “oficiais”. Concordo também quando foi dito que existem muitos programas de temáticas das mais variadas e cada momento da vida pede um tipo específico de podcast. E acho que a escolha por um ou outro programa não se dá por uma regra engessada e não está ligada ao gênero que ouve ou deixa de ouvir. Acredito que o que faz com que alguém se torne assinante de um podcast é afinidade com os assuntos tratados no programa, e isso independe de sexo.

    • Olá Flávia!
      Primeiramente é muito bom ver outro comentário seu por aqui! E que comentário relevante, hein!
      Você acabou sintetizando tudo o que eu tentei dizer ao tratar deste assunto no que se refere as mulheres.

      Ao contrário do que outras pessoas entenderam não foi feita nenhuma afirmação de que uma pessoa que começar a ouvir podcast tenha que fazê-lo pelo Nerdcast, mas devido a popularidade e visibilidade deles é o que acaba acontecendo.

      Nós do Temacast ficamos imensamente gratos e felizes por saber que nosso trabalho agrade pessoas como você.

      Muito obrigado pelos elogios e esperamos poder continuar contando com você!

      abraço

  • Nikson Gabriel

    Muito bom, tô gostando do tema cast, a imparcialidade do Francisco é na minha opinião muito significativa, mas ele foi metralhado por elas, de uma maneira boa, o Igor se esquivou muito mas ainda assim tomou aquela de “homem só faz isso…”.

    • Viu só Nikzon? Quando elas se juntam não dá pra se esquivar muito!

      ahahahaha

      abraços e obrigado por comentar!

  • Lana Mesquita

    Parabéns pelo Podcast, descobri a alguns dias e após ouvir este me senti na obrigação de comentar, já que faço parte do tema principal.

    Nunca tinha pensado nisto, achei interessante a discussão. Minha opinião é que o podcast é uma mídia underground, que tem mais influência em grupos de pessoas que trabalham ou lidam mais com tecnologia, simplesmente por nascer ali. Por isso mais nerds, menos mulheres. Fiz engenharia onde numa sala de 50 pessoas tinham apenas 3 mulheres. O motivo para poucas mulheres ouvirem podcast é obvio, menos mulheres conhecem a mídia. Assim como eu acho que naturalmente este número irá aumentar, as mulheres estão aos poucos entrando no mundo mais tecnológico.

    Falando da minha experiência pessoal, eu comecei ouvindo o Café Brasil por influencia de um amigo do trabalho, achei incrível. Não gosto de tv, não disponho muito tempo para ler sobre os temas que ele apresenta, gosto do direcionamento, da discussão, de temas inteligentes, mas o que eu amo mesmo é o formato. É agradável, é planejado. Por isso quando resolvi ouvir outro podcast me assustei, eram “desorganizados”, muitas pessoas falando ao mesmo tempo. Atualmente já estou mais aberta ao formato “padrão” de podcast. Mas eu não gosto de palavrão, para mim não agrega na mensagem. Minha experiência só mostra que são particularidades que definem o estilo do que alguém escuta. TemaCast muito me agradou por seguir uma linha mais tranquila, com temas interessantes e discussões com foco. Mas tudo isso são particularidades, não acredito que penso assim por ser mulher, mas sim por ser humana.

    Tenho uns comentários que podem servir pra vocês sobre mulheres como produtoras. O primeiro é que a voz feminina é mais fina, ouvi um podcast X que tem uma menina entre muitos homens e a voz dela é aguda demais e ela é gasguita, dá vontade de deixar de ouvir. Acho que vale a pena pensar ou em um tratamento melhor da voz dela ou ela falar mais suave, pois é algo que incomoda de forma subconsciente. Talvez ngm diga que deixou de ouvir por isso, mas pode ser um problema. Outra dica é: Meninas nós mudamos o assunto muuuito rápido. Eu sei. Cuidado com viagens excessivas, foco no tema. Se eu converso com alguma amiga, homens não conseguem acompanhar, pois mudamos de “compras de roupas de verão” para “Fulano casou na Austrália” e “A crise econômica na Europa” sem pausa ou explicação. Então respirem e tentem focar.

    No mais acabei de baixar uns pods do PussyCast, adorei os títulos. Boa sorte a todas as meninas ouvintes e podcasters. Querendo ou não, nascemos num mundo que a princípio era bastante machista. Não duvidem que esse sentimento ainda sobreviva um pouco entre nós. Vocês são minhas heroínas. 🙂

    • Lana, ainda rindo muito com as tuas observações!
      Achei muito legal teu comentário e espero que vc curta o Temacast!

      abraço

  • Vitor Urubatan

    Hahaha olha só a cara irmã Ira Croft!
    Bora ouvir!

  • Vitor Urubatan

    Hahaha Jovem Nerd é tipo a Globo! Caraca hahaha nunca tinha pensado por esse lado.

  • Vitor Urubatan

    Rsss que maneiro.
    Adorei o cast.
    Eu realmente acho necessária a presença feminina em discussões. Para ser honesto não sou feminista e procuro ao máximo não ser machista. É mais interessante defender a raça humana com uma coisa única.
    Antes de você ser negro, homossexual, mulher e etc… Todos são humanos antes de tudo. Acho mais justo defender dessa forma. E se tiver de “julgar” que sejam pelos atos, pois não é possível ler pensamentos.

    Fantástica a presença das jovens e do misterioso Igor, que parece estar em tudo que é canto haha!
    Parabéns por abordarem o tema de forma natural, sem muita crise.

    • Quanto a raça você falou tudo meu amigo!
      É isso aí. Raça é uma só: humana. o que temos são etnias que ficam abaixo da raça.

      qdo vc chegar no episódio sobre intolerância vai lembrar disso!

      abraço

      • Vitor Urubatan

        É cara, infelizmente eu “aprendi” algo tão óbvio depois de velho. Rsss mas é bom que meus sucessores já virão com esse upgrade básico de fábrica hahaha!

        Ainda sobre esse assunto, eu estava discutindo ontem com algumas pessoas do meu convívio. E é inacreditável como as pessoas tem problemas sociais encrostados nas suas educações.
        Estavam falando sobre a quantidade de pessoas homossexuais que trabalham no meio da moda e etc. Então foram direcionadas várias vezes coisas do tipo:

        — Então de 5 homens 6 eram “travessados”.
        — … mas você não pode dizer que “eles” são “normais”.

        As pessoas acreditam nesses termos mesmo. E quando você pega e responde, nego fica te olhando meio torto como se você estivesse errado hahahaha! Puta merda velho, isso amarga a alma

  • Leonardo Persan

    Deve fazer um mês que estou ouvindo podcasts e estou adorando. O TemaCast é um dos meus favoritos, parabéns pelo trabalho.

    Sobre a pauta, foi muito bem elaborada e comentada, vou começar a utilizar as dicas para indicar podcasts aos meus amigos.

    Só queria fazer uma ressalva quanto a participação da mulher na equipe de podcasts como marketing.

    Nesse ponto a discussão deu a entender que a mulher tem mais pró-atividade, mas eu acredito que a mulher tem mais facilidade em marketing por dois aspectos.

    1º Mulher pensa em teia, ela estabelece a relação entre tudo, enquanto o homem tenta dividir tudo em caixas. E criatividade é justamente estabelecer relação entre assuntos distintos, de três palavras para uma mulher e ela lhe dirá uma quarta relacionada, de as mesmas três palavras para um homem e ele criará três caixas achará outras palavras para cada caixa e com sorte achará alguma conexão.

    2º Mulher tem facilidade para começar uma relação, quando minha mãe entrava em uma fila eu e meu pai apostávamos se ela puxaria assunto com a pessoa da frente ou com a pessoa de trás, mas que ela falaria com alguém isso era certeza.

    Claro, toda regra tem sua exceção… mas se isso é uma regra, ela também tem uma exceção… então nem toda regra tem exceção???????(TILT) KKKKKKKKKK

    • Opa Leonardo!
      Obrigado por vir comentar neste episódio tão antigo. É sinal que ele ainda é atual.
      grande abraço

  • fcatena

    caraca não lembrava disso rs XD

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